Que grande negócio. Os 4 Tejo no total custaram €25M e passado 10 ou 12 anos sao vendidos por €24M?
Isto cheira-me a esturro, mas deta vez somos nós os espertalhoes 
25 milhões só no papel. Os contratos formalizados para cada navio, no máximo, deram 2 milhões por unidade. Os outros 4 milhões foi algures. Sei que o Alfeite chegou a cobrar por docagem um milhão e meio de euros.
Saudações 
P.S. Grande Negócio.
Era já aproveitar a verba e comprar 3 bojador para a Marinha. 
https://www.publico.pt/2021/05/07/sociedade/noticia/maior-embarcacao-gnr-patrulhamento-costeiro-custou-85-milhoes-euros-1961665
Maior embarcação da Gnr para patrulhamento costeiro custou 8,5 milhões de euros

Isso é que era de valor 
O tempo que passam a inventar 😮💨
Um segundo destes "ou parecido" há-de chegar à GNR para o ano. O mais ajuizado era pegar no dinheiro e comprar mais dois para a GNR e o que sobrasse investir em qualquer coisinha útil a uma Marinha de guerra, quem sabe uns mísseis ou umas peças de artilharia nos navios desarmados.
Na minha modesta opinião há muito que a Marinha se devia concentrar apenas na "Armada".
Deixar a Polícia Marítima e os cabos de mar a inspecionar as praias, o ISN e a vigilância da costa até às 12 milhas ou lá o que é, que ficariam para a GNR. Mesmo o Instituto Hidrográfico não me parece que deva ser um organismo tutelado pela Marinha - em estreita ligação, claro, mas não uma sua estrutura interna.
À Marinha competiria ser o braço armado da República Portuguesa para o mar (acima das 12 milhas), ter um corpo de fuzileiros e respectivos meios de combate, que começariam nos NPC. TUdo o que que fossem embarcações de menor tonelagem (e que não se destinassem a operações de apoio de combate e ou vigilância de portos e bases militares, por exemplo) ficariam para a GNR. Ou para uma Guarda Costeira, chamem-lhe o que quiserem.
Agora ter uma Marinha que se consome e tantas vezes se esgota nestas questiúnculas e guerras de alecrim e manjerona e se deixa ultrapassar completamente naquele que devia ser o seu fim ultimo (veja-se o estado a que chegou e em que se encontra...) é que não.
Mas 'prontes', é o que temos....