EH-101

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Lightning

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Re: EH-101
« Responder #810 em: Fevereiro 10, 2021, 07:58:06 pm »
De manhã quando acordo já tenho uma dor aqui, uma dor ali :mrgreen:.
 

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Charlie Jaguar

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Re: EH-101
« Responder #811 em: Fevereiro 19, 2021, 05:33:38 pm »
De manhã quando acordo já tenho uma dor aqui, uma dor ali :mrgreen:.

Sempre que me levanto agora é *trec* e *plec* por todo o lado. Cheguei à conclusão de que estou a ficar estaladiço e crocante como uma batata frita de pacote. :mrgreen:


O 19612 é um Mk516. Será que estarão a “poupar” as células por não haver dinheiro para manutenção? E nós aqui com conjecturas sobre o tipo de heli de evacuação que irá (eventualmente) ser adquirido, quando não há sequer dinheiro, nem pessoal, para operar as duas principais frotas da nossa minúscula frota de helicópteros: a dos Merlin e a dos Super Lynx.

Numa das últimas Mais Alto, um dos pilotos da Esquadra 751 fala sobre a rápida obsolescência do sistema de armas e na necessidade cada vez mais premente de actualizar os nossos Merlin, caso contrário ficar-se-á com um aparelho cada vez mais envelhecido e por conseguinte menos capaz. É claro que logo no início vem a indicação de que o texto do autor não reflecte necessariamente a posição da Força Aérea, e muito do que nós temos vindo aqui a defender há anos a fio vem lá escrito. Vou tentar transcrevê-lo para aqui.
Saudações Aeronáuticas,
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Re: EH-101
« Responder #812 em: Fevereiro 19, 2021, 07:55:06 pm »
De manhã quando acordo já tenho uma dor aqui, uma dor ali :mrgreen:.

Sempre que me levanto agora é *trec* e *plec* por todo o lado. Cheguei à conclusão de que estou a ficar estaladiço e crocante como uma batata frita de pacote. :mrgreen:


O 19612 é um Mk516. Será que estarão a “poupar” as células por não haver dinheiro para manutenção? E nós aqui com conjecturas sobre o tipo de heli de evacuação que irá (eventualmente) ser adquirido, quando não há sequer dinheiro, nem pessoal, para operar as duas principais frotas da nossa minúscula frota de helicópteros: a dos Merlin e a dos Super Lynx.

Numa das últimas Mais Alto, um dos pilotos da Esquadra 751 fala sobre a rápida obsolescência do sistema de armas e na necessidade cada vez mais premente de actualizar os nossos Merlin, caso contrário ficar-se-á com um aparelho cada vez mais envelhecido e por conseguinte menos capaz. É claro que logo no início vem a indicação de que o texto do autor não reflecte necessariamente a posição da Força Aérea, e muito do que nós temos vindo aqui a defender há anos a fio vem lá escrito. Vou tentar transcrevê-lo para aqui.

Claro que não reflete, nenhum dos 516 deve estar em condições de voar. Não passam de vacas de motores.
 

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Charlie Jaguar

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Re: EH-101
« Responder #813 em: Fevereiro 20, 2021, 02:08:14 pm »
Então aqui fica o artigo da Mais Alto, é algo extenso mas isso é bom pois explica muita coisa e por isso vale a pena ler com atenção.

Citar
MAIS ALTO Nº 447 - OUTUBRO 2020

Esquadra 751
De EH101 a AW101


Texto: Capitão PILAV Rodolfo Gouveia

(O teor do presente artigo expõe a opinião do autor, não espelhando obrigatoriamente a doutrina institucional.)

A plataforma que hoje conhecemos como EH-101 "Merlin" começou por ser desenvolvida no final da década de 1980. Este facto é desconhecido por muitos e torna ainda mais fantástica a história por trás desta plataforma que, ainda hoje, é opção para substituir outros helicópteros em fim de vida. O primeiro voo do EH-101 "Merlin", protótito PP1 (Pre-Production 1), aconteceu a 9 de Outubro de 1987. Para Portugal, e para a Força Aérea Portuguesa, o processo aquisitivo para a substituição do SA-330 "Puma" foi lançado no segundo semestre do ano de 1999, final do século passado. Com a celebração do contrato de aquisição em 2001 e posterior entrega do primeiro helicóptero no início de 2004, o helicóptero EH-101 Português é maioritariamente constituído por tecnologia anterior aos grandes desenvolvimentos tecnológicos do início do século. Estes desenvolvimentos foram fruto de novas tecnologias e de soluções desenvolvidas perante as dificuldades sentidas nos teatros que operaram helicópteros durante a primeira década.

O helicóptero EH-101 Português conta com mais de 15 anos ao serviço da Nação, e no próximo ano [2021] contabilizam-se 20 anos do início da sua compra e posterior início de fabricação dos modelos 514, 515 e 516. A chegar a metade da sua vida útil espectável é essencial debater-se o futuro desta plataforma, que conta com mais de 185 células construídas mundialmente.

Por fora e por dentro

Um Sistema de Armas (SA) pode ser analisado de uma forma simplista; por um lado observa-se a componente física da aeronave - no caso do helicóptero: a estrutura, rotores, propulsão e outros -, e por outro lado a componente de sistemas que esta abriga e faz uso para a missão que lhe é destinada. De uma forma mais acessível, reporta-se ao exterior e interior da aeronave. Ao comparar a primeira versão do EH-101 com as versões mais recentes, apesar de uma diferença temporal superior a 40 anos, observamos que a plataforma em que assenta o helicóptero praticamente pouco se alterou. É certo que existiram algumas modificações ao nível da motorização, com a utilização de motores diferentes, modificações ao nível do rotor de cauda e, pontualmente, outras alterações estruturais associadas aos equipamentos aplicados na plataforma. Contudo, o cerne da estrutura em que a plataforma assenta em nada foi modificado desde então. Esta observação permite concluir que, como plataforma de um Sistema de Armas, o EH-101 cumpre os requisitos para o qual foi desenhado. Observa-se que o helicóptero efetua diferentes missões e detém um lugar exclusivo no universo dos helicópteros existentes, dadas as suas características. O EH-101 é considerado um helicóptero médio - com peso máximo à descolagem de 15.600 quilogramas - e com capacidades significativas, nomeadamente para o tamanho da sua cabine e, no caso português, o seu alcance (sem reabastecimento aéreo).

Por outro lado, olhando mais atentamente para os sistemas aplicados nas diversas versões ao longo dos anos, verifica-se um salto substancial quando comparados com as versões iniciais de produção. Aos dias de hoje é possível constatar que não fazem parte das últimas versões do AW101 a maioria dos sistemas instalados no EH-101 português. Do cockpit à cabine, muito mudou. Atualmente, o cockpit do helicóptero apresenta monitores maiores, equipamentos de navegação atuais, radares eletrónicos e toda uma panóplia de equipamentos de missão atualizados, capazes de cumprir as missões mais árduas e exigentes. Na cabine verificam-se melhores equipamentos de vigilância, equipamentos de defesa ativa e passiva de última geração e equipamentos de missão específicos muito mais capazes do que os desenvolvidos inicialmente. Todo este desenvolvimento tecnológico é fruto da constante evolução e adaptação aos cenários em que opera esta tipologia de helicópteros. Com a presença em teatros de operações como o Afeganistão, pela frota Inglesa e Dinamarquesa, no Iraque, e mais recentemente, com a transição da frota de AW101 da Força Aérea Britânica para a Marinha Britânica, o EH-101 foi obrigado a sofrer diversas atualizações de equipamentos que o tornaram mais capaz e robusto para atuar e marcar a sua presença nestas missões.

Esta análise permite concluir que o helicóptero desenvolvido continua a servir o propósito de diversas Forças Armadas; um helicóptero médio capaz de efetuar missões com uma versatilidade incrível. Nos dias de hoje, o EH-101desempenha uma panóplia de missões pelo mundo inteiro. Os Ingleses com a nova versão do helicóptero [Merlin Mk.4] passaram a operar da sua nova classe de porta-aviões, projetando a sua capacidade pelo mundo inteiro. Em Itália, a mais recente versão do helicóptero operada pela sua Força Aérea [HH-101A Caesar/Mk.611] apresenta uma enorme quantidade de equipamento e possibilita desempenhar missões de apoio tático com toda a segurança. A norte, a Noruega elegeu um helicóptero totalmente desenvolvido para Busca e Salvamento [AW101 Mk.612 *], que apresenta a variedade de inovações tecnológicas, das quais se realça o seu radar eletrónico de 360 graus (a primeira vez aplicado nesta plataforma). Perante estas evidências, o EH-101 continua a demonstrar a sua versatilidade como plataforma, de forma que, ainda nos dias de hoje, é selecionado para desempenhar um espectro alargado de missões de âmbito militar e/ou civil. Ao fazer valer-se de uma plataforma fiável, e fazendo upgrade para sistemas e equipamentos de missão atuais, o AW101 tornou-se num helicóptero de referência na sua classe.

AW101, porquê?

Em linha com a visão estratégica do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea é necessário traçar um caminho para uma "Força Aérea robusta e dimensionada" e ao mesmo tempo de "última geração e pessoal altamente qualificado". Tendo esta visão como base, urge debater o futuro do SA EH-101 dado que é expectável que este ainda terá mais duas décadas ao serviço da Nação. Com todas as capacidades referidas anteriormente, refletir sobre novas capacidades para o EH-101 obriga em primeiro lugar, imaginar qual o lugar que este deverá ocupar na Força Aérea Portuguesa. Atualmente, a FAP possui duas frotas de helicópteros, o EH-101 e o mais recente AW-119 Koala. Com estas duas frotas a FAP é capaz de dar resposta às diversas solicitações que Portugal necessita. Por um lado, um helicóptero ligeiro de fortes valências e capaz de dar resposta em Portugal Continental no âmbito da Busca e Salvamento, nas missões de apoio tático e em missões no âmbito da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), sem esquecer as missões de instrução. Por outro lado, um helicóptero médio, com um longo alcance que dá resposta às solicitações de Busca e Salvamento no mar Português, em transportes médicos nos arquipélagos, nas missões de apoio tático e outras necessidades.

Se por um lado o EH-101 demonstrou toda a sua capacidade e versatilidade no desempenho de missões de Busca e Salvamento ao longo destes anos em território Nacional, por outro lado uma das capacidades que ficou aquém foi o apoio em missões de Interesse Nacional fora do território Nacional. Com a aquisição de uma variante CSAR do EH-101, a Esquadra 751 ganharia a capacidade de apoiar missões a Forças Nacionais Destacadas (FND). Contudo, apesar de um contínuo treino e participação em alguns exercícios ao longo dos anos **, da inclusão de tripulações e helicópteros para o "Battle Group", em 2011, a Esquadra 751 acabou por limitar as suas ações - neste âmbito - ao território Nacional. É importante sublinhar este apontamento, pois a plataforma existente nos dias de hoje não é capaz de acompanhar com segurança e com a capacidade exigida em missões desse género. Atualmente, melhores equipamentos de autoproteção ativa e passiva seriam necessários de forma a ultrapassar esta barreira. Carregar o EH-101 para este século e torná-lo num AW101 ao nível dos restantes, obrigaria a uma definição do nível de ambição pretendido para esta plataforma. Uma definição de missões e emprego de capacidades serão o primeiro passo para a formulação das necessidades de modernização.

Por outro lado, o lugar desta plataforma na Busca e Salvamento é inegável! Todavia, observa-se que, com a constante evolução dos equipamentos, mesmo esta variante do EH-101 Português começa a ficar para trás em termos de equipamentos para desempenhar a missão da forma mais eficiente possível. Comparativamente com outras plataformas, o EH-101 Nacional possui diversas lacunas ao nível de equipamentos, quer seja ao nível da plataforma quer seja ao nível de equipamentos de missão. Identifica-se que: a falta de equipamentos de proteção de gelo para o rotor principal é um dos elementos mais limitativos na operação do helicóptero - neste âmbito - tornando as restrições impostas pela existência de gelo na atmosfera uma das principais condicionantes para o total aproveitamento do EH-101; a localização do guincho não é a mais apropriada para a missão, equívoco que o fabricante identificou e que corrigiu nas versões posteriores; os sistemas de comunicação existentes são comparativamente mais simplistas do que os sistemas atuais, identificando-se a falta de comunicações via satélite ou transmissão de dados com terceiros uma grande desvantagem; as novas capacidades de navegação existentes seriam uma mais-valia para uma operação mais eficiente e segura. Seria possível descrever outros inúmeros desenvolvimentos nestas áreas, que ao longo dos anos foram trazendo para outras plataformas capacidades de possível interesse para o EH-101 Português.

AW101, onde?

O SA EH-101 demonstrou, e demonstra diariamente, a sua importância no território Nacional e Insular. Sem dúvida, a sua presença é uma mais-valia e uma garantia de bem-estar e segurança para as populações. Ao longo dos anos tem marcado a vida de muitas comunidades e marcou o país em determinados momentos. O território Nacional será sempre um local onde esta plataforma terá o seu maior impacto, oferecendo as suas valências aos serviço dos Portugueses. Continuar a fazê-lo nas próximas décadas, e de uma forma mais eficaz, poderá levar a que seja necessário atualizar alguns equipamentos do helicóptero, tornando-o mais capaz. Reconhece-se que a plataforma poderia ter sido empregue em diversos cenários de apoio às FND, em missões da NATO e da UE (como é o caso do FRONTEX). Esta realidade teria sido benéfica para a Esquadra dado que acrescentaria experiência e conhecimento nesta área, bem como ajudaria bastante as forças no terreno. Em retrospetiva, é sem dúvida neste âmbito que se verifica a maior lacuna na operação da plataforma. Não foi possível dar o espaço para que esta pudesse operar nestas missões e os motivos para tal foram variando ao longo dos anos. Tornar a plataforma EH-101 mais atual poderia trazer mais capacidades à existente e seria uma forma de motivar o seu emprego mais alargado. Ao mesmo tempo capacitar ainda mais o EH-101 para efetuar as missões de apoio tático, acrescentaria também mais capacidades para efetuar missões de Busca e Salvamento.

O espaço Europeu apresenta missões compatíveis com a Esquadra 751, missões da EDA ou do FRONTEX, onde seria possível operar e obter retorno significativo para a Força Aérea. Ao mesmo tempo, o espaço onde neste momento operam as FND Portuguesas, no âmbito de missões da UE e da NATO, fora do continente Europeu, também poderiam tornar-se em cenários possíveis para o emprego da plataforma. As mais-valias da existência de meios de asa rotativa nestes teatros estão sobejamente identificadas. Até ao momento, Portugal nunca dispôs de tais meios próprios nestes cenários, recorrendo, ou sendo suportado, por meios de forças estrangeiras. Colmatar este vazio, para além de benéfico, seria um evoluir no suporte e segurança das FND, lançando também as bases para um maior conhecimento deste tipo de operação por parte da Esquadra 751. Reforça-se esta visão, visto que este ano inaugura-se o Centro de Formação Multinacional de Helicópteros militares da EU, em Sintra, na Base Aérea nº 1. Com este Centro, sediado em território Nacional, teremos certamente fonte para o aumento do conhecimento nesta área, quer pela proximidade quer pela troca de experiências. Obrigatoriamente os níveis de conhecimento neste campo será mais alargados por parte da Esquadra 751. Posteriormente, com um eventual emprego desde conhecimento em missões e aquisição de prática tática, o próprio país ficar capacitado para a fornecer e retribuir conhecimento e experiência ao próprio Centro. As sinergias que poderão ser criadas serão certamente benéficas e será exequível atingir novas capacidades para Portugal.

Uma plataforma, vários destinos

Diariamente são conhecidas novas tecnologias e produtos que possibilitam saltos tecnológicos de capacidades anteriormente impensáveis. Os meios de asa rotativa, apesar de algum atraso em relação aos de asa fixa, neste campo, têm vindo a ser cada vez mais alvo de melhoria e desenvolvimento por parte dos fabricantes. Vemos que todos os dias novas tecnologias, ou outras adaptadas de distintas áreas da aviação, são incorporadas nos meios de asa rotativa. Os desenvolvimentos são tais que, plataformas bastante capazes tornam-se obsoletas perante estes acontecimentos.

O EH-101 Português foi concebido para suplantar o seu antecessor e sem dúvida que o fez. Missões noturnas, missões de Busca e Salvamento de longa distância, missões de apoio a populações e outras mostraram que o EH-101 cumpriu e cumpre com o seu desígnio pretendido à data da sua aquisição. Contrasta-se com o definido para a participação em missões de apoio tático em que claramente ficou aquém. Perspetivar o futuro desta plataforma perante a versatilidade que esta apresenta torna-se difícil. É necessário traçar o caminho para que esta seja conduzida a trilhá-lo com sucesso e aproveitamento. Fica patente que a flexibilidade que a plataforma EH-101 apresenta, possibilita que a mesma galgue qualquer que seja o caminho pretendido para o seu emprego.


Capacidade de Transporte e Projeção de Força
Aeronave EH-101 da Esquadra 751

Tripulação Tática: 5
Militares Equipados: 35
Macas de Campanha: 16
Carga Suspensa: 4535kg


 
* O AW101 Norueguês veio apresentar a última versão desta plataforma. Dotado de um radar inovador, um sistema eletro-ótico de última geração e de um sistema de comunicações avançado, permite que este helicóptero se torne a referência no âmbito de equipamentos de Busca e Salvamento.

** A Esquadra 751, no âmbito da sua missão de apoio tático, tem na última década procurado fornecer aos seus tripulantes o treino necessário para garantir elevados níveis de desempenho. Este treino tem passado pela participação em exercícios HOTBLADE, SWIFTBLADE, ou NIGHTHAWK; ou pela participação em exercícios nacionais como o REAL THAW, ORION, SOFEC entre outros. A assídua presença da Esquadra 751 nestes exercícios, aliada a uma formação teórica cada vez mais ativa, tem permitido uma constante evolução no desempenho de missões de cariz tático.
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Charlie Jaguar

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Re: EH-101
« Responder #814 em: Fevereiro 20, 2021, 02:45:28 pm »
Esperemos que os responsáveis compreendam a importância desta frota estar o mais actualizada possivel e ponham pés ao caminho para se efectuar um MLU, não um mluzinho, aos doze 101 da 751 o mais rapidamente possivel.
Obrigado pelo artigo.

Abraços
 
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Re: EH-101
« Responder #815 em: Fevereiro 22, 2021, 11:41:58 am »
A treinar para uma missão com recurso a um meio aéreo que afinal não está preparado para a poder executar…  ::)



http://www.passarodeferro.com/2021/02/exercito-treina-com-merlin-da-fap-para.html

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Re: EH-101
« Responder #816 em: Fevereiro 22, 2021, 12:11:36 pm »
A treinar para uma missão com recurso a um meio aéreo que afinal não está preparado para a poder executar…  ::)



http://www.passarodeferro.com/2021/02/exercito-treina-com-merlin-da-fap-para.html

Podiam ter usado um mk516, espera ....

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Re: EH-101
« Responder #817 em: Fevereiro 22, 2021, 12:55:52 pm »
A treinar para uma missão com recurso a um meio aéreo que afinal não está preparado para a poder executar…  ::)



http://www.passarodeferro.com/2021/02/exercito-treina-com-merlin-da-fap-para.html

Podiam ter usado um mk516, espera ....

 ::)

Usaram um Mk.515 SIFICAP, também agora esta versão só é exclusivamente usada para SAR, por isso... ::)

Apesar de tudo isto em torno do Merlin há uma nota positiva: na semana passada, no decurso da única missão SAR efectuada até agora em 2021, a Esquadra alcançou as 30.000 Horas de voo no EH-101. A caminho dos 43 anos, e com mais de 4000 vidas salvas, é mais um marco histórico para quem serve na Esquadra e para a FAP. Em 16 anos de serviço em Portugal, o EH-101 atingiu os mesmos números do Puma em 30 anos de Esquadra 751, bem demonstrativo de quão mais capaz é esta aeronave.

O artigo que reproduzi da Mais Alto é um claro e urgente aviso de que é necessário pensar para ontem a modernização do helicóptero, sob pena de deixarmos de fazer Busca e Salvamento em segurança (já sem falar nas outras missões). A ocorrer será mais uma que peca por tardia, e a ocorrer provavelmente será mais uma "modernizaçãozinha" e não um MLU completo. Cá estaremos para ver se será mais um sistema de armas não totalmente explorado, e se não chegará ao seu fim de vida em 2040/45 totalmente irrelevante.
Saudações Aeronáuticas,
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typhonman

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