Quem tiver acesso, faça um resumo sff.
Porque é que Portugal comprar o F-35 é, mesmo, muito mau – Observador https://share.google/7zL5ydsDbhG4J3X9V
Fica aqui um resumo feito pelo chat GPT. Eu li também o resumo e está bastante fiel ao original.
"O texto começa por desmontar o mito de que o caça F-35 possui um “kill switch” remoto que permitiria aos EUA desligar completamente o avião. Embora não exista evidência de um botão desse tipo, o F-35 apresenta, na prática, mecanismos reais de limitação remota que podem condicionar seriamente a sua utilização operacional.
Essa limitação assenta em três camadas principais.
A primeira são os Mission Data Files (MDF), bases de dados essenciais para guerra eletrónica e sobrevivência em combate, que são produzidas e geridas nos EUA. Sem acesso a esses dados, o F-35 continua a voar, mas perde grande parte da sua eficácia em cenários hostis.
A segunda camada é o software altamente complexo, que exige atualizações constantes; sem elas, o avião fica rapidamente obsoleto e vulnerável.
A terceira é a integração de armamento, totalmente controlada pelos EUA, o que limita a autonomia dos países operadores.
No contexto da substituição dos F-16 da Força Aérea Portuguesa, o texto compara o F-35 com alternativas europeias.
O Saab Gripen destaca-se pela sua filosofia de soberania nacional, maior abertura à transferência de tecnologia e menor dependência de um centro único de controlo, embora tenha limitações em cenários de alta intensidade.
O Dassault Rafale, apesar de a França ser mais restritiva no acesso ao código-fonte, não depende de um ecossistema global centralizado como o do F-35. É um sistema maduro, testado em combate, com grande alcance, forte integração de guerra eletrónica e maior autonomia operacional.
A conclusão é que o F-35 representa um elevado risco de dependência estratégica e perda de soberania operacional para Portugal. Entre as opções europeias, o Gripen surge como a escolha mais eficiente do ponto de vista económico e de autonomia técnica, mas com limites militares. Já o Rafale é apontado como a opção mais equilibrada a longo prazo, oferecendo maior robustez militar, menor risco de bloqueios indiretos e uma soberania operacional mais compatível com as necessidades estratégicas de Portugal."