Coronavirus

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Re: Coronavirus
« Responder #2700 em: Novembro 23, 2021, 10:07:29 pm »
cruzes, tenho associado o nr da besta!

https://ionline.sapo.pt/artigo/753761/ondas-invisiveis-da-pandemia-mais-crises-psicologicas-em-jovens-e-mais-comportamentos-suicidarios-?seccao=Portugal_i

Lidando de perto com adolescentes..... e os pais das criaturas..... chego à conclusão que era muito benéfico o regresso do SMO!
Quando eu vejo a educação de algumas criaturas a meses de irem estagiar para uma empresa e ver a forma como respondem aos próprios pais...... acho que se resolviam 2 problemas de uma só vez, a falta de militares e o excesso de arrogantes!

Não faltam pessoas que fizeram SMO e deram em criminosos, como tens atualmente militares e ex-militares a cometer crimes, portanto cai o mito do SMO.

As pessoas não vão para as FA's porque estas não têm nada para oferecer, alias já se está alargar a mais áreas da sociedade desde a pandemia: https://observador.pt/2021/11/23/iefp-vagas-de-emprego-por-preencher-estao-em-niveis-recorde/ - querem pessoas? Paguem ou criem sistemas de benefícios!
 
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Re: Coronavirus
« Responder #2701 em: Novembro 23, 2021, 11:28:58 pm »
cruzes, tenho associado o nr da besta!

https://ionline.sapo.pt/artigo/753761/ondas-invisiveis-da-pandemia-mais-crises-psicologicas-em-jovens-e-mais-comportamentos-suicidarios-?seccao=Portugal_i

Lidando de perto com adolescentes..... e os pais das criaturas..... chego à conclusão que era muito benéfico o regresso do SMO!
Quando eu vejo a educação de algumas criaturas a meses de irem estagiar para uma empresa e ver a forma como respondem aos próprios pais...... acho que se resolviam 2 problemas de uma só vez, a falta de militares e o excesso de arrogantes!

Esquece lá isso... Há 20 anos atrás sim. Agora?!

Agora se quiserem até podem responder mal aos instrutores que não se passa nada.
Onde antes levavam logo um chapadão nas fuças, agora o instrutor é que se lixa...

Castigos? Não está em horário não se pode fazer...
Tantos que foram repreendidos pelos comandantes por mandarem umas de braços ao pessoal que metia patas...
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Re: Coronavirus
« Responder #2702 em: Novembro 26, 2021, 07:32:52 pm »
Citar
A nova variante do coronavírus SARS-CoV-2, detetada pela primeira vez na África do Sul, é geneticamente diferente das outras, tem um número elevado de mutações, mas desconhece-se se é mais perigosa.



https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/omicron-o-que-sabemos-sobre-a-nova-variante-que-esta-a-preocupar-a-europa

Mas na dúvida, toca a disparar os alarmes
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
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Re: Coronavirus
« Responder #2703 em: Dezembro 01, 2021, 05:15:06 pm »
Portugal entra em estado de calamidade


 

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Re: Coronavirus
« Responder #2704 em: Dezembro 02, 2021, 09:46:25 am »
O país recordista da vacinação mundial a mostrar aos outros que 90% de vacinados ou 50% vai dar ao mesmo
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Re: Coronavirus
« Responder #2705 em: Dezembro 02, 2021, 03:38:47 pm »
Covid-19: CEO da Pfizer diz que reforço da vacina deverá ter de ser anual para manter “nível elevado de proteção”
https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-ceo-da-pfizer-diz-que-reforco-da-vacina-devera-ter-de-ser-anual-para-manter-nivel-elevado-de-protecao/
Citar
A população provavelmente vai precisar de reforços de vacinação anuais contra a Covid-19 nos próximos anos, segundo o CEO da Pfizer Albert Bourla.

Em declarações à ‘BBC’, o especialista sublinhou que estes reforços devem ser necessários para manter um “nível muito elevado de proteção”.

Bourla disse que a Pfizer já desenvolveu vacinas atualizadas em resposta à vaiante Beta, também identificada pela primeira vez na África do Sul, e à Delta, identificada pela primeira vez na Índia.

A empresa, adiantou ainda o executivo, está agora a trabalhar numa vacina atualizada em resposta à variante Ómicron, que pode estar pronta em 100 dias.

O responsável disse que as vacinas ajudaram a salvar milhões de vidas durante a pandemia, e sem elas a “estrutura fundamental da nossa sociedade estaria ameaçada”

Até ao final do ano, a Pfizer espera ter fornecido três mil milhões de doses da sua vacina de ácido ribonucléico mensageiro (mRNA) com quatro mil milhões previstos para o próximo ano.

Houve uma corrida global para proteger as pessoas mais vulneráveis, disse Bourla, mas em 2022, os países terão “tantas doses quanto precisassem”, garantiu.

Bourla deixou ainda uma mensagem forte para aqueles que não querem ser vacinados. “Para quem está com medo, digo que a única emoção dos seres humanos mais forte do que o medo é o amor”, afirmou.

“Por isso, estou sempre a usar este argumento de que a decisão de tomar a vacina não vai influenciar só a sua saúde, vai afetar a saúde de outras pessoas e principalmente a saúde das pessoas que mais ama e com quem vai interagir”, alertou.

Ele que a tome todos os anos PQP.
 
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Re: Coronavirus
« Responder #2706 em: Dezembro 02, 2021, 04:55:35 pm »
« Última modificação: Dezembro 02, 2021, 05:03:11 pm por HSMW »
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Re: Coronavirus
« Responder #2707 em: Dezembro 06, 2021, 11:42:48 am »
Não sei se estão a par das novas regras de higiene e segurança que estão em vigor para alguém entrar em Portugal, mas quem estiver a tentar entrar no país, prepare-se para um possível pesadelo, que até pode iniciar ainda no país de origem da viagem!

Infelizmente no dia 2 de Dezembro, tive de viajar para a Alemanha para ir a um funeral de um familiar e regressar no dia 4. Repito, Alemanha, país do mesmo espaço Schengen!
Para a Alemanha, apenas foi necessário apresentar o certificado de vacinação (carregado via internet quando efectuei o check-in online) através da companhia Lufthansa, essa empresa de aviação low cost, que pratica voos directos do Porto para Frankfurt (ao contrário da TAP) e com preços a metade do valor da TAP, o descaramento!!!!!!
Para lá não tivemos qualquer problema, para cá já sabia que seria mais complicado, devido às novas regras impostas pelo nosso desgoverno! Quando embarquei, já tinha feito um teste PCR (iria receber o resultado ao fim do dia, que já sabia que seria negativo, porque tinha o cuidado de fazer um auto-teste antes) que tinha validade suficiente ainda quando regressasse a 4 de Dezembro (os testes PCR por cá têem a validade de 72 horas).

A aventura começou no regresso no dia 4, logo pelas 4h da manhã e enfrentar o percurso feito de carro de 200km até Frankfurt debaixo de neve! O voo deveria ocorrer pelas 9:50h….. mas a Lufthansa teve de pedir reforços de funcionários, para se certificarem que cada passageiro tinha o certificado de vacinação + teste covid-19 válido (PCR é de 72 horas e todos os outros só 48h) + o PLC – Passenger Locator Card (emitido pelo site do Ministério da Saúde). Os funcionários da Lufthansa avisaram logo que ninguém embarcava sem estes 3 documentos, para além da identificação individual!!!!!

O problema acontece quando o Terminal A que é só da Lufthansa e com dezenas de portas de embarque, teve de reforçar com mais funcionários o voo do Porto….. e mesmo assim partimos com 2 horas de atraso!!!!!! Mais uma vez, dentro do espaço Schengen!!!!!
Quando chegamos ao Porto, já estava a próxima tripulação que iria tomar os comandos do avião, a meio da manga de acesso, com ar de enfado e o comandante sentado na sua pasta a olhar para o chão!!!!!!! Pois pudera, secar várias horas no aeroporto........

De seguida somos brindamos com uma dúzia de seguranças da Securitas a verem 1 por 1, se tínhamos o teste à covid19 válido, para além da identificação! E atrás dos seguranças, afastados uns 20 metros, uns 6 a 8 PSP armados à espera que alguém não cumprisse com a exigência ou que reclamasse!!!!!!
Não sei como correm os outros voos, aí o caro Tenente saberá dizer melhor o que por aí vai, mas se o nosso voo demorou mais 2horas só na partida, imagino os outros voos com as companhias em pânico para evitarem pagar multas de 20 a 40 000€ (e o passageiro sem teste válido paga logo 300€ para além de fazer o teste obrigatório para os nacionais ou até ser expulso do país)!!!!

Mas temos de agradecer ao desvairo (mais um) deste governo, e que só à TAP fez cancelar mais de 100 voos em 2 semanas!!!!!
« Última modificação: Dezembro 06, 2021, 11:56:27 am por Viajante »
 
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Re: Coronavirus
« Responder #2708 em: Dezembro 09, 2021, 12:57:22 pm »
Covid-19. “É uma vaga muito moderada”. Investigadora portuguesa na África do Sul não entende alarme com Ómicron
https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-e-uma-vaga-muito-moderada-investigadora-portuguesa-na-africa-do-sul-nao-entende-alarme-com-omicron/
Citar
Marta Nunes, uma investigadora portuguesa que trabalha no maior hospital de África do Sul, não entende o alarme gerado à voltada variante Ómicron, uma vez que os casos reportados são ligeiros, sem repercussões mais graves.

“Até agora é uma vaga muito moderada. Temos muitos casos positivos, mas com uma infeção muito ligeira que não requerem internamento. Houve 300 internamentos nas últimas 48 horas e cerca de 10 mortes”, indica em declarações à ‘RTP’.

Para além disso, a especialista também não concorda com a proibição de voos para a África Austral, que diz ter “um impacto enorme” na região. “A África do Sul estava a pouco e pouco a retomar a vida normal, uma das grandes indústrias do país é o turismo”, sublinha.

Marta Nunes revela que a população não está especialmente preocupada com esta nova variante. “É verão aqui na África do Sul e as pessoas estão relativamente relaxadas. Os restaurantes estão abertos. Estávamos à espera que se calhar o governo proibisse o trânsito entre províncias, o que não aconteceu”, aponta.Questionada sobre os sintomas mais comuns da Ómicron, a investigadora adianta que “há muita gente com dores de garganta, é um sintoma que parece ser muito prevalente”, e, por outro lado, “sintomas que eram característicos anteriormente, como a falta de sabor ou cheio, não estão a ser muito reportados nesta variante”, conclui.

Mas alguém tem dúvidas, que os objectivos em nome deste vírus COVID-19 são outros.
 
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Re: Coronavirus
« Responder #2709 em: Dezembro 09, 2021, 01:50:18 pm »
https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-vacinacao-de-criancas-e-desproporcionada




COVID-19: Vacinação de crianças é "desproporcionada", diz Colégio da Especialidade de Pediatria da Ordem dos Médicos
N.N./Lusa  9 dez 2021 12:10 Atualidade
A vacinação de crianças entre os 5 e os 11 anos é “desproporcionada” e “desnecessária” e não aconteceria em “nenhuma outra doença” com “um terço da população já protegida”, disse hoje o presidente do Colégio da Especialidade de Pediatria.
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Re: Coronavirus
« Responder #2710 em: Dezembro 09, 2021, 02:56:56 pm »
https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-vacinacao-de-criancas-e-desproporcionada


COVID-19: Vacinação de crianças é "desproporcionada", diz Colégio da Especialidade de Pediatria da Ordem dos Médicos
N.N./Lusa  9 dez 2021 12:10 Atualidade
A vacinação de crianças entre os 5 e os 11 anos é “desproporcionada” e “desnecessária” e não aconteceria em “nenhuma outra doença” com “um terço da população já protegida”, disse hoje o presidente do Colégio da Especialidade de Pediatria.

Vamos ver onde andam o pais de verdade, nenhum família deve deixar que os seus filhos com essa idade sejam vacinados, pois não vai resolver nada.
Se não resolve com nos adultos, então nas ciranças, com essa idade muito menos, PQP.
 
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Re: Coronavirus
« Responder #2711 em: Dezembro 09, 2021, 04:50:49 pm »
A confiança nas instituições é crítica”. Ordem dos Médicos pede que DGS divulgue parecer sobre vacinação de crianças
Por Simone Silva em 15:20, 9 Dez 2021


O bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, considera que a Direção Geral da Saúde (DGS) deve divulgar o parecer que está na origem da decisão de aprovar a vacinação para crianças entre 5 e 11 anos.

Em comunicado, o responsável refere que “a Ordem dos Médicos tomou conhecimento, através da comunicação social, da decisão tomada pela Direção-Geral da Saúde e considera que o parecer deve ser do conhecimento desta associação pública profissional, mas também de todos os cidadãos”.

“A confiança das populações nas instituições é crítica para o sucesso no combate à pandemia e para a própria democracia, e a transparência na vacinação das crianças é crucial para que os pais possam tomar decisões informadas”, defende o especialista na mesma nota.

Miguel Guimarães sublinha ainda que “esta decisão deve ser acompanhada da divulgação de mais dados sobre a real situação da pandemia no nosso país, o que passa por saber o impacto do vírus na população pediátrica entre os 5-11 anos, tanto em termos de número de infeções como de internamentos, eventuais mortes e sequelas”.

Por último, no mesmo comunicado, a Ordem dos Médicos diz que “lamenta também que, mais uma vez, não tenha sido ouvido o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida”, conclui.

Estas declarações surgem no mesmo dia em que Graça Freitas, diretora geral da saúde, disse que vai ser publicada uma “nota técnica relativamente extensa a explicar todos os procedimentos que tiveram na base da decisão” de aprovar a vacinação contra a Covid-19 de crianças dos 5 aos 11 anos.

Os documentos emitidos pela comissão técnica de vacinação são “internos”, mas depois são “plasmados em normas e em comunicados” e são “vertidos” para normas da DGS que remetem para estudos “que qualquer pessoa pode consultar”, explicou Graça Freitas.

“Não há um sigilo”, reforçou a diretora-geral de Saúde. “Houve um parecer dos pediatras e dos especialistas em saúde infantil que foi entregue à Comissão Técnica de Vacinação (CTV) e foi um dos muitos documentos em que a CTV se baseou para ela própria dar também o seu ponto da situação técnica à DGS. São órgãos consultivos, com diferentes especialistas, que consultam diferentes tipos de documentos, nacionais e internacionais, diferentes posições, e depois eles próprios formam uma opinião fundamentada”, explicou.

“Vamos revelar uma nota técnica que, no fundo, resume o parecer da Comissão Técnica de Vacinação”, frisou. A responsável reagiu assim à exigência da Iniciativa Liberal e do PSD de divulgação dos pareceres científicos sobre a vacinação de crianças que levaram à decisão final da DGS. “São documentos internos, não são secretos. São plasmados em comunicados”, sublinha.

https://multinews.sapo.pt/noticias/a-confianca-nas-instituicoes-e-critica-ordem-dos-medicos-pede-que-dgs-divulgue-parecer-sobre-vacinacao-de-criancas/
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Re: Coronavirus
« Responder #2712 em: Dezembro 10, 2021, 11:38:37 am »
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A verdade é secreta
ALEXANDRE HOMEM CRISTO DECEMBER 09, 2021
A DGS recomendou a vacinação contra a Covid-19 a partir dos 5 anos de idade. A informação surge numa frase lacónica: “esta recomendação surge na sequência da posição da Comissão Técnica de Vacinação contra a COVID-19 (CTVC), que considerou, com base nos dados disponíveis, que a avaliação risco-benefício, numa perspetiva individual e de saúde pública, é favorável à vacinação das crianças desta faixa etária”. Mas que benefícios individuais são esses, quais os riscos em causa, que ponderação foi feita e, num tema tão discutível, quem discordou e quem concordou com a posição final da DGS? A resposta possível é esta: não se pode dizer. É segredo. Na perspectiva da DGS, os pareceres técnicos são e devem permanecer sigilosos.

O primeiro problema deste sigilo é evidente: não é possível escrutinar uma decisão cujos fundamentos são secretos. Numa democracia, onde as instituições devem precisamente estar sujeitas a esse escrutínio, isto representa uma falha estrutural e grave — e não é um acaso que em muitas democracias maduras, como EUA e Reino Unido, os pareceres deste tipo sejam sempre públicos. Acresce o facto de essa recomendação da DGS ter de ser avaliada por milhares de famílias portuguesas quanto à vacinação dos seus filhos — o que não é possível sem informação transparente e esclarecimento público. No Governo, nos partidos (bem a Iniciativa Liberal) ou na Presidência da República, alguém dará um murro na mesa? Esta opacidade na DGS não é tolerável.

Infelizmente, na vida política, tornou-se mais confortável tratar as pessoas como estúpidas, pelo que me parece vã a esperança de que Governo ou Presidência da República vejam algo de errado em tratar os cidadãos como gente limitada à qual não se deve esclarecimentos ou explicações. Porque esse é o procedimento padrão instituído em Portugal. E porque, neste caso em particular, a DGS decidiu no sentido que Governo e Presidência da República pretendiam.

O que nos leva ao segundo problema deste sigilo da DGS: a intromissão política. Durante as últimas duas semanas, tivemos membros do Governo, o Presidente da República e até a Dra. Graça Freitas na DGS a tomarem posições públicas a favor da vacinação das crianças a partir dos 5 anos. E isto não é um pequeno detalhe irrelevante. Ao pronunciarem-se antes de se conhecer a decisão da DGS, todos estes responsáveis políticos converteram as suas posições num exercício de condicionamento, com a força do Estado a cair sobre os ombros dos especialistas da CTVC. Na sua ponderação, estes especialistas não poderão ter ignorado a enorme pressão política a que foram sujeitos. Mas, terá esta tido efeito?

Não há resposta, mas há uma conclusão: a intromissão da política numa avaliação que é fundamentalmente técnica e científica feriu a credibilidade do processo aos olhos da população. E, assim, a DGS ficou sob suspeita de ser um mero instrumento político — afinal, após tanta pressão sobre os especialistas (incluído por parte da própria directora-geral da Saúde), teremos uma decisão política imposta sob forma de parecer técnico? Não sei se a suspeita é justa ou injusta. Só sei que, sem transparência, a desconfiança fica legitimada e envenena a confiança nas autoridades públicas. Por isso, no final, que este episódio da DGS sirva ao menos de lembrete: a Dra. Graça Freitas há muito tempo que deveria ter sido substituída na liderança da DGS, face a uma actuação que tem sido maioritariamente política, em vez de técnica.




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Re: Coronavirus
« Responder #2713 em: Dezembro 10, 2021, 12:15:22 pm »
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A verdade é secreta
ALEXANDRE HOMEM CRISTO DECEMBER 09, 2021
A DGS recomendou a vacinação contra a Covid-19 a partir dos 5 anos de idade. A informação surge numa frase lacónica: “esta recomendação surge na sequência da posição da Comissão Técnica de Vacinação contra a COVID-19 (CTVC), que considerou, com base nos dados disponíveis, que a avaliação risco-benefício, numa perspetiva individual e de saúde pública, é favorável à vacinação das crianças desta faixa etária”. Mas que benefícios individuais são esses, quais os riscos em causa, que ponderação foi feita e, num tema tão discutível, quem discordou e quem concordou com a posição final da DGS? A resposta possível é esta: não se pode dizer. É segredo. Na perspectiva da DGS, os pareceres técnicos são e devem permanecer sigilosos.

O primeiro problema deste sigilo é evidente: não é possível escrutinar uma decisão cujos fundamentos são secretos. Numa democracia, onde as instituições devem precisamente estar sujeitas a esse escrutínio, isto representa uma falha estrutural e grave — e não é um acaso que em muitas democracias maduras, como EUA e Reino Unido, os pareceres deste tipo sejam sempre públicos. Acresce o facto de essa recomendação da DGS ter de ser avaliada por milhares de famílias portuguesas quanto à vacinação dos seus filhos — o que não é possível sem informação transparente e esclarecimento público. No Governo, nos partidos (bem a Iniciativa Liberal) ou na Presidência da República, alguém dará um murro na mesa? Esta opacidade na DGS não é tolerável.

Infelizmente, na vida política, tornou-se mais confortável tratar as pessoas como estúpidas, pelo que me parece vã a esperança de que Governo ou Presidência da República vejam algo de errado em tratar os cidadãos como gente limitada à qual não se deve esclarecimentos ou explicações. Porque esse é o procedimento padrão instituído em Portugal. E porque, neste caso em particular, a DGS decidiu no sentido que Governo e Presidência da República pretendiam.

O que nos leva ao segundo problema deste sigilo da DGS: a intromissão política. Durante as últimas duas semanas, tivemos membros do Governo, o Presidente da República e até a Dra. Graça Freitas na DGS a tomarem posições públicas a favor da vacinação das crianças a partir dos 5 anos. E isto não é um pequeno detalhe irrelevante. Ao pronunciarem-se antes de se conhecer a decisão da DGS, todos estes responsáveis políticos converteram as suas posições num exercício de condicionamento, com a força do Estado a cair sobre os ombros dos especialistas da CTVC. Na sua ponderação, estes especialistas não poderão ter ignorado a enorme pressão política a que foram sujeitos. Mas, terá esta tido efeito?

Não há resposta, mas há uma conclusão: a intromissão da política numa avaliação que é fundamentalmente técnica e científica feriu a credibilidade do processo aos olhos da população. E, assim, a DGS ficou sob suspeita de ser um mero instrumento político — afinal, após tanta pressão sobre os especialistas (incluído por parte da própria directora-geral da Saúde), teremos uma decisão política imposta sob forma de parecer técnico? Não sei se a suspeita é justa ou injusta. Só sei que, sem transparência, a desconfiança fica legitimada e envenena a confiança nas autoridades públicas. Por isso, no final, que este episódio da DGS sirva ao menos de lembrete: a Dra. Graça Freitas há muito tempo que deveria ter sido substituída na liderança da DGS, face a uma actuação que tem sido maioritariamente política, em vez de técnica.





A DGS e a Drª Graça Freitas não sabem comunicar eficazmente, mas o seu nº 2 é pior ainda (o das compotas de bacalhau e visitas ao quintal....)
Além disso será muito provável que as decisões sejam "impostas" pelo governo ou pelo menos que tenha o aval deste, antes de comunicarem o que quer que seja.

Posto isto, refiro ainda que sou absolutamente a favor das vacinas, sempre o fui, incluindo as actuais vacinas da covid que eu não tenho a menor dúvida dos efeitos positivos que elas têem, mesmo admitindo que algumas possam ter reacções negativas, como têem qualquer outra vacina!

Em relação à vacinação dos jovens.
Não sou especialista da área da saúde, mas sou da educação, e sou também pai de miúdos que ainda não foram vacinados (3 e 9 anos).
Conheço muito bem a evolução da doença em 3 Escolas e posso dizer sem margem para dúvida de que os casos positivos são muito mais frequentes em jovens não vacinados (menos de 12 anos), a tal ponto que leva a que quase todas as turmas e todos os anos do 1º ciclo, tenham estado em isolamento nos últimos dias.
Sabemos ainda que a origem de contágio de quase todos os adultos, parte dos mais novos, que quase não têem sintomas de estarem doentes.

A minha colega de trabalho descobriu que as 3 filhas estavam contaminadas com o covid por acaso, e só porque a mais velha, com 10 ou 11 anos, manifestou alguns sintomas e deu positivo num auto-teste. Foram imediatamente para isolamento (pai e mãe vacinados, e as filhas de 11, 9 e 5 anos). Fizeram os testes solicitados pelo SNS, ambas as filhas deram positivo, mas as mais novas já tinham uma carga viral tão baixa que se o teste fosse feito talvez um dia depois, já daria resultado negativo!!!!! Devo ainda referir que ambos os 5 testavam dia sim, dia não e no fim do isolamento, quando ambos os 5 deram resultado negativo, posso dizer-lhe que nem o pai nem a mãe contraíram o covid e como diz a minha colega, não meteu as filhas num quarto escuro e trancou-as lá!!!!!

Quase todos os casos que vemos aparecer em 2 concelhos do interior, posso dizer-lhe que o foco de contágio está concentrado nos mais jovens, os mais novos raramente apresentam sintomas e o grande problema é que só são detectados, ou quando são testados em massa ou apenas quando contaminam os mais velhos!!!!!

Podemos perguntar porque vamos vacinar crianças se nem sequer apresentam sintomas, na sua maioria. Eu julgo que o risco não está nos mais novos, o problema está quando estes contaminam os mais velhos, mesmo que estejam vacinados! Porque nenhuma vacina impede a 100% que as pessoas não possam ser contaminadas!!!!!!
E agora que estamos a alguns dias das reuniões familiares, que vão juntar desde recém-nascidos aos avós e bis-avós, imaginamos o que vai sair daí em Janeiro!!!!!!

Eu da minha parte, só vou visitar os meus familiares depois de fazermos auto-teste em casa e este der negativo.........
Quando o meu filho for convocado para ser vacinado eu próprio vou com ele sem qualquer problema ou dúvida ou possível reserva!
« Última modificação: Dezembro 10, 2021, 12:19:24 pm por Viajante »
 

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« Responder #2714 em: Dezembro 10, 2021, 12:25:26 pm »
Pois é,esperemos é que não haja consequências a longo prazo

Felizmente que as minhas duas já estão crescidas, não queria estar na pele de pais com crianças pequenas, mais a mais quando está DGS incompetente e marionete do governo decide politicamente o que deveria ser uma decisão científica, e teima em esconder os resultados dos testes.
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas