Há que definir prioridades...sport TV, cabeleiros...
Tragicamente, não tem nada a ver com isto, porque os valores envolvidos, são muito, mas muito superiores a eventuais gastos em todos os ramos, que podem ser considerados desnecessários, mas que de facto pouco contam...
Nós vivemos nos três ramos das forças armadas, há muitos anos, num conto ou fábula, que não quer de maneira nenhuma encarar com olhos de ver os custos de manutenção dos equipamentos.
Isto está sempre, sempre, sempre a repetir-se com quase tudo, desde os EH-101 às fragatas, aos carros de combate Leopard-2.
Os patrulhas Tejo, são um exemplo...
Ainda que a ideia da modularidade seja um fiasco e nunca tenha funcionado de forma adequada (acreditando no que alguns criticos na Dinamarca dizem) mesmo assim as plataformas tinham perfeitamente pernas para andar. São patrulhas, poderiam perfeitamente ser utilizados para velocidades de 18 nós, esquecendo o resto, mas poderiam ter sido mantidas e mesmo modernizadas com um a peça de artilharia ligeira de 30mm ou 35mm.
Não havia dinheiro nem para a tinta ...
E a coisa azedou quando parte da guarnição deu com a lingua nos dentes sobre o estado miserável a que Melo Gomes tinha deixado chegar os navios.
E aqui, provavelmente nem é culpa completa do almirante, que apenas acho que se portou muito mal em todo o escandalo relacionado com o motim na Madeira.
E isto continua, porque parece ser uma caracteristica que está no sangue ... Nunca manter, mas usar até não ser possível fazer mais nada.
Colocar aviões de lado, esperando que no futuro seja possivel fazer algo, é o mínimo que se pode fazer