Exportações e Importações Portuguesas

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Malagueta

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #90 em: Julho 18, 2012, 09:42:18 am »
Exportar e Internacionalizar
Exportadoras ganham 2.º comboio para Alemanha


A Schenker Transitários, filial portuguesa do grupo alemão Deutsche Bahn vai reforçar a oferta ferroviária entre Portugal e Alemanha: em vez de um comboio semanal saem, a partir de setembro, dois comboios, cada um com 32 vagões, que correspondem à extensão máxima permitida em Portugal de 480 metros.
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"Quando o segundo comboio sair, estará 100% carregado", garante o diretor de vendas da Schenker, Jorge Carvalho. Isto significa uma carga total de 703 toneladas por comboio, equivalente a cerca de 30 camiões.

Em 2010, a AICEP convidou quatro operadores logísticos a apresentar uma solução ferroviária para a indústria exportadora portuguesa. Sobretudo a indústria automóvel estava interessada em ter uma alternativa ao transporte rodoviário. "Como somos uma empresa com forte capacidade financeira, aceitámos o desafio", diz Jorge Carvalho.

Durante ano e meio, a Schenker desenvolveu o projeto, juntando vários parceiros, nomeadamente a Deutsche Bahn (DB) para os terminais na Alemanha, a CP Carga para os terminais em Portugal e a Transfesa para os vagões e as caixas, assim como para as gruas em Irún, onde as caixas têm de ser transferidas para outro comboio, devido às bitolas diferentes entre a Península Ibérica e o resto da Europa.

2012-07-18 07:23
 

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Malagueta

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #91 em: Agosto 28, 2012, 11:10:01 am »
Exportações para mercados extracomunitários impulsionam setor
Indústria do calçado continua a "bater o pé" à crise


A indústria nacional de calçado continua, pela via das exportações, a fazer o seu caminho contra a crise económica.
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De acordo com os dados da Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (APICCAPS), na primeira metade do ano, o setor exportou 32 milhões de pares de calçado, no valor de 747 milhões de euros, um acréscimo de 3,1% relativamente ai período homólogo do ano anterior.

 

Este desempenho surge depois de em 2011 as exportações terem crescido 16% face ao exercício anterior. A indústria portuguesa de calçado exporta, atualmente, mais de 95% da sua produção para 132 países, nos cinco continentes.

"O setor de calçado tem feito o trabalho de casa", afirma o presidente da APICCAPS, Fortunato Frederico. "Depois de nas últimas décadas ter apostado fortemente na modernização tecnológica, ao ponto de existirem hoje em Portugal algumas das mais importantes e modernas fábricas do mundo, priorizou nos últimos anos fortemente a área comercial e a promoção comercial externa. É uma estratégia definida há já mais de 30 anos que, começa, naturalmente a dar resultados, mesmo numa conjuntura internacional altamente adversa", disse o responsável associativo à "Vida Económica". Com efeito, o calçado afirma-se como um dos setores que mais contribui para a balança comercial portuguesa: só na primeira metade do ano, há a assinalar um contributo positivo de 528 milhões de euros.


De acordo com a publicação trimestral da APICCAPS, feito em colaboração com a Universidade Católica do Porto, os empresários estão moderadamente otimistas para os tempos mais próximos. "Os resultados do setor dependerão sempre da evolução da situação económica atual. Os resultados do primeiro semestre deste ano - crescimento de 3% - são por isso deveras importantes, porque se seguem a um dos melhores desempenhos de sempre do setor, que cresceu 16% em 2011. A nossa expectativa é que terminemos 2012 com um novo registo positivo", refere Fortunato Frederico.

Contra a estagnação, exportar, exportar

Ainda que a Europa seja o mercado de referência para o calçado português, os países extracomunitários estão a revelar-se o grande motor de crescimento do calçado português em 2012. Com efeito, no primeiro semestre do ano, as exportações portuguesas aumentaram 1,2% no Velho Continente, mas aumentaram mais de 40% no resto do mundo.


Na Europa, entre os principais mercados, há a assinalar um ligeiro recuo em França (menos 1,5% para 192 milhões de euros) e um crescimento assinalável na Alemanha (mais 8,5 para 148 milhões de euros). Também na Holanda, Espanha e Reino Unido, o desempenho de 2012 fica, para já, aquém dos resultados do ano passado. Fora do espaço europeu, destaque para os importantes crescimentos nos Estados Unidos (mais 60% para 9 milhões de euros), Rússia (mais 31% para 8,7 milhões de euros), Angola (43% para 6,3 milhões de euros), Japão (mais 30% para 6,2 milhões de euros) e Canadá (5,1% para 5,3 milhões de euros).


As exportações são, explica o presidente da APICCAPS, a única saída para a indústria nacional de calçado, uma vez que a dimensão da indústria portuguesa "excede largamente" a dimensão e necessidades do próprio mercado doméstico. "Daí que a estratégia do setor passe, por um lado, por consolidar a posição relativa nos mercados europeus e, por outro, aprofundar a penetração noutros mercados de elevado potencial de crescimento como Rússia, Japão, Estados Unidos, América Latina, países árabes ou China", indica o entrevistado.


Apesar desta estratégia, Fortunato Frederico mostra preocupação com o abrandamento do consumo, "praticamente generalizado", no grande mercado interno europeu. "Esperamos que a Europa, já a partir de 2013, possa retomar o caminho do crescimento", refere a nossa fonte.


Sobre o cenário existente, na maioria dos setores de atividade, em Portugal, de atrasos nos pagamentos entre clientes e fornecedores empresariais, o presidente da APICCAPS não esconde que é um problema, mas relativiza. "Criam enormes dificuldades de tesouraria. Em todo o caso, o facto de a esmagadora maioria das empresas de calçado recorrer, com frequência, a seguros de créditos é uma garantia adicional que, com mais ou menos atrasos nos pagamentos, as transações comerciais ocorram com normalidade", explica.
 


2012-08-26 07:54
Aquiles Pinto, Vida Económica .
 

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Lusitano89

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #92 em: Outubro 22, 2012, 07:18:24 pm »
Exportações agro-alimentares subiram 13% e acima da média nacional


A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, destacou hoje o dinamismo das empresas agroalimentares nacionais e afirmou que as exportações do setor já estão acima da média nacional, tendo crescido 13% entre janeiro e agosto.

Assunção Cristas salientou que o comércio agroalimentar internacional “tem crescido de forma sustentada” após uma visita ao SIAL 2012, Salon Internacional de l'Agroalimentaire, que decorre até quinta-feira em Paris, e que conta com duas dezenas de empresas portuguesas.
 
As exportações de alimentação e bebidas aumentaram 13% entre janeiro e agosto, ficando acima da média global de 10,4% no mesmo período. O subsetor de hortícolas e frutícolas cresceu ainda mais, subindo 16,3% no mesmo período, segundo dados do Ministério da Agricultura.
 
“É um setor de grande dinamismo e que se está a virar para muitas geografias”, afirmou a ministra da Agricultura, apontando ainda o caráter inovador de muitos dos produtos expostos, numa feira que procura mostrar tendências e aposta nas novidades.
 
Para Assunção Cristas, o facto de muitas empresas terem sido empurradas para a procura de novos destinos para escoar os seus produtos, devido à crise do mercado interno, pode também ser encarada de forma positiva.
 
“Houve necessidade das empresas saírem e julgo que isso é positivo a prazo”, declarou à Lusa.
 
A governante adiantou que, em novembro, deve estar concluído o relatório que vai apontar as principais linhas estratégicas para a internacionalização do setor.
 
O relatório preliminar, que foi desenvolvido pela Portugal Foods, associação que promove a internacionalização do setor agroalimentar, foi enviado para cerca de 30 entidades para que estas possam dar o seu contributo antes do Governo fazer a síntese final.
 
“Será um documento de referência que pode ser usado pelas empresas e um instrumento para ajudar o Governo a apoiar as ações de internacionalização”, afirmou Assunção Cristas.
 
No total, são cerca de 40 as empresas portuguesas que estão a mostrar os seus produtos no SIAL, que é apresentado como “o maior evento mundial de inovação agroalimentar”, das quais 25 em conjunto com a Portugal Foods.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #93 em: Novembro 18, 2012, 07:27:50 pm »
Exportações portuguesas para o Peru aumentam 69,5% até Setembro


As exportações de bens portugueses para o Peru totalizaram 19,6 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, mais 69,5% do que em igual período de 2011, de acordo com dados do INE. No mesmo período, as importações caíram 25% para 18,4 milhões de euros, o que representa um saldo positivo (diferença entre exportações e importações) favorável a Portugal de 1,2 milhões de euros.

O Presidente peruano, Ollanta Hulama Tasso, realiza uma visita oficial a Portugal na próxima segunda-feira, onde irá ter encontros com o chefe de Estado, Cavaco Silva, o primeiro-ministro, Passos Coelho, e participar no seminário sobre "Oportunidades de Negócio no Peru".

Em Setembro deste ano, Lima ocupava a 66.ª posição enquanto cliente de Portugal e o 73.º lugar como fornecedor de Lisboa.

No final do ano passado, havia 118 empresas portuguesas a exportar para o Peru, contra 93 em 2010, e 80 a comprar bens peruanos, um decréscimo face às 85 importadoras registadas um ano antes.

Máquinas e aparelhos, pastas celulósicas e papel, metais comuns, químicos e veículos e outro material de transporte são os bens exportados para o Peru, por ordem de peso no total das exportações durante 2011.

A madeira e a cortiça são bens que Portugal também está a exportar para Lima e, embora o peso ainda não seja grande, no ano passado registaram um aumento de 684% das vendas.

Em termos de importações, Portugal compra ao Peru bens agrícolas, metais comuns, químicos, alimentares, peles e couros.

Lusa
 

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scrupulum

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #94 em: Novembro 19, 2012, 07:56:05 pm »
Estive a lêr rapidamente os ultimos comentarios e, talvez por distração, não encontrei nenhuma referencia ao peso que têm as recentes exportações de ouro (as famosas reservas acumuladas pelo salazarento Salazar) nas ultimas estatisticas que dizem respeito às exportações lusas.
Que reservas tinhamos, que reservas ainda temos e qual o peso destas nas estatisticas. Alguem, expert na matéria, sabe responder ?
scrupulum aka legionario
 

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PereiraMarques

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #96 em: Novembro 19, 2012, 09:02:30 pm »
Que valem "apenas", pouco mais de 16 mil milhões de euros...

[Cálculo --> http://www.deco.proteste.pt/investe/preco-ouro/ Se 1000 g valém 42.927,21 €, 382,8 t valerão 16.419.657.825 €]
 

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Edu

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #97 em: Novembro 19, 2012, 09:06:21 pm »
Não os lembre disso que eles vendem já para por em contas off-shore. Mais do que o que temos agora, é interessante ver o que tinhamos nos ido anos 70 e foi sendo lapidado pelos nossos governantes...
 

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HSMW

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #98 em: Novembro 19, 2012, 10:17:25 pm »
O que significam os 90% sobre as reservas estrangeiras?  :shock:
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PereiraMarques

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #99 em: Novembro 20, 2012, 12:52:40 am »
Quer dizer que 90% das reservas do Banco de Portugal são mesmo ouro e que temos pouco daquele papel higiénico esverdeado que usam lá p'rós States.

A China e os países árabes exportadores de petróleo é que estão cheios desse papel higiénico que vale bem menos do que está lá escrito nas notas...
 

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scrupulum

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #100 em: Novembro 20, 2012, 06:01:48 pm »
Tinhamos 382 toneladas de ouro em principios de 2012, mas entretanto ja foram vendidas algumas toneladas, o que contribuiu para "inchar" as estatisticas das nossas exportações.
Alguem sabe dizer quanto ouro Portugal ja vendeu este ano ?
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HSMW

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #101 em: Novembro 20, 2012, 07:15:57 pm »
É que tem sido cá um desfalque desde 74!!   :evil:  
Quem é que decide quanto e quando se vende? Não tem um limite anual?
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miguelbud

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #102 em: Novembro 20, 2012, 10:13:34 pm »
Citação de: "HSMW"
É que tem sido cá um desfalque desde 74!!   :evil:  
Quem é que decide quanto e quando se vende? Não tem um limite anual?
É sempre uma decisao política, leia-se des(Governo).
É certo que muita das nossas exportaçoes sao ouro, mas o governo nao vendeu nenhum este ano, porque a UE nao deixa.Estando no euro só se pode vender com autorizaçao da UE.
O ouro que está a ser vendido é dos particulares que o vendem aquelas lojas que apareceram em Portugal ultimamente.
 

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scrupulum

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #103 em: Novembro 21, 2012, 10:27:13 am »
Encontrei um artigo que confirma o postal do Miguelbud.

in Revista Dinheiro vivo 14.08.2012
  "As exportações portuguesas de ouro explodiram nos últimos cinco anos. No primeiro semestre de 2012, Portugal vendeu para o estrangeiro 132 vezes mais ouro do que nos primeiros seis meses de 2007. Um crescimento que ainda não parece dar sinais de abrandar. O resultado obtido até agora este ano é 83,4% superior face a 2011.
Entre janeiro e junho, as empresas portuguesas exportaram mais de 382 milhões de euros em ouro, segundo o INE. No mesmo período de 2007? Apenas 2,9 milhões. Esse ano, o último antes de rebentar a crise financeira, marcou o início de um aumento exponencial na venda de ouro, com a estreia de um novo mercado de destino – Bélgica – para o qual Portugal não tinha exportado um único euro nos sete anos anteriores. A Bélgica acabaria por se tornar no principal comprador de ouro nacional.
A exportação deste produto é pouco diversificada. As vendas para Bélgica, Itália e Espanha representaram cerca de 95% das exportações. Bélgica destaca-se com 207,7 milhões de euros, seguida pelos 96 milhões de Itália e os 60,4 milhões de Espanha.
O aumento da exportação de ouro não-monetário (que exclui as reservas do Banco de Portugal) coincidiu com uma enorme valorização deste metal nos mercados financeiros, passando de uma cotação de 632 dólares a onça no final de 2006, para valores superiores a 1900 dólares em agosto de 2011. Esta valorização foi acompanhada por um progressivo agravamento da crise financeira, que acabaria por contagiar a economia. Nos últimos dois anos, as famílias têm sofrido consecutivas ondas de austeridade, que limitaram o seu rendimento disponível. O preço mais elevado do ouro tornou-se um incentivo para quem atravessa dificuldades e tem joias em casa se desfazer delas."

Os sublinhados são meus, para bom entendedor... :mrgreen:
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miguelbud

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #104 em: Novembro 21, 2012, 11:15:13 am »
É de facto muito ouro a sair de Portugal. E se adicionarmos aquele que é roubado e vendido em Espanha e na Roménia, os valores seriam ainda muito mais altos.

Sei de casos no distrito de Viana do Castelo (No Alto Minho as pessoas sempre compraram ouro como forma de investimento) onde os patroes vendem as joias de familia para poderem pagar aos empregados.
 

 

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