Sector da Construção

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Jorge Pereira

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« Responder #15 em: Novembro 13, 2008, 12:11:09 pm »
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A investida espanhola

2008-11-11
O presidente da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP), Reis Campos, pediu ontem ao Governo para "proteger" as empresas portuguesas daquilo que teme possa vir a ser uma dura investida das construtoras espanholas no nosso país, como modo de escapar à intensa crise que se abateu sobre Espanha. Após anos a fio a acelerar contra a parede, a economia espanhola está a aterrar com enorme violência, como, de resto, tinham previsto os economistas mais atentos à realidade aqui do lado.

O pedido de Reis Campos fundamenta-se no seguinte: o volume de obras anunciado para Portugal é muito atractivo para as empresas espanholas, que viram o seu mercado próspero esboroar-se em pouco tempo (sobre Espanha, a última "The Economist" tinha o seguinte e emblemático título na capa: "The party is over" - a festa acabou). Logo, vem aí concorrência da mais feroz. Logo, há que precaver os danos. Que podem ser tremendos.

Numa situação normal, o pedido de Reis Campos deveria merecer o mais vivo repúdio. Por uma simples razão: o mercado europeu é livre e tem regras comunitárias que, em princípio, rejeitam o proteccionismo como modo de encarar os negócios. Ou seja: deve ficar com a empreitada quem apresentar um a melhor relação entre qualidade do serviço a prestar e o respectivo preço a cobrar.

Sucede que esta não é uma situação normal. Em Espanha, como em França, há uma regra de ouro nos negócios de milhões: primeiro os espanhóis, a seguir os espanhóis, depois os espanhóis - e só então os outros. As empresas de construção civil, mas não só, sentem isto na pele há muitos anos. Os concursos são feitos à medida, de modo a basicamente impossibilitar que alguém estorve o que à partida está definido.

O ministro da Economia sabe disto. Mas, como é óbvio, não pode dizê-lo, sob pena de abrir uma indesejável crise diplomática com os vizinhos espanhóis. "A conjuntura internacional é muito difícil e, mais do que nunca, o Governo está empenhado em apoiar o investimento", afirmou Manuel Pinho, quando confrontado com a reivindicação do presidente da FEPICOP. O importante, neste como em casos semelhantes, não é o que o ministro e o Governo dizem, mas o que fazem. E a altura é de agir.

Pode perguntar-se: se há assim tantos e tão evidentes casos de proteccionismo, não seria melhor o Estado português queixar-se a quem de direito na União Europeia? Para isso seria necessário, primeiro, obter provas das artimanhas muito bem escondidas em concursos desenhados ao pormenor e, segundo, estar disposto a assumir uma "guerra" sem fim à vista. Os custos são muito elevados.

Fonte

Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






Cumprimentos
 

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comanche

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« Responder #16 em: Dezembro 09, 2008, 09:19:45 pm »
Estradas: Sócrates lança quarta-feira em Bragança a "auto-estrada da justiça"

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Bragança, 09 Dez (Lusa) - O distrito de Bragança vai deixar de ser, dentro de três anos, o único em Portugal sem um quilómetro de auto-estrada com a construção de uma rodovia que promete também combater a sinistralidade que transformou, nos últimos anos, o IP4 na "estrada da morte".

O primeiro-ministro, José Sócrates, desloca-se quarta-feira a Bragança, pela segunda vez no espaço de quinze dias, para lançar a Auto-estrada Transmontana, que o próprio baptizou de "auto-estrada da justiça".

Um "acto de justiça para com o interior", refere um comunicado. De hoje, do gabinete do ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, que estará também presente na cerimónia, que se realiza no castelo de Bragança.

A auto-estrada Transmontana, com uma extensão de 186 quilómetros, vai ligar Vila Real a Bragança, com portagens apenas nos troços junto às duas cidades.

A construção, com um valor estimado de 440 milhões de euros, é adjudicada ao consórcio liderado pela empresa Soares da Costa, um ano depois do anúncio do concurso, como faz questão de frisar o ministério de Mário Lino no comunicado hoje divulgado.

A conclusão da auto-estrada está prevista para 2011, na mesma altura em que deverão estar também prontas duas das estradas reclamadas há mais tempo na região, e adjudicadas a 25 de Novembro, o IP2 e o IC5.

Entre as concessões lançadas, a auto-estrada Transmontana será, segundo contas do Governo, a única a dar prejuízo à Estradas de Portugal ao longo do período de concessão.

Ainda assim, o ministério de Mário Lino entende que "é um projecto economicamente viável com benefícios económicos e sociais estimados em 1138 milhões de euros, o que perfaz um saldo positivo de 554 milhões de euros", tendo em conta o custo de construção.

O Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC) prevê que o empreendimento "deverá gerar à volta de 9.000 empregos", criando "postos de trabalho associados às fases de construção, exploração e manutenção da via, bem como emprego indirecto, que se estima ser criado em resultado da melhoria das acessibilidades promovidas pela nova concessão".

A auto-estrada vai encurtar o tempo de percurso entre o Porto e Bragança em 44 minutos e Bragança e Vila Real, em oito minutos, mas também contribuir para a redução da sinistralidade que já levou a que o IP4, que liga actualmente as três localidades, fosse classificado de "estrada da morte".

Segundo números do MOPTC, na década entre 1997 e 2007 perderam a vida, no IP4, 247 pessoas.

O MOPTC estima que a auto-estrada, que em grande parte do percurso corresponderá ao actual IP4, contribua para uma redução média de 19 mortes por ano e para a diminuição em 65 por cento da taxa de sinistralidade.

O MOPTC realça que Bragança, o único distrito do país sem um quilómetro de auto-estrada, terá com esta concessão a garantia de ligação com este perfil ao litoral (Porto) e a Espanha.

A garantia de ligação a Espanha será a ponte internacional de Quintanilha, que está concluída há mais de um ano, mas sem utilização por falta de acessos no lado espanhol.

HFI.


http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/77e ... 05343.html
 

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comanche

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« Responder #17 em: Maio 01, 2009, 07:58:13 pm »
Portugal vai ter 18 novos centros comerciais entre 2009 e 2010

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Um total de 18 centros comerciais é o número previsto de equipamento deste tipo que devem inaugurar em 2009 e 2010, totalizando uma área 740 mil metros quadrados, segundo dados da associação do sector.

No anuário da Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC) 2008/2009 são apontados os projectos que estavam marcados para 2009, num total de uma dezena, incluído o Dolce Vita Tejo, com a maior Área Bruta Locável (ABL), de 122 mil metros quadrados, que vai ser inaugurado a 07 de Maio pelo promotor Chamartín Imobiliária.

Em Portugal, o valor médio de ABL por mil habitantes é de 228,6 metros quadrados, acima da média europeia.

Para a União Europeia a 27, a APCC refere dados da Cushman & Walkefield, que indica uma densidade média de área por mil habitantes de cerca de 195 metros quadrados, um valor que deverá subir aos 234 metros quadrados com os projectos previstos para 2009.

O Dolce Vita passa a ter a maior área, em Portugal, destronando o centro comercial Colombo que tem 119.958 metros quadrados, embora tenha 401 lojas.

A APCC destaca a entrada no mercado de três "retail parques", em Lisboa e Portimão, em 2009, e em Setúbal, em 2010, representando oito por cento da ABL total.

Apesar do "contexto adverso", como salienta a Associação, aqueles empreendimentos estão autorizados e com abertura confirmada pelos respectivos promotores que continuam a preferir as áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, onde será instalada metade da área comercial.

A região de Lisboa deverá assistir ainda à inauguração de novos espaços em locais como Alverca ou Sintra.

Os últimos dados oficiais da APCC datam de Setembro de 2008, e listam a existência de 98 centros comerciais associados, com 8.288 lojas e cerca de 2,4 milhões de metros quadrados de ABL, dando emprego a 74.430 pessoas.

A comparação com o ano anterior resulta numa subida de 10 por cento no número de centros comerciais, de lojas e de empregos, e de 14 por cento na ABL.

Os centros classificados de grandes (entre 40 mil e 80 mil metros quadrados) e muito grandes (superiores a 80 mil metros quadrados) são 16 e correspondem a 16,3 por cento do total mas são responsáveis por 42,5 por cento da área, 36,3 por cento das lojas e cerca de 44 por cento do emprego.

A Área Metropolitana de Lisboa concentra 38 centros comerciais, sobretudo na periferia norte (18) e na cidade (12).

 

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André

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« Responder #18 em: Julho 08, 2009, 06:28:16 pm »
Somague ganha empreitada para alargar Canal do Panamá


O consórcio integrado pela Somague ganhou a principal empreitada do projecto de alargamento do Canal do Panamá.

O Económico apurou que em causa está um empreendimento de cerca de 2,3 mil milhões de euros para a escavação e construção do terceiro jogo de eclusas que vão reforçar a capacidade de tráfego marítimo entre os oceanos Pacífico e Atlântico.

O consórcio da Somague é ainda composto pelo seu accionista, o grupo espanhol Sacyr, os italianos da Impregilo, os belgas da Jan de Nul e a empresa panamiana Cusa.

O projecto de alargamento do Canal do Panamá é considerado uma das obras de referência no sector da engenharia para o século XXI.

Diário Económico

 

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« Responder #19 em: Agosto 18, 2009, 11:22:40 am »
Gostaria de pedir a opinião a um tecnico especializado sobre se acha o valor da futura moradia que estou a pensar comprar, como não estou dentro do mercado imobiliario, gostaria de saber se estou a ser roubado no preço ou não, estão a pedir pela moradia 140 mil euros, a moradia é geminada a estrear, tem em area bruto casa e jardim cerca de 400m quadrados, tem churrasqueira, jardim garagem para 4 carros, 4 quartos (2 suites) 4 casas de banho, cozinha completamente equipada (moveis e electrodomesticos) sala com lareira, aquecimento central, casas de banho completamente equipadas, 3 roupeiros embotidos paineis solares, percianas electricas. Gostaria de saber por alguem mais experiente nesta materia se acham o preço justo, se é cara ou barata. Atentamente.
"Aqui na Lusitanea existe um povo que não se governa nem se deixa governar" voz corrente entre os Romanos do Séc. I a.C
 

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PereiraMarques

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« Responder #20 em: Agosto 18, 2009, 12:05:26 pm »
Então e o mais importante? Onde é que é o terreno? Onde é que está construida a casa? Certamente que os preços entre Alfândega da Fé
e Cascais são muito dispares c34x .
 

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« Responder #21 em: Agosto 18, 2009, 02:04:09 pm »
Citação de: "PereiraMarques"
Então e o mais importante? Onde é que é o terreno? Onde é que está construida a casa? Certamente que os preços entre Alfândega da Fé
e Cascais são muito dispares c34x .


A casa está construída no centro de Vila Flor, uma vila vizinha de Alfândega da Fé, lolol para quem não sabe Vila Flor e Alfândega da Fé pertencem ao distrito de Bragança, mais, a casa esta a somente 5km do futuro IP2 (Vila Flor) e a 3km do futuro IC5 (Vila Flor) e está a 20 minutos da futura A4 (Mirandela), é um bairro relativamente novo, sossegado e calmo. Optimas vistas sobre a vila de Vila Flor.
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Chicken_Bone

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« Responder #22 em: Agosto 18, 2009, 06:11:49 pm »
Não sou da área, mas tenho opinião. :D
De qualquer forma, faria uma pesquisasita sobre o vendedor/construtor, já que podem, ao estilo típico Português, cagado nos isolamentos térmico, acústico e de humidade.

Está numa zona agradável e silenciosa?

A casa vizinha é do mesmo construtor? O que é os "vizinhos" te podem dizer sobre a zona?
"Ask DNA"
 

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« Responder #23 em: Agosto 19, 2009, 11:09:13 am »
Citação de: "Chicken_Bone"
Não sou da área, mas tenho opinião. :D
De qualquer forma, faria uma pesquisasita sobre o vendedor/construtor, já que podem, ao estilo típico Português, cagado nos isolamentos térmico, acústico e de humidade.

Está numa zona agradável e silenciosa?

A casa vizinha é do mesmo construtor? O que é os "vizinhos" te podem dizer sobre a zona?


Sim caro colega, a zona é muito sossegada, somente vivendas, o construtor é de confiança pois conheço bem, embora nao pertença ao meu circuito de amigos por assim dizer, tem boa fama ja vi a casa por dentro e tem optimos acabamentos, por acaso ja andei a sondar amigos meus e pedi-lhe por alto o valor da casa somente com a descrição que aqui referi, todos eles apontaram valores a rondar os 200 mil euros, quando lhes disse que a casa era de 140 mil euros ficaram boquiabertos e disseram que era um achado.... em todo o caso gostaria de ouvir outras opiniões. :wink:
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Re: Sector da Construção
« Responder #24 em: Outubro 26, 2009, 02:11:07 am »
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Empresa portuguesa distinguida com prémio internacional
Prémio está para construção civil como «os Óscares para o cinema»

Uma empresa portuguesa ganhou o prémio 2009 do Instituto Internacional de Reabilitação de Construções em Betão na categoria «longevidade» por uma intervenção, há 10 anos, no silo de cerais da Lagoa, ilha de S. Miguel.

O prémio excelência do International Concrete Repair Institute (ICRI) que distinguiu a STAP, entidade executora do empreendimento, e a dona da obra, a Sociedade Açoriana de Sabões, «está para construção civil como os Óscares para o cinema», explicou o responsável José Paulo Costa.

O engenheiro que representou a STAP na cerimónia de entrega das distinções de 2009 do ICRI, realizada na última semana nos Estados Unidos, disse ainda, em declarações à Lusa, que ao prémio concorrem anualmente «obras relevantes realizadas nos mais variados pontos do mundo».

http://diario.iol.pt/economia/construca ... -4058.html
"Ask DNA"
 

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miguelbud

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Re: Sector da Construção
« Responder #25 em: Agosto 19, 2011, 11:19:03 am »
Construção: Portugal com 3º melhor desempenho da UE

Portugal registou o terceiro maior aumento da União Europeia no sector da construção em Junho deste ano, e em termos mensais, num mês em que a produção na Zona Euro caiu 1,8%.

Os dados são do Eurostat e mostram que, na União Europeia a 27, o valor da quebra em Junho foi de 1,3%, em comparação com o mês anterior. Em termos homólogos face, a produção registou uma descida de 11,3% na região da moeda única e 8,1% na UE.

O alívio depois da estagnação

Recorde-se que, este ano, o sector da construção em Portugal só tinha crescido em Fevereiro. Janeiro, Março e Abril foram meses de quedas (1,2%, 4,7% e 4,2%). Maio foi o mês da estagnação (0%). Já Junho foi uma lufada de ar fresco para as estatísticas do país, com um aumento de 1,7%.

No entanto, na comparação anual, em todos os meses de 2011 verificaram-se descidas em relação aos períodos homólogos de 2012, com uma redução de 2,1% em Junho.

Para os estados-membros para os quais há informação, menos de metade do total da UE, os maiores aumentos, em termos mensais, registaram-se no Reino Unido (3,8% ), na Eslováquia (2%) e, lá está, em Portugal.

Por outro lado, as quedas mais significativas em Junho de 2011 face ao mês anterior, sentiram-se na Eslovénia (-11,9%), Hungria (-5,5%) e Alemanha (-4,5%), ressalta a Lusa.

Em Junho deste ano, em comparação com Maio, a construção desceu em 1% na zona euro e 1,4% na UE a 27, enquanto a engenharia civil recuou 2,7% na Zona Euro e 0,8% no total da união.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/eco ... -1730.html
 

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AC

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Re: Sector da Construção
« Responder #26 em: Agosto 19, 2011, 08:46:01 pm »
^^ Hmm, hmm, hmm... Sol de pouca dura, creio.
Acho que o sector da construção ainda tem um bom bocado para contrair até encontrar o seu ponto de estabilidade.
 

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miguelbud

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Re: Sector da Construção
« Responder #27 em: Agosto 19, 2011, 09:24:56 pm »
Soares da Costa ganha primeiras obras no Brasil

A Soares da Costa anunciou esta sexta-feira o contrato para duas empreitadas no Brasil, com um valor de cerca de 21,7 milhões de euros, que representam a concretização da estratégia de expansão do grupo.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o grupo Soares da Costa informou que a sua participada Sociedade de Construções Soares da Costa, em associação com a empresa brasileira SERPAL, contratou duas empreitadas com a Votorantim Cimentos, com um valor global aproximado de 50 milhões de reais, correspondendo a 21,7 milhões de euros.

A construtora portuguesa realça que as adjudicações - uma no Estado do Paraná e a outra no Estado do Maranhão - «são a primeira concretização da estratégia delineada pelo grupo, e oportunamente anunciada, que apontou o mercado brasileiro como um dos vectores geográficos da sua expansão».

Com mais de metade do negócio fora de Portugal, o grupo tem apostado na internacionalização, iniciada em 1980, com a criação de uma empresa associada na Venezuela. Hoje, está presente no Iraque, Espanha, Egipto, Alemanha, Macau, Angola, Barbados ou Roménia.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/emp ... -1728.html
 

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Re: Sector da Construção
« Responder #28 em: Agosto 23, 2011, 12:44:25 pm »
Citação de: "AC"
^^ Hmm, hmm, hmm... Sol de pouca dura, creio.
Acho que o sector da construção ainda tem um bom bocado para contrair até encontrar o seu ponto de estabilidade.

Aqui está a prova disso.

Construção: crise nas encomendas agrava-se

O índice de novas encomendas na construção voltou a cair no segundo trimestre, agravando a diminuição homóloga para 16,8% face aos 12,8% do trimestre anterior. Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Divulgados esta terça-feira, estes dados mostram, no entanto, que esta diminuição foi influenciada pela componente pública relativa aos edifícios escolares construídos no segundo trimestre de 2010, já que a Construção de Edifícios passou de uma variação homóloga negativa de 5,2% no primeiro trimestre de 2011 para 23,4% nos três meses seguintes.

Sem os edifícios escolares, este segmento registaria uma variação homóloga de 4,7%.

As Obras de Engenharia tiveram uma redução de 8,1% no entre Abril e Junho face ao mesmo período do ano passado (-21,8% no trimestre anterior).

O índice de novas encomendas aumentou 11,6% no segundo trimestre face ao primeiro (4,9%).

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/eco ... -1730.html
 

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Re: Sector da Construção
« Responder #29 em: Agosto 26, 2011, 03:10:09 pm »
Soares da Costa ganha projecto rodoviário nos EUA

A subsidiária da Soares da Costa nos Estados Unidos da América - a Prince - ganhou em consórcio com a britânica Atkins, o concurso para um projecto rodoviário na Florida no valor de 14,5 milhões de euros, informou a construtora.

Num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Soares da Costa adianta que a equipa Prince-Atkins vai substituir os nós de ligação das auto-estradas US27 (SR25) e SR50 em Lake County, na Florida, devendo a obra ser executada em 700 dias.

O projecto representa um aumento de 7 por cento na actual carteira de encomendas da Prince.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/emp ... -1728.html