6ª Geração

  • 554 Respostas
  • 92440 Visualizações
*

dc

  • Investigador
  • *****
  • 10792
  • Recebeu: 5530 vez(es)
  • Enviou: 888 vez(es)
  • +5388/-1472
Re: 6ª Geração
« Responder #540 em: Fevereiro 18, 2026, 05:28:30 pm »
A mim parece-me óbvio que, a FAP a ser obrigada a receber um eurocanard (via SAFE ou não), vai anular qualquer chance de dar o salto geracional nas próximas décadas.

A vantagem de realizar uma solução stop-gap como a modernização dos F-16 para V (ou comprar alguns V recentemente modernizados aos gregos), é que além de mais barata, não empata verba do SAFE, e obriga a que no fim da década de 30/início da de 40 se avance com a sua substituição, desfasada dos programas da década de 30, e com os candidatos 6G já em cima da mesa como opção.

A ser impossível comprar F-35, esta é a derradeira solução.

Usar o SAFE para comprar caças novos, seria um erro por várias razões, inclusive financeiras.

Ao usar o SAFE 2.0 (vamos dizer 5800M, tal como o actual), para comprar caças novos, basicamente 90% do valor iria para este programa, com a LPM a ter que financiar todos os outros programas.

Isto traz o risco em que só se avança no programa de caças, e outros programas (fragata, submarinos, MPA, etc) fiquem em águas de bacalhau por falta de orçamento - tudo isto para ter um caça que o ramo não quer, e que não representa um salto tecnológico que justifica o preço.

Em contraste, a modernização dos F-16 para V, custaria quanto muito 2000M, relativamente fáceis de obter na LPM, e ainda teríamos o tal SAFE 2.0 para resolver tudo o resto.

Resumindo, se não é para dar o salto geracional, não compensa de maneira alguma comprar algo novo (a excepção poderia quanto muito ser KF-21, que teoricamente é mais barato que os caças europeus).

E sabendo que o orçamento pode ser limitado, num hipotético investimento combinado de 10000M (LPM + SAFE 2.0) em equipamento, eu antes prefiro gastar <2000M a modernizar os F-16, gastar os 5800M do SAFE 2.0 em vários programas europeus (fragatas, AA, mais Boxer, etc), e depois ainda me sobrarem uns 2200 para outros programas, como munições, subs coreanos, etc.
 

*

JohnM

  • Investigador
  • *****
  • 2110
  • Recebeu: 1603 vez(es)
  • Enviou: 661 vez(es)
  • +421/-138
Re: 6ª Geração
« Responder #541 em: Fevereiro 18, 2026, 05:38:20 pm »
A mim parece-me óbvio que, a FAP a ser obrigada a receber um eurocanard (via SAFE ou não), vai anular qualquer chance de dar o salto geracional nas próximas décadas.

A vantagem de realizar uma solução stop-gap como a modernização dos F-16 para V (ou comprar alguns V recentemente modernizados aos gregos), é que além de mais barata, não empata verba do SAFE, e obriga a que no fim da década de 30/início da de 40 se avance com a sua substituição, desfasada dos programas da década de 30, e com os candidatos 6G já em cima da mesa como opção.

A ser impossível comprar F-35, esta é a derradeira solução.

Usar o SAFE para comprar caças novos, seria um erro por várias razões, inclusive financeiras.

Ao usar o SAFE 2.0 (vamos dizer 5800M, tal como o actual), para comprar caças novos, basicamente 90% do valor iria para este programa, com a LPM a ter que financiar todos os outros programas.

Isto traz o risco em que só se avança no programa de caças, e outros programas (fragata, submarinos, MPA, etc) fiquem em águas de bacalhau por falta de orçamento - tudo isto para ter um caça que o ramo não quer, e que não representa um salto tecnológico que justifica o preço.

Em contraste, a modernização dos F-16 para V, custaria quanto muito 2000M, relativamente fáceis de obter na LPM, e ainda teríamos o tal SAFE 2.0 para resolver tudo o resto.

Resumindo, se não é para dar o salto geracional, não compensa de maneira alguma comprar algo novo (a excepção poderia quanto muito ser KF-21, que teoricamente é mais barato que os caças europeus).

E sabendo que o orçamento pode ser limitado, num hipotético investimento combinado de 10000M (LPM + SAFE 2.0) em equipamento, eu antes prefiro gastar <2000M a modernizar os F-16, gastar os 5800M do SAFE 2.0 em vários programas europeus (fragatas, AA, mais Boxer, etc), e depois ainda me sobrarem uns 2200 para outros programas, como munições, subs coreanos, etc.
Num mundo em que os F-16 não estivessem comprometidos estruturalmente essa seria uma opção válida e óbvia. No entanto, a versão oficial da FAP é que são irrecuperáveis de forma minimamente aceitável financeiramente, tudo o resto é especulação aqui no fórum. Até a FAP vir a terreiro dizer que as atuais células podem ser modernizadas, continuar a insistir nesse cenário é irrealista.

Pessoalmente, acho absolutamente irrealista esperar que Portugal adquira aviões 6G antes de 2050, ou seja, cerca de 10 anos depois da entrada ao serviço nas outras forças aéreas (como já foi aqui adiantado por alguém), pelo que qualquer solução que entre ao serviço em 2030 terá que sobreviver durante uns 20 anos. A se concretizar este cenário, então uma das esquadras de eurocanard poderia ser usada e modernizada (e adquirida através da LPM), sendo substituída daqui a 20 anos, enquanto a segunda esquadra (com aviões novos adquiridos pelo SAFE 2.0) poderia continuar a servir até 2060 ou mais em tarfeas menos exigentes como DCA, QRA, policiamento, ataque marítimo, etc. É ideal? Não é, porque obriga a duas linhas logísticas e de treino diferentes a partir de 2050, mas também não é inaudito e, acima de tudo, duvido que Portugal consiga/queira disponibilizar dinheiro para adquirir e manter operacionais duas esquadras de 5G ou 6G…
« Última modificação: Fevereiro 18, 2026, 06:01:41 pm por JohnM »
 

*

goncalobmartins

  • Investigador
  • *****
  • 1458
  • Recebeu: 739 vez(es)
  • Enviou: 980 vez(es)
  • +106/-13
Re: 6ª Geração
« Responder #542 em: Fevereiro 18, 2026, 09:17:39 pm »
 

*

JohnM

  • Investigador
  • *****
  • 2110
  • Recebeu: 1603 vez(es)
  • Enviou: 661 vez(es)
  • +421/-138
Re: 6ª Geração
« Responder #543 em: Fevereiro 18, 2026, 09:27:59 pm »
Projeto ‘caça europeu’ não serve necessidades militares da Alemanha, diz Merz

https://eco.sapo.pt/2026/02/18/projeto-caca-europeu-nao-serve-necessidades-militares-da-alemanha-diz-merz/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
Quando o chanceler alemão diz uma coisa destas, não há muita volta a dar. O FCAS tal como o conhecemos, morreu hoje… vamos ver o que vai resulta em termos de drones, sistemas de controle e informação, etc.
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: Subsea7

*

Pilotasso

  • Perito
  • **
  • 362
  • Recebeu: 268 vez(es)
  • Enviou: 187 vez(es)
  • +64/-67
Re: 6ª Geração
« Responder #544 em: Fevereiro 18, 2026, 10:21:56 pm »
Ora bem, temos:
1- o GCAP,
2- talvez a França avance com a India
3- E agora? Alemanha/suécia?
4- F-47 na europa?
 

*

JohnM

  • Investigador
  • *****
  • 2110
  • Recebeu: 1603 vez(es)
  • Enviou: 661 vez(es)
  • +421/-138
Re: 6ª Geração
« Responder #545 em: Fevereiro 18, 2026, 10:31:51 pm »
Ora bem, temos:
1- o GCAP,
2- talvez a França avance com a India
3- E agora? Alemanha/suécia?
4- F-47 na europa?
1 – Sim, mais a Arábia Saudita (quase certo), Austrália (bastante provável) e Alemanha (provável, mas menos, ver ponto 3 abaixo).

2 - Provável.
 
3 – Possível, mas menos provável. O projeto, para já, não passa de uma declaração de intenções sueca, com uns powerpoints e estudos à mistura. Duvido que venha a estar pronto na escala temporal que os alemães querem. E não há know-how em nenhum dos dois países em áreas criticas, como os motores… não vai ser fácil, o que pode empurrar a Alemanha para o GCAP (já fizeram contactos com a Itália e o Reino Unido para ver essa possibilidade).

4 – Extremamente improvável, porque a Europa não quer ficar dependente dos Estados Unidos  e estes já disseram que eventuais versões de exportação serão downgraded.
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: Duarte, Subsea7

*

Ghidra

  • Analista
  • ***
  • 647
  • Recebeu: 365 vez(es)
  • Enviou: 236 vez(es)
  • +415/-336
  • 🙈🙉🙊
Re: 6ª Geração
« Responder #546 em: Fevereiro 19, 2026, 11:45:16 am »
Talvez seja marketing por parte da BAE mas...

BAE says its Eurofighter pipeline is filled until first GCAP assembly


PARIS – BAE Systems said the production pipeline for the Eurofighter Typhoon fighter jet is filled until the start of final assembly of the sixth-generation stealth aircraft being developed through the Global Combat Air Programme, or GCAP.
“The good news is that we now have production requirements all the way through to when we start doing final assembly of a GCAP capability, which is important,” BAE Chief Executive Officer Charles Woodburn told financial analysts in a call on Wednesday following the London-based company’s full-year earnings report.
Spain and Italy placed additional orders for the Eurofighter at the end of 2024, followed by Germany in October, with Turkey joining the program as a new customer that same month, with deliveries continuing into the mid 2030s. The GCAP program between the United Kingdom, Italy and Japan targets an entry into service in 2035 for the next-gen combat aircraft.

The Eurofighter consortium formed by Airbus, BAE and Leonardo announced plans in June 2025 to increase production of the aircraft to 20 jets a year by mid-2028 from annual production of 14, rising to 30 planes a year at a later point.
“We’ve talked before about sort of the pathway to doubling production rates, and I think we’re well on that, having secured Türkiye, and there are other opportunities,” Woodburn said. Regarding the multi-year plan to increase production rates, “we’re well on that journey, and we will adjust, if needed, upwards if we are successful in securing further orders,” the BAE CEO said.
BAE makes the front fuselage and the vertical stabilizer of the Eurofighter, Airbus makes the center fuselage and right-hand wing, Leonardo makes the left wing, while BAE together with Leonardo supplies the rear fuselage.
Woodburn said Eurofighter has additional opportunities for support and new aircraft sales, both from existing and new customers, and including potential new European orders. He said the latest missile systems from MBDA provide the aircraft with “extremely good capabilities.”
The Eurofighter can carry MBDA’s ramjet-powered Meteor, considered one of the world’s best beyond-visual-range air-to-air missiles, as well as the Storm Shadow cruise missile. The weapon package for Turkey’s purchase of the aircraft includes the Meteor, the prospect of which had raised alarm in Greece in early 2025.
The GCAP program is “making really good progress,” according to Woodburn, who said BAE is “delighted” with the partnership it has.
Asked whether GCAP would be able to accommodate Airbus as a partner in case the French-German-Spanish Future Combat Air System program falls apart, Woodburn avoided specifics. The competing program to develop a sixth-generation fighter has stalled amid bickering between Airbus and Dassault System over control and work share.
“The decisions around expanding the partnership are entirely down to the three governments of Italy, Japan and the U.K.,” the CEO said. “There’s really not much more I can comment on that, apart from the fact that we have a really strong partnership that is making great progress and moving at pace.”
Europe is becoming an increasingly important part of BAE’s business, with 2025 reported sales in the region climbing 28%, compared to overall sales growth of 8% for the company. The United States is the biggest market for BAE, followed by the U.K.
Europe accounted for 32% of the BAE order book at the end of December, while accounting for 11% of sales in 2025, according to Woodburn, who said he expects “significant growth” there over the next five years as the company works “as we build out that backlog.”
BAE expects to benefit from rising defense spending on the continent, both through its local businesses such as Hägglunds in Sweden and its stakes in Eurofighter and MBDA, as well as by partnering with companies such as PGZ in Poland, which can benefit from the European Union’s defense loans program, according to the CEO.
“In our order outlook, we’re expecting significant growth in Europe, and it’s a combination of selling in from our UK business, but very importantly, strongly enhanced by our footprint already within Europe, and specifically the EU.”

https://www.defensenews.com/global/europe/2026/02/19/bae-says-its-eurofighter-pipeline-is-filled-until-first-gcap-assembly/
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: JohnM

*

dc

  • Investigador
  • *****
  • 10792
  • Recebeu: 5530 vez(es)
  • Enviou: 888 vez(es)
  • +5388/-1472
Re: 6ª Geração
« Responder #547 em: Fevereiro 19, 2026, 04:30:27 pm »
Num mundo em que os F-16 não estivessem comprometidos estruturalmente essa seria uma opção válida e óbvia. No entanto, a versão oficial da FAP é que são irrecuperáveis de forma minimamente aceitável financeiramente, tudo o resto é especulação aqui no fórum. Até a FAP vir a terreiro dizer que as atuais células podem ser modernizadas, continuar a insistir nesse cenário é irrealista.

Pessoalmente, acho absolutamente irrealista esperar que Portugal adquira aviões 6G antes de 2050, ou seja, cerca de 10 anos depois da entrada ao serviço nas outras forças aéreas (como já foi aqui adiantado por alguém), pelo que qualquer solução que entre ao serviço em 2030 terá que sobreviver durante uns 20 anos. A se concretizar este cenário, então uma das esquadras de eurocanard poderia ser usada e modernizada (e adquirida através da LPM), sendo substituída daqui a 20 anos, enquanto a segunda esquadra (com aviões novos adquiridos pelo SAFE 2.0) poderia continuar a servir até 2060 ou mais em tarfeas menos exigentes como DCA, QRA, policiamento, ataque marítimo, etc. É ideal? Não é, porque obriga a duas linhas logísticas e de treino diferentes a partir de 2050, mas também não é inaudito e, acima de tudo, duvido que Portugal consiga/queira disponibilizar dinheiro para adquirir e manter operacionais duas esquadras de 5G ou 6G…

A primeira etapa, seria o primeiro passo a dar - perceber, de forma imparcial e sem tusa do mijo, o real estado da frota F-16.

Se realmente não for possível fazê-lo, eu aconselhava sondar os gregos a ver se estão dispostos a vender 24 dos seus F-16V recentemente modernizados. Com jeitinho, vendem por uns 1500M, e ficamos com o assunto resolvido por uns anos, para conseguir tomar decisões a sério quanto ao futuro.

Para os gregos seria benéfico, pois podiam comprar aos franceses mais Rafale, ou aumentar a encomenda de F-35, em que ~1500M perto de metade dos aviões adicionais. É win-win para os dois lados.

Essa opção de adquirir eurocanards usados para uma esquadra, e novos para outra fica absurdamente cara, e basicamente vai impedir que haja dinheiro para os 6G.
Ainda por cima, pagamentos do SAFE iriam coincidir com pagamentos dos 6G. Basicamente a despesa com a Defesa nesses anos ia ficar inflacionada pelo pagamento do empréstimo, e consequentemente teríamos verba reduzida para comprar o que quer que seja.
 

*

Pilotasso

  • Perito
  • **
  • 362
  • Recebeu: 268 vez(es)
  • Enviou: 187 vez(es)
  • +64/-67
Re: 6ª Geração
« Responder #548 em: Fevereiro 22, 2026, 04:32:31 pm »
Será esta finalmente a verdadeira forma do F-47?
Citação de: the avionist
Pratt & Whitney Shows F-47-Like Fighter in Latest XA103 Adaptive Engine Video

https://theaviationist.com/2026/02/20/pw-f-47-like-design-ngap/



Motor XA103 de ciclo variável:



Site oficial da Pratt:
https://www.rtx.com/news/2026/02/18/fast-tracking-the-fighter-jet-engine-of-the-future

Video fulll-screen:

https://prd-sc102-cdn.rtx.com/-/media/rtx/news-images/2025/11/rtx_ngap_02-17-2026.mp4?rev=b8d27c16797c473db4699506dffef8c6&rid=7e4407dbb72d4644a9ebd89d5c4b9275


« Última modificação: Fevereiro 22, 2026, 09:22:35 pm por Pilotasso »
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: Charlie Jaguar

*

miguelbud

  • Especialista
  • ****
  • 1065
  • Recebeu: 206 vez(es)
  • Enviou: 78 vez(es)
  • +91/-447
Re: 6ª Geração
« Responder #549 em: Fevereiro 25, 2026, 07:49:03 pm »
Ex CEO da Airbus considera “erro estratégico” Alemanha construir caça com França

https://eco.sapo.pt/2026/02/25/ex-ceo-da-airbus-considera-erro-estrategico-alemanha-construir-caca-com-franca/
 

*

JohnM

  • Investigador
  • *****
  • 2110
  • Recebeu: 1603 vez(es)
  • Enviou: 661 vez(es)
  • +421/-138
Re: 6ª Geração
« Responder #550 em: Fevereiro 25, 2026, 08:14:20 pm »
Ex CEO da Airbus considera “erro estratégico” Alemanha construir caça com França

https://eco.sapo.pt/2026/02/25/ex-ceo-da-airbus-considera-erro-estrategico-alemanha-construir-caca-com-franca/
Eis a primeira iniciativa para a Alemanha entrar no GCAP… não demorou muito…
 

*

P44

  • Investigador
  • *****
  • 22749
  • Recebeu: 8172 vez(es)
  • Enviou: 9305 vez(es)
  • +8242/-14447
Re: 6ª Geração
« Responder #551 em: Março 01, 2026, 07:53:46 pm »
READ 💬: The ambitious vision for a sovereign European sixth-generation fighter jet has suffered a potentially fatal blow. On Friday, February 27, 2026, Belgian Defence Minister Theo Francken declared that the Future Combat Air System (FCAS) is effectively dead, citing an irreconcilable strategic divide between Paris and Berlin.

The project, a tri-national initiative between France, Germany, and Spain valued at over €100 billion, was intended to produce a "System of Systems" featuring a stealth fighter, autonomous drone wingmen, and a combat-ready AI cloud by 2040. However, following recent comments from German Chancellor Friedrich Merz, Belgium, a key prospective partner, now considers the program defunct.

The final straw for the Belgian Ministry of Defence came after Chancellor Merz signaled a shift in German procurement priorities. Merz reportedly stated that Germany’s operational requirements for a future fighter do not align with the carrier-capable, high-endurance specifications demanded by France.

"There will be no sixth-generation French-German-Spanish fighter jet," Francken stated bluntly in a social media post. He argued that the rift between the two European powerhouses has become too deep to bridge, adding that "a European sixth-generation aircraft remains a dream."

Belgium’s relationship with the FCAS program has been rocky since it approved full participation in July 2025. The core of the tension stems from Belgium’s existing commitment to the American F-35 Lightning II. 🔻

📌 The Dassault Ultimatum: Éric Trappier, CEO of Dassault Aviation (France’s lead contractor), previously sparked outrage in Brussels by suggesting Belgium was "making a monkey" out of France by trying to join FCAS while simultaneously operating U.S. jets.

📌 The Belgian Rebuttal: Francken dismissed Trappier as an "arrogant industrialist," asserting that Belgium would not take lessons from contractors while reassessing its strategic options.

France, Germany, and Spain had set a deadline of late 2025 to resolve lingering disputes over workshare, intellectual property, and export controls. That deadline passed with no resolution, and the decision was postponed indefinitely.

Berlin is currently awaiting a formal response from Paris by the end of this month on how, or if, to proceed. However, with the Belgian declaration of "death" for the project, the political momentum for the tri-national jet appears to have evaporated.

Minister Francken is scheduled to present a contingency plan to the Belgian Defence Committee next Wednesday. With FCAS seemingly off the table, Belgium is expected to look toward other "Global Combat" options: 🔻

📌 GCAP Integration: Brussels may explore joining the Global Combat Air Programme (GCAP), the rival sixth-generation project led by the UK, Italy, and Japan.

📌 U.S. Partnerships: Further investment into the U.S. Next Generation Air Dominance (NGAD) or Collaborative Combat Aircraft (CCA) programs.

📌 F-35 Modernization: Doubling down on the F-35 fleet as the sole backbone of Belgian airpower for the mid-century.

"We are looking at all options," Francken concluded, emphasizing that Belgium's priority remains the defense of its airspace, with or without a pan-European platform.

"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: Pilotasso

*

Patrao

  • Membro
  • *
  • 37
  • Recebeu: 77 vez(es)
  • Enviou: 11 vez(es)
  • +7/-5
Re: 6ª Geração
« Responder #552 em: Hoje às 07:59:26 am »

Rolls-Royce boss ‘open’ to Germany joining UK’s fighter jet project

https://www.theguardian.com/business/2026/mar/02/rolls-royce-germany-uk-fighter-jet-tufan-erginbilgic
 

*

Red Baron

  • Investigador
  • *****
  • 3253
  • Recebeu: 751 vez(es)
  • Enviou: 402 vez(es)
  • +202/-577
Re: 6ª Geração
« Responder #553 em: Hoje às 05:53:25 pm »
Citar
Guillaume Faury, the CEO of Airbus, similarly said on Thursday that building two separate jets might be the way forward.

"If mandated by our customers, we would support a two-fighter solution and are committed to playing a leading role," Faury told a news conference.

A Alemanha ainda vai comprar um de cada.  :mrgreen:
 

*

Pilotasso

  • Perito
  • **
  • 362
  • Recebeu: 268 vez(es)
  • Enviou: 187 vez(es)
  • +64/-67
Re: 6ª Geração
« Responder #554 em: Hoje às 06:36:08 pm »
Depois da facada nas costas pela França?  ::)

vai sair uma encomenda de 300 GCAP's.  :mrgreen: