Arma Anti-Aérea para Quando?

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papatango

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« Responder #45 em: Setembro 11, 2008, 11:49:52 pm »
Sim. Mas haveria outras opções mais eficazes e com custos inferiores...
 

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tgcastilho

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« Responder #46 em: Setembro 12, 2008, 12:06:50 am »
Citação de: "papatango"
Sim. Mas haveria outras opções mais eficazes e com custos inferiores...
Ah.Entendo,mas no caso que especifiquei podia ter um custobeneficio razoável pois,conseguia neutralizar os tomhawks Espanhóis e ao mesmo tempo conseguiria ser um sistema anti-Aéreo.
 

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AMRAAM

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« Responder #47 em: Setembro 12, 2008, 01:21:57 am »
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "papatango"
Sim. Mas haveria outras opções mais eficazes e com custos inferiores...
Ah.Entendo,mas no caso que especifiquei podia ter um custobeneficio razoável pois,conseguia neutralizar os tomhawks Espanhóis e ao mesmo tempo conseguiria ser um sistema anti-Aéreo.

A ver compañero no se preocupe por los misiles tomahawks españoles,primero porque la armada española todavia no los posee y tengo la sensacion de que tras la crisis economica que estamos atravesando en estos momentos estos misiles van a tener que esperar unos añitos,y segundo porque Portugal es un pais amigo y hermano,por lo tanto no deben temer tanto de sus "perfidos" vecinos,ademas de recalcar que seria bastante poco inteligente usar esos misiles con alta capacidad de "proyeccion" estrategica con un pais con el que compartimos frontera terrestre,en donde una simple bomba comun cumpliria bastante bien el objetivo que se le estimase oportuno.

Bueno,y volviendo con el tema de este topic,¿Que tal opcion os pareceria el sistema Nassams,por ejemplo?No creo que sea excesivamente caro,cuenta con armamento ya existente entre el propio arsenal portugues,concretamente en la FAP(misiles amraam),podria ser utilizado tanto en los lanzadores comunes creados para tal efecto asi como en una posible adaptacion a vehiculos hammer(ya existentes tambien entre las fuerzas armadas portuguesas)y mas popularmente conocido como Slamraam,es utilizado por varias fuerzas OTAN(España y Noruega)con las que quizas se podria llegar a algun acuerdo sobre logistica y mantenimiento conjunto,etc.
Yo personalmente lo veo como la opcion ideal. :wink:

SALUDOS!!
"Con la sangre de un guerrero y el primer rayo de sol, hizo Dios una bandera, y se la dio al pueblo español"
 

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old

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« Responder #48 em: Setembro 12, 2008, 08:51:39 am »
Citação de: "tgcastilho"
Citação de: "papatango"
Sim. Mas haveria outras opções mais eficazes e com custos inferiores...
Ah.Entendo,mas no caso que especifiquei podia ter um custobeneficio razoável pois,conseguia neutralizar os tomhawks Espanhóis e ao mesmo tempo conseguiria ser um sistema anti-Aéreo.


Un moderno misil de crucero es muy dificil de interceptar, vuelan siguiendo el perfil del terreno y son bastante mas pequeños que un avion. Los Tlam son mas disuasorios que otra cosa. De momento solo 20 misiles.

Mas preocupante serian los Taurus,con un alcance casi similar y mejor tecnologia.
 

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tgcastilho

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« Responder #49 em: Setembro 12, 2008, 10:19:53 am »
Caro Companheiro AMRAAM eu só usei como um exemplo de Espanha da utilidade dos THAAD,mais eu quando falei nos THAAD estava numa brincadeira,pois sei perfeitamente que Portugal nunca compraria este sistema de míssil neste próximos,15/20 pelo seu elevadíssimo custo.
 

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PedroM

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« Responder #50 em: Setembro 12, 2008, 09:59:36 pm »
Citação de: "AMRAAM"
...
Bueno,y volviendo con el tema de este topic,¿Que tal opcion os pareceria el sistema Nassams,por ejemplo?No creo que sea excesivamente caro,cuenta con armamento ya existente entre el propio arsenal portugues,concretamente en la FAP(misiles amraam),podria ser utilizado tanto en los lanzadores comunes creados para tal efecto asi como en una posible adaptacion a vehiculos hammer(ya existentes tambien entre las fuerzas armadas portuguesas)y mas popularmente conocido como Slamraam,es utilizado por varias fuerzas OTAN(España y Noruega)con las que quizas se podria llegar a algun acuerdo sobre logistica y mantenimiento conjunto,etc.
Yo personalmente lo veo como la opcion ideal. :wink:
SALUDOS!!


De facto creio que não será por falta de capacidades que o NASAMS deixará entar no exército português. E o custo também não é exorbitante, cerca de 40 a 45 milhões de euros por cada bateria de 6 rampas de lançamento, não será isso?
Parece ser uma optima solução para a defessa AA de médio/longo alcance.
Assumindo que o exército optaria por baterias com 6 rampas de lançamento, quantas baterias (ou rampas) seria aconselhável adquirir? Não esquecer que se trata não apenas de proteger as forças, BriMec e BrigInt, a nível táctico, mas também de proteger alvos de importância estratégica. Ou seja quantos euros teriamos de gastar?
 

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PereiraMarques

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« Responder #51 em: Setembro 12, 2008, 10:05:52 pm »
Citação de: "PedroM"
Não esquecer que se trata não apenas de proteger as forças, BriMec e BrigInt, a nível táctico, mas também de proteger alvos de importância estratégica.

O "acordo" entre o Exército e a Força Aérea determina que o Exército é apenas responsável pela defesa aérea das suas unidades e instalações. A defesa aérea de Portugal é da responsabilidade da FAP...conforme explicado noutros tópicos esta questão não é apenas de €€€, é também de "capelinhas"...

Citar
O Exército não é o responsável pela organização da defesa aérea. Essa é a responsabilidade primária da Força Aérea. A responsabilidade do Exército recai sobre a colaboração com a Força Aérea na protecção de áreas e pontos sensíveis do Território Nacional, por intermédio de meios SHORAD e HIMAD, assim como das suas forças e instalações.

De acordo com as Missões Específicas das Forças Armadas, a Missão Específica do Exército é a de “Colaborar na defesa antiaérea de muito baixa e baixa altitude, de áreas e pontos sensíveis do Território Nacional”. Para tal, o Exército deve dispor de meios SHORAD orgânicos, para a protecção das suas Brigadas Independentes e de um Grupo de Artilharia Antiaérea com a responsabilidade de garantir a defesa antiaérea a baixas e muito baixas altitudes de instalações, tanto na zona avançada como na área de retaguarda, assegurar a defesa antiaérea de instalações e infra-estruturas essenciais ao esforço nacional de guerra, assim como colaborar nas operações de defesa aérea com outros Ramos das Forças Armadas, nomeadamente com a Força Aérea.


 :arrow: http://www.revista-artilharia.pt
 

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PedroM

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« Responder #52 em: Setembro 12, 2008, 10:39:16 pm »
Isso é verdade PereiraMarques, por momentos esqueci-me desse "mas"...
No entanto no 2º parágrafo do texto que citou também diz que "A responsabilidade do Exército recai sobre a colaboração com a Força Aérea na protecção de áreas e pontos sensíveis do Território Nacional, por intermédio de meios SHORAD e HIMAD, assim como das suas forças e instalações. ".

A realidade é que as FA's nunca possuiram sistemas HIMAD, defesa AA de médio e longo alcance, quando Portugal adquirir essa capacidade creio que a "distribuição de papeis" no que respeita à defesa aérea terá de ser revista.
Esta é a minha opinião, mas opinões mais abalizadas precisam-se.
 

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jmg

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« Responder #53 em: Setembro 12, 2008, 10:47:07 pm »
Bem nesse assunto eu não acredito numa separação tão drástica de papeís. Acredito numa sobreposição, com força aérea e Exercito a trabalharem em conjunto, colmatando os pontos fracos uns dos outros.
Não te fies de mim, se te faltar valentia.
(Inscrição gravada num antigo punhal.Autor desconhecido)

ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
 

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old

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« Responder #54 em: Setembro 13, 2008, 10:06:22 am »
Citação de: "PedroM"
Citação de: "AMRAAM"
...
Bueno,y volviendo con el tema de este topic,¿Que tal opcion os pareceria el sistema Nassams,por ejemplo?No creo que sea excesivamente caro,cuenta con armamento ya existente entre el propio arsenal portugues,concretamente en la FAP(misiles amraam),podria ser utilizado tanto en los lanzadores comunes creados para tal efecto asi como en una posible adaptacion a vehiculos hammer(ya existentes tambien entre las fuerzas armadas portuguesas)y mas popularmente conocido como Slamraam,es utilizado por varias fuerzas OTAN(España y Noruega)con las que quizas se podria llegar a algun acuerdo sobre logistica y mantenimiento conjunto,etc.
Yo personalmente lo veo como la opcion ideal. :wink:
SALUDOS!!

De facto creio que não será por falta de capacidades que o NASAMS deixará entar no exército português. E o custo também não é exorbitante, cerca de 40 a 45 milhões de euros por cada bateria de 6 rampas de lançamento, não será isso?
Parece ser uma optima solução para a defessa AA de médio/longo alcance.
Assumindo que o exército optaria por baterias com 6 rampas de lançamento, quantas baterias (ou rampas) seria aconselhável adquirir? Não esquecer que se trata não apenas de proteger as forças, BriMec e BrigInt, a nível táctico, mas também de proteger alvos de importância estratégica. Ou seja quantos euros teriamos de gastar?


No tan caro:

España tiene 4 radares, 4 centros de mando y 8 lanzadores

Eso son 4 baterias (aunque solo  de dos lanzadores cada una) al precio de 20 mill $ por unidad. Total 80 mill ( sin contar los 100 Aim 120C para equiparlas)

Si fuera necesario se podrian comprar lanzadores adicionales. Lo que realmente cuenta son los Radares y Centros de control.
 

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jmg

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« Responder #55 em: Setembro 13, 2008, 03:34:55 pm »
Citação de: "old"
Citação de: "PedroM"
Citação de: "AMRAAM"
...
Bueno,y volviendo con el tema de este topic,¿Que tal opcion os pareceria el sistema Nassams,por ejemplo?No creo que sea excesivamente caro,cuenta con armamento ya existente entre el propio arsenal portugues,concretamente en la FAP(misiles amraam),podria ser utilizado tanto en los lanzadores comunes creados para tal efecto asi como en una posible adaptacion a vehiculos hammer(ya existentes tambien entre las fuerzas armadas portuguesas)y mas popularmente conocido como Slamraam,es utilizado por varias fuerzas OTAN(España y Noruega)con las que quizas se podria llegar a algun acuerdo sobre logistica y mantenimiento conjunto,etc.
Yo personalmente lo veo como la opcion ideal. :wink:
SALUDOS!!

De facto creio que não será por falta de capacidades que o NASAMS deixará entar no exército português. E o custo também não é exorbitante, cerca de 40 a 45 milhões de euros por cada bateria de 6 rampas de lançamento, não será isso?
Parece ser uma optima solução para a defessa AA de médio/longo alcance.
Assumindo que o exército optaria por baterias com 6 rampas de lançamento, quantas baterias (ou rampas) seria aconselhável adquirir? Não esquecer que se trata não apenas de proteger as forças, BriMec e BrigInt, a nível táctico, mas também de proteger alvos de importância estratégica. Ou seja quantos euros teriamos de gastar?

No tan caro:

España tiene 4 radares, 4 centros de mando y 8 lanzadores

Eso son 4 baterias (aunque solo  de dos lanzadores cada una) al precio de 20 mill $ por unidad. Total 80 mill ( sin contar los 100 Aim 120C para equiparlas)

Si fuera necesario se podrian comprar lanzadores adicionales. Lo que realmente cuenta son los Radares y Centros de control.


Mas essas 4 baterias fazem é defesa de ponto não é?
Qual a cobertura possível para uma bateria?
Não te fies de mim, se te faltar valentia.
(Inscrição gravada num antigo punhal.Autor desconhecido)

ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
 

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PedroM

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« Responder #56 em: Setembro 13, 2008, 04:37:21 pm »
Se não li mal, cada lançador pode ficar até um máximo de 25Km do radar e o missil tem um alcance de 15-20 Km. Por sua vez cada radar pode "alimentar" até 6 veículos lançadores.

Posto isto, como disse o Old, o preço pode variar bastante em função do nº de lançadores que constituiem cada bateria.
O mesmo se pode dizer quanto à área que o sistema pode proteger.
 

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old

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« Responder #57 em: Setembro 13, 2008, 09:37:16 pm »
Citação de: "PedroM"
Se não li mal, cada lançador pode ficar até um máximo de 25Km do radar e o missil tem um alcance de 15-20 Km. Por sua vez cada radar pode "alimentar" até 6 veículos lançadores.

Posto isto, como disse o Old, o preço pode variar bastante em função do nº de lançadores que constituiem cada bateria.
O mesmo se pode dizer quanto à área que o sistema pode proteger.


Exacto, por ejemplo Noruega utiliza 4 Lanzadores de 6 celdas  por bateria. España 2 Lanzadores de 6 celdas por cada batería. ($)

Para que se haga una idea de la potencia de este sistema, es el que utiliza EEUU para proteger su White House D.C (La Casa Blanca)

Es un sistema de medio alcance parea la defensa de instalaciones o puntos vitales.

El lanzador NASAMS puede estar situado a miles de Km del centro de control gracias sus enlaces Link16. Puede recibir datos de otros radares o controles de  e integrarse en redes de defensa aerea.

Su radar es el MPQ-64 Sentinel

 Es un moderno phased array radar 3D de escaneo electrónico ( 30 rpm con electronic back scan) con  75 km de alcance y capacidad antimisil.

Su sector de vigilancia en elevacion es de 22º, pero se puede configurar en un rango de -10º a 55º, también se puede autoconfigurar para centrarse en la linea del HRE, en azimut es de 360º.
Es altamente resistente a las ECM y tiene capacidad de eludir misiles antiradiacion.

El Misil Aim120C tiene un alcance de 25 Km

Es un sistema que se caracteriza por su alta potencia de fuego
Puede detectar 60 objetivos simultaneos y abrir fuego con todos los misiles de todas las lanzaderas contra objetivos diferentes al mismo tiempo.

Es un sistema de defensa Fantastico



http://es.geocities.com/spanish_armed_forces/nasams.htm
 

 

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