A seca em Portugal Continental

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Lightning

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #30 em: Março 19, 2018, 11:18:46 am »
Barragens já estão acima da média (acima do Tejo)

http://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/barragens-ja-estao-acima-da-media
 

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Cabeça de Martelo

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #31 em: Março 21, 2018, 02:06:38 pm »
'Alqueva do Ribatejo' é apresentado quarta-feira ao Presidente da República



Os partidos políticos já foram oficialmente informados e alguns bancos estão interessados no financiamento, mas os fundos europeus serão determinantes. O Projeto Tejo requer um investimento de €4,5 mil milhões
Vítor Andrade

Os promotores do Projeto Tejo reúnem-se esta quarta-feira com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Os empresários Manuel e Miguel Campilho e o especialista em planeamento agrícola Jorge Froes descolam-se ao Palácio de Belém, da parte da tarde, para apresentarem formalmente o Projeto Tejo ao Presidente da República.

Aquele que já é conhecido por ‘Alqueva do Ribatejo’ prevê um investimento de €4,5 mil milhões para a criação de um empreendimento de regadio a 30 anos e que tornará o Tejo navegável entre Lisboa e Abrantes.

O projeto vai levar água a 300 mil hectares do Ribatejo, Península de Setúbal e região Oeste. Ou seja, uma área que é quase o dobro da que Alqueva irá regar quando a obra estiver finalmente concluído.

Três semanas depois de o Expresso ter noticiado o Projeto Tejo em primeira-mão, os seus promotores prosseguem uma ronda de contactos com os partidos políticos, com as comunidades intermunicipais da região ribatejana e também com as comissões de Economia, Agricultura, Ambiente e Negócios Estrangeiros, da Assembleia da República.

O Expresso sabe que o Projeto Tejo também já foi apresentado a dois bancos (há mais um na calha) que se mostraram interessados numa eventual parceria financeira para o empreendimento. No entanto, segundo os seus promotores, o acesso a fundos europeus será “absolutamente determinante”.

O Governo, através do ministro da Agricultura, Capoulas Santos e do secretário de Estado da Agricultura, Luís Vieira, também já tem conhecimento da estrutura que está a ser preparada há vários meses.

O grupo de promotores procura agora cobertura política e institucional para a iniciativa e está já a estudar como será o modelo de gestão deste mega-empreendimento. Da equipa fundadora do projeto fazem ainda parte o consultor e ex-ministro da Economia Augusto Mateus e o professor catedrático e especialista em questões agrícolas Francisco Avilez.

Está prevista a construção de seis ou sete açudes em vez de uma grande albufeira. Ficarão espaçados em cerca de 20 quilómetros uns dos outros e irão suceder-se entre Vila Franca de Xira e Abrantes.

http://expresso.sapo.pt/economia/2018-03-20-Alqueva-do-Ribatejo-e-apresentado-quarta-feira-ao-Presidente-da-Republica
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #32 em: Abril 01, 2018, 05:27:33 pm »
A pior seca das últimas décadas aconteceu há 13 anos


 

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tenente

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #33 em: Setembro 21, 2018, 03:28:00 pm »
Este Verão em Loures, mais precisamente no Infantado, o desperdício de agua tem sido notório.

Diariamente as regas, das zonas verdes que não passam de relva em más condições, ainda há dias cortada,  são um revoltante desperdício de agua !

Centenas e centenas de litros são enviados, todas as manhãs pelo menos durante vinte minutos ou mais, para cima das viaturas estacionadas, para os passeios enfim para todo o lado pois os aspersores, além de não serem rotativos, enviando a agua sempre para o mesmo local, como se pode ser pelas fotos que anexo, foram mal direccionados e o volume de agua que é enviado para molhar os passeios é enorme, impedindo a sua utilização durante a " REGA " . 

Também nas fotos é possível ver que as arvores que deveriam estar a ser regadas pura e simplesmente não estão lá, já morreram, as que existem e sobreviveram estejam nas zonas que não tem rega !!!!

Talvez os responsáveis do município, e, pelo desperdício de agua estejam á espera que ressuscitem e daí o desperdício de AGUA !!!

E já agora nas rotundas do Infantado as regas são efectuadas do mesmo modo litros e litros de agua diariamente estão no alcatrão tal a eficácia das regas !!

Será mesmo necessário regar a relva diariamente ????

Penso que não mas se calhar alguém tem comissão sobre o volume de agua desperdiçado !!!!














Abraços
 

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Viajante

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #34 em: Setembro 21, 2018, 04:03:49 pm »
Este Verão em Loures, mais precisamente no Infantado, o desperdício de agua tem sido notório.

Diariamente as regas, das zonas verdes que não passam de relva em más condições, ainda há dias cortada,  são um revoltante desperdício de agua !

Centenas e centenas de litros são enviados, todas as manhãs pelo menos durante vinte minutos ou mais, para cima das viaturas estacionadas, para os passeios enfim para todo o lado pois os aspersores, além de não serem rotativos, enviando a agua sempre para o mesmo local, como se pode ser pelas fotos que anexo, foram mal direccionados e o volume de agua que é enviado para molhar os passeios é enorme, impedindo a sua utilização durante a " REGA " . 

Também nas fotos é possível ver que as arvores que deveriam estar a ser regadas pura e simplesmente não estão lá, já morreram, as que existem e sobreviveram estejam nas zonas que não tem rega !!!!

Talvez os responsáveis do município, e, pelo desperdício de agua estejam á espera que ressuscitem e daí o desperdício de AGUA !!!

E já agora nas rotundas do Infantado as regas são efectuadas do mesmo modo litros e litros de agua diariamente estão no alcatrão tal a eficácia das regas !!

Será mesmo necessário regar a relva diariamente ????

Penso que não mas se calhar alguém tem comissão sobre o volume de agua desperdiçado !!!!

É caso para dizer: Faz o que eu digo e não olhes ao que eu faço! Até porque normalmente os Municípios compram a água a uma empresa pública/privada regional e os gastos com as regas de espaços públicos são seguramente repercutidos nas facturas pagas nos consumos domésticos e comerciais (aumentam as taxas e os valores cobrados por m3), logo para os Municípios, tanto faz gastar mais milhão menos milhão de m3 que o munícipe paga a factura!
 

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asalves

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #35 em: Setembro 22, 2018, 08:32:36 pm »
Este Verão em Loures, mais precisamente no Infantado, o desperdício de agua tem sido notório.

Diariamente as regas, das zonas verdes que não passam de relva em más condições, ainda há dias cortada,  são um revoltante desperdício de agua !

Centenas e centenas de litros são enviados, todas as manhãs pelo menos durante vinte minutos ou mais, para cima das viaturas estacionadas, para os passeios enfim para todo o lado pois os aspersores, além de não serem rotativos, enviando a agua sempre para o mesmo local, como se pode ser pelas fotos que anexo, foram mal direccionados e o volume de agua que é enviado para molhar os passeios é enorme, impedindo a sua utilização durante a " REGA " . 

Também nas fotos é possível ver que as arvores que deveriam estar a ser regadas pura e simplesmente não estão lá, já morreram, as que existem e sobreviveram estejam nas zonas que não tem rega !!!!

Talvez os responsáveis do município, e, pelo desperdício de agua estejam á espera que ressuscitem e daí o desperdício de AGUA !!!

E já agora nas rotundas do Infantado as regas são efectuadas do mesmo modo litros e litros de agua diariamente estão no alcatrão tal a eficácia das regas !!

Será mesmo necessário regar a relva diariamente ????

Penso que não mas se calhar alguém tem comissão sobre o volume de agua desperdiçado !!!!

Abraços

Experimente isto:
https://servicos.portais.ama.pt/Portal/AMR/situationReport.aspx

Uma vez já usei e funcionou +/- !!(puseram mais remendos numa estrada feita de remendos)
 

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Lusitano89

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #36 em: Abril 08, 2019, 02:00:34 pm »
Caudal do Tejo com níveis preocupantes


 

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Daniel

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #37 em: Julho 11, 2019, 02:21:20 pm »
Ordem dos Engenheiros debate falta de água no Tejo
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/ordem-dos-engenheiros-debate-falta-de-agua-no-tejo-466207


Citar
A Ordem dos Engenheiros vai promover esta quinta-feira, dia 11 de julho, a partir das 14h30m, um debate sobre a falta de água que se faz sentir ao longo do rio Tejo e promover o ‘Projeto Tejo’ A instituição liderada por Mineiro Aires explica que “o ‘Projeto Tejo’ pretende ser a resposta à falta de água que se começa a sentir no rio Tejo e que já afeta fortemente a região do Oeste, situação que se tende a agravar em resultado das alterações climáticas”.

“As valências nele propostas permitem contrariar a desertificação agrícola e rural que já se faz sentir na região, combater a interioridade, nomeadamente na zona do médio Tejo, desenvolver a economia regional, fixar populações e criar um número significativo de postos de trabalho”, sublinha um comunicado da Ordem dos Engenheiros.

Alguns dos intervenientes nesta conferência serão Carlos Mineiro Aires, bastonário da Ordem dos Engenheiros; António Carmona Rodrigues, ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa; Pedro Serra, ex-presidente da Estradas de Portugal; e Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da CAP.

“No ‘Projeto Tejo’ é proposta a construção de quatro açudes de baixa altura no baixo Tejo, espaços de 20 quilómetros, entre a Azambuja e a Golegã, seguidos de dois açudes de média altura entre Almourol e Abrantes, munidos de eclusas para barcos e escadas de peixes, criando uma ‘estrada’ de água contínua de Lisboa a Abrantes. Os caudais para rega resultarão do aproveitamento dos escoamentos do próprio rio Tejo e, quando estes se reduzem no verão, mediante águas armazenadas nas barragens já existentes nos afluentes do rio, ou a construir, como seja a barragem do Alvito”, adianta o mesmo comunicado.

Segundo a Ordem dos Engenheiros, “esta solução permitirá abastecer, com águas superficiais, 300.000 hectares de regadio, no vale do Tejo, Oeste e Setúbal, abandonando, progressivamente, o uso das águas subterrâneas, que se constituirão como uma reserva estratégica nacional, para além de possibilitar a navegabilidade entre Lisboa e Abrantes, controlar a cunha salina na zona da Lezíria Grande, promover a atividade piscícola profissional e de lazer, os desportos náuticos e o turismo, ajudar no combate aos fogos, controlar as cheias e produzir hidroeletricidade”.

“Consciente da relevância da preservação deste importante recurso natural nacional, nomeadamente para as atividades agrícolas e florestais, a Ordem dos Engenheiros considera da maior relevância promover a apresentação e discussão do projeto em causa”, conclui o referido comunicado.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Daniel

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #38 em: Outubro 27, 2019, 02:59:18 pm »
Barcos parados e pedras a descoberto. Nas margens do Tejo contam-se prejuízos e pede-se ação para salvar o rio
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/barcos-parados-e-pedras-a-descoberto-nas-margens-do-tejo-contam-se-prejuizos-e-pede-se-acao-para-salvar-o-rio


Citar
Barcos parados ou abandonados, terra e pedras a descoberto. Aos olhos de quem passa hoje pelo território do Tejo Internacional não faltam imagens que ilustram a descida dos níveis de água, atualmente os mais baixos das últimas décadas.

Na região transfronteiriça, o assunto é tema de todos os dias. Junto à barragem de Cedillo, em Espanha, encontra-se desde um cais do barco turístico caído a uma embarcação parada no meio do rio.

Do lado de cá da fronteira, no distrito de Castelo Branco, o rio Pônsul é um dos afluentes do Tejo agora secos, onde os pilares de uma ponte registam as marcas do nível habitual da água. Mais de uma dezena de metros abaixo, sobram terras e muitas pedras, mas água… quase nem vê-la.

Para o presidente da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB) e da Câmara de Vila Velha de Ródão, o que está a acontecer no Tejo Internacional é o reflexo daquilo que apelida de “política calculista” de gestão de águas, em que são privilegiados os interesses económicos em detrimento do território e dos interesses ambientais.

“Para nós, há duas palavras que são aqui incontornáveis: esta situação é inexplicável e é injustificável. É inexplicável porque não há nada que leve a que o Tejo, a montante da barragem de Cedillo, esteja hoje com aquele cenário desolador com que somos confrontados. E é inaceitável porque de facto o Governo português e o Governo espanhol têm a obrigação de se articularem e evitarem uma situação destas”, sublinha, em declarações à Lusa.

Luís Pereira diz mesmo que a situação dos rios Tejo e Pônsul demonstra bem a necessidade de se renegociar a Convenção de Albufeira, definida entre Portugal e Espanha para a cooperação na proteção e no aproveitamento sustentável das águas das bacias hidrográficas.

A revisão da convenção foi já recomendada pelo parlamento português e o programa do novo Governo socialista, aprovado no sábado, promete um processo de “aprofundamento” do acordo, “garantindo caudais diários no rio Tejo e a gestão conjunta das massas de águas comuns”.

Enquanto o movimento ambientalista proTejo tem reiterado que Espanha não cumpriu os caudais definidos no ano hidrológico 2018/2019 e pedido a publicação dos dados, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) afirma que “tudo parece indicar o cumprimento do regime de caudais anuais”, apesar de o boletim anual ainda estar em execução.

“Há prejuízos imediatos e que são já mensuráveis, que têm a ver com a atividade turística, que está suspensa; com infraestruturas que estão danificadas e que têm de ser recuperadas; com a pesca, que neste momento está também inativa. Depois, há prejuízos, a médio e longo prazo, no meio ambiente que de facto ainda não são mensuráveis, mas que calculamos que sejam significativos e que ponham em causa muitos projetos que estavam a ser desenvolvidos na área do Parque Natural do Tejo Internacional”, frisa o autarca.

De um e do outro lado do Tejo, recorda, há uma “voz única de solidariedade” ao nível dos municípios, afetados de igual forma e que exigem a resolução do problema.

As autarquias esperam que sejam defendidos os interesses ambientais e do desenvolvimento de todo o território: “A continuarmos com este quadro, aquilo que estamos a ver é o prejuízo deste território do nosso país em detrimento dos interesses das elétricas espanholas e da agricultura espanhola”, conclui Luís Pereira.

O ambientalista da Quercus Samuel Infante realça que há vários anos que a associação defende a renegociação da Convenção de Albufeira.

“Tem de ser revista e tem de ser revista à luz da nova diretiva-quadro da água, em que remete a obrigação para os Estados-membros de olharem para os rios como um ecossistema e não apenas como um reservatório de água. Ao longo destes anos, Espanha continua a fazer uma gestão à luz dos seus interesses e não dos interesses do rio, do ecossistema e das populações portuguesas. E hoje estamos aqui em mais uma situação crítica”, afirma.

Samuel Infante diz que, além dos problemas recorrentes da falta de qualidade da água que Espanha deixa passar, atualmente “há um incumprimento claro” da convenção.

“Espanha passou apenas 93% do acordo. Portanto, nem a quantidade de água que se comprometeu a passar. Este resultado foi uma tentativa de, no último momento, tentar cumprir a Convenção de Albufeira. Abriu literalmente as portas da barragem de Cedillo e este é o cenário catastrófico que temos aqui. Temos largas dezenas de quilómetros de vários afluentes que estão completamente secos e está a afetar a atividade económica, o ambiente, várias espécies, as populações ribeirinhas e a pesca”, sublinha.

O ambientalista espera que a sociedade em geral se mobilize, desde logo a começar pelos cidadãos e pelos municípios.

De Espanha, considera, “há uma falta de transparência enorme” em relação à barragem de Cedillo: “Continuam a não ser publicadas […] as descargas e a albufeira de Cedillo pura e simplesmente não tem essa informação. Os cálculos que a APA faz são cálculos indiretos. Portanto, Espanha continua a fazer a gestão à sua maneira”.

O alcaide de Cedillo, António González Riscado, entende que houve uma má gestão da água no Tejo ao longo de todo o ano.

“Em vez do caudal mínimo, podiam ter deixado passar mais água para não se chegar a este extremo. Chegado a este ponto, creio que deviam ter negociado, as autoridades portuguesas e espanholas, para largar a água que fosse necessária, mas não desta forma, que a única coisa que fez foi prejudicar os interesses portugueses”, defende.

António González Riscado insiste em que a gestão da água, por parte de Espanha, não foi bem feita, apesar de se ter cumprido a lei.

O autarca recorda que todos os municípios portugueses e espanhóis abrangidos pelo Tejo Internacional estiveram reunidos em Castelo Branco para analisar a situação e fizeram um comunicado pedindo explicações, bem como “uma gestão da água de forma responsável, porque causaram prejuízos ambientais e económicos aos pescadores e aos operadores turísticos”.

António González Riscado espera que esta situação tenha servido de lição para todos: “O servir de lição para todos quer dizer que não podemos tropeçar duas vezes na mesma pedra. Isto já aconteceu e já não o podemos evitar. Mas o que podemos fazer – e creio que é a obrigação de todos – é gerir melhor a água para que não volte a acontecer, porque, no final, isto prejudica toda a gente”.

* Reportagem de Carlos Castela (texto) e Paulo Novais (fotos), da agência Lusa
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Viajante

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #39 em: Novembro 03, 2019, 04:01:54 pm »
Governo afirma que gestão de Espanha do caudal do Tejo "não é aceitável"

O Governo considera que a gestão que Espanha fez durante o ano hidrológico 2018/2019 para lançar o regime de caudais anuais para o rio Tejo “não é aceitável”, noticia hoje o jornal Público.



O ano hidrológico 2018/2019 terminou em Setembro e Espanha libertou uma média de 14 milhões de metros cúbicos de água diários da barragem de Cedilho, durante o mês de Setembro, para que Espanha cumprisse o volume anual integral estabelecido na Convenção de Albufeira, refere o jornal.

"Portugal já referiu de forma clara a Espanha que vai reforçar a sua atitude na próxima reunião plenária da CADC (Comissão para a Aplicação e o Desenvolvimento da Convenção de Albufeira) propondo o incremento de mecanismos de controlo que permitam evitar no futuro situações desta natureza", afirmou o MAAC citado pelo Público.

O Ministério do Ambiente e Acção Climática (MAAC), refere o jornal, afirma que "nunca se tinha atingido uma situação em que o diferencial do escoamento acumulado em Junho para o integral tivesse uma diferença tão significativa, mesmo nos anos em que se verificaram condições de excepção".

As consequências económicas, ambientais e sociais reflectem-se num cenário “dramático” e o Governo português nunca recebeu explicações de Espanha, adianta o jornal.

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/governo-afirma-que-gestao-de-espanha-do-caudal-do-tejo-nao-e-aceitavel

Que grandes vizinhos nós temos!!!!!
 

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Lusitano89

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #40 em: Novembro 10, 2019, 04:56:00 pm »
Agricultura sofre com seca e má gestão de recursos hídricos



 

 

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