Para que um povo seja independente, em primeiro lugar deve existir.
Depois de existir, deve ter caracteristicas próprias que o definam claramente relativametne aos outros.
Depois há ainda que analisar as razões históricas para determinar se há razões e argumentos históricos que justifiquem a transformação de um grupo de pessoas em cidadãos de um Estado Independente.
O caso do País Basco é muito complicado, porque embora sejam um povo com característics próprias, há questões históricas muito complicadas.
A mais complicada de todas, prende-se com o Reino de Navarra. Históricamente, o Reino de Navarra, tería direito a existir como Estado Independente. O País Basco, como o conhecemos hoje, é uma criação da extrema direita católica.
Há definitivamente um povo com caracteristicas próprias nas encostas dos pirineus ocidentais, mas considera-lo como Estado é complicado, porque, nomeadamente do ponto de vista histórico, não responde a todos os quesitos.
Há outros casos de povos que poderiam ascender à categoria de Estados. Desde a Padania, até à Borgonha, passando pela Escócia ou Gales.
Há também a questão da Bélgica, e a divisão entre a Valonia e a Flandres, e os casos da Baviera, que é um país maior que a Austria (e que também fala alemão)
Aliás o Estado Alemão, fez-se à volta de países que falavam alemão, e seguindo em grande medida o modelo da Prussia. Mas um Prussiano e um Bávaro, eram muito diferentes.
Já agora, lembro que não podemos também fazer confusão entre nações com regiões autónomas dos vários países. A Madeira ou os Açores são regiões autónomas de uma nação. Não são por direito histórico ou outro, nações.
Cumprimentos