Estarão os EUA a ficar para trás?

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Cabeça de Martelo

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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #120 em: Novembro 12, 2016, 05:42:46 pm »
Painful Choices

Thomas Sowell
By Thomas Sowell

Let's talk sense about the election. Nothing is to be gained by refusing to face the hard facts. What are those facts?

First of all, neither Hillary Clinton nor Donald Trump has the qualifications, the track record or the personal character to be President of the United States.

Most of us could probably think of a number of people who would be better in the White House. But here, as elsewhere in life, we can only make our choices among the alternatives actually available.

Those of us who have been disgusted by some of the things that Donald Trump has said and done need to face the fact that he is not running against Mother Teresa. His sins have been matched and exceeded by Hillary Clinton and her husband.

As for accomplishments, Trump has none in politics, and business accomplishments do not automatically transfer into government.

Hillary Clinton has been in politics for decades. But does she have even a single serious accomplishment to show for it? In the Senate, she accomplished nothing, and as Secretary of State far worse than nothing.

Secretary Clinton carried out the foreign policy that destroyed two governments of countries which posed no threat whatever to America or to American interests in the Middle East. Each country is now moving in the direction of one of our two most dangerous enemies, Iran and Russia.

Egypt is now planning joint military exercises with Russian forces. Libya has already seen the rise of Islamic terrorists who killed the American ambassador whom the Clinton State Department refused to provide the security he asked for repeatedly.

So much for track records. As for personal character, would you want either of them living next door to your family?

Donald Trump seems to think that it is OK for the government to seize someone else's home and turn the property over to him, so that he can build something — without having to pay what it would cost him to buy the home. We can't even discuss what he has said about women in a family newspaper. Add an almost childish egomania and you have a 70-year-old adolescent.

Hillary Clinton is fundamentally very similar. But, having spent decades in the political limelight, she is far more experienced at concealing her ruthless and cunning contempt for anything and anybody that gets in the way of her personal enrichment and power. That includes contempt for the law.

Long before her e-mails became an issue, Mrs. Clinton was evading subpoenas for records she had somehow "lost" in the White House when she was first lady. Both she and her husband perfected the tactic of stalling and stalling, until enough time had passed that they could say that an issue was now "old news" and that it was time to "move on."

The issue before the voters, however, is not which of the two is the worse person. The issue is which is more dangerous to the future of America. Nor is this just a question of what will happen in the next four years.

Whoever becomes President of the United States can appoint Supreme Court justices able to destroy the Constitution by "interpreting" its protections of freedom out of existence — not just for the next four years, but thereafter.

Hillary Clinton is already on record as wanting a Supreme Court that will overturn recent decisions protecting free speech and upholding the right to bear arms. Everything in her past shows a contempt for law that makes her a very credible threat to dismantle the Constitution, whenever it gets in the way of her agenda.

All it takes is a Senate controlled by fellow Democrats to let a President Clinton's judicial nominees be confirmed automatically, no matter how little regard for the Constitution those nominees have demonstrated.

Donald Trump shows no such ideological agenda and has no such automatic support from Congressional Republicans as to have them rubber stamp either his judicial nominees or whatever other agenda he has. More than that, Trump can be impeached if he oversteps the bounds, without either the Republicans or the media screaming loud protests.

Trump seems to pose much less danger — which, unfortunately, is the most we can expect this particular election year.

http://jewishworldreview.com/cols/sowell110816.php3
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #121 em: Novembro 12, 2016, 07:27:43 pm »
 
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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #122 em: Novembro 12, 2016, 07:31:49 pm »
Donald Trump's argument for America

 
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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #123 em: Novembro 13, 2016, 09:31:57 pm »
 

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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #124 em: Novembro 14, 2016, 01:12:53 pm »
Newt Gingrich: Trump needs to have a “very, very aggressive first year”
http://www.cbsnews.com/news/newt-gingrich-trump-needs-to-have-a-very-very-aggressive-first-year/
 

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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #125 em: Janeiro 18, 2017, 01:40:43 pm »

leram o famoso relatorio?

Background to “Assessing Russian Activities and Intentions in Recent US Elections”: The Analytic Process and Cyber Incident Attribution
https://www.dni.gov/files/documents/ICA_2017_01.pdf

estava a espera que falassem com substancia sobre o hacking afinal e sobretudo sobre as noticias da rt.
estes servicos de inteligencia americanos sao assim um pouco para o fraquinho

 

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Cabeça de Martelo

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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #126 em: Janeiro 18, 2017, 02:56:03 pm »
Na minha perspectiva é simples, os EUA fartam-se de fazer isso, agora não podem estar armar-se em virgens.

Afinal a NSA serve para quê?!
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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #127 em: Janeiro 19, 2017, 01:48:22 pm »

boa pergunta. para que serve a nsa afinal?

parece que so se lembraram de invocar o hacking russo ( o guciffer e romeno btw) quando a querida do establishment perdeu.
se a clinton tivesse ganho todo este burburinho tinha sido evitado. sempre a procura de desculpas e a culpabilizar a russia.

ainda bem que o trump ganhou. vai ser uma lufada de ar fresco. o odio a russia so e bom para a industria de armamento americano e os servicos de informacao (sem papoes perdem o emprego).

ter boas relacoes com outros paises (especialmente uma superpotencia como a russia)  claro que e bom.
 

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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #128 em: Janeiro 19, 2017, 03:05:20 pm »

ainda bem que o trump ganhou. vai ser uma lufada de ar fresco. o odio a russia so e bom para a industria de armamento americano e os servicos de informacao (sem papoes perdem o emprego).

ter boas relacoes com outros paises (especialmente uma superpotencia como a russia)  claro que e bom.

Claro, é por isso é que ele está a começar uma guerra comercial com a China... 8)
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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #129 em: Janeiro 20, 2017, 01:36:28 pm »

Inauguration of Donald Trump Coverage Guide: Where to Watch and Stream
https://www.yahoo.com/tv/inauguration-donald-trump-coverage-guide-where-watch-stream-033548862.html
 

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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #130 em: Janeiro 20, 2017, 01:46:52 pm »

ainda bem que o trump ganhou. vai ser uma lufada de ar fresco. o odio a russia so e bom para a industria de armamento americano e os servicos de informacao (sem papoes perdem o emprego).

ter boas relacoes com outros paises (especialmente uma superpotencia como a russia)  claro que e bom.

Claro, é por isso é que ele está a começar uma guerra comercial com a China... 8)


acho que vai comecar primeiro uma guerra comercial com a uniao europeia (alemanha)  :) ;)

Trump ameaca industria automovel alema com tarifas punitivas

Trump droht deutschen Autobauern mit Strafzöllen
http://www.zeit.de/politik/ausland/2017-01/trump-droht-deutschen-autokonzernen-mit-hohen-strafzoellen
 

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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #131 em: Janeiro 20, 2017, 03:11:54 pm »
Americanas em Lisboa: “Trump vai ser um fantoche na Casa Branca”

20 jan, 2017 - 08:00 • Ricardo Vieira

Duas cidadãs norte-americanas a viver em Portugal acompanham à distância o fim da era Obama e ascensão de Donald Trump ao poder. Não querem a Casa Branca transformada num “reality show” e estão apreensivas.



Abigail Santana, 26 anos, é do Alabama, um estado rural que compara, de certa forma, ao Alentejo. “Tecnicamente republicana”, foi o amor que a trouxe a Lisboa. Casada com um português, é atleta de triatlo e criou a Ela Pedala, uma marca de equipamentos para elas.
Ashi Damvar, 29 anos, trocou o Texas por Lisboa e posiciona-se à esquerda do Partido Democrata, de Barack Obama e Hillary Clinton. É uma norte-americana com raízes iranianas e com mundo. Professora e tradutora, já viveu em Espanha, na Turquia e agora Portugal, onde está a tirar um mestrado.

Populista ou pragmático? Para Ashi, o Presidente eleito dos Estados Unidos, que toma posse esta sexta-feira, não passa de alguém que gosta de “dar espectáculo” e será um “fantoche” na Casa Branca.

“Há pessoas que vão estar atrás dele a fazer o trabalho. Trump só vai ser o fantoche, a dizer coisas chocantes de vez em quando, a escrever coisas ridículas no Twitter, a atrair multidões, mas, em termos das políticas concretas, quem faz os discursos dele é que tem o poder”, diz a texana de Austin, que abriu as portas da sua casa em Lisboa para falar sobre a nova era na América.

Sentada à sua frente num fim de tarde de Inverno, a amiga conservadora Abigail concorda. Não gosta do lado “sensacionalismo” de Trump e espera que o homem das mil e uma polémicas, que ameaça países e empresas pelas redes sociais, consiga vestir o fato de estadista.
“Trump deve apagar a conta do Twitter, se calhar, arranjar outro cabeleireiro. Agora a sério: acho que ele tem de aprender a pensar antes de falar, porque todas as coisas que ele diz têm impacto. Qualquer comentário pode começar uma coisa horrível. O resto do mundo vai dar um bocado de desconto porque sabe que ele não é deste sistema, vem de outra área, mas só até um ponto”, afirma Abigail, que se absteve nas eleições de Novembro passado devido a problemas burocráticos e porque não confiava em nenhum candidato.

Para a triatleta habituada a desafios, “Trump não pode dizer coisas sensacionalista sempre, tem que ficar mais sério, aceitar a responsabilidade e encarar o cargo com seriedade. Este é o trabalho mais difícil do mundo, não pode ser tratado como um jogo que ele ganhou”.

Ashi está politicamente longe de Abigail, mas reforça a ideia. Defende que a primeira prioridade de Donald Trump é deixar de ser um “animador”, que diz “coisas chocantes, e transformar-se num “Presidente a sério”, focado nas políticas necessárias a “fazer as coisas acontecer”.

“Ninguém devia gostar desta amizade de Trump com Putin”

O novo Presidente quer enterrar o machado da “guerra fria” com a Rússia e, se possível, cultivar uma boa relação com Vladimir Putin, acusado pelas secretas americanas de tentar influenciar as eleições nos EUA através de ataques informáticos.

“Não gosto desta amizade que o Trump tem com o Putin e ninguém devia gostar”, afirma a republicana Abigail Santana.

Ashi Damvar destaca que uma eventual aproximação de Washington a Moscovo pode ajudar a resolver o problema da guerra e da crise humanitária na Síria, que se arrasta há cinco anos e já provocou milhares de vítimas e refugiados.

“A dada altura na Síria podia ter sido pior se tivesses ido contra os russos e a boa relação que ele tem com Putin pode ser uma coisa boa, porque pode acabar com mais conflitos na região, ajudar a aproximar os dois lados para resolver algumas coisas, mesmo que não seja uma boa parceria por causa do que eles têm feito e dos seus interesses, mas, pelo menos, pode ajudar a evitar mais guerra”, defende a professora.

Mas simultaneamente, prevê Ashi, com Trump aos comandos os Estados Unidos vão relacionar-se de forma drasticamente diferente com o resto do mundo – criticou a ONU e desvalorizou a NATO – e vão deixar de ser, definitivamente, a maior potência mundial.

“Os EUA têm ocupado a liderança há bastante tempo e têm muito poder, mas com um palhaço como Chefe de Estado, alguém que se sente bem a agir desta maneira, acho que muitos países vão tratá-lo como uma criança.”

“Classe média ficou ferida com o Obamacare”

Trump anunciou que uma das suas primeiras medidas como Presidente vai ser “rasgar” o “Obamacare”, que deu acesso à saúde a cerca de 20 milhões de americanos pobres, e criar um novo sistema “muito melhor”.

Ashi tem “sentimentos contraditórios em relação ao ‘Obamacare’”, devido ao aumento dos encargos para a classe média. Conta que quando estava desempregada “tinha que pagar um valor elevado”, cerca de 150 euros por mês.

“Acho que o ‘Obamacare’ não está a resolver a situação de muitas pessoas. Foi bom para pessoas que não conseguiam ter seguro de saúde nos seus empregos. Isso foi bom. Mas depois há uma parte da classe média que ficou ferida, sem opções. É um bocado desequilibrado.”

Filha de um cirurgião que “aprecia” o “Obamacare”, Abigail considera que o actual plano de saúde “é impossível de pagar para a classe média”. E dá um exemplo próximo: “No actual sistema, a minha mãe e o meu padrasto têm que pagar 1.500 euros por mês para seguros, duas pessoas, sem mais ninguém. As empresas de seguros privadas estão a aproveitar o ‘Obamacare’ para enganar as pessoas e para aumentar os preços”.


“EUA não são uma democracia, mas uma oligarquia”

No seu discurso de despedida, em Chicago, Barack Obama falou na necessidade de cuidar e defender a democracia e prometeu estar vigilante.

Ashi considera que são meras “palavras para encher o discurso”, porque “os Estados Unidos não são uma democracia, são uma oligarquia”, e dá o exemplo do sistema de voto.

Abigail considera que os alertas de Obama são direccionados para os americanos que, por acção ou falta dela, ajudaram “criaram o monstro” Trump.

“Não foi feito só por uma pessoa ou por um grupo de pessoas. Foi feito pelos média, pelos média sociais, pelas pessoas que achavam que a Hillary era uma candidata imbatível, pelos republicanos que não disseram não, que não foram contra o Trump em situações em que podiam”.

A mulher do Alabama concorda que os EUA são uma oligarquia. Para haver uma democracia a sério é preciso “criar um ambiente para deixar participar mais pessoas”.


“Da minha universidade de Georgetown, em Washington, vão muitas pessoas para o poder, muitas pessoas que estão a trabalhar com os políticos, mas sei bem que não são as pessoas do meu estado. Se nos sentíssemos mais representados, isto se calhar não acontecia”, sublinha.

Travões a Trump

Apesar das críticas ao sistema, as duas amigas americanas acreditam que os eventuais excessos de Donald Trump pode ser travados através do Congresso e da vigilância dos norte-americanos.

“Espero que os congressistas continuem a pensar no melhor para as pessoas que eles estão a representar, apesar do partido a que pertencem. Ainda há muitos congressistas que estão contra o Trump e não vão beijar os pés do Trump só porque ele é Presidente”, acredita Abigail.

Ashi vê uma “luz ao fundo do túnel”. A dura corrida eleitoral que culminou com a eleição de Trump mobilizou muitos americanos que não queriam saber de política.

O novo Presidente não vai ter margem de manobra nem estado de graça e “tem que responder ao povo”, que vai estar vigilante.

“Obama e outros presidentes, talvez, pudessem fazer coisas fora do escrutínio público, porque as pessoas estavam mais apáticas. Talvez não gostassem do Presidente, mas pensavam: ‘Ele ganhou e não posso controlar isto’. Mas agora as pessoas dizem: ‘Nós podemos fazer alguma coisa e temos que fazer alguma coisa, porque esta é a última oportunidade da política, porque é demasiado maluco e temos que fazer alguma coisa’. É o lado positivo. Gosto do que vejo na maioria das pessoas”, conclui Ashi Damvar, uma americana em Lisboa.

http://rr.sapo.pt/noticia/73863/americanas_em_lisboa_trump_vai_ser_um_fantoche_na_casa_branca?utm_source=rss
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Pedro E.

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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #132 em: Janeiro 20, 2017, 09:08:55 pm »

acho uma certa piada a esta onda de noticias anti-trump ( do genero das que o forista Cabeca nos traz) com que somos brindados diariamente. o homem ainda nao tem um dia na casa branca mas ja esta vaticinado que vai ser um desastroso presidente.

a quem e que interessa bombardear as massas com todos os prognosticos catastroficos resultante da sua presidencia ? tenho umas ideias nesta materia mas nao me vou adiantar (aqui).

deixem-no implementar o seu plano, critiquem-no depois. a partida as linhas chave sao animadoras- proteccao das fronteiras, investimento na infra-estrutura,reatar dos lacos com a Russia, renegociacao dos tratados comercias (como a noticia que deixo abaixo)

o publico americano que e zombado pelo mundo fora pela sua ignorancia percebeu o caminho que tinha a frente e optou (bem na minha opiniao) em arriscar que um homem de negocios (que nao gosta de ser comido por parvo) seja o seu presidente. com obama nada mudou, com bush foi uma tragedia, com hillary seria um cocktail explosivo. pode ser que este  donald nao seja assim tao mauzinho como as mas bocas (sao muitas na europa) dao a entender. talvez as suas politicas ate acabem por ter mais impacto positivo no comum americano. vamos la ver.

 :G-Ok:
Trump trade strategy starts with quitting Asia pact -White House
http://www.cnbc.com/2017/01/20/reuters-america-trump-trade-strategy-starts-with-quitting-asia-pact-white-house.html
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #133 em: Janeiro 21, 2017, 10:58:35 am »

acho uma certa piada a esta onda de noticias anti-trump ( do genero das que o forista Cabeca nos traz) com que somos brindados diariamente. o homem ainda nao tem um dia na casa branca mas ja esta vaticinado que vai ser um desastroso presidente.

Da minha parte ele é uma carta em branco, será ele que vai escrever o que vai ser o seu mandato. Para mim já começou mal ao nomear certas pessoas. Ex: Rex Tillerson.

Citar
a quem e que interessa bombardear as massas com todos os prognosticos catastroficos resultante da sua presidencia ? tenho umas ideias nesta materia mas nao me vou adiantar (aqui).

Porque ele é e sempre foi um homem pouco concensual, até no próprio Partido repúblicano. Alguma das coisas que ele já disse, é uma viragem de 180 graus na politica externa desde a 2ª GM. Isso pode ser bom e mau... depende da forma como vai ser feita.

Citar
deixem-no implementar o seu plano, critiquem-no depois. a partida as linhas chave sao animadoras- proteccao das fronteiras, investimento na infra-estrutura,reatar dos lacos com a Russia, renegociacao dos tratados comercias (como a noticia que deixo abaixo)

Em principio a única coisa boa que vai sair dai vai ser mesmo a pacificação das relações com os Russos, tudo o resto pode ter resultados pouco ou nada esperados. Já se anuncia uma guerra económica com a China e a Alemanha (como tu já tinhas dito e bem anteriormente).

Citar
o publico americano que e zombado pelo mundo fora pela sua ignorancia percebeu o caminho que tinha a frente e optou (bem na minha opiniao) em arriscar que um homem de negocios (que nao gosta de ser comido por parvo) seja o seu presidente. com obama nada mudou, com bush foi uma tragedia, com hillary seria um cocktail explosivo. pode ser que este  donald nao seja assim tao mauzinho como as mas bocas (sao muitas na europa) dao a entender. talvez as suas politicas ate acabem por ter mais impacto positivo no comum americano. vamos la ver.

O povo Norte-Americano está farto do "sistema", tal como grande parte do Ocidente. O "sistema" produz lideranças que dizem uma coisa e depois fazem outra, que têm reuniões à porta fechada e depois fingem que as coisas são feitas às claras. Para mim os Democratas perderam as eleições assim que deram um pontapé no traseiro do Bernie. Ele como candidato "fringe" tinha muito mais hipóteses que a Hillary.

Como já escrevi antes, há coisas no seu programa que eu próprio acho que são boas ideias, que podem ter excelentes resultados, mas outras nem por isso. Já agora, eu sou daqueles que acredita que ele vai mesmo construir o muro/vedação.
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Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Responder #134 em: Janeiro 21, 2017, 11:21:10 am »
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As primeiras horas do mandato do 45º Presidente dos Estados Unidos da América já estão envolvidas em polémica. A página dedicada às conquistas dos direitos LGBT desapareceu do site da Casa Branca.
http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/trump-tomou-posse-e-a-pagina-de-direitos-lgbt-desapareceu-do-site-da-casa-branca

The White House website's page on climate change just disappeared
http://www.cnbc.com/2017/01/20/the-white-house-websites-page-on-climate-change-just-disappeared.html

Enfim
 

 

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