Qual o helicóptero para o gale? - Helicópteros do Exército

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TaGOs

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« Responder #30 em: Março 30, 2006, 07:14:05 pm »
Qual é a versão dos nh-90 para o gale?
 

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Get_It

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« Responder #31 em: Março 30, 2006, 08:10:06 pm »
Citação de: "TaGOs"
Qual é a versão dos nh-90 para o gale?

A versão comprada para o GALE é a TTH.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Lightning

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« Responder #32 em: Março 30, 2006, 10:37:25 pm »
Citação de: "Get_It"
Citação de: "TaGOs"
Qual é a versão dos nh-90 para o gale?
A versão comprada para o GALE é a TTH.

Cumprimentos,


Não sei se já foi comprada, acho que ainda é apenas um projecto.
 

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Lightning

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« Responder #33 em: Março 30, 2006, 11:00:19 pm »
Agora já andam aqui a falar em NH90s para CSAR, sinceramente já não temos os EH101 da FAP com esse finalidade?

Agora vamos ter helis de CSAR para a FAP e outros para o Exército, daqui a pouco a Armada também quer uns.

E que tal uma unidade de helis de instrução para cada ramo, em vez de irem todos à FAP tirar as asas de piloto, tiravam o curso em cada ramo. Também era bonito.

Pensava que estavamos numa de contenção e não de esbanjamento :lol:

Eu nem sou muito adepto do GALE admito, acho que bastaria comprar mais uns 6 EH101 nessa função e integrados na actual esquadra de EH101, mas mesmo que os NH90 viessem podia formar-se uma esquadra na FAP com essa função, é a minha opinião.

A FAP foi criada para não existir duplicação de meios porque na altura havia a aviação militar do exército e a aviação naval da armada, esses ramos perderam as respectivas aviações que foram fundidas e formaram a FAP.

Julgo que até ao fim do ano teremos vários institutos e unidades dos 3 ramos das forças armadas fundidas num só como Estados-Maiores, Comandos, Institutos de Altos Estudos e outros, tudo porque são coisas iguais feitas pelos 3 ramos.
 

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Pedro Monteiro

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« Responder #34 em: Março 30, 2006, 11:02:17 pm »
Citação de: "Hélder"
Não sei se já foi comprada, acho que ainda é apenas um projecto.

A aquisição dos NH-90TTH e participação de Portugal no projecto foram formalizadas em 2001. O TTH  (Tactical Transport Helicopter) tem, aliás, entregas previstas para, por exemolo, a Alemanha e a Itália.

Citar
The NH90 (NATO Helicopter) is a European twin-engined military transport helicopter in the 10-tonne class that was originally designed jointly by France, Germany, Italy and the Netherlands (Portugal joined in June 2001). There are two versions of the NH90: the TTH (tactical transport) and the NFH (ASV and ASW naval version). A CSAR (Combat Search And Rescue) derivative may emerge to meet a specific German requirement, which could extend to Italy.

First deliveries are planned for 2005 for the TTH version (Germany and Italy) and for 2007 for the NFH version (Italy and France).

This quadripartite programme, which is contributing to the integration of European defence, is managed at national level by NAHEMA (the NATO Helicopter Management Agency) and at industrial level by NH-Industries. These two entities are both located in Aix-en-Provence (France).
in http://www.ixarm.com/-NH90-TTH,9409-

Sobre as encomendas:

Citar
To date, across all versions, about 346 NH90s have been ordered, plus another 72 options.

These are broken down by countries as follows:

  The 5 nations associated with the programme have 254 on order and 54 on option.

27 NFH version units for France and expressed requirement for the TTH version,
137 TTH and CSAR versions units for Germany and expressed requirement for NFH version,
117 TTH, NFH and CSAR versions units for Italy,
20 NFH version units for Netherlands,
10 TTH version units for Portugal.
  In 2001, three export countries with 52 units on order and 17 options have been added:

Norway has ordered for 14 aircraft (and 10 on option),
Sweden has ordered for 18 aircraft (and 7 on option),
Finland has ordered for 20 aircraft.
  In 2003 and 2004:

Greece has ordered for 20 aircraft,
The Sultanate of Oman has ordered for 20 aircraft.
  In 2005, Australia has signed a contract for 12 aitcraft. Spain has announced its intention to buy 45 NH90 units.

First deliveries are planned for 2005 for the TTH version (Germany, Italy and Finland) and for 2007 for the NFH version (France, Italy, Sweden and Norway).


Cumprimentos,
Pedro Monteiro
 

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Pedro Monteiro

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« Responder #35 em: Março 30, 2006, 11:06:02 pm »
Acrescento ainda:

Citar
On 24 July 2004, NH Industries of France and the Ministry of Defense of Oman signed a procurement contract for 20 NH90 tactical transport/battlefield helicopters in Muscat. The helicopters are intended for operation by the Royal Air Force of Oman (RAFO) performing tactical transport, search and rescue and other military missions.
in http://www.deagel.com/pandora/nh90-tth_pm00133001.aspx

Citar
On August 31, 2004, the Australian Ministry for Defense selected the NH90 tactical transport helicopter to meet the Air 9000 program requirements. The Australian Army will receive 12 NH90s, called the MRH90, helicopters that will be assembled in Australia along with Eurocopter's Tiger ARH attack helicopters ordered in 2001.
in http://www.deagel.com/pandora/nh90-tth_pm00133001.aspx

Citar
The New Zealand Air Force selected the NH90 helicopter on 5 April 2005 to replace its aging fleet of Iroquois helicopters. Delivery date, number of helicopters and program costs were delayed pending of final negotiations between NH Industries and the New Zealand government.
in http://www.deagel.com/pandora/nh90-tth_pm00133001.aspx


E a Bélgica já mostrou interesse em adquirir dez NH-90. Isto é, o NH-90 é, ainda antes de entrar ao serviço, um sucesso comercial. O Exército fez uma óptima opção.
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
« Última modificação: Março 30, 2006, 11:08:03 pm por Pedro Monteiro »
 

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Lightning

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« Responder #36 em: Março 30, 2006, 11:06:10 pm »
Citação de: "Pedro Monteiro"
Citação de: "Hélder"
Não sei se já foi comprada, acho que ainda é apenas um projecto.

A aquisição dos NH-90TTH e participação de Portugal no projecto foram formalizadas em 2001. O TTH  (Tactical Transport Helicopter) tem, aliás, entregas previstas para, por exemolo, a Alemanha e a Itália.

Citar
The NH90 (NATO Helicopter) is a European twin-engined military transport helicopter in the 10-tonne class that was originally designed jointly by France, Germany, Italy and the Netherlands (Portugal joined in June 2001). There are two versions of the NH90: the TTH (tactical transport) and the NFH (ASV and ASW naval version). A CSAR (Combat Search And Rescue) derivative may emerge to meet a specific German requirement, which could extend to Italy.

First deliveries are planned for 2005 for the TTH version (Germany and Italy) and for 2007 for the NFH version (Italy and France).

This quadripartite programme, which is contributing to the integration of European defence, is managed at national level by NAHEMA (the NATO Helicopter Management Agency) and at industrial level by NH-Industries. These two entities are both located in Aix-en-Provence (France).
in http://www.ixarm.com/-NH90-TTH,9409-

Sobre as encomendas:

Citar
To date, across all versions, about 346 NH90s have been ordered, plus another 72 options.

These are broken down by countries as follows:

  The 5 nations associated with the programme have 254 on order and 54 on option.

27 NFH version units for France and expressed requirement for the TTH version,
137 TTH and CSAR versions units for Germany and expressed requirement for NFH version,
117 TTH, NFH and CSAR versions units for Italy,
20 NFH version units for Netherlands,
10 TTH version units for Portugal.
  In 2001, three export countries with 52 units on order and 17 options have been added:

Norway has ordered for 14 aircraft (and 10 on option),
Sweden has ordered for 18 aircraft (and 7 on option),
Finland has ordered for 20 aircraft.
  In 2003 and 2004:

Greece has ordered for 20 aircraft,
The Sultanate of Oman has ordered for 20 aircraft.
  In 2005, Australia has signed a contract for 12 aitcraft. Spain has announced its intention to buy 45 NH90 units.

First deliveries are planned for 2005 for the TTH version (Germany, Italy and Finland) and for 2007 for the NFH version (France, Italy, Sweden and Norway).

Cumprimentos,
Pedro Monteiro


Obrigado mas eu já sabia disso, mas eu sou daqueles que acredito quando o vir :lol: .

Alias gostava que me explicassem uma coisa, Portugal faz parte dos 5 paises a iniciar o projecto mas paises como a Grécia, Suécia e outros que escolheram o NH90 depois de nós já tem helicopteros a voar e nós não.
Acho que para os nossos governantes é quanto mais tarde melhor porque assim não tem que abrir os cordões há bolsa.... para já.
 

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NBSVieiraPT

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« Responder #37 em: Abril 06, 2006, 04:43:12 am »
Tenho uma grande dúvida em relação ao GALE que ainda não consegui esclarecer neste tópico.
Qual vai ser exactamente a sua função e o seu âmbito operacional?  nx2l1
 

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Rui Elias

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« Responder #38 em: Abril 06, 2006, 10:02:44 am »
O GALE permite que o Exército passe a ter mobilidade em 3 dimensões, permite maior e mais rápida mobilidade de transporte táctico até uma companhia (cerca de 120 homens), e devidamente apoiado pela FAP, o transporte de um teatro para outro de pequenos equipamentos, algumas viaturas tácticas, etc.

Mas num verdadeiro GALE, para além deste NH-90 para transporte tátcico só será constituido quando tiver uma força de helis de ataque ao solo.

Claro que esta capacidade só pode ser verdadeiramente potenciada em caso de conflito, se se conseguir uma superioridade e supremacia aérea na região onde actue.

Pode ser utilizado para defesa do território nacional, nas perspectiva clássica de atribuições do Exército, ou participar eventualmente em missões internacionais, com cobertura da ONU.

Claro que a força de 10 NH-90, pode também e sempre que necessário, reforçar os meios aéreos da FAP para resgate e salvamento/evacuação de populações em caso de catástrofes, e até já se falou que poderia ser equipados cm um Kit de compate a fogos (já se sabe se isso é mesdmo confirmado?).
 

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NBSVieiraPT

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« Responder #39 em: Abril 06, 2006, 08:28:57 pm »
Muito obrigado Rui Elias  :wink:
 

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Miguel

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« Responder #40 em: Abril 06, 2006, 08:30:53 pm »
:evil:  amigos

o GALE vai servir para passear os amigos dos "boys", nada mais...
 

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Leonidas

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« Responder #41 em: Maio 31, 2006, 12:47:24 am »
Saudações guerreiras

Na mesma revista onde retirei os dados anteriores está uma outra coisa interessante que é o seguinte. Em relação á manutenção de dois hélis que estão a ser discutidos aqui existe uma modalidade de contabilização que desconhecia, ou melhor, que desde que li a revista há anos nunca mais me lembrei e que poderá dar uma perspectiva de custos de outro prisma para os hélis.

Não sei se é uma unidade universal ou se é somente adoptada pelos americanos: MMH (Maintenance Man Hours)

Deixo aqui os dados:
APACHE – 8.6 MMH
OH-58D – 4.5 MMH

RAH-66A Comanche – 2.6 MMH

O Comanche ganha, porque requer menos pessoal de “chave de fendas e alicate” de volta dele, por cada hora de voo. é práticamente 3 vezes menor que um Apache! Upa upa  :shock: . Muito provávelmente será porque tem uma concepção muito mais recente, e por isso mesmo, uma otimização ímpar em questões que mesmo para uma potência como os EUA não deixam de pensar em economia. Só assim é que poderá também haver uma justificação para tão oneroso héli.

Cumprimentos
 

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Marauder

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« Responder #42 em: Maio 31, 2006, 09:23:37 am »
Citação de: "Leonidas"
RAH-66A Comanche – 2.6 MMH

O Comanche ganha, porque requer menos pessoal de “chave de fendas e alicate” de volta dele, por cada hora de voo. é práticamente 3 vezes menor que um Apache! Upa upa  :twisted:
 

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Lightning

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« Responder #43 em: Junho 03, 2006, 10:30:50 am »
Citação de: "Marauder"
Citação de: "Leonidas"
RAH-66A Comanche – 2.6 MMH

O Comanche ganha, porque requer menos pessoal de “chave de fendas e alicate” de volta dele, por cada hora de voo. é práticamente 3 vezes menor que um Apache! Upa upa  :twisted:


Pena, ou talvez não, pelo que percebi esse projecto estava a custar um balurdio e como um helicoptero nunca seria furtivo como um jacto visto as pás do helicoptero o denunciarem, e com as guerras dos americanos optou-se por reforçar a frota de Apaches.
 

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Marauder

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« Responder #44 em: Junho 24, 2006, 09:32:41 am »
Yep..Comanche foi um balurdio.

  Aparentemente a AgustaWestland está a oferecer transferencia de tecnologia com o negócio com a Turquia. É claro que os numeros para esse futuro helicóptero turco não tem nada a ver com Portugal..50 para Turquia..inicialmente.

  Seria no entanto interessante...uma transferencia de tal tecnologia para Portugal...

 
Citar
Italian company eager for partnership, sweetens bid with full technology transfer
Sunday, June 11, 2006


‘Our goal is not to pursue a hit-and-run tactic but to establish a long-term partnership with Turkey, as well as contribute to the Turkish defense industry,’ says Giuseppe Orsi, CEO of Italy’s AgustaWestland, one of the bidders for Turkey’s attack helicopter contract

FULYA ÖZERKAN

MILAN - Turkish Daily News

  Contenders bidding for Turkish procurement of scores of attack helicopters are at the most delicate stage of a fierce competition as the time for Turkey to select an international manufacturer for its $2 billion program nears.  

  “We're ready to establish a partnership with Turkey,” Giuseppe Orsi, CEO of Italy's AgustaWestland, one of the bidders for the attack helicopter contract, told a group of Turkish reporters in Milan.

  The contract stipulates an initial batch of 50 attack helicopters. The contenders are French-German EADS subsidiary Eurocopter -- maker of the Tiger; Italian AgustaWestland SpA -- maker of the Mangusta A129; Russia's Moskovskiy Vertoletnyy Zavod (Moscow Helicopter Plant) -- maker of the Mi-28 Havoc; Russia's Kamov -- maker of the KA-50/2 Black Shark; and South Africa's Denel Aviation -- maker of the CSH-2 Rooivalk.  

  A final decision will most likely emerge from a June 27 meeting of the Defense Industry Executive Committee, Turkey's top panel that oversees critical procurement decisions.

  “Our goal is not to pursue a hit-and-run tactic but to establish a long-term partnership with Turkey as well as contribute to the Turkish defense industry,” Orsi said.

  AgustaWestland, one of the world's leading helicopter manufacturers with a full range of rotorcraft for every commercial, government and military application, is proposing to move its production line to Turkey, a move that is considered to give it a better chance over rival bidders.

  “We're ready to transfer the production line, technology and all source codes of the A129 to Turkey,” Orsi said, noting that providing local Turkish industry with unlimited authority was one of the differences between their company and the other contenders.

  Orsi said his company would grant a license to manufacture the attack helicopters under Italian export rules but added that the licensing of technology developed by Turkey could be exported to other countries under Turkey's own export rules, which would open the way for production of Turkish-made helicopters.

  The Italian proposal will strengthen the domestic market in Turkey, according to Orsi, who said his company also first started by purchasing licenses.

  “Turkey can follow a similar path as well,” he added. “We're ready for the participation of the Turkish industry and foresee a joint responsibility. We'll assume the responsibility for everything upon which we have an effect.”

  Turkey's plans to buy scores of attack helicopters originally date back to the mid-1990s, but these efforts have so far been futile.

  The country's new helicopter program came after a similar project failed last year. In that now-defunct program Turkey selected U.S. company Bell for co-production of 50 of their AH-1Z King Cobras, but after four years of talks failed due to disputes over price, technology transfer and licensing problems, Ankara cancelled the entire process in 2004 and decided to launch a new international tender.

  AgustaWestland, which brings together almost 10 decades of combined experience of Agusta SpA and Westland Helicopters Ltd., did not join Turkey's previous helicopter tender as the company found unacceptable the conditions for bidding laid down by Ankara.

  Under the previous tender announced by Ankara, the license owner was held responsible for production of the helicopters in Turkey, Orsi said. “We could not have accepted that,” he noted and stressed their participation now was very timely. “Our proposal fits well into the timing of the tender.”

  Parallel to Italian military requirements, the A129 was designed for day/night and adverse weather combat operations. A129 attack helicopters have already been used in U.N. peacekeeping missions in Somalia, Eritrea and Bosnia.  

   

‘No influence of power change over tender process':

  The Italian company dismissed that a change of power in Italy would influence the tender process.  The policy of the new Italian government under Prime Minister Romano Prodi toward Turkey has been a source of curiosity in Ankara, especially after Massimo D'Alema was elected foreign minister as a result of April polls. D'Alema is probably the most unpopular Italian politician in Turkey as he repeatedly refused in 1998 to extradite Abdullah Öcalan, leader of the outlawed Kurdistan Workers' Party (PKK), to Turkey, sparking a diplomatic crisis between Ankara and Rome.

  “We never think that a change in government will have an impact on the tender outcome,” Orsi said. “Governments come and go. What's important is what the peoples want. Italian people like Turks and want to see them in Europe,” he said, noting that “around 75 percent of Italians back Turkey's aspirations to join the European Union.”


fonte http://www.turkishdailynews.com.tr/arti ... wsid=45861
link não funciona...sites turcos e tal..
 

 

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