China

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HSMW

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Re: China
« Responder #30 em: Outubro 02, 2019, 12:38:10 pm »
China celebrates 70th anniversary with biggest ever military parade


17 países participaram na parada: Afeganistão, Bielorrússia, Cambodja, Cuba, Egipto, Fiji, Cazaquistão, Turquemenistão, Laos, México, Mongólia, Paquistão, Servia, Tajiquistão, Vanuatu, Venezuela e Rússia

Se forem somente esses países aliados dele,tudo bem.Também não devem ser muitos mais pelo menos relevantes.

Atenção às posições geo-estratégicas desses países.
Egipto, Fiji, Cazaquistão, México, Sérvia,Tajiquistão, Vanuatu
« Última modificação: Outubro 02, 2019, 12:38:43 pm por HSMW »
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Lightning

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Re: China
« Responder #31 em: Outubro 06, 2019, 11:53:22 pm »
Esse desfile foi algo absurdo, há vídeos no YouTube com mais de 2h.

Mísseis e drones parece haver muitos.

Já não é o exército gigante de infantaria camponesa.
« Última modificação: Outubro 06, 2019, 11:53:47 pm por Lightning »
 

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Lusitano89

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Re: China
« Responder #32 em: Novembro 25, 2019, 03:40:11 pm »
Fuga de informação revela campos de reeducação na China


« Última modificação: Novembro 25, 2019, 03:42:06 pm por Lusitano89 »
 

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P44

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Re: China
« Responder #33 em: Dezembro 05, 2019, 07:19:08 pm »
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Lusitano89

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Re: China
« Responder #34 em: Dezembro 15, 2019, 05:55:13 pm »
 

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Viajante

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« Última modificação: Dezembro 24, 2019, 10:31:40 pm por Viajante »
 

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Re: China
« Responder #36 em: Janeiro 01, 2020, 05:45:10 pm »
A vida depois dos campos de reeducação chineses


 

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Lusitano89

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Re: China
« Responder #37 em: Janeiro 27, 2020, 10:07:40 pm »
 

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JM1906

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Re: China
« Responder #38 em: Janeiro 28, 2020, 06:37:56 am »
O que se está a passar na China é uma crise que depressa se tornará mundial. Uma ameaça à segurança do resto do mundo, não se deixem enganar.
 

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Re: China
« Responder #39 em: Março 31, 2020, 03:56:52 pm »
 

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Daniel

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Re: China
« Responder #40 em: Maio 22, 2020, 08:48:40 pm »
Diplomacia do Lobo Guerreiro. A China está a elevar o tom (e não é só contra os EUA)
https://24.sapo.pt/opiniao/artigos/diplomacia-do-lobo-guerreiro-a-china-esta-a-elevar-o-tom-e-nao-e-so-contra-os-eua

Citar
Depois de afirmar a sua mão pesada dentro do país, Xi Jinping decidiu que é a altura de tirar as luvas brancas no cenário internacional. Não vamos discutir aqui se o Governo chinês, ou seja, o Partido Comunista xijipinguista, tem muita ou pouca responsabilidade na pandemia do Covid-19. As hipóteses são várias – foi de propósito, por descuido, ou por negação inicial –, mas o facto incontestável é que o mundo inteiro, com razão ou sem ela, considera a China responsável por esta aflição à escala planetária.

Os ataques ao Governo chinês não se devem a preocupações humanitárias, bem entendido; as motivações são políticas, uma vez que a peste surgiu num contesto de disputa entre os chineses e os norte-americanos, e num cenário mais geral de expansão do Império do Meio, que há anos investe pesadamente na sua afirmação entre as nações. No meio, ainda há questões menos abrangentes, mas ásperas para todas as partes, como Hong Kong, Taiwan, o tratamento dos uigures e os investimentos internacionais estratégicos.
Embora os planos expansionistas chineses não sejam segredo nenhum – a Nova Rota da Seda, o domínio da tecnologia 5G e as compras de empresas estratégicas em toda a parte – Pequim tentava sempre dar a impressão de cordialidade pacífica. Ao mesmo tempo que afirmava que seu o modelo de comunismo capitalista é o melhor do mundo, Xi também insistia que todo os países vão beneficiar com o aumento de transações globais e que a China não tem pretensões de domínio no sentido tradicional – militar, com ocupação pela força.

Claro que só acreditava neste bom rapaz quem quisesse acreditar, pois via-se bem como tratava as minorias religiosas, os teimosos de Hong Kong, protegidos por um estatuto negociado com os ingleses em 1997, e os rebeldes de Taiwan, que a China conseguiu expulsar do palco internacional. No entanto, a diplomacia chinesa usava o que se pode chamar de “soft power”. Quando o país era acusado de alguma aleivosia, a resposta era do inocente ofendido, “olhe que não, estamos a respeitar os compromissos assumidos”.
Não mais. A crise desencadeada pela pandemia coincide com uma notável mudança de atitude dos chineses. Segundo a comunicação social, controlada pelo partido, a nova atitude proveniente das instruções do Ministério dos Negócios Estrangeiros aos seus diplomatas é a do “Lobo Guerreiro”. Quem é esta figura? Nada mais nada menos do que um Rambo chinês, ex-soldado mercenário que combate os norte-americanos, estrela de três filmes imensamente populares na China.

A narrativa principal, em termos das críticas quanto à pandemia, é que “nós não somos o inimigo, o inimigo é o vírus; todos os países têm de se unir e não ficarem a atirar culpas uns aos outros”. Mas este argumento de vitimização – atacam-nos injustamente – é complementado com os embaixadores-lobos guerreiros a dar conferências de imprensa e a fazer afirmações nos foros internacionais extremamente agressivas.

O campeão desta atitude é o embaixador em Paris, Lu Shaye. Numa entrevista ao jornal “L’Opinion”, Lu faz afirmações muito pouco diplomáticas, como, por exemplo, que a imprensa francesa não faz mais do que repetir acusações infundadas dos norte-americanos: “Uivam com os lobos para provocar agitação com mentiras e rumores sobre a China.”

Lu já se tinha destacado quando era embaixador no Canadá e acusou Ottawa de “umbiguismo ocidental e defesa da supremacia branca” a quando da prisão da filha do dono da Huawei por suspeitas de pirataria industrial.

Em 2019, Xi decidiu controlar pessoalmente a diplomacia e nomeou para Secretário dos Negócios Estrangeiros do Partido Comunista um especialista em formação ideológica, Qi Yu, que não tinha experiência diplomática anterior, mas era o director do “departamento de pessoal” do partido. Num artigo publicado em Dezembro do ano passado, Qi escreveu que “os nossos diplomatas devem contra-atacar com firmeza, nas arenas internacionais, os ataques ao partido e ao nosso sistema socialista”.

Os diplomatas chineses mudaram de tom. O embaixador no Nepal apresentou queixa porque um jornal, o “Kathmandu Post”, publicou um artigo a responsabilizar a China pela fraca resposta inicial à pandemia.

Na Austrália, o embaixador ameaçou que haveria “repercussões económicas” se o Governo de Canberra insistisse num inquérito internacional sobre a origem do novo coronavírus.

Na Venezuela, a embaixada reagiu violentamente quando um membro da Assembleia Nacional chamou “coronavírus chinês” ao Covid-19: “Esses legisladores é que estão infectados com o vírus da política. O melhor é usarem máscaras e ficar calados.”

E não é só com palavras que se contra-ataca. Uma tournée na Orquestra Filarmónica de Praga pela China foi cancelada porque o presidente da câmara criticou a atitude de Pequim em relação a Taiwan. A embaixada publicou uma nota no Facebook a dizer que “Praga deve mudar a sua abordagem o mais depressa possível... se não os seus interesses serão prejudicados.” Uma ameaça, portanto.

Os diplomatas em geral, e os orientais em particular, sempre usaram uma linguagem institucionalizada em que tudo o que é desagradável fica sub-entendido. Este paradigma, como tantos outros a que nos habituamos, está a mudar.

No outro dia, na BBC, um especialista em política internacional disse que não acha que ao período de hegemonia norte-americana (que se considera ter começado em 1945 e está em nítida decadência) se suceda outro de hegemonia chinesa. Segundo a sua opinião, será um mundo com várias potências conflitantes, mas nenhuma dominante. Não podemos estar mais em desacordo com ele – e talvez por isso não fixamos o nome... Os períodos históricos caracterizam-se pela potência dominante da época. Os seus diplomatas são sempre assertivos, porque sabem que podem ser, têm os canhões por trás – mas a agressividade verbal chinesa tem um tom diferente. Os norte-americanos, quando acossados, largavam os marines no teatro de guerra. Os chineses têm outras armas, económicas. Mas um Lobo Guerreiro, mesmo de casaco e gravata, é sempre um lobo
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Daniel

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Re: China
« Responder #41 em: Maio 24, 2020, 11:29:05 am »
A China prepara-se para ser líder global
https://outraspalavras.net/crise-civilizatoria/a-china-prepara-se-para-ser-lider-global/

Citar
Dentre os inumeráveis efeitos geopolíticos tectônicos do coronavírus, que são impressionantes, um já é claramente evidente. A China reposicionou-se. Pela primeira vez desde o início das reformas de Deng Xiaoping em 1978, Pequim considera abertamente os EUA como ameaça, declarou há um mês o ministro de Relações Exteriores Wang Yi na Conferência de Segurança de Munique, no pico da luta contra o coronavírus.

Pequim está modelando passo a passo, com todo o cuidado, a narrativa segundo a qual, desde os primeiros casos de doentes infectados pelo coronavírus, a liderança já sabia que estava sob ataque de guerra híbrida. A terminologia de que se serviu o presidente chinês é eloquente. Xi disse abertamente que se tratava de guerra. E que foi necessário iniciar uma “guerra do povo”, como contra-ataque. E descreveu o vírus como “um diabo”.

Xi é, por formação, confuciano. E, diferente de outros pensadores chineses antigos, Confúcio não admitia discussões sobre forças sobrenaturais e julgamentos depois da morte. Contudo, no contexto cultural chinês, “diabo” designa os “diabos brancos” ou “diabos estrangeiros”: guailo em mandarim, gweilo em cantonês. Xi, aí, fez forte denúncia, em código.

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Daniel

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Re: China
« Responder #42 em: Junho 08, 2020, 12:58:39 pm »
Políticos de oito países criam aliança para fazer frente à China
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/politicos-de-oito-paises-criam-alianca-para-fazer-frente-a-china?ref=HP_maislidas

Citar
Um grupo de políticos de oito democracias, incluindo os Estados Unidos, criou uma aliança para ajudar a combater o que consideram a ameaça que a crescente influência da China representa para o comércio global, segurança e direitos humanos.
A Aliança Interparlamentar sobre a China, apresentada na sexta-feira, surge numa altura em que os EUA enfrentam o desafio de conseguir uma aliança coesa para fazer frente à crescente influência económica e diplomática da China. Os EUA condenaram a decisão do governo de Pequim de impor uma legislação de segurança nacional em Hong Kong que ameaça a autonomia da cidade.

O grupo disse que pretende "construir respostas apropriadas e coordenadas e ajudar a criar uma abordagem proativa e estratégica em questões relacionadas com a República Popular da China".

O senador republicano dos EUA Marco Rubio e o democrata Bob Menéndez, o ex-ministro da Defesa japonês Gen Nakatani, Miriam Lexmann, da comissão do Parlamento Europeu para os Negócios Estrangeiros e o influente deputado conservador do Reino Unido Iain Duncan Smith são copresidentes do grupo recém-lançado.

"A China, sob a liderança do Partido Comunista Chinês, representa um desafio global", disse Rubio numa mensagem de vídeo no Twitter. O senador é um crítico frequente do governo de Pequim e defensor de legislação nos EUA para medidas que digam respeito às ações da China em Hong Kong.
O governo de Pequim tem dito repetidamente que a situação em Hong Kong é uma questão interna e afirma que a expansão económica e diplomática da China não representa uma ameaça global.

"Instamos um pequeno número de políticos a respeitar os factos, respeitar as regras básicas das relações internacionais, abandonar a mentalidade da Guerra Fria, parar de interferir nos assuntos internos e de fazer movimentos políticos por interesses egoístas", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Geng Shuang, numa conferência de imprensa em Pequim na sexta-feira.

'Grande custo'
A aliança disse que a ascensão económica da China pressiona a ordem global baseada em regras e que os países que tentaram fazer frente ao governo de Pequim até agora tiveram de agir sozinhos e "muitas vezes com um grande custo". A lista de países participantes inclui EUA, Alemanha, Reino Unido, Japão, Austrália, Canadá, Suécia, Noruega e membros do Parlamento Europeu.

Várias dessas nações enfrentaram intensas consequências económicas ou políticas por interferirem nas ambições estratégicas da China.

Os esforços do governo de Trump para reescrever o relacionamento comercial bilateral com a China levaram a uma prolongada guerra comercial que teve consequências globais, enquanto outras medidas resultaram, por exemplo, na expulsão de jornalistas dos EUA da China.

A iniciativa da Austrália para responsabilizar a China pela pandemia de covid-19, que teve origem na cidade de Wuhan, resultou em novas tarifas sobre a cevada australiana e restrições nas vendas de alguns frigoríficos.

"Chegou a hora de os países democráticos se unirem numa defesa comum dos nossos valores partilhados", disse o deputador britânico Iain Duncan Smith no Twitter.
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Lusitano89

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Re: China
« Responder #43 em: Junho 30, 2020, 01:37:08 pm »
China acusada de esterilizar população Uigure


« Última modificação: Junho 30, 2020, 01:39:39 pm por Lusitano89 »
 

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Daniel

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Re: China
« Responder #44 em: Julho 06, 2020, 03:41:54 pm »
                                                                                          Marinha americana e chinesa frente a frente no Mar do Sul da China – O que pode dar errado?
« Última modificação: Julho 06, 2020, 03:43:03 pm por Daniel »
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