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Substituiçao dos F-16's

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Duarte

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5925 em: Fevereiro 20, 2026, 03:37:11 pm »
The Lockheed Martin F-16 fighter jet remains in the limelight more than 40 years after its first flight. Shephard sums up the latest developments and details everything you need to know about the aircraft in 2026

Citar
Orders in the pipeline
New orders and deliveries continue for the aircraft, although with some setbacks. Taiwan’s order in 2023 for 66 F-16V fighter jets was originally set to see all aircraft arrive in-country this year, but deliveries have been delayed out to 2027, with the country’s defence ministry citing supply chain issues. Lockheed Martin stated it was committed to speeding up its F-16V production for Taiwan, as the country faces a rising military threat from China and heightened tensions in the South China Sea.

Elsewhere, Turkish interest in the F-16 remains stalled. In November 2024, the country’s defence minister Yaşar Güler said it would reduce the amount of the total package to US$7 billion, forgoing modernisation kits for its older F-16 models in favour of a domestically produced solution. Turkey’s renewed drive to lift the US’s F-35 sanctions and its recent acquisition of Eurofighter Typhoons came to the fore in 2025, raising the possibility that it could also use Qatari Eurofighters to replace its older F-16 fleet.

Over in Greece, the government approved a long-awaited upgrade of an additional 38 F-16 Block 50/52 aircraft to the F-16V Block 70 standard for the Hellenic air force. In mid-2025, half of its original 84-upgrade order was completed, with Lockheed delivering the 42nd F-16V to Greece. Forty-eight aircraft have so far been delivered to the Hellenic Air Force.

https://www.shephardmedia.com/news/air-warfare/what-you-need-to-know-about-the-f-16-fighter-jet/
слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
"Every country has its own Mafia. In Russia the Mafia has its own country."
1917 - The Russian Empire collapsed. 1991 - The Soviet Union collapsed.  The collapse of the Russian Federation is next
 

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Lampuka

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5926 em: Fevereiro 21, 2026, 02:02:05 pm »
João Pereira
 

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Pilotasso

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5927 em: Fevereiro 21, 2026, 02:54:46 pm »
não há factos que sustentem esse artigo, Portugal não escolheu o Gripen e não cancelou o F-35, nãos e pode cancelar algo que nem contrato tem ainda. Como o ponto de partida é falso nada nesse artigo sequer é credível.  :G-beer2:
« Última modificação: Fevereiro 21, 2026, 03:00:22 pm por Pilotasso »
 
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JohnM

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5928 em: Fevereiro 21, 2026, 03:00:01 pm »
Clickbait… nothing to see here folks, keep moving…
 

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Lampuka

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5929 em: Fevereiro 22, 2026, 09:22:32 pm »
Pena não andar por Guimarães dia 25, nas jornadas de Aeroespacial da Universidade do Minho...
https://www.instagram.com/p/DVEuk6RDMqd/?img_index=2&igsh=eW1zNGV6MDJ6anUx
João Pereira
 

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Lampuka

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5930 em: Hoje às 04:09:57 pm »
Relativamente à presença oficial da SAAB nas recentes jornadas de engenharia Aeroespacial da Universidade do Minho, e tal como havia adiantado,  algumas informações sobre aquilo que falaram e apresentaram.
Nada de especial e desde já a nota de que o aqui relatado será apenas baseado nas intervenções/respostas deles, e não conclusões ou interpretações minhas.
Primeiro,  a SAAB vê a aquisição do GRIPEN por Portugal como uma oportunidade única para desenvolver uma parceria significativa com integração de engenharia e da indústria nacional.
Portugal é o tipo de país que lhes interessa para este tipo de "aliança" por vários motivos, mas um deles achei interessante. A posição geográfica distante e por isso relativamente segura da linha da frente em caso de conflito, imagino que com a Rússia.
A ideia parece ser por-nos no projecto GRIPEN e seu desenvolvimento futuro como parceiro principal.
Não é à toa que andam a promover esta possibilidade em várias universidades do país.
Já quanto à leitura da situação actual no que diz respeito à aquisição do novo caça,  assumem que o favorito será o F35,  mas também que este não será de todo a melhor opção para Portugal.
Insistem nos custos e exigências operacionais muito superiores aos do  GRIPEN, e na taxa de disponibilidade, reforçando que para a FAP poder operar um determinado número mínimo de caças permanentemente, esse factor será demasiado limitativo com o F35.
Agora o mais "picante" da conversa...
O conceito de "geração" é de relativa importância, sendo mais uma questão de marketing do que propriamente técnica.
E, neste caso, algo que a LM usa em seu favor comercialmente.
Por exemplo, destacam que o GRIPEN é provavelmente o caça actual mais avançado no que diz respeito à integração de IA, sendo também superior à concorrência (F35 incluido) noutros aspectos, não sendo a geração um factor limitativo.
E quando questionado sobre os planos da SAAB em produzir um G6 ainda foi mais longe,  destacando que para a SAAB essa classificação não é o mais importante, mas sim continuar a desenvolver tecnologias que possam ser implementadas no GRIPEN ou em futuros modelos que os tornem mais eficazes,  destacando que na IA estará um dos focos desse desenvolvimento para suprimir as limitações humanas em gerir a cada vez maior quantidade de informação que é disponibilizada aos pilotos.

De uma forma resumida, aquilo que foi que foi dito quer na palestra/apresentação de ontem, quer em conversas mantidas no stand na segunda.

Não se esqueçam que se tratou de uma audiência composta maioritariamente por jovens estudantes de engenharia,  mais interessadas nas oportunidades de emprego do que propriamente nas capacidades militares do GRIPEN.

Só para finalizar, não deram qualquer indicação sobre se já existem propostas concretas ou sequer contactos  com o governo.
Abraço
João Pereira
 
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Pilotasso

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5931 em: Hoje às 06:52:32 pm »
Relativamente à presença oficial da SAAB nas recentes jornadas de engenharia Aeroespacial da Universidade do Minho, e tal como havia adiantado,  algumas informações sobre aquilo que falaram e apresentaram.
Nada de especial e desde já a nota de que o aqui relatado será apenas baseado nas intervenções/respostas deles, e não conclusões ou interpretações minhas.
Primeiro,  a SAAB vê a aquisição do GRIPEN por Portugal como uma oportunidade única para desenvolver uma parceria significativa com integração de engenharia e da indústria nacional.
Portugal é o tipo de país que lhes interessa para este tipo de "aliança" por vários motivos, mas um deles achei interessante. A posição geográfica distante e por isso relativamente segura da linha da frente em caso de conflito, imagino que com a Rússia.
A ideia parece ser por-nos no projecto GRIPEN e seu desenvolvimento futuro como parceiro principal.
Não é à toa que andam a promover esta possibilidade em várias universidades do país.

O Brasil produziu a primeira unidade na Embraer há apenas uns dias atrás, satisfaz esses requisitos da SAAB. E Portugal teria de começar do zero para essa produção. Sendo a Brasileira a que tem mais experiencia na construção, então a coisa não abona bem para nós aqui em Portugal fazermos em menos tempo que eles.

Já quanto à leitura da situação actual no que diz respeito à aquisição do novo caça,  assumem que o favorito será o F35,  mas também que este não será de todo a melhor opção para Portugal.
Insistem nos custos e exigências operacionais muito superiores aos do  GRIPEN, e na taxa de disponibilidade, reforçando que para a FAP poder operar um determinado número mínimo de caças permanentemente, esse factor será demasiado limitativo com o F35.
Agora o mais "picante" da conversa...
O conceito de "geração" é de relativa importância, sendo mais uma questão de marketing do que propriamente técnica.
E, neste caso, algo que a LM usa em seu favor comercialmente.
Por exemplo, destacam que o GRIPEN é provavelmente o caça actual mais avançado no que diz respeito à integração de IA, sendo também superior à concorrência (F35 incluido) noutros aspectos, não sendo a geração um factor limitativo.
E quando questionado sobre os planos da SAAB em produzir um G6 ainda foi mais longe,  destacando que para a SAAB essa classificação não é o mais importante, mas sim continuar a desenvolver tecnologias que possam ser implementadas no GRIPEN ou em futuros modelos que os tornem mais eficazes,  destacando que na IA estará um dos focos desse desenvolvimento para suprimir as limitações humanas em gerir a cada vez maior quantidade de informação que é disponibilizada aos pilotos.

Isso que a SAAB diz é old news. Até já se postaram videos aqui de um piloto de testes da SAAB a dizer o mesmo. É marketing puro. Obvio que vão falar das virtudes do seu produto e alegar vantagens. Nada aqui é surpreendente.

Não te estou a desdizer, apenas que esperava que a SAAB revelasse algo mais de novo.
« Última modificação: Hoje às 06:53:22 pm por Pilotasso »