Notícias da Marinha

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Rui Elias

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« Responder #60 em: Fevereiro 27, 2006, 11:59:47 am »
É, Pereira Marques:

Parece que se tratou de uma manobra de ensaios do navio.
 

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TOMKAT

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« Responder #61 em: Junho 24, 2006, 01:53:41 pm »
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O ministro da Defesa, Luís Amado, reforçou na Marinha o número de militares na reserva que podem continuar em efectividade de serviço. Em 2005, foi fixado um máximo de 139 militares nesta situação, mas este ano o número ascendeu aos 337 profissionais. Um aumento na ordem dos 142 por cento.

Oficiais e sargentos foram os postos mais reforçados, de acordo com a portaria n.º1043/2006 publicada ontem em Diário da República. No caso dos oficiais, o número aumentou de 101 para 120, enquanto nos sargentos passou de 15 para 75. A excepção foram os praças, cujo número máximo desceu de 23 para 15.

No total, a Marinha vai passar a dispor de mais 198 militares na reserva para permanecerem em efectividade de serviço. Este reforço poderá dever-se ao elevado número de passagens à reserva registadas em 2005 na Marinha. O CM tentou contactar o porta-voz do Chefe de Estado-Maior da Marinha para obter esclarecimentos, mas até ao final da edição não foi possível.

De acordo com o Estatuto dos Militares das Forças Armadas, os militares na reserva podem passar à efectividade de serviço por decisão ou convocação das chefias militares ou por decisão própria. No Exército e na Força Áerea mantiveram-se os mesmos números, 222 e 120 respectivamente. Para o Exército, são permitidos 152 oficiais, 65 sargentos e cinco praças. Já na Força Aérea estão previstos 75 oficiais e 45 sargentos. A decisão de Luís Amado baseou-se numa proposta do Conselho dos Chefes de Estado Maior.

NOVAS REGRAS SOB PROTESTO

As alterações às regras de passagem à reserva foi uma das medidas do Governo que maior descontentamento provocou no seio das Forças Armadas. Com as novas regras, a partir de Janeiro de 2007, só podem passar à reserva os militares que cumpram 55 anos de idade e 36 de serviço. Caso contrário, estão previstas penalizações. Esta medida provocou em 2005 uma verdadeira corrida aos pedidos de passagem à reserva dos militares, que tentaram escapar às novas regras (ver apoios). A lei anterior estabelecia como critérios para a passagem à reserva: 55 anos de idade ou 36 de serviço. Com a obrigatoriedade dos dois critérios, os militares passam à reserva mais tarde.

PORMENORES

SAÍDAS

No ano passado, 1601 militares deixaram as Forças Armadas e passaram à reserva, um número bem superior ao registado em 2004 nos três ramos: 634. Do número de militares que passaram à reserva em 2005, 906 cumpriam os requisitos.

RECUSADOS

Dos 2192 pedidos de passagem à reserva registados no ano passado, 591 obtiveram ‘não’ como resposta. Os militares que não cumpriram 36 anos de serviço ficam dependentes de uma autorização das chefias militares.

MAIOR PERDA

A Marinha foi o ramo das Forças Armadas que mais militares ‘perdeu’ em 2005: 783. Em 2004, foram registadas apenas 286 saídas.

Ana Patrícia Dias


fonte: http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=206203&idselect=90&idCanal=90&p=200

Ainda vamos ver o Luís F. Silva de regresso às lides... :wink:
IMPROVISAR, LUSITANA PAIXÃO.....
ALEA JACTA EST.....
«O meu ideal político é a democracia, para que cada homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado»... Albert Einstein
 

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Lightning

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« Responder #62 em: Junho 24, 2006, 02:16:30 pm »
Já viram a confusão que provoca mudar um ou para e.
Isto é de doidos :shock:
 

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luis filipe silva

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« Responder #63 em: Junho 24, 2006, 03:06:01 pm »
Tomkat escreveu:
Citar
Ainda vamos ver o Luís F. Silva de regresso às lides...


Acho que se isso acontecesse, nem me davam farda, pois ia logo preso por desafiar as instituições vigentes, e pertencer ao " bando do circo".
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saudações:
Luis Filipe Silva
 

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Rui Elias

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« Responder #64 em: Julho 31, 2006, 11:02:58 am »
Colegas:

O que se passa com a NRP Álvares Cabral?


Não acham estranho o que se passa (ou não se passa) com a NRP Álvares Cabral, navio da classe Vasco da Gama?

Reparem num pequeno historial:

Em 1992, acabadas de chegar, a NRP Vasco da Gama foi a Luanda apoiar o esforço de restirda de nacionais, aquando do reacendimento do conflito.

Em 1998, Junho, na Guiné-Bissau avançou a Vasco da Gama, sendo posteriormente rendida pela Corte Real, e ainda lá estiveram 2 corvetas e o NRP Bérrio.

Em Timor em 1999, após a intervenção internacional no território, avançou numa primeira fase a Vasco da Gama e que foi depois rendida pela agora abatida NRP Hermenegildo Capelo.

Em 2000, aquando das comemorações dos 500 anos do "achamento " do Brasil, a NRP Hermenegislo Capelo esteve em Porto Seguro e depois navegou até ao RJ, na sua última viagem de longo curso.

Recentemente em manobras e integrada na STANAFORLANT esteve a Corte Real que foi depois rendida pela Vasco da Gama para uma comissão de 6 meses.

Mais recentemente a Corte Real esteve em Angola numa operação de cooperação conjunta entre fuzileiros dos 2 países e de regresso escalou S. Tomé e Cabo Verde.

E mais recentemente ainda, a NRP Corte Real participou nas comemorações do Dia da Marinha em Sines e no 10 de Junho, ao largo de Matosinhos.

E a NRP Álvares Cabral?

O que se passa com essa fragata?

Mera coincidência que a leva a estar em manutenção por estas ocasiões, ou estará mais em "reserva" para que o seu ritmo de desgaste seja menor que o das outras duas fragatas suas "irmãs"?

O que me dizem disso, e se sabem de algo que leve a esta aparente imobilidade da NRP Álvares Cabral?

Especulação:

Avaria grave?   :shock:
 

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pedro

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« Responder #65 em: Julho 31, 2006, 12:55:03 pm »
Caro Rui Elias alguem tem que defender Portugal o nao? acho eu?
Cumprimentos
 

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luis filipe silva

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« Responder #66 em: Julho 31, 2006, 12:59:21 pm »
Pedro escreveu:

Citar
Caro Rui Elias alguem tem que defender Portugal o nao? acho eu?
Cumprimentos



 :?:  :?:  :?:  :?:  :?:  :?:  :?:  :?:  :(
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saudações:
Luis Filipe Silva
 

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pedro

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« Responder #67 em: Julho 31, 2006, 01:01:45 pm »
Um erro todos temos.
Cumprimentos
 

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luis filipe silva

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« Responder #68 em: Agosto 12, 2006, 11:34:39 am »
Partiu hoje com destino a Cabo Verde, a corveta Baptista de Andrade.
O navio vai controlar os imigrantes ilegais, que do continente africano se destinam à Europa.
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saudações:
Luis Filipe Silva
 

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luis filipe silva

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« Responder #69 em: Setembro 06, 2006, 02:59:09 am »
Contou-me uma mosca, que voa por aqui e por ali, que o negócio da venda das duas J. Belo foi ao ar, e que vai ser retirada a peça de ré o director de tiro DRBC 32 e os  torpedos, para servirem de patrulhões, e reduzir a tripulação.
São notícias do " Jornal da Caserna" falta a confirmação,
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saudações:
Luis Filipe Silva
 

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Luso

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« Responder #70 em: Setembro 06, 2006, 11:52:09 am »
Julgo essa notícia sobre as João Belo perfeitamente credível
Está de acordo com o tipo de governantes que temos.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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ricardonunes

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« Responder #71 em: Setembro 06, 2006, 12:48:26 pm »
Não estaria o "jornal de caserna" a noticiar isto:

Potius mori quam foedari
 

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P44

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« Responder #72 em: Setembro 07, 2006, 09:54:51 am »
Citação de: "ricardonunes"
Não estaria o "jornal de caserna" a noticiar isto:



a António Enes tinha sido Abatida e depois foi "reactivada"???? :?
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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luis filipe silva

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« Responder #73 em: Setembro 07, 2006, 10:40:30 am »
Não, era mesmo isto.
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o negócio da venda das duas J. Belo foi ao ar, e que vai ser retirada a peça de ré o director de tiro DRBC 32 e os torpedos, para servirem de patrulhões, e reduzir a tripulação.


Citar
a António Enes tinha sido Abatida e depois foi "reactivada"????

Se nunca mais vêm os NPO, NPCs etc... e a quantidade de missões aumenta, que remédio. Desde que o casco aguente e as máquinas também, as exigências como navio de combate não são nenhumas.Bastam as peças de 40mm.

Ah é verdade!... Quando um navio vai para grandes reparações, às vezes é desarmado, (guarnição de manutenção apenas) isso aconteceu aquando do MLU das J. Belo.
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saudações:
Luis Filipe Silva
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #74 em: Setembro 07, 2006, 01:10:42 pm »
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Algarve: Semi-rígido será hoje entregue
Traficantes de droga ajudam a equipar Polícia

Um semi-rígido de 12 metros de comprimento, com dois potentes motores de 250 cavalos, recentemente apreendido numa operação de combate ao tráfico de droga, entra hoje ao serviço da capitania do porto de Vila Real de Santo António.

Raúl Coelho

Nova lancha da Polícia Marítima transporta mais homens e opera em qualquer estado de mar
Na cerimónia, que decorrerá às 11h30, presidida pelo Governador Civil de Faro, António Pina, o almirante Medeiros Alves, director-geral da Autoridade Marítima, fará a entrega da embarcação ao comandante da capitania do porto.

“Vai permitir-nos, a partir de agora, jogar taco a taco com os narcotraficantes”, diz Reis Ágoas, comandante da Zona Marítima do Sul, que se escusa a divulgar quando e a quem foi apreendida a lancha rápida, “para não lhes darmos oportunidade de retaliarem”, explica.

Habituado a constatar a fuga dos traficantes, em potentes lanchas rápidas, quando surpreendidos pela intervenção da Marinha, Reis Ágoas não esconde o seu contentamento por agora poder actuar com qualquer espécie de mar e “ainda por cima este reforço de material foi feito de uma forma económica”, salienta este oficial, referindo-se ao facto desta ‘dádiva’ ser proveniente de uma apreensão ao ‘inimigo’.

Também Rodrigues Campos, comandante da capitania do porto de Vila Real de Santo António, prestes a passar o comando a Fernando Pacheco, o novo comandante nos próximos três anos, considera fundamental a actuação desta embarcação, por conseguir “uma velocidade considerável e embarcar até 15 homens, o dobro dos actuais”, afirma aquele oficial.

Rodrigues Campos garante que a Polícia Marítima fica agora com melhores condições para as suas operações de fiscalização da costa, para o combate ao tráfico e até para a luta contra a imigração de clandestinos através do mar. “É um problema para o qual estamos em alerta, mas que ainda não surgiu em força na nossa zona”, garante o comandante do porto vila-realense.

Também a Polícia Marítima de Portimão vai receber em breve, possivelmente este mês, uma lancha rápida que chegará nas mesmas condições da nova embarcação de Vila Real de Santo António. A lancha foi apreendida no âmbito do combate ao tráfico e reverteu a favor do Estado.

Com um comprimento de 12 metros, o barco está apto a todo o tipo de missões, incluindo vigilância marítima a distâncias consideráveis da costa.

BF DA GNR TEM SEIS LANCHAS

No Algarve, a Brigada Fiscal da GNR tem, no seu Destacamento Marítimo, um conjunto de meios considerados satisfatórios – total de seis lanchas – para as missões atribuídas àquela força, em particular no combate ao tráfico de droga, acção em que os resultados dos últimos anos foram particularmente relevantes. Vila Real de Santo António, Olhão e Portimão dispõem, em cada capitania, de uma lancha de fiscalização de águas interiores e as três embarcações estão operacionais, cumprindo regularmente as suas missões. No que diz respeito a lanchas de vigilância e intercepção, preparadas para operações em alto mar, são três as que se encontram em actividade e uma quarta poderá ser utilizada caso as necessidades de trabalho das autoridades o obriguem, pois faltam apenas resolver questões de documentação que não impedem a sua operacionalidade.
Teixeira Marques, com A.A.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

 

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