Militarização dos Incêndios

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Luso

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Militarização dos Incêndios
« em: Agosto 07, 2005, 11:12:25 am »
http://www.fire-ecology.org/research/wa ... ldfire.htm

Citar
Every summer the U.S. government makes war on America's wildlands. Under the command of land management agencies such as the Forest Service, tens of thousands of young people are sent into the forests and rangelands of the West to fight wildfires. Unlike other military adventures, however, there are few voices of dissent emanating from peace activists, religious leaders, concerned taxpayers, frightened parents. Indeed, firefighting enjoys widespread popularity with the public; yet, in this modern crusade to conquer one of the most powerful forces of Nature, society has embarked on a war it cannot hope to win. Indeed, each battle offers only a temporary victory over an "enemy" which returns year and year with ever more power and fury.

Fomenting this futile battle are powerful political and economic interests with vested stakes in the perpetuation of warfare. A new "fire-dependent" class of government bureaucrats and private corporations accumulate enormous power and profits from firefighting. Accordingly, the Forest Service is filling an important new niche in the post-cold war Military-Industrial Complex. Surplus military equipment and superfluous military personnel are increasingly being dispatched to wildfires, all at the taxpayer's till. Fully supporting the firefighting warlords and profiteers is a corporate press feeds the public a steady diet of "pyrophobic" propaganda to instill fear and hatred of forest fires.


Aqui é um militar que "comanda" a Autoridade Nacional para os Fogos Florestais.
Os Puma reconvertidos também aqui se falaram.
O trágico é que se pensa apenas numa única solução mágica para o problema, mas o "fogo tem que ser atacado em várias frentes com meios, métodos e acções muito diversificadas, isto é, se for para ser mesmo combatido...
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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emarques

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Re: Militarização dos Incêndios
« Responder #1 em: Agosto 07, 2005, 11:58:20 am »
Citação de: "Luso"
http://www.fire-ecology.org/research/war_on_wildfire.htm

Citar
Every summer the U.S. government makes war on America's wildlands. Under the command of land management agencies such as the Forest Service, tens of thousands of young people are sent into the forests and rangelands of the West to fight wildfires. Unlike other military adventures, however, there are few voices of dissent emanating from peace activists, religious leaders, concerned taxpayers, frightened parents. Indeed, firefighting enjoys widespread popularity with the public; yet, in this modern crusade to conquer one of the most powerful forces of Nature, society has embarked on a war it cannot hope to win. Indeed, each battle offers only a temporary victory over an "enemy" which returns year and year with ever more power and fury.

Fomenting this futile battle are powerful political and economic interests with vested stakes in the perpetuation of warfare. A new "fire-dependent" class of government bureaucrats and private corporations accumulate enormous power and profits from firefighting. Accordingly, the Forest Service is filling an important new niche in the post-cold war Military-Industrial Complex. Surplus military equipment and superfluous military personnel are increasingly being dispatched to wildfires, all at the taxpayer's till. Fully supporting the firefighting warlords and profiteers is a corporate press feeds the public a steady diet of "pyrophobic" propaganda to instill fear and hatred of forest fires.

Aqui é um militar que "comanda" a Autoridade Nacional para os Fogos Florestais.
Os Puma reconvertidos também aqui se falaram.
O trágico é que se pensa apenas numa única solução mágica para o problema, mas o "fogo tem que ser atacado em várias frentes com meios, métodos e acções muito diversificadas, isto é, se for para ser mesmo combatido...

Segundo penso, este artigo baseia-se na opção que bastantes ecologistas americanos defendem de que se deixe arder as florestas. Provavelmente têm razão no cenário que encontram na terra deles, em que existem grandes extensões de florestas sem habitantes.

Em Portugal, porque temos pouco espaço (e nenhum senso comum ;)), não existem muitos sítios em que se possam aplicar esse tipo de medidas. Há sempre uma povoação a salvar, ou qualquer coisa desse género.

Claro que para a saúde da floresta, deixá-la arder seria a melhor opção. Precisamente porque não a deixam arder, os materiais combustíveis acumulam-se, até que finalmente se torna realmente impossível controlar fogos nessas áreas. Para a preservação da bio-diversidade é que já não sei se será muito bom. Nos EUA defende-se que as florestas estão adaptadas aos fogos e que as plantas autóctones se recuperam bem dos incêndios. Resta saber se a mesma estratégia será viável em Portugal, em que as principais infestantes parecem ser a austrália e o eucalipto, que têm uma grande capacidade de sobreviver a incêndios (Quando se visita uma área ardida há um par de anos normalmente a vegetação que está mais avançada em crescimento são os rebentos de eucalipto).

Depois há os proprietários das florestas, que com certeza não acham muita piada quando os bombeiros dizem "não há pessoas em perigo, e temos mais que fazer, por isso vamos deixar arder por agora".
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

 

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