ANO 2026

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garrulo

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« Responder #75 em: Fevereiro 10, 2007, 04:28:41 pm »
¿ VES LA NECESIDAD DE CORTAR LOS CAUDALES DEL TAJO Y DEL DUERO?

    La necesidad manda
España tiene el 107% de la renta de la UE, Portugal el 75%, entramos al mismo tiempo. No seremos tan tontos.
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #76 em: Fevereiro 10, 2007, 05:18:24 pm »
Não, não vejo, se cortarem de uma forma unilateral, Portugal vai sofrer de uma forma atroz. Pode haver negociações de forma a entrar uma solução intermédia, no entanto o que eu vejo em muitos dos colegas Espanhóis (felizmente não é todos) é a vontade de pura e simplesmente pela força querer ditar as regras do jogo. Isso é mau porque vos tira credibilidade (pelo menos para mim)!

A Extremadura vai (ou já está) a receber água da barragem do Alqueva:

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/c ... queva3.jpg

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/c ... 29_5_5.jpg
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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comanche

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« Responder #77 em: Fevereiro 10, 2007, 07:36:57 pm »
Citação de: "garrulo"
¿ VES LA NECESIDAD DE CORTAR LOS CAUDALES DEL TAJO Y DEL DUERO?

    La necesidad manda


Penso que à leis internacionais que regulam os caudais internacionais dos rios, além disso Portugal e Espanha têm acordos estabelecidos sobre o caudal mínimo dos rios internacionais. Penso que esses acordos são para respeitar.

Nos anos 90 se Checoslováquia  e Hungria estiveram (penso que foram estes países) para entrar em conflito militar, porque a checoslováquia queria desviar o curso do Danúbio (atravessa 17 países), coisa que vai contra as regras internacionais, antes de existirem os países os rios já lá estavam.
 

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garrulo

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« Responder #78 em: Fevereiro 10, 2007, 07:45:17 pm »
Si , pero si el Danubio afecta a 17 naciones, estos solo afectan a dos y con un peso muy diferente en el concierto internacional.
España tiene el 107% de la renta de la UE, Portugal el 75%, entramos al mismo tiempo. No seremos tan tontos.
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #79 em: Fevereiro 10, 2007, 08:03:54 pm »
Mais uma vez estás a falar da lei da força, ou seja, eu quero, posso e mando e o resto que se #$%&!  :evil:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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ricardonunes

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« Responder #80 em: Fevereiro 10, 2007, 08:09:16 pm »
Está a meter "ferrinho", acho que este tópico vai acabar por descambar, mais uma vez, num chorrilho de disparates e ofensas.
Alguém que ponha travão nisto :wink:
Potius mori quam foedari
 

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garrulo

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« Responder #81 em: Fevereiro 10, 2007, 08:14:54 pm »
A lo mejor pueden echar mano de  la secular alianza con Gran Bretaña para encontrar una solución al tema.
España tiene el 107% de la renta de la UE, Portugal el 75%, entramos al mismo tiempo. No seremos tan tontos.
 

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Lancero

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« Responder #82 em: Fevereiro 10, 2007, 08:32:22 pm »
Garrulo, a sua intenção já foi percebida e passará a ser ignorada.
Preocupe-se em encontrar soluções para poupar água - se não a têm não construam campos de golfe. Além do mais, estude o assunto. Os problemas nas cabeceiras do Tejo espanhol não afectam directamente o Tejo português (pelo menos da forma terrível que quer fazer passar).
Quando isto estiver assimilidado, explique-nos por favor onde Espanha tem maior peso internacional que Portugal. Com exemplos.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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garrulo

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« Responder #83 em: Fevereiro 10, 2007, 08:35:44 pm »
Lancero en lugar de meterme mano a mi, podia apagar el texto de ese impresentable con nombre de indio, que se dedica a ensalzar a una organizacion terrorista.
España tiene el 107% de la renta de la UE, Portugal el 75%, entramos al mismo tiempo. No seremos tan tontos.
 

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comanche

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« Responder #84 em: Fevereiro 10, 2007, 09:13:09 pm »
Eu não elogiei ETA apenas disse que são diferentes de Al Qaeda, toda a gente com um mínimo de bom senso sabe essa diferença de actuação de uma e de outra.
 

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papatango

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« Responder #85 em: Fevereiro 10, 2007, 09:56:05 pm »
Não há, menção nenhuma a apoio directo, indirecto explicito ou implicito a nenhuma organização terrorista.

Deve ser considerado que este não é um Fórum espanhol, e por isso para os portugueses a análise deste tipo de tema é feita de forma muito mais racional, fria e objectiva, que é o que permite a distância.
 

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garrulo

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« Responder #86 em: Fevereiro 10, 2007, 10:09:39 pm »
Como papatango ha borrado mi post , lo repito.
Comanche  ,Aznar en la mencion a Al Queda ha dicho que tratar a ETA de grupo independentista es como llamar a Al Queda grupo religioso.
España tiene el 107% de la renta de la UE, Portugal el 75%, entramos al mismo tiempo. No seremos tan tontos.
 

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papatango

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« Responder #87 em: Fevereiro 10, 2007, 10:20:24 pm »
Senhor Garrulo. A sua insistência no tratamento do tema ETA e na promoção do líder nacionalista José Maria Aznar neste fórum, é muito divertida, mas está a perder a graça.

Já basta ter que aguentar a sua multiplicação dos discursos do dito, colocando-os no fórum em Castelhano, depois de já terem sido colocados em Inglês.

As opiniões de Aznar são muito interessantes a título informativo.
Já estamos informados do tema.
Obrigado.

Para tratar mais profundamente a questão, recomendo fórums em língua castelhana  :?



Lusitana antiga Liberdade
Lusitana antiga Paciência
 

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pablinho

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« Responder #88 em: Março 03, 2007, 05:47:50 pm »
Citar
Ataque dos f16 às principais bases aereas com eliminação dos ef2000 e f18 ( só restariam os instalados nas ilhas, relembrem-se que os principais sams estão instalados no mediterraneo, e ficariamos com uma desvantagem de 1 para 2 ( perfeitamente aceitavel!!!), eles ainda não teem awacs), ataque da bmi directo a madrid pelo sul ( eliminação da brunete em combate ).... e eles em 24 horas pediam o armisticio.... afinal são espanhois!

A min tachanme de loco por decir que España poderia invadir Portugal en algo mais dunha semana, e ven este tipo e di que chegarian a madrid en 24 horas e naide di nin muuu.
A hipocresia dalgun pode chegar a uns extremos...
 

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JoseMFernandes

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« Responder #89 em: Abril 15, 2007, 07:27:13 pm »
Neste caso ...2035

Citar
Revolution, flashmobs, and brain chips. A grim vision of the future


Richard Norton-Taylor
Monday April 9, 2007
The Guardian


Information chips implanted in the brain. Electromagnetic pulse weapons. The middle classes becoming revolutionary, taking on the role of Marx's proletariat. The population of countries in the Middle East increasing by 132%, while Europe's drops as fertility falls. "Flashmobs" - groups rapidly mobilised by criminal gangs or terrorists groups.
This is the world in 30 years' time envisaged by a Ministry of Defence team responsible for painting a picture of the "future strategic context" likely to face Britain's armed forces. It includes an "analysis of the key risks and shocks". Rear Admiral Chris Parry, head of the MoD's Development, Concepts & Doctrine Centre which drew up the report, describes the assessments as "probability-based, rather than predictive".



The 90-page report comments on widely discussed issues such as the growing economic importance of India and China, the militarisation of space, and even what it calls "declining news quality" with the rise of "internet-enabled, citizen-journalists" and pressure to release stories "at the expense of facts". It includes other, some frightening, some reassuring, potential developments that are not so often discussed.

New weapons

An electromagnetic pulse will probably become operational by 2035 able to destroy all communications systems in a selected area or be used against a "world city" such as an international business service hub. The development of neutron weapons which destroy living organs but not buildings "might make a weapon of choice for extreme ethnic cleansing in an increasingly populated world". The use of unmanned weapons platforms would enable the "application of lethal force without human intervention, raising consequential legal and ethical issues". The "explicit use" of chemical, biological, radiological, and nuclear weapons and devices delivered by unmanned vehicles or missiles.

Technology

By 2035, an implantable "information chip" could be wired directly to the brain. A growing pervasiveness of information communications technology will enable states, terrorists or criminals, to mobilise "flashmobs", challenging security forces to match this potential agility coupled with an ability to concentrate forces quickly in a small area.

Marxism

"The middle classes could become a revolutionary class, taking the role envisaged for the proletariat by Marx," says the report. The thesis is based on a growing gap between the middle classes and the super-rich on one hand and an urban under-class threatening social order: "The world's middle classes might unite, using access to knowledge, resources and skills to shape transnational processes in their own class interest". Marxism could also be revived, it says, because of global inequality. An increased trend towards moral relativism and pragmatic values will encourage people to seek the "sanctuary provided by more rigid belief systems, including religious orthodoxy and doctrinaire political ideologies, such as popularism and Marxism".

Pressures leading to social unrest

By 2010 more than 50% of the world's population will be living in urban rather than rural environments, leading to social deprivation and "new instability risks", and the growth of shanty towns. By 2035, that figure will rise to 60%. Migration will increase. Globalisation may lead to levels of international integration that effectively bring inter-state warfare to an end. But it may lead to "inter-communal conflict" - communities with shared interests transcending national boundaries and resorting to the use of violence.

Population and Resources

The global population is likely to grow to 8.5bn in 2035, with less developed countries accounting for 98% of that. Some 87% of people under the age of 25 live in the developing world. Demographic trends, which will exacerbate economic and social tensions, have serious implications for the environment - including the provision of clean water and other resources - and for international relations. The population of sub-Saharan Africa will increase over the period by 81%, and that of Middle Eastern countries by 132%.

The Middle East

The massive population growth will mean the Middle East, and to a lesser extent north Africa, will remain highly unstable, says the report. It singles out Saudi Arabia, the most lucrative market for British arms, with unemployment levels of 20% and a "youth bulge" in a state whose population has risen from 7 million to 27 million since 1980. "The expectations of growing numbers of young people [in the whole region] many of whom will be confronted by the prospect of endemic unemployment ... are unlikely to be met," says the report.

Islamic militancy

Resentment among young people in the face of unrepresentative regimes "will find outlets in political militancy, including radical political Islam whose concept of Umma, the global Islamic community, and resistance to capitalism may lie uneasily in an international system based on nation-states and global market forces", the report warns. The effects of such resentment will be expressed through the migration of youth populations and global communications, encouraging contacts between diaspora communities and their countries of origin.

Tension between the Islamic world and the west will remain, and may increasingly be targeted at China "whose new-found materialism, economic vibrancy, and institutionalised atheism, will be an anathema to orthodox Islam".

Iran

Iran will steadily grow in economic and demographic strength and its energy reserves and geographic location will give it substantial strategic leverage. However, its government could be transformed. "From the middle of the period," says the report, "the country, especially its high proportion of younger people, will want to benefit from increased access to globalisation and diversity, and it may be that Iran progressively, but unevenly, transforms...into a vibrant democracy."

Terrorism

Casualties and the amount of damage inflicted by terrorism will stay low compared to other forms of coercion and conflict. But acts of extreme violence, supported by elements within Islamist states, with media exploitation to maximise the impact of the "theatre of violence" will persist. A "terrorist coalition", the report says, including a wide range of reactionary and revolutionary rejectionists such as ultra-nationalists, religious groupings and even extreme environmentalists, might conduct a global campaign of greater intensity".

Climate change

There is "compelling evidence" to indicate that climate change is occurring and that the atmosphere will continue to warm at an unprecedented rate throughout the 21st century. It could lead to a reduction in north Atlantic salinity by increasing the freshwater runoff from the Arctic. This could affect the natural circulation of the north Atlantic by diminishing the warming effect of ocean currents on western Europe. "The drop in temperature might exceed that of the miniature ice age of the 17th and 18th centuries."