ALX (A-29) Super Tucano

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Re: ALX (A-29) Super Tucano
« Responder #15 em: Agosto 08, 2019, 07:21:20 pm »
Acho que a versão A-29 Super Tucano Sierra Nevada vai abrir mais portas na Europa do que a versão Ucraniana.
Com o sistema da FLIR , armas NATO e C2 NATO, torna-se uma boa opção para ambientes de baixa intensidade.





« Última modificação: Agosto 08, 2019, 07:21:47 pm por Red Baron »
 

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Re: ALX (A-29) Super Tucano
« Responder #16 em: Agosto 08, 2019, 07:58:31 pm »
Acho que a versão A-29 Super Tucano Sierra Nevada vai abrir mais portas na Europa do que a versão Ucraniana.
Com o sistema da FLIR , armas NATO e C2 NATO, torna-se uma boa opção para ambientes de baixa intensidade.


O Skyraider no Vietname não andava propriamente só no sul...

https://theaviationgeekclub.com/spads-four-migs-nothing-skyraider-mig-kills-part-ii/

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Seldom emphasized about the second Skyraider-MiG encounter of the Vietnam War is the probability that three MiGs were destroyed by Spads.
Seldom emphasized about the second Skyraider-MiG encounter of the Vietnam War is the probability that three MiGs were destroyed by Spads.
As explained by Wayne Mutza in his book The A-1 Skyraider in Vietnam, by late 1966, North Vietnam’s air defenses had intensified to the extent that losses during air strikes were inevitable. On Oct. 6, three massive strike groups would run the deadly gauntlet into the North, with the predictable outcome. ResCAP coverage included four VA-176 Skyraiders (call sign “Papoose”) launched from the USS intrepid, led by Lt. Cmdr. C. Leo Cook, with Lt j.g.  James Wiley on his wing; Lt. Peter Russell and Lt j.g. W. Thomas Patton comprised the second section.



Cumprimentos
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Re: ALX (A-29) Super Tucano
« Responder #17 em: Agosto 09, 2019, 01:22:38 am »
O problema é que os 'separatistas' têm à sua disposição todo o arsenal SAM dos russos. Não sei como é que tal situação é possível, nem como é que eles têm capacidade para operar meios tão sofisticados, já que toda a gente sabe que os russos não interferem na Ucrânia...  :mrgreen:
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Re: ALX (A-29) Super Tucano
« Responder #18 em: Agosto 09, 2019, 11:50:55 am »
O problema é que os 'separatistas' têm à sua disposição todo o arsenal SAM dos russos. Não sei como é que tal situação é possível, nem como é que eles têm capacidade para operar meios tão sofisticados, já que toda a gente sabe que os russos não interferem na Ucrânia...  :mrgreen:
O problema é esse mesmo.
Estranhamente o material russo aparece por magia no Donbass.
https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_equipment_used_by_separatist_forces_of_the_war_in_Donbass#Air_Defences

O Super Tucano tem capacidade para sobreviver neste tipo de teatro de operações? É essa a minha questão... O Su-25 que foi criado de raiz para este tipo de campo de batalha sofreu várias baixas dos SAMs russos. O Tucano tem sistemas de guerra electrónica e blindagem para aguentar vários impactos de AAA?
 

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Re: ALX (A-29) Super Tucano
« Responder #19 em: Agosto 09, 2019, 05:34:40 pm »
Duvido, o ST e similares são para missões COIN onde o adversário quando muito poderá estar equipado com MANPADS antigos (tipo Afeganistão, África, América do Sul). Infelizmente, não e esse o caso na Ucrânia.
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Re: ALX (A-29) Super Tucano
« Responder #20 em: Agosto 09, 2019, 08:27:24 pm »
O problema é que os 'separatistas' têm à sua disposição todo o arsenal SAM dos russos. Não sei como é que tal situação é possível, nem como é que eles têm capacidade para operar meios tão sofisticados, já que toda a gente sabe que os russos não interferem na Ucrânia...  :mrgreen:
O problema é esse mesmo.
Estranhamente o material russo aparece por magia no Donbass.
https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_equipment_used_by_separatist_forces_of_the_war_in_Donbass#Air_Defences

Os Ucranianos usam material russo pelo que esse nunca pode ser o principal argumento. Já os soldados Russos mortos na região é outra história...

https://www.bellingcat.com/news/mena/2014/08/27/revealed-around-40-russian-troops-from-pskov-died-in-the-ukraine-reinforcement-sent-in/



Citação de: Lusitan
O Super Tucano tem capacidade para sobreviver neste tipo de teatro de operações? É essa a minha questão... O Su-25 que foi criado de raiz para este tipo de campo de batalha sofreu várias baixas dos SAMs russos. O Tucano tem sistemas de guerra electrónica e blindagem para aguentar vários impactos de AAA?
O SU 25 já tinha sofrido 2 dúzias de baixas no Afeganistão (mais 12 por acidentes) onde os misseis eram os SA7 e o stringer. Aqui até me admiro não terem tido mais...

Citar
Some 23 aircraft were shot down over the course of the war, with an additional dozen or so were lost in non-combat related incidents, while another dozen were written off due to extensive damage, and a further nine were destroyed by bombardments on the ground in Kabul and Kandahar. In all, Su-25s represented a quarter of Soviet Air Force (VVS) fixed-wing losses in the campaign.[4]

https://en.wikipedia.org/wiki/Operational_history_of_the_Sukhoi_Su-25



O Super Tucano tem os sistemas próprios para uma aeronave da sua categoria. Chaff, Flares, e outras opções (o MAGE assim como o radar era opção para a versão de Patrulha Marítima  http://sistemasdearmas.com.br/ca/p29.html ), já é bem bom junto com blindagem para uma aeronave que leva metralhadores e  1550 kg de armas, ou seja pode fazer algumas missões de ataque leve, acompanhar os Helis em Csar e interdição a drones e aparelhos leves, mas obviamente não o metia a atacar alvos na Rússia ou mesmo na Crimeia...  :mrgreen: :mrgreen:

Citar
Sistemas e equipamentos
Blindagem para a cabina e o motor (opcional)

FLIR Star SAFIRE III ou BRITE Star DP (sensor eletro-óptico e infravermelho de visão à frente)

Laser Range Finder (telêmetro laser) (opcional)

MAWS (sistema de alerta de aproximação de míssil) (opcional)

RWR (receptor de alerta de radar) (opcional)

Chaff & flare (sistema de dispensadores para autodefesa) (opcional)


Citar
Super Tucano da Força Aérea Colombiana liberando flares em Rionegro


Citar
Opções de combustível extra para o P-29. O combustível original fica nos tanques das asas próximo a raiz. A aeronave está armado com um míssil ar-ar e um míssil ar-solo tipo Maverick nos cabides externos das asas. A ilustração também mostra tanques de combustível com sensores embutidos (radar ou FLIR).

Locais onde poderia ser colocado combustível extra:
- Tanque na ponta da asa. Os tanques nas pontas das asas diminuem o arrasto normalmente gerado pela ponta da asa. Melhora estabilidade o que ajuda na operação dos sensores. Pode levar sensores com MAGE e RWR.

Saudações




« Última modificação: Agosto 09, 2019, 08:28:42 pm por mafets »
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Re: ALX (A-29) Super Tucano
« Responder #21 em: Agosto 09, 2019, 11:39:59 pm »
O problema é que os 'separatistas' têm à sua disposição todo o arsenal SAM dos russos. Não sei como é que tal situação é possível, nem como é que eles têm capacidade para operar meios tão sofisticados, já que toda a gente sabe que os russos não interferem na Ucrânia...  :mrgreen:
O problema é esse mesmo.
Estranhamente o material russo aparece por magia no Donbass.
https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_equipment_used_by_separatist_forces_of_the_war_in_Donbass#Air_Defences

Os Ucranianos usam material russo pelo que esse nunca pode ser o principal argumento. Já os soldados Russos mortos na região é outra história...

https://www.bellingcat.com/news/mena/2014/08/27/revealed-around-40-russian-troops-from-pskov-died-in-the-ukraine-reinforcement-sent-in/



Citação de: Lusitan
O Super Tucano tem capacidade para sobreviver neste tipo de teatro de operações? É essa a minha questão... O Su-25 que foi criado de raiz para este tipo de campo de batalha sofreu várias baixas dos SAMs russos. O Tucano tem sistemas de guerra electrónica e blindagem para aguentar vários impactos de AAA?
O SU 25 já tinha sofrido 2 dúzias de baixas no Afeganistão (mais 12 por acidentes) onde os misseis eram os SA7 e o stringer. Aqui até me admiro não terem tido mais...

Citar
Some 23 aircraft were shot down over the course of the war, with an additional dozen or so were lost in non-combat related incidents, while another dozen were written off due to extensive damage, and a further nine were destroyed by bombardments on the ground in Kabul and Kandahar. In all, Su-25s represented a quarter of Soviet Air Force (VVS) fixed-wing losses in the campaign.[4]

https://en.wikipedia.org/wiki/Operational_history_of_the_Sukhoi_Su-25



O Super Tucano tem os sistemas próprios para uma aeronave da sua categoria. Chaff, Flares, e outras opções (o MAGE assim como o radar era opção para a versão de Patrulha Marítima  http://sistemasdearmas.com.br/ca/p29.html ), já é bem bom junto com blindagem para uma aeronave que leva metralhadores e  1550 kg de armas, ou seja pode fazer algumas missões de ataque leve, acompanhar os Helis em Csar e interdição a drones e aparelhos leves, mas obviamente não o metia a atacar alvos na Rússia ou mesmo na Crimeia...  :mrgreen: :mrgreen:

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Sistemas e equipamentos
Blindagem para a cabina e o motor (opcional)

FLIR Star SAFIRE III ou BRITE Star DP (sensor eletro-óptico e infravermelho de visão à frente)

Laser Range Finder (telêmetro laser) (opcional)

MAWS (sistema de alerta de aproximação de míssil) (opcional)

RWR (receptor de alerta de radar) (opcional)

Chaff & flare (sistema de dispensadores para autodefesa) (opcional)


Citar
Super Tucano da Força Aérea Colombiana liberando flares em Rionegro


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Opções de combustível extra para o P-29. O combustível original fica nos tanques das asas próximo a raiz. A aeronave está armado com um míssil ar-ar e um míssil ar-solo tipo Maverick nos cabides externos das asas. A ilustração também mostra tanques de combustível com sensores embutidos (radar ou FLIR).

Locais onde poderia ser colocado combustível extra:
- Tanque na ponta da asa. Os tanques nas pontas das asas diminuem o arrasto normalmente gerado pela ponta da asa. Melhora estabilidade o que ajuda na operação dos sensores. Pode levar sensores com MAGE e RWR.

Saudações
Os ucranianos têm material soviético, mas muito pouco material russo.
Mas os russos mandam material para a Ucrânia que os ucranianos nunca tiveram e como tal quando são identificados no teatro de operações são prova do envolvimento russo.
https://informnapalm.org/en/russian-recon-system-zoopark-1-found-and-destroyed-by-azov-regiment-in-donbas-video-photo/ - zoopark-1

https://www.osce.org/special-monitoring-mission-to-ukraine/390236  -  1L269 Krasukha-2


Os ucranianos não perderam mais Su-25 porque na altura boa parte deles não estavam em condições de voar.
« Última modificação: Agosto 09, 2019, 11:42:56 pm por Lusitan »
 

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Re: ALX (A-29) Super Tucano
« Responder #22 em: Agosto 10, 2019, 12:28:15 pm »
Isso dos MANPADs e os SAM que existem nas mão dos separatistas "resolvia-se" instalando um sistema DIRCM, as boas relações que a Embraer tem tem com os israelitas facilmente arranjavam um solução off the shelf.O problema é o custo.

Embora o A-29 seja barato de operar não é assim tão barato de adquirir.
 

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Re: ALX (A-29) Super Tucano
« Responder #23 em: Agosto 10, 2019, 11:05:20 pm »
Citação de: Lusitan
Os ucranianos têm material soviético, mas muito pouco material russo.
Mas os russos mandam material para a Ucrânia que os ucranianos nunca tiveram e como tal quando são identificados no teatro de operações são prova do envolvimento russo.
https://informnapalm.org/en/russian-recon-system-zoopark-1-found-and-destroyed-by-azov-regiment-in-donbas-video-photo/ - zoopark-1

https://www.osce.org/special-monitoring-mission-to-ukraine/390236  -  1L269 Krasukha-2


Os ucranianos não perderam mais Su-25 porque na altura boa parte deles não estavam em condições de voar.

Trata-se de um cenário bélico confuso e com muito material capturado de ambas as partes, não sendo tão pouco quanto isso o material russo, mas temos desde americano a canadiano, passando por checo ou mesmo Russo que não se sabe como chegou ao lado Ucraniano (caso do Pantsir-S1 ). Não é novidade nenhuma quem ajuda quem, a intervenção russa mas existe toda uma serie de informação e contra-informação de ambas as partes. Aliás, basta ver o material usado pelos separatistas para se ver o caos que é:

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_equipment_used_by_separatist_forces_of_the_war_in_Donbass

Entre o material destaco:


Citar
Humvee (usa)Captured in Debaltsevo after being abandoned by Ukrainian forces.


Citar
GAZ-3937 "Vodnik" (Russia)Seen in Krasnodon.


Citar
Spartan (Ucrânia) One captured from the Azov Battalion


Citar
Can-Am all terrain vehicle (Canada)Seen in Donetsk victory day parade in 2019


Citar
Vt72B (Checo) One captured from Ukrainian forces


Citar
Pantsir-S1SAM (Russia) It is not known to have been exported to Ukraine.
Seen in Luhansk and Makiivka in early 2015. Its used rocket components were also reported to be observed in Ukraine in November 2014.

Por isso acho que os soldados russos apanhados ou mortos na Ucrânia são informação mais viável (até porque quem conhece as licenças e férias dos operacionais russos sabe que essa justificação de combate nos tempos livres é ridícula).


Citar
http://euromaidanpress.com/2014/08/26/russian-soldiers-captured-in-ukraine/

A questão dos SU25 não tem apenas a ver com o grau de utilização, mas inclusive com mau uso. Vários foram perdidos acima dos 6000 metros o que atesta que os pilotos ou ignoravam o uso de sistemas AA por radar ou não levavam sistemas de ECM contra os mesmos. Pode-se ter o debate se eram sistemas fornecidos pelos russos ou capturados aos Ucranianos, mas a verdade é que as duas realidades coexistiam com várias baterias a serem perdidas do A1402 (Donetsk SAM regiment) enquanto que outras já tinham sido vistas nas regiões dos separatistas. Aliás, antes do Mh17 um An26 tinha sido abatido por um Buk sem nada ter sido feito de ambas as partes. É guerra, vale tudo, infelizmente.

https://www.ainonline.com/aviation-news/defense/2014-11-26/ukraine-has-lost-22-aircraft-rebel-forces

Citar
http://www.eureferendum.com/blogview.aspx?blogno=85085





Isso dos MANPADs e os SAM que existem nas mão dos separatistas "resolvia-se" instalando um sistema DIRCM, as boas relações que a Embraer tem tem com os israelitas facilmente arranjavam um solução off the shelf.O problema é o custo.

Embora o A-29 seja barato de operar não é assim tão barato de adquirir.

Diria de outra forma mais explicita. Com os extras que são opcionais o preço começa a subir. E parte das conta-medidas, inclusive o Chaff, Flare e RWR, não vêm de fábrica.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Embraer_EMB-314

Citar
Sistemas e equipamentos
Blindagem para a cabina e o motor (opcional)[2]
CMFD/HUD/UFCP/HOTAS
OBOGS (sistema gerador de oxigênio de bordo)
Rádio V/UHF M3AR Série 6000 (sistema datalink de transmissão e recepção de dados seguro)
FLIR Star SAFIRE III ou BRITE Star DP (sensor eletro-óptico e infravermelho de visão à frente)[2]
NVG ANVIS-9 (óculos de visão noturna)
CCIP/CCRP/CCIL/DTOS (modos de ataque computadorizados)
HMD (sistema de apresentação instalado no capacete) (opcional)
Laser Range Finder (telêmetro laser) (opcional)
MAWS (sistema de alerta de aproximação de míssil) (opcional)[13]
RWR (receptor de alerta de radar) (opcional)[13]

Chaff & flare (sistema de dispensadores para autodefesa) (opcional)[13]
Sistema de treinamento virtual de armamentos e sensores
TOSS (sistema de treinamento e suporte operacional)[30]
Câmara e gravador de vídeo digital
Stormscope WX-1000E (sistema de mapeamento meteorológico)
INS/GPS (sistema integrado de navegação)
Piloto automático
Assento ejetável Martin-Baker Mk 10LCX zero/zero
Freio de mergulho
Ar condicionado
Farol de busca



Saudações
« Última modificação: Agosto 10, 2019, 11:12:48 pm por mafets »
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Re: ALX (A-29) Super Tucano
« Responder #24 em: Novembro 01, 2019, 11:41:33 am »
A-29 completa 15 anos de operação na FAB


Aeronave de caça é operada pelos Esquadrões Joker (2°/5° GAV), Escorpião (1º/3º GAV), Grifo (2º/3º GAV) e Flecha (3º/3º GAV), além do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), também conhecido como Esquadrilha da Fumaça.

Em outubro de 2004, três aeronaves A-29 Super Tucano pousavam na então Base Aérea de Natal, atual Ala 10, e chegavam ao Esquadrão Joker (2°/5° GAV) para o início de uma nova era na Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira (FAB).

O A-29 Super Tucano é uma aeronave monomotor, turboélice, que conta com uma interface homem-máquina avançada, aliando precisão na navegação e ataque a um baixo custo de operação. Possui iluminação de cabine plenamente compatível com padrões NVG (sigla em inglês para Óculos de Visão Noturna) e sensores de imageamento infravermelho, essenciais nas missões de Apoio Aéreo Aproximado, Controle Aéreo Avançado e Reconhecimento Visual. Além do Joker, os Esquadrões Escorpião (1º/3º GAV), Grifo (2º/3º GAV) e Flecha (3º/3º GAV), sediados, respectivamente, em Boa Vista (RR), Porto Velho (RO) e Campo Grande (MS), também operam o A-29.


O atual Comandante do 2°/5° GAV, Tenente-Coronel Aviador Leandro Barbosa Ferreira Pinto, destacou que a chegada da nova aeronave permitiu uma atualização doutrinária no Curso de Especialização Operacional na Aviação de Caça (CEO-CA) e uma preparação mais robusta dos novos pilotos de caça. “Com isso, nas Unidades Aéreas do Terceiro Grupo de Aviação, os alunos terão acesso aos equipamentos especiais da aeronave, como os óculos de visão noturna e sensor de visão infravermelho, podendo explorar as capacidades da aeronave em cenários mais próximos dos conflitos atuais”, ressalta.

Nesses 15 anos de operação na FAB, o A-29 se fez presente em diversas operações de defesa do espaço aéreo, como nos grandes eventos ocorridos no Brasil, entre eles a Jornada Mundial da Juventude, a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos Rio 2016. Além disso, participa da defesa aérea das fronteiras brasileiras e da interceptação de aeronaves ilícitas na região Amazônica.

“O A-29 reflete a alta qualidade da indústria aeronáutica brasileira e o compromisso da Força Aérea com o desenvolvimento da nossa Base Industrial de Defesa”, destaca o Chefe da Divisão de Preparo Operacional da Subchefia de Avaliação e Doutrina do Comando de Preparo, Coronel Aviador Ricardo Guerra Rezende, um dos integrantes do Grupo Alfa, que participou dos estudos de implantação da aeronave, em 2004.

Demonstração aérea

Em julho de 2015, o A-29 passou a ser a aeronave operada pela Esquadrilha da Fumaça em suas demonstrações, após dois anos de implantação operacional e logística do avião. Passados mais de quatro anos, já são 214 demonstrações, com execução de manobras e acrobacias em todas as regiões do país e no exterior.

“As cores da Bandeira Nacional em nossos Super Tucanos permitiram ao Esquadrão de Demonstração Aérea divulgar as capacidades da indústria nacional. O avião nos permitiu encher de orgulho os brasileiros ao verem uma aeronave nacional realizar voos precisos, dispondo da robustez necessária para a defesa aérea do nosso país”, destaca o Comandante da Esquadrilha da Fumaça, Tenente-Coronel Marcelo Oliveira da Silva.


FONTE: Força Aérea Brasileira /
 

 

EMB-312 (T 27 Tucano)

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