Projecto NPO 2000 da Marinha Portuguesa

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PereiraMarques

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Re: Projecto NPO 2000 da Marinha Portuguesa
« Responder #4965 em: Setembro 09, 2020, 09:38:05 pm »
Despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, n.º 48/2020, de 8 de setembro:
ESTRUTURA DE APOIO PARA A AQUISIÇÃO E CONSTRUÇÃO DE NAVIOS DE PATRULHA OCEÂNICOS (EA-NPO) (ALTERAÇÃO).

https://www.marinha.pt/pt/informacao-instituicional/Lists/PM_DocsOrdens/OA1_050_20.pdf
 

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tenente

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Re: Projecto NPO 2000 da Marinha Portuguesa
« Responder #4966 em: Setembro 09, 2020, 10:31:47 pm »
Despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, n.º 48/2020, de 8 de setembro:
ESTRUTURA DE APOIO PARA A AQUISIÇÃO E CONSTRUÇÃO DE NAVIOS DE PATRULHA OCEÂNICOS (EA-NPO) (ALTERAÇÃO).

https://www.marinha.pt/pt/informacao-instituicional/Lists/PM_DocsOrdens/OA1_050_20.pdf

Fabuloso !!

Abraço
 

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ICE 1A+

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Re: Projecto NPO 2000 da Marinha Portuguesa
« Responder #4967 em: Setembro 11, 2020, 06:44:46 pm »
Não digam que eu não avisei,
com um mês de antecedência.
As minhas fontes são melhores que as do Rui Pedro Braz.

E vem aí mais 6 navios complexos,
por  352 milhões.

PS: E o cavani, já aterrou?

 :mrgreen:

PS 2: Fez ontem 10 anos que me registei no Fórum  e continua a saga NPO’s.
« Never mind »
Uma musiquinha para os veteranos do fórum, para comemorarmos 10 anos de esperança.....acho que esperança, que um dia isto vá para a frente, é o que nos move a ainda continuarmos a participar.

PS 3: Dedicado ao meu amigo e eterno Chaimites.


PS 4 : Haverá música melhor para colocar no tópico do NPO2000??

«Memory, yeah
Memory, yeah
Memory, yeah

And I swear that I don't have a gun
No, I don't have a gun
No, I don't have a gun »
« Última modificação: Setembro 11, 2020, 07:04:29 pm por ICE 1A+ »
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: LM, P44, NVF, Charlie Jaguar, Cabeça de Martelo, PereiraMarques, HSMW, Kalil

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zawevo

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Re: Projecto NPO 2000 da Marinha Portuguesa
« Responder #4968 em: Março 05, 2021, 01:42:18 pm »
Uma irresponsabilidade do CEMA e do MDN

Gigante do transporte marítimo pede operação internacional urgente contra a pirataria no Golfo da Guiné

https://www.msn.com/pt-pt/financas/economia/gigante-do-transporte-mar%C3%ADtimo-pede-opera%C3%A7%C3%A3o-internacional-urgente-contra-a-pirataria-no-golfo-da-guin%C3%A9/ar-BB1egWqS?ocid=msedgdhp

"Copenhaga, 05 mar 2020 (Lusa) - O maior grupo transportador marítimo do mundo, o dinamarquês Maersk, pediu hoje o lançamento urgente de uma grande operação internacional para combater a pirataria no Golfo da Guiné, após sucessivos ataques aos seus navios naquela região.

"Em 2021, nenhum marinheiro deveria ter medo de navegar em qualquer lugar por causa de piratas", disse Aslak Ross, responsável pelas normas marítimas do gigante dinamarquês do transporte marítimo, citado pela agência France Presse (AFP).

O porta-contentores número um do mundo, que viu dois dos seus navios serem atacados por piratas em menos de um mês, quer uma presença marítima internacional mais forte perto da costa da África Ocidental, semelhante à operação europeia "Atalanta" para combater a pirataria ao largo da costa da Somália, há cerca de dez anos.

"Uma solução é conseguir que a comunidade internacional apoie uma missão a curto prazo", segundo Ross, em paralelo com os esforços a longo prazo para reforçar as capacidades antipirataria dos países costeiros.

Durante algum tempo, os ataques concentraram-se ao largo da costa da África Oriental, onde diminuíram consideravelmente após o destacamento de uma armada militar internacional, enquanto a situação se deteriorou no Golfo da Guiné, onde piratas nigerianos estão a tornar-se mais profissionais.

Em 2020, esta área, que se estende por 5.700 quilómetros desde as costas do Senegal no Norte até às de Angola no Sul, foi responsável por 130 dos 135 raptos de trabalhadores marítimos a nível mundial, de acordo com um relatório recente do Gabinete Marítimo Internacional, ações mais lucrativas do que os ataques a petroleiros.

Viajada diariamente por mais de 1.500 navios, a rota marítima que faz fronteira com os dois maiores produtores de petróleo de África - Nigéria e Angola - é regularmente utilizada por cerca de 50 navios do grupo Maersk.

A Dinamarca está a tentar convencer a União Europeia, mas também a França, que mantém um país militarmente incontornável na África Ocidental.

"A Dinamarca pode fazer a diferença, mas não pode resolver o problema sozinha", disse à AFP o Ministro da Defesa dinamarquês, Trine Bramsen.

Para Maersk, não há ninguém "melhor que os franceses", para assumir esse papel, diz Ross, apontando para "interesses históricos e uma presença regular na região".

Segundo fontes francesas, Paris não prevê, nesta fase, uma operação marítima europeia à semelhança da "Atalanta", mas propõe o estabelecimento de uma "presença marítima coordenada" na zona, validada pela União Europeia e incluindo a França, Espanha, Itália e Portugal.

"Os dinamarqueses são bem-vindos a aderir com os meios", sublinha o lado francês.

A presença marítima coordenada, lançada no final de janeiro, consiste na partilha de informação e inteligência e no fornecimento de recursos. Em termos concretos, os navios controlam a área e transmitem a informação a uma célula europeia.

Para a UE, isto é uma prova de "maior empenho operacional europeu", mas para a investigadora Jessica Larsen, do Instituto Dinamarquês de Relações Internacionais, continua a ser mais vigilância do que intervenção.

"Parece haver falta de vontade política para lançar uma operação militar do lado europeu" nesta região, disse.

A especialista também apontou para a relutância dos estados da região em aceitar tal operação, justificada com a necessidade de preservar a sua soberania.

"Não estão necessariamente interessados em receber uma tal operação naval nas suas águas, como foi o caso ao largo da costa da Somália", afirmou, apontando em particular o caso da Nigéria.

"É improvável que a Nigéria acolha uma coligação naval internacional porque isso evidenciaria a falha dos seus esforços para combater a pirataria", defendeu, por seu lado, Munro Anderson, da empresa de segurança marítima Dryad Global.

CFF // CFF
Lusa/Fim"

Desejo que o navio e tripulação que foi enviado para aquelas paragens tenha uma missão calma e que nada lhes aconteça.
 

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LM

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Re: Projecto NPO 2000 da Marinha Portuguesa
« Responder #4969 em: Março 05, 2021, 02:07:32 pm »
Nós, com as boas relações que temos com São Tomé e Príncipe (e Cabo Verde), com um NPO decente (e, já agora, um classe Tejo também decente) podíamos "espalhar influencia" de uma forma relativamente simples...   
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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dc

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Re: Projecto NPO 2000 da Marinha Portuguesa
« Responder #4970 em: Março 05, 2021, 03:19:35 pm »
Há quanto tempo já se anda aqui a alertar que o Golfo da Guiné não é propriamente uma estância de férias, e que enviar navios desarmados, é perigoso? Somos o único país do mundo capaz de enviar um patrulha desarmado para uma área onde a pirataria é recorrente, é ridículo.

Temos boas relações com alguns países da região, portanto teríamos se calhar um parecer favorável para operar os nossos navios por lá, e com sorte, conseguíamos o tão adorado "financiamento UE" que talvez servisse de incentivo para acelerar a construção dos próximos NPO e quiçá melhor equipados. Ainda ganhávamos prestígio internacional (que os políticos tanto gostam de gabar).
 

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zawevo

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Re: Projecto NPO 2000 da Marinha Portuguesa
« Responder #4971 em: Março 05, 2021, 04:26:47 pm »
dc
Qualquer pessoa com dois dedos de testa vê isso, só os broncos do EMA, MDN e MNE é que não enxergam.

Temos uns básicos muito versados em jogadas politicas mas a defender o interesse nacional é que não dão uma para a caixa.

Haja paciência.