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https://www.dn.pt/internacional/fran%C3%A7a-admite-enviar-tropas-para-gronel%C3%A2ndia-se-a-dinamarca-pedir
França admite enviar tropas para Gronelândia se a Dinamarca pedir
Chefe da diplomacia francesa considera que os Estados Unidos da América (EUA) não vão invadir a ilha ártica que pertence à Dinamarca, já que "não é do interesse de ninguém entrar em conflito com a UE".
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https://www.dn.pt/internacional/fran%C3%A7a-admite-enviar-tropas-para-gronel%C3%A2ndia-se-a-dinamarca-pedir
França admite enviar tropas para Gronelândia se a Dinamarca pedir
Chefe da diplomacia francesa considera que os Estados Unidos da América (EUA) não vão invadir a ilha ártica que pertence à Dinamarca, já que "não é do interesse de ninguém entrar em conflito com a UE".
Ui
Com os croissants ninguém brinca
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Por momentos parecia que tu estavas a torcer pelos EUA... deve ser apenas sensações.
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(https://pbs.twimg.com/media/GiYLuamXUAA3IVe?format=jpg)
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Estas ideias dos americanos relativamente à Gronelandia, não são novidade nenhuma e nem sequer são de agora.
Os americanos sempre consideraram a possibilidade de comprar partes de países, o que era uma coisa normal no século XIX.
Os americanos, durante a II guerra mundial, por exemplo, não só consideravam invadir os Açores, como o próprio presidente americano achava que os portugueses deveriam vender Timor à Austrália.
Os portugueses quase que nem policia tinham em Timor e os americanos temiam que isso levasse a uma invasão japonesa.
O Salazar, alegadamente ficou verde, quando soube desta ideia americana...
Nos últimos anos, várias regiões pequenas ou com pouca população mas com vantagens comparativas, nomeadamente em termos de recursos naturais, começaram a pensar em guardar para si esses recursos e a melhor maneira de o fazer é declarar a independência.
Estas declarações só fazem sentido num mundo de leis e de ordem, em que toda a gente respeita a independência de toda a gente.
É a esta luz que aparecem os movimentos independentistas da Gronelandia.
É evidente que a Gronelandia não tem como se defender de absolutamente ninguém. O problema é que isso implica que a sua independência será sempre formal - para-inglês-ver - e se a potência protetora quiser, pode explorar os recursos naturais a seu bel-prazer.
Evidentemente que é isso que disseram ao Trump.
O problema agora é que, não é só necessário ter armas para dissuadir os russos, passou a ser preciso ter armas para dissuadir os americanos.
Os dinamarqueses terão por exemplo problemas para utilizar os seus F-35, havendo quem afirme na Dinamarca que, se os americanos quiserem o avião nem sequer sai do chão.
É tecnologia que até as ceifeiras debulhadoras da John Deere roubadas na Ucrânia possuem. Quando se soube os números de série do material roubado, os americanos pura e simplesmente desativaram todos os sistemas electrónicos e as ceifeiras só servem para peças.
Só estou à espera de algum movimento anti-Trump na Europa, que leve a que comecem a arder Teslas ... :o
(arder por iniciativa de ativistas malucos, não arder porque os Tesla têm esta característica) :mrgreen:
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Dinamarca vai injetar quase 2 mil milhões de euros na segurança do Ártico face às ameaças de Trump
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Só estou à espera de algum movimento anti-Trump na Europa, que leve a que comecem a arder Teslas ... :o
O caro amigo se não é parvo: anda lá perto...
Como é que consegues escrever uma barbaridade deste calibre?
Só pode ser demência da idade.
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Por momentos parecia que tu estavas a torcer pelos EUA... deve ser apenas sensações.
Sensações é contigo, tu é que curtes essa malta :mrgreen: e segues os seus mantras incansávelmente
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Só estou à espera de algum movimento anti-Trump na Europa, que leve a que comecem a arder Teslas ... :o
O caro amigo se não é parvo: anda lá perto...
Como é que consegues escrever uma barbaridade deste calibre?
Só pode ser demência da idade.
Mas você vive em que mundo, na Lua ou em Marte ?
Eu disse que só estou à espera que algum bando de malucos se a coisa continuar assim, com o Ellon Musk a tomar o poder - comece a chegar às vias de facto ...
informe-se, antes de fazer figuras tristes e cretinas, a tentar atacar as pessoas. Eu sei que são ordens do partido, mas ainda assim ... ::)
Na América o pessoal anti-Trump já começou a vender os carros fabricados pelo Musk e o pessoal que não gosta dele está a abandonar o Twiter.
Há gente a colocar autocolantes nos seus Tesla a dizer "comprei este carro antes de saber que o Elon Musk era maluco"
A associação de Musk ao nazismo, a descarada apologia do nazismo por parte deste representante do «maricofascismo», não vai levar a nada de bom...
E se tal ocorrer na América, o mais provável seria que tal moda se espalhasse à Europa. Basta arderem dez ou vinte carros para as pessoas, com medo, deixarem de comprar carros do senhor Musk.
Neste mundo, em que se vêm coisas inimagináveis, deverá ser mesmo difícil considerar que isto pode vir a acontecer.
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Patatangas : o senhor disse o que está escrito. Escusa de contextualizar para atenuar o que não é contextualizavel.
Já não é a primeira vez que escreve bons textos e acaba de forma desastrosa a escrever barbaridades com laivos de mesquinhez no final. Fica-lhe mal e tem um efeito desastroso na ideia que quer transmitir.
Sabemos que vai ficar satisfeito se os tais malucos começarem a incendiar Tesla mas, guarde para si e não o escreva publicamente.
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Patatangas : o senhor disse o que está escrito. Escusa de contextualizar para atenuar o que não é contextualizavel.
Já não é a primeira vez que escreve bons textos e acaba de forma desastrosa a escrever barbaridades com laivos de mesquinhez no final. Fica-lhe mal e tem um efeito desastroso na ideia que quer transmitir.
Sabemos que vai ficar satisfeito se os tais malucos começarem a incendiar Tesla mas, guarde para si e não o escreva publicamente.
Filho, o que eu digo é o óbvio. Da mesma maneira que afirmei que haveria atentados contra a vida do Trump.
Não falar na realidade não evita que essa realidade exista.
Eu não fico contente nem descontente com nada. Bastaria ver o que os comunas como você me chamam, desde agente da CIA a defensor de uma coisa qualquer americana que agora nem me lembro do nome. Agora sou antiamericano e a favor de não sei que mais.
Não é preciso vir ao Fórum Defesa para ver alguém a falar em malucos que se vão querer vingar do Trump.
E não é só no Fórum Defesa que há malucos que fazem ataques pessoais, para tentar levar as pessoas a responder, para depois se fazerem de vítimas.
A realidade é a que é.
Em vez de passar o tempo A INSULTAR OUTRA PESSOA, ganharia mais se fizesse comentários próprios, argumentasse, ou explicasse porque os outros estão errados.
Algo que lhe permitissem demonstrar que pelo menos tem cérebro para utilizar.
...
O tema era suposto ser a questão da Gronelandia e a mania dos extremistas americanos de criar um império, porque afinal os chineses e os russos também têm um...
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Os teslas ardem sozinhos :mrgreen:
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Só estou à espera de algum movimento anti-Trump na Europa, que leve a que comecem a arder Teslas ... :o
O caro amigo se não é parvo: anda lá perto...
Como é que consegues escrever uma barbaridade deste calibre?
Só pode ser demência da idade.
Por acaso já se sabe de vários casos de grafitis e danos de toda a ordem a Teslas tanto nos EUA como na UE. Eu acho tudo isso uma parvoíce, até porque os donos dos Teslas e mesmo a marca não tem culpa que o Elon agora tenha dado uma de politico.
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O tema era suposto ser a questão da Gronelandia e a mania dos extremistas americanos de criar um império, porque afinal os chineses e os russos também têm um...
Era. O senhor é que falou em pegar fogo a carros.
A minha opinião sobre Gronelândia?
Acho um boa troca de foco da parte dos americanos. Mais fácil e barato que tomar a Ucrânia. E também os dinamarquêses são mais mansos que os russos.
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O tema era suposto ser a questão da Gronelandia e a mania dos extremistas americanos de criar um império, porque afinal os chineses e os russos também têm um...
Era. O senhor é que falou em pegar fogo a carros.
A minha opinião sobre Gronelândia?
Acho um boa troca de foco da parte dos americanos. Mais fácil e barato que tomar a Ucrânia. E também os dinamarquêses são mais mansos que os russos.
Boa piada, fazes stand up?
Os dinamarqueses são mais mansos que os russos, mas são os segundos que estão a morrer todos os dias na Ucrânia e Rússia por causa do seu ditador.
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O tema era suposto ser a questão da Gronelandia e a mania dos extremistas americanos de criar um império, porque afinal os chineses e os russos também têm um...
Era. O senhor é que falou em pegar fogo a carros.
A minha opinião sobre Gronelândia?
Acho um boa troca de foco da parte dos americanos. Mais fácil e barato que tomar a Ucrânia. E também os dinamarquêses são mais mansos que os russos.
Boa piada, fazes stand up?
Os dinamarqueses são mais mansos que os russos, mas são os segundos que estão a morrer todos os dias na Ucrânia e Rússia por causa do seu ditador.
Em termos comparativos, sai muito mais barato do que andar anos a enviar zigalhoes de USD em armas e a a formar soldados e politicos ucranianos para a fantochada que lá está agora.
Na Gronelândia apenas são 50000 e os dinamarqueses não tem como empurrá-los para fora. É muito mais simples.
Imperialismo nas suas mais diversas formas ao vivo e a cores.
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Eu às vezes pergunto-me se as patetices dos Trolls são resultado de algum distúrbio, ou se eles fazem isto porque lhes mandam ...
Quem lesse estes comentários, e não conhecesse a realidade acharia que não há nenhuma guerra na Ucrânia, resultado dos impulsos imperiais de um ditador debochado, que quer reconstruir o império dos czares, conforme o nazista Aleksandr Dugin explica nos seus escritos ...
A reconquista da Ucrânia e dos estados bálticos e até da Polónia, é um desígnio imperial, que não tem absolutamente nada a ver com os americanos ...
Está descrito pelos ideólogos nazistas russos, e é o próprio Putin que direta ou indiretamente o afirma.
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A questão da Gronelandia, não é de agora e os americnos há muito tempo que se mostram preocupados com o facto de a ilha estar praticamente deserta e desarmada. Tanto o Canadá como a Dinamarca, vivem meio que às costas dos americanos no que respeita a garantir a soberania sobre os vastos territórios do Ártico.
Os americanos sempre fizeram pressão diplomática para lembrar estes países que aqueles territórios estão muito perto da Russia e que agora, com a Russia prestes a ficar sob controlo dos chineses, o perigo para a América aumenta exponencialmente.
O problema aqui, á a absoluta estupidez diplomática do maluco cor-de-laranja, que se baseia em parte nesta ideia da america texana de que a diplomacia não é coisa para nós.
A América que agora chega ao poder, não tem a noção de que em grande medida é a capacidade diplomática dos Estados Unidos que levou o país a uma posição de proeminencia.
A doutrina americana é explicada desde o Tedy Rooselvelt com a frase "Speak softly but carry a big stick",.
Ao contrário, Trump utiliza a doutrina do " Speak bluntly and try to frighten them "
E isto não vai dar bons resultados...
Se não fosse o bananismo militante da maioria dos dirigentes europeus a coisa seria diferente.
Também é no entanto preciso reconhecer, que cada país europeu tem a sua oposição disruptiva e radical, seja de esquerda ou de direita.
Para os que não querem ver uma Europa unida, o apoio a estes extremistas é essencial.
E isso é evidente no apoio dos extremistas aos movimentos e partidos fanáticos por toda a Europa.
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Ainda vamos assistir a um novo pacto Ribbentrop-Molotov, chamar-se-á Pacto Putin-Trump : "Pataca a mim, Pataca a ti "
O Trump disse que os mais fracos têm vocação para ser comidos e o Putin não o disse mas pensa igual.
Só mesmo os extraterrestres para os pôr na linha,... eles já aí andam :-P
Vamos ter um ano 2025 muito excitante.
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Ainda vamos assistir a um novo pacto Ribbentrop-Molotov, chamar-se-á Pacto Putin-Trump : "Pataca a mim, Pataca a ti "
O Trump disse que os mais fracos têm vocação para ser comidos e o Putin não o disse mas pensa igual.
Só mesmo os extraterrestres para os pôr na linha,... eles já aí andam :-P
Vamos ter um ano 2025 muito excitante.
A Gronelândia é uma moeda de troca que permite aos americanos saírem do lamaçal ucraniano sem perder muito a face.
Americanos largam a dor de cabeça da Ucrânia e expandem território alinaonlado. Como os russos.
São exactamente iguais nos objetivos. Mudam apenas os métodos. Os americanos são imperialistas simpáticos enquanto que os russos são uns brutos. Os chinos são imperialistas invisíveis, estão, cá, mandam nisso mas ninguém os vê. Talvez os piores entre os 3.
Mesmo assim prefiro, de longe, os americanos e espero sinceramente que a NATO se aguente nesse processo de reconfiguração geopolítica. Deverá mudar de comando porque actual responde ainda ao departamento de estado americano que cessou funções há duas semanas.
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Ainda vamos assistir a um novo pacto Ribbentrop-Molotov, chamar-se-á Pacto Putin-Trump : "Pataca a mim, Pataca a ti "
O Trump disse que os mais fracos têm vocação para ser comidos e o Putin não o disse mas pensa igual.
Só mesmo os extraterrestres para os pôr na linha,... eles já aí andam :-P
Vamos ter um ano 2025 muito excitante.
A Gronelândia é uma moeda de troca que permite aos americanos saírem do lamaçal ucraniano sem perder muito a face.
Americanos largam a dor de cabeça da Ucrânia e expandem território alinaonlado. Como os russos.
São exactamente iguais nos objetivos. Mudam apenas os métodos. Os americanos são imperialistas simpáticos enquanto que os russos são uns brutos. Os chinos são imperialistas invisíveis, estão, cá, mandam nisso mas ninguém os vê. Talvez os piores entre os 3.
Mesmo assim prefiro, de longe, os americanos e espero sinceramente que a NATO se aguente nesse processo de reconfiguração geopolítica. Deverá mudar de comando porque actual responde ainda ao departamento de estado americano que cessou funções há duas semanas.
Concordo consigo excepto no detalhe OTAN, espero que os europeus construam a sua própria defesa uma vez que aquela organização serve unicamente os interesses US.
Se me tivessem dado a oportunidade de escolher (de votar), eu teria votado como a maioria dos franceses e outros, ou seja, contra o Tratado de Lisboa ... mas as coisas foram feitas de outra maneira (à revelia dos cidadãos) e a realidade que temos é a UE, é esta a nossa equipa e é por esta que devemos pugnar pelo bem dos europeus, mande-se às urtigas a OTAN e forme-se um Corpo europeu de defesa.
Eu não tenho a certeza que os delirios expansionistas do Trump vão avante, penso que os próprios cidadãos americanos se vão revoltar se virem o seu presidente ultrapassar os limites mas entretanto os europeus devem-se preparar pois o inimigo pode entrar pela porta das traseiras enquanto vigiamos a porta da frente.
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Para ter força europeias, a EU deve atalhar em direção ao federalismo rapidamente.
Mas enquanto a prioridade forem assuntos de lana caprina como las tampas das garrafas: nada feito.
Para já , é necessário enquadrar esta grande salgalhada rapidamente. Fazer o referendo na Groenlândia e preparar os acordos bilaterais entre Dinamarca e EUA que garantem também alguma dignidade e à Dinamarca. O território é enorme. Em paz e harmonia.
Não se ponham inventar como esta semana a Dinamarca a dizer que ia investir 60 mil milhões em defesa da Groenlândia. Simplemente non-sense.
Isto é um problema que deve ser tratado com alguma cabeça fria. O tradeoff mal feito e qualquer dia andamos todos à batatada sem necessidade nenhuma.
A Dinamarca que se concentre nos LEGOs.
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Para ter força europeias, a EU deve atalhar em direção ao federalismo rapidamente.
Mas enquanto a prioridade forem assuntos de lana caprina como las tampas das garrafas: nada feito.
Para já , é necessário enquadrar esta grande salgalhada rapidamente. Fazer o referendo na Groenlândia e preparar os acordos bilaterais entre Dinamarca e EUA que garantem também alguma dignidade e à Dinamarca. O território é enorme. Em paz e harmonia.
Não se ponham inventar como esta semana a Dinamarca a dizer que ia investir 60 mil milhões em defesa da Groenlândia. Simplemente non-sense.
Isto é um problema que deve ser tratado com alguma cabeça fria. O tradeoff mal feito e qualquer dia andamos todos à batatada sem necessidade nenhuma.
A Dinamarca que se concentre nos LEGOs.
Porque raio deveria a gronelandia de fazer um referendo e serem preparados acordos bilaterais??
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Para ter força europeias, a EU deve atalhar em direção ao federalismo rapidamente.
Mas enquanto a prioridade forem assuntos de lana caprina como las tampas das garrafas: nada feito.
Para já , é necessário enquadrar esta grande salgalhada rapidamente. Fazer o referendo na Groenlândia e preparar os acordos bilaterais entre Dinamarca e EUA que garantem também alguma dignidade e à Dinamarca. O território é enorme. Em paz e harmonia.
Não se ponham inventar como esta semana a Dinamarca a dizer que ia investir 60 mil milhões em defesa da Groenlândia. Simplemente non-sense.
Isto é um problema que deve ser tratado com alguma cabeça fria. O tradeoff mal feito e qualquer dia andamos todos à batatada sem necessidade nenhuma.
A Dinamarca que se concentre nos LEGOs.
Porque raio deveria a gronelandia de fazer um referendo e serem preparados acordos bilaterais??
Pragmaticamente falando: porque é a forma mais elegante de adiar e evitar um conflito perdido à partida.
O referendo poderia resultar num não e isso retiraria alguma força aos EUA.
Já os acordos podem permitir aos dinamarqueses garantirem receitas futuras a custo zero.
Isto não é um tema simples entre aliados.
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Para ter força europeias, a EU deve atalhar em direção ao federalismo rapidamente.
Mas enquanto a prioridade forem assuntos de lana caprina como las tampas das garrafas: nada feito.
Para já , é necessário enquadrar esta grande salgalhada rapidamente. Fazer o referendo na Groenlândia e preparar os acordos bilaterais entre Dinamarca e EUA que garantem também alguma dignidade e à Dinamarca. O território é enorme. Em paz e harmonia.
Não se ponham inventar como esta semana a Dinamarca a dizer que ia investir 60 mil milhões em defesa da Groenlândia. Simplemente non-sense.
Isto é um problema que deve ser tratado com alguma cabeça fria. O tradeoff mal feito e qualquer dia andamos todos à batatada sem necessidade nenhuma.
A Dinamarca que se concentre nos LEGOs.
Porque raio deveria a gronelandia de fazer um referendo e serem preparados acordos bilaterais??
Pragmaticamente falando: porque é a forma mais elegante de adiar e evitar um conflito perdido à partida.
O referendo poderia resultar num não e isso retiraria alguma força aos EUA.
Já os acordos podem permitir aos dinamarqueses garantirem receitas futuras a custo zero.
Isto não é um tema simples entre aliados.
Só por curiosidade, e se a seguir à Gronelândia as atenções se virarem para os Açores? Deverá Portugal também preparar uns acordos bilaterais (“porque é a forma mais elegante de adiar e evitar um conflito perdido à partida”) para garantir que no continente não ficamos sem queijo de São Jorge?
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Pragmaticamente falando : sim ! toda a resistência armada seria inútil no estado actual das nossas F.A..
Tomemos consciência de uma vez por todas que nós somos fracos. A lei de Darwin é tramada companheiros.
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O mesmo deve ter sido dito a respeito dos vietnamitas, afegãos e ucranianos. Quem se rende antes de sequer começar a guerra é o quê?
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O mesmo deve ter sido dito a respeito dos vietnamitas, afegãos e ucranianos. Quem se rende antes de sequer começar a guerra é o quê?
Talvez um pseudo-legionário vendido e iludido. Nada mais.
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Se ele quiser meter mão nas lages? Que remédio temos senão vender?
Esta situação é absolutamente desconcertante para os guerreiros do teclado que ficam sem pé e órfãos de pai. Uma tremenda chatice.
Agora não fazem contas a mísseis, F35s e equipamentos para esmagar os americanos?. :G-bigun: :2gunsfiring:
Parece que só levantam vôo se os americanos quiseram diz , e bem , o patatangas. :N-icon-Axe:
Não me digas que andavam aqui todos a passear com as calças do pai nos tópicos de guerra?
Está aqui a prova de que fomos totalmente comidos por parvos pelos americanos. Agora temos que escolher:amochar ou lutar com barcos insufláveis, com motores gripados ou aviões que só servem para fazer acrobacias no dia a da Senhora do Loreto. : :G-beer2:
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Se os americanos quiserem tomar posse dos Açores tomam. E os heróis do teclado vão fazer o quê?
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Se os americanos quiserem tomar posse dos Açores tomam. E os heróis do teclado vão fazer o quê?
Brincadeiras à parte, penso que isso não irá acontecer. O contexto é muito diferente do da Groenlândia e nos Açores não existem as terras raras e recursos que os americanos pretendem reservar ou salvaguardar (whatever.)
Além disso, já lá estão há 100 anos.
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Se os americanos quiserem tomar posse dos Açores tomam. E os heróis do teclado vão fazer o quê?
Brincadeiras à parte, penso que isso não irá acontecer. O contexto é muito diferente do da Groenlândia e nos Açores não existem as terras raras e recursos que os americanos pretendem reservar ou salvaguardar (whatever.)
Além disso, já lá estão há 100 anos.
Eles já estão muito bem instalados ainda por cima não pagam nada .
O pior que nos pode acontecer é que nos peçam para lhes pagar a proteção...e caluda ! e não vale a pena chamar o xerife...eles também são o xerife.
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Se os americanos quiserem tomar posse dos Açores tomam. E os heróis do teclado vão fazer o quê?
Gastar as teclas M e I do teclado:
mimimimimimimimimimimi....
c56x1
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:mrgreen:
(https://i.ibb.co/RkxrYb5F/FB-IMG-1735449014154.jpg) (https://ibb.co/4n6vKtQq)
https://www.amazon.com/Anley-White-Mini-Flag-Pack/dp/B09WGLPRS2/
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A situação é mesmo desconcertante. Uma verdadeira mudança de paradigma. Temos aqui colegas em estado de choque.
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Se os americanos quiserem tomar posse dos Açores tomam. E os heróis do teclado vão fazer o quê?
Brincadeiras à parte, penso que isso não irá acontecer. O contexto é muito diferente do da Groenlândia e nos Açores não existem as terras raras e recursos que os americanos pretendem reservar ou salvaguardar (whatever.)
Além disso, já lá estão há 100 anos.
Não existem recursos que se saiba....
Os fundos oceanicos tão ainda muito muito pouco explorados e o nosso é imenso.
Os Açores serão sempre muito dificeis de defender, falta-nos quer capacidade AA, quer capacidade no ar ou no mar.
No entanto o interesse dos americanos na gronelandia prende-se mais com questões geopoliticas e isso o dominio da base das Lages já lhes proporciona.
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Uma ilha pode ser muito mais dificil de tomar do que uma região continental, tudo depende da organização e dos meios.
No caso dos Açores seria mais fácil os EUA fazerem a mesma coisa que fizeram com a Colômbia. Em 1903 os EUA reconheceram a independencia do Panamá (que pertencia à Colômbia) , em troca, os norte-americanos receberam a exploração do Canal por 100 anos. Em 1921 os EUA pagaram 25 milhões de dólares de compensação à Colômbia para além de um pedido de desculpas pelo seu apoio em favor dos rebeldes independentistas.
Uma boa campanha mediática, uns milhões de dólares acabadinhos de imprimir... e os Açores deixam de ser portugueses de forma democrática.
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Olha ainda poupamos umas coroas no orçamento de estado :mrgreen:
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Olha ainda poupamos umas coroas no orçamento de estado :mrgreen:
E uns mesitos depois "descobrem" minerais raros no "novo mar dos açores" e os States fazem o negócio do seculo ::)
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Olha ainda poupamos umas coroas no orçamento de estado :mrgreen:
E uns mesitos depois "descobrem" minerais raros no "novo mar dos açores" e os States fazem o negócio do seculo ::)
Com a sorte que temos, Odemira -te :mrgreen:
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Cá está como deveria ser:
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d1/Gomberg_map.jpg)
https://es.wikipedia.org/wiki/Mapa_esquem%C3%A1tico_del_nuevo_mundo_de_postguerra
:mrgreen:
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O bacano que fez o mapa não ia muito à bola com japunas...
Mas está engraçado.
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Olha ainda poupamos umas coroas no orçamento de estado :mrgreen:
E uns mesitos depois "descobrem" minerais raros no "novo mar dos açores" e os States fazem o negócio do seculo ::)
Existem sim minerais raros tanto no mar dos açores como nas canarias...
https://diariodalagoa.pt/o-mar-dos-acores-e-das-areas-mais-interessantes-para-exploracao-mineral/
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Olha ainda poupamos umas coroas no orçamento de estado :mrgreen:
E uns mesitos depois "descobrem" minerais raros no "novo mar dos açores" e os States fazem o negócio do seculo ::)
Existem sim minerais raros tanto no mar dos açores como nas canarias...
https://diariodalagoa.pt/o-mar-dos-acores-e-das-areas-mais-interessantes-para-exploracao-mineral/
O bosta já os tinha oferecido à China
https://sol.sapo.pt/2018/12/08/chineses-ja-controlam-mar-dos-acores/
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Muito interessante ! ... podemos talvez contar com a solidariedade dos chineses em caso de ameaças à nossa soberania :mrgreen:
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A questão de eventuais riquezas minerais nas profundezas da ZEE não tem grande importância par a situação atual, porque o problema não é a sua existência mas sim a inexistência de tecnologia que permita a extração destes minérios em águas profundas.
Mais ou menos que a questão africana.
Os portugueses tinham legalmente o direito a grande parte da costa africana, por terem sido os primeiros a chegar. Isso foi de muito pouca relevância até meados do século XIX.
Até ali, os europeus, nomeadamente os portugueses ficavam na costa e comerciavam com os africanos que se internavam nas matas.
O que mudou em meados do século XIX, foi a explosão dos grandes conglomerados construtores de linhas de caminho de ferro.
Com a Europa em risco de ficar saturada de linhas de caminho de ferro, uma das soluções foi ir para África e penetrar profundamente no sul do continente, porque agora era simples para os europeus fazerem extensas linhas de caminho de ferro.
A tecnologia é que levou a isso, não o conhecimento de que havia riquezas no interior do continente.
Explorações de minérios a muito grande profundidade neste momento são sonhos de ficção cientifica ou então realidades que seriam tão caras, que tornariam a exploração inviável.
Os Açores são importantes por causa da sua posição estratégica, e para defender rotas comerciais.
No entanto, com a atual politica americana que aparenta ser de protecionismo, que rotas comerciais é que os americanos pretenderiam defender ?
Os americanos estão nos Açores desde a II guerra mundial.
Até ali, o Salazar não queria nem ouvir falar de americanos nas ilhas.
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Em Portugal temos uma mentalidade (Não sei se certa ou errada) que dificilmente vamos permitir exploração (e muito provavelmente a sua destruição) do fundo do mar nas nossas ZEE.
Se para explorar lítio/fazer uma ponte sobre rio Tejo/novo Aeroporto de Lisboa/Barragem/central dessalinização/Aterro/... é uma dor de cabeça ambiental e um drama nacional que dificilmente a exploração dos nossos recursos naturais nas nossas ZEE algum dia será possível. (Exemplo dos movimentos contra a exploração de petróleo/gás ao largo do Alentejo)
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Em termos de exploração de recursos, nós explorámos o Volfrâmio durante a II guerra, explorámos praticamente todo o urânio que havia e a preços baratos.
O Litio, ou a sua exploração só fazem sentido se o que conseguirmos em troca for bastante e até ao momento, o que tem havido são propostas para explorar o Litio a preços de mercado.
Ou seja: O pouco Lítio que temos deveria ser mantido como reserva, para ser utilizado apenas em caso de absoluta necessidade dado não haver muito Lítio na Europa.
O que queremos fazer, parece ser explorar o Lítio, para competir com o preço de países que têm reservas cem ou cento e cinquenta vezes maiores que as nossas. Acabará por acontecer o mesmo que com o Urânio da Urgeiriça. Foi minerado a preço de mercado e hoje valeria mais, especialmente por estar na Europa.
Da última vez que me lembro de ver qualquer coisa sobre o assunto, quando Portugal vendia Urânio em bruto, o preço do urânio refinado andava por valores em volta de 20 dólares por kg.
Hoje o preço hoje anda pelos de 150 dólares e já esteve a quase 300 dólares. (não tenho ideia de quais eram os preços em bruto)
É tudo uma questão de oportunidade.
De qualquer das formas, se debaixo de água as condições para exploração são complicadas, na Gronelândia não são exactamente agradáveis. No entanto existe a tecnologia e as empresas e a maquinaria necessárias para a exploração de minérios mesmo em condições de frio extremo.
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Tão sensível este tipo :mrgreen:
https://www.bbc.com/news/articles/creq99l218do
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Denmark summons US ambassador over Greenland spying report
https://www.bbc.com/news/articles/c0eley5gy8wo
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Denmark summons top US diplomat over alleged Greenland influence operation
https://www.bbc.com/news/articles/c0j9l08902eo (https://www.bbc.com/news/articles/c0j9l08902eo)
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NATO exercise in Greenland
Bundeswehr trains base attack in harsh wilderness
https://www.n-tv.de/mediathek/videos/politik/Bundeswehr-trainiert-in-rauer-Wildnis-den-Basen-Angriff-article26040251.html (https://www.n-tv.de/mediathek/videos/politik/Bundeswehr-trainiert-in-rauer-Wildnis-den-Basen-Angriff-article26040251.html)
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Entretanto a Dinamarca baixa as calças e vai ás compras , 1,3 mil milhões de euros em P-8A.
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Entretanto a Dinamarca baixa as calças e vai ás compras , 1,3 mil milhões de euros em P-8A.
Normal, somos dirigidos por mulheres fortes e independentes e sodomitas !
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Entretanto a Dinamarca baixa as calças e vai ás compras , 1,3 mil milhões de euros em P-8A.
Normal, somos dirigidos por mulheres fortes e independentes e sodomitas !
Com dildos? Chiça homem, tens cá uns fetiches...
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Entretanto a Dinamarca baixa as calças e vai ás compras , 1,3 mil milhões de euros em P-8A.
Normal, somos dirigidos por mulheres fortes e independentes e sodomitas !
Com dildos? Chiça homem, tens cá uns fetiches...
É só ver quem está a frente do países da UE e tens a tua resposta !
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UK closes in on critical minerals deal with Greenland
The self-ruling Danish territory, coveted by Donald Trump, has vast caches of rare earth elements.
https://www.politico.eu/article/uk-greenland-critical-minerals-deal-partnership (https://www.politico.eu/article/uk-greenland-critical-minerals-deal-partnership)
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Denmark to Boost Arctic Defense by $4.26 billion, Buy 16 New F-35s
https://gcaptain.com/denmark-to-boost-arctic-defense-by-4-26-billion-buy-16-new-f-35s (https://gcaptain.com/denmark-to-boost-arctic-defense-by-4-26-billion-buy-16-new-f-35s)
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Denmark Announces Big Arctic Capabilities Upgrade
https://navyleaders.com/news/denmark-announces-big-arctic-capabilities-upgrade (https://navyleaders.com/news/denmark-announces-big-arctic-capabilities-upgrade)
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Denmark urges 'respect' after Trump aide's wife posts on Greenland
Denmark has urged the US to respect its "territorial integrity", after the wife of one of Donald Trump's top aides tweeted a map of Greenland in the colours of the American flag.
https://www.bbc.com/news/articles/c4g0zg974v1o (https://www.bbc.com/news/articles/c4g0zg974v1o)
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A melhor forma de proteger a Gronelândia do tiririca de fralda borrada vai ser mudarem o nome da Gronelândia para Ilha Epstein. Assim ele faz tudo para a proteger... :mrgreen:
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(https://i.ibb.co/Vc1P1pyh/Screenshot-20260108-070533-com-twitter-android-Tweet-Detail-Activity-2.jpg) (https://ibb.co/YFCqCT9K)
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(https://i.ibb.co/qLhsQb6g/dividias-US.png) (https://ibb.co/mrdqWQpy)
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Pois é pouco, a negociar bem que os groenlandeses arrancam um pouco mais do orange man.
EUA avaliam oferecer até US$ 100 mil a cada habitante da Groenlândia para anexar ilha, diz agência
Pagamento está entre vários planos discutidos pela Casa Branca, incluindo o possível uso das Forças Armadas dos EUA, informou a Reuters
https://www.estadao.com.br/internacional/eua-avaliam-oferecer-ate-us-100-mil-a-habitantes-da-groenlandia-para-anexar-ilha-diz-agencia-npr/
c56x1
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Pois é pouco, a negociar bem que os groenlandeses arrancam um pouco mais do orange man.
EUA avaliam oferecer até US$ 100 mil a cada habitante da Groenlândia para anexar ilha, diz agência
Pagamento está entre vários planos discutidos pela Casa Branca, incluindo o possível uso das Forças Armadas dos EUA, informou a Reuters
https://www.estadao.com.br/internacional/eua-avaliam-oferecer-ate-us-100-mil-a-habitantes-da-groenlandia-para-anexar-ilha-diz-agencia-npr/
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Em Portugal nem para um T1 dá :mrgreen:
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Da Guerra Fria ao Ártico do século XXI: a ambição histórica dos EUA pela Gronelândia que tem mais de 150 anos
A insistência de Donald Trump em relação à Groenlândia está longe de ser um capricho pessoal. O presidente dos Estados Unidos iniciou 2026 a admitir publicamente a possibilidade de adquirir o território autónomo pertencente ao Reino da Dinamarca, alegando razões de “segurança nacional”.
https://executivedigest.sapo.pt/da-guerra-fria-ao-artico-do-seculo-xxi-a-ambicao-historica-dos-eua-pela-gronelandia-que-tem-mais-de-150-anos/
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Da Guerra Fria ao Ártico do século XXI: a ambição histórica dos EUA pela Gronelândia que tem mais de 150 anos
A insistência de Donald Trump em relação à Groenlândia está longe de ser um capricho pessoal. O presidente dos Estados Unidos iniciou 2026 a admitir publicamente a possibilidade de adquirir o território autónomo pertencente ao Reino da Dinamarca, alegando razões de “segurança nacional”.
https://executivedigest.sapo.pt/da-guerra-fria-ao-artico-do-seculo-xxi-a-ambicao-historica-dos-eua-pela-gronelandia-que-tem-mais-de-150-anos/
Isso é conversa mole pra boi dormir. A Dinamarca pertence à OTAN, os EUA tem neste momento uma Base nesse território e não tem mais porque foram os próprios Norte-Americanos que tomaram a decisão de sair. Se querem instalar mais bases ou reforçar a base de Thule com os mais de 10.000 militares que tiveram nos anos 60, nada os impede.
Eles querem é o que há no subsolo e nos mares.
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Mísseis comprados ao invasor
https://x.com/Drecas_2000/status/2009375531213402382
São muito masoquistas estes danes 😈
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Denmark has hired their most advanced engineering firm to fortify Greenland.
(https://i.ibb.co/ds3Cd7N9/1767978012771.jpg) (https://ibb.co/SD1YhJkT)
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Mísseis comprados ao invasor
https://x.com/Drecas_2000/status/2009375531213402382
São muito masoquistas estes danes 😈
Processo em curso, presumo... e este material não deve ter "kill switch" nem deve ser preocupante ter autorização americana para os usar... contra eles. :mrgreen:
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Em Portugal nem para um T1 dá :mrgreen:
Um T1 na Madeira são 300 mil + :N-icon-Axe:
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Em Portugal nem para um T1 dá :mrgreen:
Um T1 na Madeira são 300 mil + :N-icon-Axe:
Acabei de falar com uma colega que está desesperada, estão a pedir-lhe mais de 3000 euros para alugar um apartamento. :N-icon-Axe:
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Vale a pena ouvir este senador republicano.
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Em Portugal nem para um T1 dá :mrgreen:
Um T1 na Madeira são 300 mil + :N-icon-Axe:
Acabei de falar com uma colega que está desesperada, estão a pedir-lhe mais de 3000 euros para alugar um apartamento. :N-icon-Axe:
Venham para o interior!!!!
Tenho o meu apartamento arrendado por 550€! Um T3 com ar condicionado, 1º andar, com garagem fechada e com portão automático, muito bem localizado e a 200 metros da sede do Município, Tribunal, Finanças, Segurança Social........
E os 550€ é o máximo que se consegue na sede do concelho por um T3........
T1 ou V1 por 200 a 300€ por mês e não estou a falar sequer em aldeias!!!!!!
Também não ajuda deixarem entrar toda a gente para os alojar à dúzia por quarto!!!!!!!
As casas ou apartamentos novos conseguem comprar por pouco mais de 100.000€!
Com 300.000€ nós aqui esperamos uma casa com mais de 300m2 e ainda escolhemos os mosaicos da piscina com água aquecida!!!!!!!
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A Dinamarca já elaborou uma estratégia de defesa :mrgreen:
(https://i.ibb.co/7xChxDKz/1767978012771.jpg) (https://ibb.co/GfpmfDRJ)
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Em Portugal nem para um T1 dá :mrgreen:
Um T1 na Madeira são 300 mil + :N-icon-Axe:
Acabei de falar com uma colega que está desesperada, estão a pedir-lhe mais de 3000 euros para alugar um apartamento. :N-icon-Axe:
Venham para o interior!!!!
Tenho o meu apartamento arrendado por 550€! Um T3 com ar condicionado, 1º andar, com garagem fechada e com portão automático, muito bem localizado e a 200 metros da sede do Município, Tribunal, Finanças, Segurança Social........
E os 550€ é o máximo que se consegue na sede do concelho por um T3........
T1 ou V1 por 200 a 300€ por mês e não estou a falar sequer em aldeias!!!!!!
Também não ajuda deixarem entrar toda a gente para os alojar à dúzia por quarto!!!!!!!
As casas ou apartamentos novos conseguem comprar por pouco mais de 100.000€!
Com 300.000€ nós aqui esperamos uma casa com mais de 300m2 e ainda escolhemos os mosaicos da piscina com água aquecida!!!!!!!
Não me parece que ela esteja interessada nisso.
O meu plano original era ir para o interior do meu Concelho e nem isso vou fazer, mas às vezes a vontade era agarrar em mim e na famelga e pirar-me para o Alentejo.
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Greenland or NATO: Trump's ultimatum brings Europeans back to the dilemma of the 1956 Suez crisis
https://meta-defense.fr/en/2026/01/09/greenland-ultimatum-trump-nato-suez-56/ (https://meta-defense.fr/en/2026/01/09/greenland-ultimatum-trump-nato-suez-56/)
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Para que não haja dúvidas
O Artigo 5.º da NATO não se aplica a conflitos armados entre países aliados da própria NATO.
Porquê?
O Artigo 5.º do Tratado do Atlântico Norte prevê a defesa coletiva apenas quando um Estado-membro é alvo de um ataque armado externo — ou seja, por um país que não pertence à NATO.
O texto do tratado é claro ao referir um “ataque armado contra uma ou mais Partes”, partindo do princípio de que esse ataque vem de fora da Aliança.
Se dois aliados da NATO entrarem em conflito:
❌ O Artigo 5.º não pode ser invocado
❌ A NATO não é obrigada a intervir militarmente
⚠️ A situação seria considerada uma crise interna da Aliança
O que a NATO pode fazer nesse caso?
Em vez do Artigo 5.º, podem ser usados outros mecanismos:
Artigo 4.º – consultas entre aliados quando a segurança de um deles é ameaçada
Mediação política e diplomática
Pressão política para cessar hostilidades
Em casos extremos, sanções internas ou isolamento político do aliado agressor
Exemplo histórico relevante
Grécia e Turquia (ambas membros da NATO) tiveram confrontos militares, nomeadamente em Chipre.
→ O Artigo 5.º nunca foi aplicado, e a NATO atuou apenas como mediadora.
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Para que não haja dúvidas
O Artigo 5.º da NATO não se aplica a conflitos armados entre países aliados da própria NATO.
Porquê?
O Artigo 5.º do Tratado do Atlântico Norte prevê a defesa coletiva apenas quando um Estado-membro é alvo de um ataque armado externo — ou seja, por um país que não pertence à NATO.
O texto do tratado é claro ao referir um “ataque armado contra uma ou mais Partes”, partindo do princípio de que esse ataque vem de fora da Aliança.
Se dois aliados da NATO entrarem em conflito:
❌ O Artigo 5.º não pode ser invocado
❌ A NATO não é obrigada a intervir militarmente
⚠️ A situação seria considerada uma crise interna da Aliança
O que a NATO pode fazer nesse caso?
Em vez do Artigo 5.º, podem ser usados outros mecanismos:
Artigo 4.º – consultas entre aliados quando a segurança de um deles é ameaçada
Mediação política e diplomática
Pressão política para cessar hostilidades
Em casos extremos, sanções internas ou isolamento político do aliado agressor
Exemplo histórico relevante
Grécia e Turquia (ambas membros da NATO) tiveram confrontos militares, nomeadamente em Chipre.
→ O Artigo 5.º nunca foi aplicado, e a NATO atuou apenas como mediadora.
O Artigo 5º já foi acionado e para proteger os EUA. Sei que os americanos não gostam muito de falar nisso mas são factos.
É no entanto verdade que o artigo não pode ser usado para ataques dentro da aliança. O que já se deveria estar a fazer/preparar era uma nova aliança sem os EUA. Os EUA vão tomar a Gronelandia à força e a Dinamarca e a Europa só tem as mesmas opções que tiveram na Ucrania: Ou baixam as calças ou pegam nas armas.
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Danes call for EU troops to be deployed to Greenland following Trump threats
https://www.msn.com/en-us/politics/international-relations/danes-call-for-eu-troops-to-be-deployed-to-greenland-following-trump-threats/ar-AA1TU948 (https://www.msn.com/en-us/politics/international-relations/danes-call-for-eu-troops-to-be-deployed-to-greenland-following-trump-threats/ar-AA1TU948)
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Para que não haja dúvidas
O Artigo 5.º da NATO não se aplica a conflitos armados entre países aliados da própria NATO.
Porquê?
O Artigo 5.º do Tratado do Atlântico Norte prevê a defesa coletiva apenas quando um Estado-membro é alvo de um ataque armado externo — ou seja, por um país que não pertence à NATO.
O texto do tratado é claro ao referir um “ataque armado contra uma ou mais Partes”, partindo do princípio de que esse ataque vem de fora da Aliança.
Se dois aliados da NATO entrarem em conflito:
❌ O Artigo 5.º não pode ser invocado
❌ A NATO não é obrigada a intervir militarmente
⚠️ A situação seria considerada uma crise interna da Aliança
O que a NATO pode fazer nesse caso?
Em vez do Artigo 5.º, podem ser usados outros mecanismos:
Artigo 4.º – consultas entre aliados quando a segurança de um deles é ameaçada
Mediação política e diplomática
Pressão política para cessar hostilidades
Em casos extremos, sanções internas ou isolamento político do aliado agressor
Exemplo histórico relevante
Grécia e Turquia (ambas membros da NATO) tiveram confrontos militares, nomeadamente em Chipre.
→ O Artigo 5.º nunca foi aplicado, e a NATO atuou apenas como mediadora.
O Artigo 5º já foi acionado e para proteger os EUA. Sei que os americanos não gostam muito de falar nisso mas são factos.
É no entanto verdade que o artigo não pode ser usado para ataques dentro da aliança. O que já se deveria estar a fazer/preparar era uma nova aliança sem os EUA. Os EUA vão tomar a Gronelandia à força e a Dinamarca e a Europa só tem as mesmas opções que tiveram na Ucrania: Ou baixam as calças ou pegam nas armas.
A única vez que me lembre que o artigo 5 foi acionado foi após o 9/11 e aí não era um conflito entre 2 estados membros ???
Tou certo ou tou errado?
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Danes call for EU troops to be deployed to Greenland following Trump threats
https://www.msn.com/en-us/politics/international-relations/danes-call-for-eu-troops-to-be-deployed-to-greenland-following-trump-threats/ar-AA1TU948 (https://www.msn.com/en-us/politics/international-relations/danes-call-for-eu-troops-to-be-deployed-to-greenland-following-trump-threats/ar-AA1TU948)
Forças Armadas Europeias (ou da UE, se for de mais fácil digestão) é, a cada semana que passa, um conceito cuja cristalização é cada vez mais importante para a nossa segurança coletiva e independência geopolítica.
A UE é um saco de gatos e isso dificilmente mudará a breve trecho. A presente aposta no rearmamento europeu deve ser imediatamente acompanhada pela criação de umas FA paneuropeias. É algo que já deveria ter sido implementado há muito, mas agora o que nos resta é correr atrás do prejuízo e corrigir as insuficiências.
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Para que não haja dúvidas
O Artigo 5.º da NATO não se aplica a conflitos armados entre países aliados da própria NATO.
Porquê?
O Artigo 5.º do Tratado do Atlântico Norte prevê a defesa coletiva apenas quando um Estado-membro é alvo de um ataque armado externo — ou seja, por um país que não pertence à NATO.
O texto do tratado é claro ao referir um “ataque armado contra uma ou mais Partes”, partindo do princípio de que esse ataque vem de fora da Aliança.
Se dois aliados da NATO entrarem em conflito:
❌ O Artigo 5.º não pode ser invocado
❌ A NATO não é obrigada a intervir militarmente
⚠️ A situação seria considerada uma crise interna da Aliança
O que a NATO pode fazer nesse caso?
Em vez do Artigo 5.º, podem ser usados outros mecanismos:
Artigo 4.º – consultas entre aliados quando a segurança de um deles é ameaçada
Mediação política e diplomática
Pressão política para cessar hostilidades
Em casos extremos, sanções internas ou isolamento político do aliado agressor
Exemplo histórico relevante
Grécia e Turquia (ambas membros da NATO) tiveram confrontos militares, nomeadamente em Chipre.
→ O Artigo 5.º nunca foi aplicado, e a NATO atuou apenas como mediadora.
O Artigo 5º já foi acionado e para proteger os EUA. Sei que os americanos não gostam muito de falar nisso mas são factos.
É no entanto verdade que o artigo não pode ser usado para ataques dentro da aliança. O que já se deveria estar a fazer/preparar era uma nova aliança sem os EUA. Os EUA vão tomar a Gronelandia à força e a Dinamarca e a Europa só tem as mesmas opções que tiveram na Ucrania: Ou baixam as calças ou pegam nas armas.
A única vez que me lembre que o artigo 5 foi acionado foi após o 9/11 e aí não era um conflito entre 2 estados membros ???
Tou certo ou tou errado?
P44 no teu post inicial dizes que o artigo 5º nunca foi ativo. O que rebati foi que de facto já foi ativado, exatamente na circunstancia que disseste: Após 11 de Setembro os EUA ativaram o artigo 5º. Dai termos enviado tropas para o Afeganistão.
De resto concordo com o post, numa invasão da Gronelandia, o máximo que a Dinamarca pode fazer é ativar o artigo 4º
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De resto concordo com o post, numa invasão da Gronelandia, o máximo que a Dinamarca pode fazer é ativar o artigo 4º
Há mecanismos de defesa comum dentro da UE também...
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Greenland Prime Minister Jens-Frederik Nielsen:
“If we have to choose between the USA and Denmark here and now, we choose Denmark. We choose NATO, the Kingdom of Denmark and the EU.”
:arrow: https://x.com/RpsAgainstTrump/status/2011115234442817762?s=20
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Portugal expects US to “behave like allies” amid growing Greenland tensions
"What is expected of allies is that they behave like allies", said Portugal's defence minister
https://www.portugalresident.com/portugal-expects-us-to-behave-like-allies-amid-growing-greenland-tensions/ (https://www.portugalresident.com/portugal-expects-us-to-behave-like-allies-amid-growing-greenland-tensions/)
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(https://pbs.twimg.com/profile_banners/747426555417198592/1746547322/600x200)
Several officers from the Swedish Armed Forces are arriving in Greenland today. They are part of a group from several allied countries. Together, they will prepare for upcoming elements within the framework of the Danish exercise Operation Arctic Endurance. It is at Denmark's request that Sweden is sending personnel from the Armed Forces.
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A ver como corre reunião entre secretário de estado / vice presidente e os dinamarqueses ; ou - não tem de ser declarações publicas, pode ser com acções como as dos Suecos, o adiar de decisões de compra material americano, etc - a UE / RU mostram que não aceitam que "os Dinamarqueses que se forniquem" e "Trump & trupe" aceitam algo "conseguimos que a NATO, com aumento do investimento europeu, reforce a sua presença na Gronelândia"... ou estamos mesmo lixados e com um F grande.
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Danish and Greenlandic foreign ministers have left White House talks, less than an hour and a half their scheduled star, per @AFP photo
(https://pbs.twimg.com/media/G-o4_IlawAALQYN?format=png&name=small)
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Germany, France, Sweden and Norway to contribute to military presence - Denmark
https://www.bbc.com/news/live/cn824zzp670t?post=asset%3Aaafdb37b-42a3-44d9-9c34-1e64ebb827d6#post (https://www.bbc.com/news/live/cn824zzp670t?post=asset%3Aaafdb37b-42a3-44d9-9c34-1e64ebb827d6#post)
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Meeting 'went well', Danish officials tell public broadcaster
published at 18:29
Danish public broadcaster DR is reporting Danish officials asses that the White House meeting with the US Vice President JD Vance went well.
According to its political correspondent Christine Cordsen, the delegation from Copenhagen felt "relieved and think the meeting went well".
It also lasted longer than originally scheduled, DR reported.
=> https://www.bbc.com/news/live/cn824zzp670t?post=asset%3A06f02cd4-290b-4be2-bb55-78a020c64494#post
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(https://pbs.twimg.com/media/G-nwi89WAAA9Al_?format=png&name=900x900)
Sds
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A ver como corre reunião entre secretário de estado / vice presidente e os dinamarqueses ; ou - não tem de ser declarações publicas, pode ser com acções como as dos Suecos, o adiar de decisões de compra material americano, etc - a UE / RU mostram que não aceitam que "os Dinamarqueses que se forniquem" e "Trump & trupe" aceitam algo "conseguimos que a NATO, com aumento do investimento europeu, reforce a sua presença na Gronelândia"... ou estamos mesmo lixados e com um F grande.
Não é esse o interesse deles, de todo mesmo.
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Dinamarca transmite a Moncloa que "va a ser muy difícil" evitar que Trump se quede Groenlandia
El Gobierno de Grecia también teme que Turquía aproveche para intentar anexionarse las islas del Egeo
https://www.elmundo.es/espana/2026/01/13/69668645e9cf4afb148b45c1.html
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O mundo da diplomacia e da lei terminou. Voltou a lei do mais forte e mais países irão seguir-se (afinal, se os EUA podem, porque os outros não haverão de poder)?
Ou a Europa faz uma corrida às armas ou vai ser comida de cebolada
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Denmark and allies boost Greenland military footprint as Trump ramps up pressure
The deployment comes as U.S. President Donald Trump intensifies talk of taking over the Arctic island.
https://www.politico.eu/article/denmark-allies-boost-greenland-military-presence-donald-trump-ramps-up-pressure/ (https://www.politico.eu/article/denmark-allies-boost-greenland-military-presence-donald-trump-ramps-up-pressure/)
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Dinamarca califica de "franca y constructiva" su reunión con EEUU pero advierte: "Es evidente que el presidente Trump desea conquistar Groenlandia"
"Estados Unidos necesita Groenlandia para su seguridad nacional. Es vital y la OTAN debería liderar el camino para que la consigamos, si no, Rusia o China lo harán" amenaza de nuevo Trump
https://www.elmundo.es/internacional/2026/01/14/6967eca2fc6c83cf018b45b1.html
::)
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Dinamarca califica de "franca y constructiva" su reunión con EEUU pero advierte: "Es evidente que el presidente Trump desea conquistar Groenlandia"
"Estados Unidos necesita Groenlandia para su seguridad nacional. Es vital y la OTAN debería liderar el camino para que la consigamos, si no, Rusia o China lo harán" amenaza de nuevo Trump
https://www.elmundo.es/internacional/2026/01/14/6967eca2fc6c83cf018b45b1.html
::)
A Europa pode convocar uma parada gay para defender a Gronelândia
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Dinamarca califica de "franca y constructiva" su reunión con EEUU pero advierte: "Es evidente que el presidente Trump desea conquistar Groenlandia"
"Estados Unidos necesita Groenlandia para su seguridad nacional. Es vital y la OTAN debería liderar el camino para que la consigamos, si no, Rusia o China lo harán" amenaza de nuevo Trump
https://www.elmundo.es/internacional/2026/01/14/6967eca2fc6c83cf018b45b1.html
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A Europa pode convocar uma parada gay para defender a Gronelândia
A questão nem é essa.
Obviamente a Europa devia apostar sempre na sua própria defesa! Pelo menos o anormal do Trump vai provocar o abrir de olhos a todos os europeus, da esquerda à direita!!!!
A verdadeira questão é, imagine o caso de Portugal que até podia ter 20 fragatas FREMM EVO + 20 U214 +........ se o Trump decidir ficar com os Açores, nós conseguimos ter alguma hipótese de defesa contra os EUA? É isso que está em causa! Quem é mais forte é quem manda, querem lá saber das leis internacionais para alguma coisa!!!!!!
Voltamos a 1938, mas desta vez em vez do Hitler, temos Trump e Putin!
Quanto à Europa, se a França e o RU forem pressionados, ainda conseguem fazer muitos estragos a qualquer país deste planeta!!!!!!
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(https://i.postimg.cc/K8dPndRq/photo-2026-01-15-11-35-00.jpg)
Dois anos atrás, a Ucrânia e a Dinamarca assinaram um acordo de garantias de segurança. A Ucrânia recebeu dinheiro por isso. Agora chegou a hora de cumprir as garantias e proteger os territórios dinamarqueses.
:mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:
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Dinamarca califica de "franca y constructiva" su reunión con EEUU pero advierte: "Es evidente que el presidente Trump desea conquistar Groenlandia"
"Estados Unidos necesita Groenlandia para su seguridad nacional. Es vital y la OTAN debería liderar el camino para que la consigamos, si no, Rusia o China lo harán" amenaza de nuevo Trump
https://www.elmundo.es/internacional/2026/01/14/6967eca2fc6c83cf018b45b1.html
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A Europa pode convocar uma parada gay para defender a Gronelândia
Não te cansas de estar sempre errado?!
França e Alemanha juntam-se à Suécia e Noruega no envio de militares para a Gronelândia
A Alemanha e a França anunciaram que vão participar numa missão militar europeia na Gronelândia, juntando-se à Suécia e à Noruega.
Mariana Ribeiro Soares, Andreia Martins - RTP
A Alemanha vai enviar esta quinta-feira uma "equipa de reconhecimento" de 13 militares à Gronelândia para uma "missão de exploração" que ocorrerá entre os dias 15 e 17 de janeiro, informou o Ministério alemão da Defesa num comunicado divulgado esta quarta-feira.
“A convite da Dinamarca, a Alemanha participará de uma missão de exploração na Gronelândia, de 15 a 17 de janeiro de 2026, juntamente com outras nações europeias”, diz o comunicado.
“O objetivo é explorar as condições estruturais para possíveis contribuições militares em apoio à Dinamarca na garantia da segurança na região, por exemplo, no que diz respeito às capacidades de vigilância marítima”, esclarece.
O exército francês anunciou entretanto que também vai participar numa missão militar europeia na Gronelândia, segundo a AFP.
Berlim e Paris juntam-se, assim, à Suécia e à Noruega no envio de militares para a Gronelândia esta semana. O primeiro-ministro sueco anunciou que "vários oficiais das Forças Armadas suecas chegam hoje à Gronelândia".
Fazem parte de um grupo de diversos países aliados. Juntos, vão preparar-se para os próximos elementos do exercício dinamarquês Operação Arctic Endurance", adiantou Ulf Kristersson, acrescentando que o envio de pessoal das Forças Armadas da Suécia "ocorreu a pedido da Dinamarca".
Já o ministro norueguês da Defesa, Tore Sandvik, indicou esta quarta-feira que o país vai enviar dois militares para a Gronelândia. "A Noruega decidiu enviar dois membros das Forças Armadas Norueguesas para planear a cooperação futura entre os aliados (da NATO)", confirmou Sandvik num comunicado enviado por e-mail à agência Reuters.
Acrescentou que existe um diálogo em curso dentro da NATO sobre como reforçar a segurança no Árctico, incluindo na Gronelândia e nos seus arredores. "Ainda não foi tirada nenhuma conclusão", acrescentou o ministro.
“Não conseguimos mudar a posição dos EUA”
Altos funcionários norte-americanos e os ministros dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca e da Gronelândia estiveram reunidos, esta quarta-feira, na Casa Branca e os esforços para tentar acalmar a ambição do presidente norte-americano de anexar a Gronelândia parecem ter saído furados.
“Não conseguimos mudar a posição dos EUA”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês, Lars Lökke Rasmcussen. “É evidente que o presidente tem esse desejo de conquistar a Groenlândia e deixamos muito, muito claro que isso não é do interesse do Reino [da Dinamarca]”, disse, argumentando que se trata de uma “violação inaceitável da soberania”.
Rasmcussen insistiu também que não existem ameaças imediatas da China e da Rússia que a Dinamarca e a Gronelândia, e seus aliados, não possam gerir por si próprios, rejeitando, assim, os argumentos dados por Trump para justificar o seu desejo de anexar o território.
A Dinamarca salientou que deseja "trabalhar em estreita colaboração com os Estados Unidos”, mas ressalvou que “esta cooperação deve, naturalmente, ser respeitosa".
"Concordámos que devemos olhar para o futuro e trabalhar para um acordo mais sólido entre os países", afirmou a ministra dos Negócios Estrangeiros da Gronelândia, Vivian Motzfeldt. O encontro entre os ministros dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca e da Gronelândia, o secretário de Estado dos EUA Marco Rubio e o vice-presidente JD Vance durou pouco mais de uma hora.
Apesar das divergências, os Estados Unidos, a Dinamarca e a Gronelândia decidiram formar "um grupo de trabalho de alto nível para explorar se podemos encontrar um caminho comum a seguir”.
“Concordamos que faz sentido tentar uma reunião de alto nível para explorar se existem possibilidades de atender às preocupações do presidente [Donald Trump], respeitando, ao mesmo tempo, as linhas vermelhas do Reino da Dinamarca. Portanto, este é o trabalho que iniciaremos”, anunciou Rasmussen.
“Ainda temos uma discordância fundamental, mas também concordamos em discordar e, por isso, continuaremos a conversar”, disse, adiantando que o grupo de trabalho deverá reunir-se pela primeira vez "dentro de algumas semanas".
https://www.rtp.pt/noticias/mundo/franca-e-alemanha-juntam-se-a-suecia-e-noruega-no-envio-de-militares-para-a-gronelandia_n1710237
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Denmark is beefing up its military presence in Greenland "from today and for the near future," the country's defense ministry said, deploying ships, aircraft and soldiers in the region along with other NATO allies.
:arrow: https://x.com/dwnews/status/2011572786783793262
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Dinamarca califica de "franca y constructiva" su reunión con EEUU pero advierte: "Es evidente que el presidente Trump desea conquistar Groenlandia"
"Estados Unidos necesita Groenlandia para su seguridad nacional. Es vital y la OTAN debería liderar el camino para que la consigamos, si no, Rusia o China lo harán" amenaza de nuevo Trump
https://www.elmundo.es/internacional/2026/01/14/6967eca2fc6c83cf018b45b1.html
::)
A Europa pode convocar uma parada gay para defender a Gronelândia
A questão nem é essa.
Obviamente a Europa devia apostar sempre na sua própria defesa! Pelo menos o anormal do Trump vai provocar o abrir de olhos a todos os europeus, da esquerda à direita!!!!
A verdadeira questão é, imagine o caso de Portugal que até podia ter 20 fragatas FREMM EVO + 20 U214 +........ se o Trump decidir ficar com os Açores, nós conseguimos ter alguma hipótese de defesa contra os EUA? É isso que está em causa! Quem é mais forte é quem manda, querem lá saber das leis internacionais para alguma coisa!!!!!!
Voltamos a 1938, mas desta vez em vez do Hitler, temos Trump e Putin!
Quanto à Europa, se a França e o RU forem pressionados, ainda conseguem fazer muitos estragos a qualquer país deste planeta!!!!!!
A França e o RU atuais são mais experts a causar estragos a eles próprios c56x1
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Dinamarca califica de "franca y constructiva" su reunión con EEUU pero advierte: "Es evidente que el presidente Trump desea conquistar Groenlandia"
"Estados Unidos necesita Groenlandia para su seguridad nacional. Es vital y la OTAN debería liderar el camino para que la consigamos, si no, Rusia o China lo harán" amenaza de nuevo Trump
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A Europa pode convocar uma parada gay para defender a Gronelândia
A questão nem é essa.
Obviamente a Europa devia apostar sempre na sua própria defesa! Pelo menos o anormal do Trump vai provocar o abrir de olhos a todos os europeus, da esquerda à direita!!!!
A verdadeira questão é, imagine o caso de Portugal que até podia ter 20 fragatas FREMM EVO + 20 U214 +........ se o Trump decidir ficar com os Açores, nós conseguimos ter alguma hipótese de defesa contra os EUA? É isso que está em causa! Quem é mais forte é quem manda, querem lá saber das leis internacionais para alguma coisa!!!!!!
Voltamos a 1938, mas desta vez em vez do Hitler, temos Trump e Putin!
Quanto à Europa, se a França e o RU forem pressionados, ainda conseguem fazer muitos estragos a qualquer país deste planeta!!!!!!
A França e o RU atuais são mais experts a causar estragos a eles próprios c56x1
O RU basta enviar o Starmer a fazer cara de mau e o Trump baixa logo a bolinha! :mrgreen:
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Rússia com "séria preocupação" face ao envio de tropas de países da NATO para a Gronelândia
Os russos condenam o caminho da "militarização" que está a ser escolhido para reforçar a segurança da ilha.
(https://cdn.jornaldenegocios.pt/images/2026-01/img_900x560uu2026-01-15-11-23-17-516457.jpg)
A diplomacia russa expressou esta quinta-feira "séria preocupação" face ao anúncio do envio de tropas adicionais de países da Aliança Atlântica para a Gronelândia, após uma reunião na Casa Branca entre líderes dinamarqueses e norte-americanos.
A embaixada russa em Bruxelas disse, em comunicado, que "em vez de trabalhar construtivamente" no quadro das instituições existentes, a NATO "escolheu o caminho da militarização acelerada do Norte e está a reforçar a sua presença militar na região sob o pretexto fabricado de uma crescente ameaça de Moscovo e Pequim".
O vice-primeiro-ministro da região autónoma dinamarquesa da Gronelândia disse na quarta-feira, após uma reunião em Washington entre líderes dinamarqueses e norte-americanos, que tropas adicionais de países da NATO vão deslocar-se para a região nos próximos dias.
"A presença de soldados da NATO na Gronelândia vai aumentar a partir de hoje (quarta-feira) e vai continuar nos próximos dias. Espera-se um aumento do número de voos e de navios militares", disse Mute Egede numa conferência de imprensa, referindo-se à realização de manobras militares.
Militares franceses, alemães e nórdicos vão participar numa missão militar europeia na ilha, que está sob soberania dinamarquesa e é cobiçada pelo chefe de Estado norte-americano Donald Trump.
A França, Suécia, Alemanha e Noruega anunciaram na quarta-feira o envio de militares para o território ártico para uma missão de reconhecimento que, segundo fonte do Ministério das Forças Armadas de Paris, vai decorrer no quadro do exercício militar dinamarquês "Arctic Endurance".
O Presidente francês afirmou que os primeiros militares franceses "já estão a caminho".
O Ministério da Defesa alemão justificou disse que o envio de forças visa reforçar a contribuição militar para apoiar a Dinamarca, sobretudo na vigilância marítima.
Peritos independentes, mandatados pelas Nações Unidas, manifestaram na quarta-feira "grave preocupação" face às aspirações do Presidente norte-americano de controlar a Gronelândia pela força, descrevendo-as como lógica de dominação colonial.
Um alto funcionário dinamarquês afirmou na quarta-feira que persiste um "desacordo fundamental" sobre a Gronelândia com o presidente Donald Trump, após as conversações em Washington com o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio.
Os dois lados, contudo, concordaram em criar um grupo de trabalho para discutir formas de superar as divergências, enquanto Trump continua a defender a anexação do território autónomo da Dinamarca, membro da NATO, pelos Estados Unidos.
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/detalhe/russia-com-seria-preocupacao-face-ao-envio-de-tropas-de-paises-da-nato-para-a-gronelandia
Isto sim é de louvar! Um país pacífico a apelar à razão e a opor-se ao aumento da escalada militar. Muito bem um país que se preocupa com a saúde dos vizinhos :mrgreen:
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Dinamarca califica de "franca y constructiva" su reunión con EEUU pero advierte: "Es evidente que el presidente Trump desea conquistar Groenlandia"
"Estados Unidos necesita Groenlandia para su seguridad nacional. Es vital y la OTAN debería liderar el camino para que la consigamos, si no, Rusia o China lo harán" amenaza de nuevo Trump
https://www.elmundo.es/internacional/2026/01/14/6967eca2fc6c83cf018b45b1.html
::)
A Europa pode convocar uma parada gay para defender a Gronelândia
A questão nem é essa.
Obviamente a Europa devia apostar sempre na sua própria defesa! Pelo menos o anormal do Trump vai provocar o abrir de olhos a todos os europeus, da esquerda à direita!!!!
A verdadeira questão é, imagine o caso de Portugal que até podia ter 20 fragatas FREMM EVO + 20 U214 +........ se o Trump decidir ficar com os Açores, nós conseguimos ter alguma hipótese de defesa contra os EUA? É isso que está em causa! Quem é mais forte é quem manda, querem lá saber das leis internacionais para alguma coisa!!!!!!
Voltamos a 1938, mas desta vez em vez do Hitler, temos Trump e Putin!
Quanto à Europa, se a França e o RU forem pressionados, ainda conseguem fazer muitos estragos a qualquer país deste planeta!!!!!!
Acho que com 20 submarinos pomos qualquer carrier Battle group em sentido, e aqueles LHD todos bonitos cheios de V-22 e uns milhares de rapazes dos Marines não se atrevem a aproximar.
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Portugal vai enviar algum contigente para a Gronelandia e contribuir para o esforço Europeu?
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Portugal vai enviar algum contigente para a Gronelandia e contribuir para o esforço Europeu?
Vai ser a estreia militar dos ST N e do KC. :mrgreen:
(https://www.airdatanews.com/wp-content/uploads/2024/07/a-29n-portugal-jpg.webp)
Saudações :mrgreen:
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Artigo de 2022, mais atual do que nunca
https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/como-o-artico-se-tornou-alvo-estrategico-e-de-disputa-entre-russia-china-e-eua/
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Rússia com "séria preocupação" face ao envio de tropas de países da NATO para a Gronelândia
Os russos condenam o caminho da "militarização" que está a ser escolhido para reforçar a segurança da ilha.
Descaramento não lhes falta. :mrgreen:
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Portugal vai enviar algum contigente para a Gronelandia e contribuir para o esforço Europeu?
Para operar em ambiente frio, só a FOpEspeciais talvez. Um SSK também seria útil.
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Portugal vai enviar algum contigente para a Gronelandia e contribuir para o esforço Europeu?
OSZ
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Number of military personnel European countries are sending to Greenland Per Reuters/Bloomberg
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🇳🇴 Norway: 2
🇬🇧 UK: 1
:mrgreen:
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OSZ
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Como não estou com pachorra, cito-me de outro fórum:
Estas equipas avançadas são enviadas para avaliar a logística e a infraestrutura em condições árticas. A seguir seguirão o contingente em si. Isto é uma prática padrão para qualquer missão e eu fico estupefacto como num fórum de Defesa os participantes não saibam algo tão banal.
Não há aqui um elemento que tenha servido?!
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Eu acho que aqui pensam estar na Groelândia é o mesmo ir para a serra da Estrela... Estamos a falar de um sitio que as temperaturas chegam 60 graus abaixo de zero. Alem disso quem se encontra lá depende completamente do exterior para sua alimentação. É muito difícil manter um grande numero de militares lá.
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Portugal vai enviar algum contigente para a Gronelandia e contribuir para o esforço Europeu?
OSZ
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Como não estou com pachorra, cito-me de outro fórum:
Estas equipas avançadas são enviadas para avaliar a logística e a infraestrutura em condições árticas. A seguir seguirão o contingente em si. Isto é uma prática padrão para qualquer missão e eu fico estupefacto como num fórum de Defesa os participantes não saibam algo tão banal.
Não há aqui um elemento que tenha servido?!
Caro, não me assumo como expert, bem pelo contrário e foi um dos motivos de me ter juntado ao forum. Assumo isso desde o 1º dia e foi sempre com a postura de humildade, espirito aberto para aprender e discutir ideias que aqui estou.
Talvez seja erro meu pensar que o objetivo de um forum era mesmo esse.
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P-3C CUP+ Block; um Tridente "em passeio"... uma M numa força nova EU/NATO. E vontade para isso.
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P-3C CUP+ Block; um Tridente "em passeio"... uma M numa força nova EU/NATO. E vontade para isso.
Era uma boa resposta mas a posição de Portugal vai ser de fazer de conta que não existimos :mrgreen:
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Portugal vai enviar algum contigente para a Gronelandia e contribuir para o esforço Europeu?
OSZ
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Como não estou com pachorra, cito-me de outro fórum:
Estas equipas avançadas são enviadas para avaliar a logística e a infraestrutura em condições árticas. A seguir seguirão o contingente em si. Isto é uma prática padrão para qualquer missão e eu fico estupefacto como num fórum de Defesa os participantes não saibam algo tão banal.
Não há aqui um elemento que tenha servido?!
Caro, não me assumo como expert, bem pelo contrário e foi um dos motivos de me ter juntado ao forum. Assumo isso desde o 1º dia e foi sempre com a postura de humildade, espirito aberto para aprender e discutir ideias que aqui estou.
Talvez seja erro meu pensar que o objetivo de um forum era mesmo esse.
PTWolf eu estava a falar para o P44, não para ti. É uma conversa cruzada. A tua pergunta faz todo o sentido.
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Eu acho que aqui pensam estar na Groelândia é o mesmo ir para a serra da Estrela... Estamos a falar de um sitio que as temperaturas chegam 60 graus abaixo de zero. Alem disso quem se encontra lá depende completamente do exterior para sua alimentação. É muito difícil manter um grande numero de militares lá.
Nem é preciso. Basta o suficiente para dissuadir. Dois ou três battlegroups europeus para ambiente ártico (especialmente dos países nórdicos), e com reforços planeados doutros países, estes mobilizados e posicionados para reforço rápido por via aérea e marítima, 5-6 SSKs na zona para interditar qualquer força opositora naval amaricana chegam.
Atacar um país aliado, guarnecido por outros países aliados será o prego final no caixão do PDFófilo alaranjado. Os republicanos sãs que restam, a opinião pública americana e mundial é contra. O mundo inteiro condenaria.
"Always stand up to a bully!"
Se há alguma lição a tirar daqui é que não se deve permitir este tipo de atitude a NINGUÉM. Não o devíamos ter permitido `a Rússia quando anexou a Crimeia, nem em 2022 com a Ucrânia e muito menos agora. O que vem a seguir? Açores, as ilhas Faroe, a Islândia? Irlanda? etc...
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75% of Americans oppose US attempting to take control of Greenland, CNN poll finds
https://www.msn.com/en-us/news/politics/75-of-americans-oppose-us-attempting-to-take-control-of-greenland-cnn-poll-finds/ar-AA1UgI96 (https://www.msn.com/en-us/news/politics/75-of-americans-oppose-us-attempting-to-take-control-of-greenland-cnn-poll-finds/ar-AA1UgI96)
E claro, há os 25% de MAGA no armário a favor, mas estes desaparecem logo ou reclamam que têm esporas ósseas se forem chamados a combater. ::)
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A palhaçada continua.. ::)
Trump’s Iceland ambassador nominee apologizes for 52nd state ‘joking’
https://thehill.com/homenews/administration/5692007-billy-long-apologizes-iceland-joke/ (https://thehill.com/homenews/administration/5692007-billy-long-apologizes-iceland-joke/)
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Não há aqui um elemento que tenha servido?!
Sim, por cá chama-se fazer o "survey", faz-se para qualquer lugar que se enviem FND, tem que se fazer acordos com a "host nation", o que é que é preciso, (espaço, edifícios, alimentação, combustível, etc), o que é que se consegue adquirir na "host nation" (país anfitrião), o que é que outros aliados conseguem fornecer, o que é que ninguém nos consegue fornecer e temos mesmo de levar...
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Dinamarca califica de "franca y constructiva" su reunión con EEUU pero advierte: "Es evidente que el presidente Trump desea conquistar Groenlandia"
"Estados Unidos necesita Groenlandia para su seguridad nacional. Es vital y la OTAN debería liderar el camino para que la consigamos, si no, Rusia o China lo harán" amenaza de nuevo Trump
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::)
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A questão nem é essa.
Obviamente a Europa devia apostar sempre na sua própria defesa! Pelo menos o anormal do Trump vai provocar o abrir de olhos a todos os europeus, da esquerda à direita!!!!
A verdadeira questão é, imagine o caso de Portugal que até podia ter 20 fragatas FREMM EVO + 20 U214 +........ se o Trump decidir ficar com os Açores, nós conseguimos ter alguma hipótese de defesa contra os EUA? É isso que está em causa! Quem é mais forte é quem manda, querem lá saber das leis internacionais para alguma coisa!!!!!!
Voltamos a 1938, mas desta vez em vez do Hitler, temos Trump e Putin!
Quanto à Europa, se a França e o RU forem pressionados, ainda conseguem fazer muitos estragos a qualquer país deste planeta!!!!!!
Acho que com 20 submarinos pomos qualquer carrier Battle group em sentido, e aqueles LHD todos bonitos cheios de V-22 e uns milhares de rapazes dos Marines não se atrevem a aproximar.
Pegando na deixa e em factos como o caso do submarino ter uma tripulação inferior a uma fragata, "stealth", somos um país marítimo e com bastantes ilhas a defender...... não deveria ser a aquisição de submarinos modernos e que possam lançar mísseis anti-navio, a principal prioridade de Portugal? (no caso da Marinha)
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Submarinos "negam" o controle do espaço marítimo ao inimigo, fragatas "controlam" o espaço... são complementares, ie, necessitamos sempre de ter fragatas. E as que temos estão numa condição terrível; para além de que - pelo menos até esta situação nos EUA - tínhamos funções fortemente de ASW, de controle das linhas marítimas, etc.
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Uma frase do filme Nuremberg (que recomendo):
Hermann Göring: Just because someone is your ally, does not mean they are on your side.
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Trump threatens new tariffs on countries opposed to Greenland takeover
https://www.bbc.com/news/articles/c9qpy952xvno (https://www.bbc.com/news/articles/c9qpy952xvno)
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Trump threatens new tariffs on countries opposed to Greenland takeover
https://www.bbc.com/news/articles/c9qpy952xvno (https://www.bbc.com/news/articles/c9qpy952xvno)
Os EUA são auto-suficientes? É que querer taxar o resto do mundo é capaz de não ser muito inteligente se o resto do mundo virar as costas aos EUA e começar a negociar diretamente entre si
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Trump tariff threat over Greenland 'unacceptable', European leaders say
https://www.bbc.com/news/articles/cy4qjwk9n2no (https://www.bbc.com/news/articles/cy4qjwk9n2no)
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Thousands take part in 'Hands off Greenland' protests in Denmark
https://www.euronews.com/my-europe/2026/01/17/thousands-take-part-in-hands-off-greenland-protests-in-denmark (https://www.euronews.com/my-europe/2026/01/17/thousands-take-part-in-hands-off-greenland-protests-in-denmark)
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Republican Lawmaker Warns Trump His Greenland Threats Could End His Presidency
A Republican congressman warns that threatening a NATO ally could provoke impeachment and unravel party support for the U.S. president.
https://theintellectualistofficial.substack.com/p/republican-lawmaker-warns-trump-his (https://theintellectualistofficial.substack.com/p/republican-lawmaker-warns-trump-his)
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Republican Lawmaker Warns Trump His Greenland Threats Could End His Presidency
A Republican congressman warns that threatening a NATO ally could provoke impeachment and unravel party support for the U.S. president.
Este(s) - "29 years in the United States Air Force, he commanded wings at Ramstein Air Base, Germany" / "often considered a centrist or moderate Republican. (...) Bacon has been described as a maverick for his opposition to the isolationist and protectionist policies proposed by Donald Trump, who has derided him as a "rebel." Bacon self identifies as a Reagan Republican." - não são o problema... o problema são os MAGA, que os substituíram e os Democratas que vivem para problemas "woke" e servem de alvo populista para os MAGA.
Pode ser que o velho partido Republicano renasça e os Democratas ganhem juízo
Vou rever, pela 4a vez, a série "West Wing". :-\
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Está situação da Gronelândia dá para ir refletindo e conclui que só fica chocado quem não é português nem sabe de história. É que todo este caso me faz lembrar no caso do ultimato inglês, do mapa cor-de-rosa em 1890.
Uma super potência, então se for hegemónica, vai fazer o que quiser, até a aliados, se calhar é algo natural, sentem-se tão intocáveis. Se querem algo tomam, o aliado tem o "previlegio" de continuar a existir pacificamente, se não fosse aliado até corria o risco de ser destruído.
A grande diferença aqui é que a UE está a tomar o lado da Dinamarca, e a UE não é o pequenino Portugal de 1890.
Vamos ver o resultado.
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Uma superpotencia controlada - momentaneamente, espero - pela MAGA, é essa a razão disto. Um aviso sobre movimentos "salvadores""populistas.
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E essas manifestações pela Gronelândia, só me fazem lembrar das manifestações pela Ucrânia, não serviram de nada, e aqui vai ser parecido.
Nem o Putin, nem o Trump dão importância à lei, eles só respeitam a força.
Por isso enquanto a Europa não tiver força vai continuar a ser "violada", depois ou gosta e continua ou faz alguma coisa contra isso.
Porque os americanos nem vão levar a mal os países europeus estarem melhor armados, é o que o Trump exigiu e podemos sempre dizer: "Somos capazes de assegurar isto ou aquilo, não tem de ser sempre os americanos a safar isto!", e eles vão ver países capazes e não os tais aliados submissos lambe-botas que vão à boleia.
Simultaneamente, melhorar a capacidade industrial europeia para não estarmos dependentes deles e termos, independência estratégica como os franceses.
O ideal seria no fim a Europa estar no nível "near-pear", certas coisas nunca vamos ter que é uma super Marinha ou bombardeiros estratégicos, os EUA vão sempre ser uma potência militar global, mas se criarmos uma bolha de segurança á volta da Europa, com capacidade anti-aerea forte e anti-navio, um "muro" de forças mecanizadas e anti-drone na frente leste com a Rússia e alguma capacidade expedicionária para o Mediterrâneo e África ocidental para situações de crise, podíamos ser uma potência regional que os EUA não olhariam com o desprezo que olham actualmente.
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Trump links Greenland dispute to not getting Nobel Peace Prize
https://www.bbc.com/news/articles/cy7mev35x2lo (https://www.bbc.com/news/articles/cy7mev35x2lo)
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'Europe is at a total loss': Russia gloats over Greenland tensions
https://www.bbc.com/news/articles/c17zpvkddpzo (https://www.bbc.com/news/articles/c17zpvkddpzo)
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Fonte: BBC... aquela mesmo que edita noticias sobre seus 'desafetos'...
::)
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A BBC não é fonte de confiança como o X, especialmente os reconhecidos ativos de influência russos :mrgreen: c56x1 ::)
mas....
Greenland 'will stay Greenland', former Trump adviser declares
https://www.bbc.com/news/articles/c98p6m0r53no (https://www.bbc.com/news/articles/c98p6m0r53no)
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Pentagon Places 1,500 Arctic-Trained Airborne Troops on Standby as Greenland Dispute Escalates
https://www.thedefensenews.com/news-details/Pentagon-Places-1500-Arctic-Trained-Airborne-Troops-on-Standby-as-Greenland-Dispute-Escalates/ (https://www.thedefensenews.com/news-details/Pentagon-Places-1500-Arctic-Trained-Airborne-Troops-on-Standby-as-Greenland-Dispute-Escalates/)
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U.S.-NATO Rift Over Greenland Keeps Getting Worse
Denmark is deploying more troops to Greenland over the increasingly hostile rhetoric coming out of the White House.
https://www.twz.com/news-features/u-s-nato-rift-over-greenland-keeps-getting-worse (https://www.twz.com/news-features/u-s-nato-rift-over-greenland-keeps-getting-worse)
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Dinamarca reforça contingente militar na Gronelândia e abdica de ir a Davos
Com as tensões entre Copenhaga e Washington a escalarem, o governo dinamarquês enviou esta segunda-feira mais uma centena de militares para a Gronelândia. Os representantes do país nórdico cancelaram também a presença no Forum Económico Mundial, em Davos.
(https://cdn.jornaldenegocios.pt/images/2026-01/img_900x560uu2026-01-19-16-40-32-516772.jpg)
A Dinamarca enviou esta segunda-feira mais uma centena de militares para a Gronelândia, numa altura em que o Presidente dos EUA, Donald Trump, insiste em assumir o controlo da região. Além dos 100 militares que já se encontravam na capital da Gronelândia, Nuuk, foram destacados hoje mais cerca de uma centena de militares dinamarqueses para Kangerlussuaq.
O envio do reforço militar foi confirmada pelas Forças Armadas da Dinamarca à estação televisiva dinamarquesa TV 2.
Os soldados destacados para a Gronelândia deverão participar no exercício "Arctic Endurance", que foi acelerado e intensificado após recentes declarações de Trump, em que admitia o uso de força militar para assumir o controlo do território.
A organização do Forum Económico Mundial, em Davos, indicou à Bloomberg que "representantes do governo dinamarquês foram convidados para estar presentes, mas que o Executivo do país nórdico decidiu que não marcará presença na reunião", onde Trump é um dos convidados.
A escalada nas tensões entre Copenhaga e Washington aumentaram durante o fim de semana depois de Trump ter ameaçado aplicar tarifas em bens de oito países da NATO - Alemanha, Dinamarca, França, Finlândia, Países Baixos, Noruega, Suécia e Reino Unido - que irão participar nos exercícios militares da NATO a realizar na Gronelândia.
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/detalhe/dinamarca-reforca-contingente-militar-na-gronelandia-e-abdica-de-ir-a-davos?ref=DET_Recomendadas#loadComments
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EUA reafirmam intenção de controlar Gronelândia: "Os europeus projetam fraqueza"
Numa entrevista à NBC, o secretário do Tesouro disse que os europeus vão acabar por ceder na sua postura em relação à Gronelândia e "perceber que têm de estar sob a proteção dos EUA".
(https://cdn.jornaldenegocios.pt/images/2025-08/img_900x560uu2025-08-11-07-39-39-507193.jpg)
Os Estados Unidos não vão recuar na sua intenção de controlar a Gronelândia e dizem mesmo que a Europa é demasiado fraca para garantir a sua própria segurança. Apesar de a União Europeia ter dito que será firme na defesa do direito internacional do seu território, o secretário do Tesouro norte-americano desvalorizou a capacidade do bloco evitar as tarifas adicionais anunciadas por Donald Trump contra oito países europeus.
"Os europeus projetam fraqueza, os EUA projetam força. O Presidente acredita que a segurança reforçada não é possível sem a Gronelândia ser parte dos EUA", afirmou Scott Bessent, numa entrevista à NBC.
No sábado, Trump anunciou tarifas de 10% sobre os bens de oito países europeus, a começar a 1 de fevereiro, que serão elevadas para 25% em junho, caso não haja um acordo para a "compra na Gronelândia". Segundo o Financial Times, a União Europeia estará a considerar uma retaliação avaliada em 93 mil milhões de euros.
O Presidente francês já classificou estas taxas alfandegárias como "inaceitáveis" e prometeu que pedirá "a ativação do instrumento anti-coerção" da UE se as ameaças forem executadas - esta ferramenta, cuja implementação requer a maioria qualificada dos países da União Europeia, permite, entre outras medidas, o congelamento do acesso aos mercados públicos europeus ou o bloqueio de certos investimentos.
Bessent disse acreditar que os líderes europeus vão acabar por ceder: "Os líderes europeus vão reconsiderar e vão perceber que têm de estar sob a proteção dos EUA".
Em causa estão, neste momento, estão a Dinamarca, a Noruega, a Suécia, a França, a Alemanha, o Reino Unido, os Países Baixos e a Finlândia.
Trump insiste há meses que os Estados Unidos devem controlar a Gronelândia, um território semiautónomo da Dinamarca, membro da NATO, e disse no início desta semana que qualquer coisa menos do que a ilha ártica estar em mãos americanas seria inaceitável.
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Acho que os líderes europeus só devem ter 1 tipo de resposta que é convidar os americanos a abandonarem todas as bases militares que têem na Europa!!!!
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Alemanha diz que Trump ultrapassou limites com a ameaça à Gronelândia
Trump anunciou a imposição de uma tarifa de 10% sobre os produtos de oito países europeus devido à oposição ao controlo dos EUA sobre a Gronelândia.
(https://cdn.jornaldenegocios.pt/images/2025-12/img_900x560uu2025-12-18-17-15-00-514946.jpg)
O ministro das Finanças alemão, Lars Klingbeil, considera que a ameaça do Presidente norte-americano, Donald Trump, de anexar a Gronelândia constitui uma linha vermelha para a União Europeia (UE) e que o bloco dos 27 deve equacionar recorrer ao mecanismo legal concebido para repelir a coerção económica.
"Estamos constantemente a enfrentar novas provocações, estamos constantemente a enfrentar novos antagonismos, que o Presidente Trump procura, e aqui nós, europeus, devemos deixar claro que o limite foi atingido", afirmou Klingbeil esta segunda-feira em Berlim, ao lado do seu homólogo francês, Roland Lescure.
"Existe um conjunto de ferramentas europeias legalmente estabelecidas que podem responder à chantagem económica com medidas muito sensíveis, e devemos agora analisar o seu uso", acrescentou Klingbeil, que é também vice do chanceler Friedrich Merz, em declarações reproduzidas pela Bloomberg.
O instrumento anti-coerção da UE, cuja ativação requer maioria qualificada, foi adotado em junho de 2023, mas nunca foi utilizado, permite, por exemplo, impor limites às importações de um país ou ao acesso a determinados mercados.
No sábado, Trump anunciou uma tarifa de 10% sobre os produtos de oito países europeus (Dinamarca, a Noruega, a Suécia, a França, a Alemanha, o Reino Unido, os Países Baixos e a Finlândia) a partir de 1 de Fevereiro devido à oposição ao controlo dos Estados Unidos sobre a Gronelândia. A taxa de 10% será elevada para 25% a 1 de junho, se não for assinado um acordo para a "compra completa e total da Gronelândia" pelos Estados Unidos.
Em resposta, a UE está em negociações para potencialmente impor tarifas sobre 93 mil milhões de euros (108 mil milhões de dólares) em produtos americanos caso Trump leve avante as suas intenções, segundo avançavam vários meios de comunicação social.
"Os limites foram atingidos e ao ver a ameaça à integridade e soberania da Gronelândia e à Dinamarca notei nas negociações que as pessoas esperam que não cedamos à chantagem e que tomemos medidas contra ela", declarou Klingbeil.
"Para mim, deve ser claro a todo o momento que a Europa precisa estar pronta para agir - e isso não pode ser preparado no último minuto", acrescentou. "Esses preparativos devem ser feitos agora", rematou.
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/uniao-europeia/detalhe/alemanha-diz-que-trump-ultrapassou-limites-com-a-ameaca-a-gronelandia?ref=DET_Recomendadas
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https://canadiandefencereview.com/canada-to-consider-sending-caf-troops-to-greenland-after-u-s-tariff-threats/
Canada to Consider Sending CAF Troops to Greenland After U.S. Tariff Threats
Canada’s Prime Minister Mark Carney considers sending Canadian Armed Forces (CAF) troops to Greenland after concerns on U.S’s Greenland announcement, with U.S. President Donald Trump’s threat to impose tariffs on eight European countries (Denmark, Norway, Sweden, France, Germany, the United Kingdom, the Netherlands and Finland) that oppose U.S. purchase of Greenland.
As as result, tariffs will be increasing from 10 per cent to 25 per cent starting June.
“The future of Greenland is a decision for Greenland and for the Kingdom of Denmark. We always will support sovereignty and territorial integrity of countries wherever their geographic location is,” says Carney.
Chief of the Defence Staff, General Jennie Carignan, said in an interview that NATO will persevere, with Carney urging NATO allies and partners, including the U.S., to respect their commitments.
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Fundo de pensões dinamarquês vai vender títulos do Tesouro norte-americano
O fundo de pensões dinamarquês AkademikerPension vai vender títulos do Tesouro norte-americanos devido à situação financeira do governo dos Estados Unidos, no meio de uma crise transatlântica resultante da ameaça do Presidente Donald Trump em anexar a Gronelândia.
"A decisão baseia-se na situação financeira precária do governo dos EUA, o que nos faz pensar que precisamos de encontrar uma forma alternativa de gerir a nossa liquidez e risco", disse o gestor de investimento Anders Schelde à agência EFE.
No futuro, em vez de obrigações do Tesouro, o fundo dinamarquês investirá em dólares e em dívida de curto prazo de agências governamentais, entre outros instrumentos.
A decisão "não está diretamente relacionada com a atual disputa entre os EUA e a Europa, mas, claro, isso não tornou a decisão mais difícil", acrescentou Schelde.
Agência Lusa
https://cnnportugal.iol.pt/aominuto/67f6192ed34e3f0bae9cb10e
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Os EUA estão a conseguir arranjar forma de acabar completamente isolados aka "orgulhosamente sós"
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The Germans and the French are already fighting over how to respond to Trump.
France wants to act tough, but have Germany pay for everything because France has massive budget issues and can’t afford to do anything.
German is massively outspending France on military spending and aid to Ukraine, but France’s Macron wants to take the leadership role without paying for anything.
Germany is basically refusing to confront Trump because Germans recognize Trump holds all of the cards, while Macron isn’t smart enough to understand such details.
https://x.com/WallStreetMav/status/2013545133178835324
Hahahahahaha!!!
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Mais do mesmo..esperado e ignorado por quem tem no mínimo dois neurónios a funcionar. ::)
Está a ver uma publicação que mistura **tensões reais** com **manipulação excessiva**, e a manipulação é a principal responsável pela distorção dos factos.
Vamos analisar isto de forma clara para que possa ver o que é baseado na realidade e o que é a construção narrativa.
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#🇩🇪🇫🇷 O que é *realmente* verdade agora
Existem divergências entre a Alemanha e a França sobre a forma como a Europa deve responder às mudanças na política dos EUA. Essa parte é real. Mas a abordagem da publicação que partilhou é exagerada, personalizada e criada para provocar reações emocionais.
Abaixo, uma análise estruturada.
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# 🔍 1. **“A França quer armar-se em durona, mas que a Alemanha pague tudo”**
Isto é uma **caricatura**, não uma descrição precisa.
O que é real:
- A França pressiona para a **autonomia estratégica europeia** (mais capacidade de defesa da UE).
- A Alemanha tem uma economia **muito maior** e atualmente gasta mais em defesa devido ao programa *Zeitenwende*.
- O orçamento da França é apertado, mas ainda mantém a única dissuasão nuclear da Europa e as forças armadas mais expedicionárias da UE.
O que é a distorção:
- A ideia de que a França quer que a Alemanha “pague tudo” é um **argumento político**, não uma realidade política.
- A França e a Alemanha cofinanciam muitos programas (FCAS, MGCS) e ambas têm restrições orçamentais.
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# 🔍 2. **“A Alemanha está a gastar muito mais do que a França em defesa e ajuda à Ucrânia”**
Parcialmente verdade, mas falta-lhe contexto.
- Os gastos com a defesa da Alemanha aumentaram após a invasão da Rússia.
- A Alemanha forneceu mais ajuda financeira e militar directa à Ucrânia.
- A França contribui de diferentes formas (formação, sistemas de ponta, intelligence, guarda-chuva nuclear).
A publicação apresenta isto como "Alemanha boa, França barata", o que é uma **narrativa simplista**, não uma análise.
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# 🔍 3. **"Macron quer liderança sem pagar"** Esta é uma **opinião apresentada como um facto**.
Macron *de facto* defende:
- Integração da defesa da UE
- Autonomia industrial europeia
- Um pilar europeu mais forte no seio da NATO
Mas a França também:
- Mantém a única força nuclear da UE
- Possui o maior exército mobilizável da UE
- Conduz múltiplas operações no estrangeiro
- Financia uma rede global de inteligência e diplomacia
A liderança não é gratuita, e a França paga grande parte dela.
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# 🔍 4. **"Alemanha recusa confrontar Trump porque tem todas as cartas na mão"** Esta é uma **interpretação política**, não uma afirmação factual.
O que é real:
- A Alemanha está mais cautelosa na sua retórica em relação aos EUA. - A economia alemã depende mais das garantias de segurança dos EUA.
- Berlim prefere a diplomacia discreta ao confronto público.
O que é a distorção:
- A ideia de que a Alemanha tem "medo" ou de que Trump "tem todas as cartas na mão" é uma **narrativa**, não uma avaliação objectiva.
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# 🔍 5. **"Macron não é inteligente o suficiente para compreender"**
Isto é puro **ataque pessoal**, não análise.
Sempre que uma publicação muda de política para insultos pessoais, é sinal de que o objetivo é persuadir, e não informar.
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# 🧭 Então isto é publicidade?
Não se trata necessariamente de publicidade *russa*, mas **utiliza as mesmas técnicas**:
- Simplificação excessiva da complexa dinâmica da UE
- Ataques pessoais em vez de análise de políticas
- Apresentação da França como irresponsável
- Apresentação da Alemanha como submissa
- Apresentação da Europa como dividida e fraca
- Apresentação de Trump como omnipotente
Trata-se de **estruturas narrativas clássicas** utilizadas por contas de influência em todo o espectro político.
O ponto principal:
**Não se trata de análise — é uma opinião disfarçada de facto.**
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Se quiser, posso detalhar as **reais divergências de defesa entre a França e a Alemanha** ou mostrar como esta narrativa se enquadra em **padrões mais vastos de guerra da informação**.
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Para os que creem na tal "Ordem Mundial Baseada em Regras", um poco de realidade fora da bolha.
Um sincericidio por um de seus actores, agora que a coisa não lhes vai tão bem assim:
Never thought we would hear this level of honesty from a Western leader, and certainly not Canada, given the direction of Canada in the past 25 years.
Canada's shift towards multialignment is quite clear - and this level of honesty from Carney on Western "fiction" about the old order will be warmly welcomed in much of the Global South:
"We knew that the story about the rules-based order was partially false...
We knew that international law applied with varying rigour depending on the identity of the accused and the victim.
This fiction was useful... So we placed the sign in the window. We participated in the rituals.
And we largely avoided calling out the gaps between rhetoric and reality.
This bargain no longer works. Let me be direct. We are in the midst of a rupture, not a transition...
You cannot live within the lie of mutual benefit through integration when integration becomes the source of your subordination."
Está o vídeo: https://x.com/tparsi/status/2013677260956402059
Claro, os inocentes sempre podem argumentar "Ah... isso é IA..."
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https://cnnportugal.iol.pt/donald-trump/davos/trump-nao-quer-usar-a-forca-mas-quer-mesmo-adquirir-um-pedaco-de-gelo-crucial-para-a-seguranca-mundial/20260121/6970e9e5d34e0ec52ec28851
Trump diz que esta é "a maior declaração" que já fez: "As pessoas pensavam que eu ia usar a força na Gronelândia. Não quero usar a força. Não vou usar a força
No seu discurso em Davos, o presidente dos EUA e além das afirmações sobre a Gronelândia, Trump passou uma hora a felicitar-se por tudo o que conseguiu no primeiro ano de mandato
"Não usarei a força, não quero usar a força." Donald Trump estava certo quando disse que esta seria, provavelmente, a declaração mais importante que faria no seu discurso no Fórum Económico Mundial. Depois de semanas de tensão e de ameaças, o presidente norte-americano garantiu em Davos que não tenciona usar a força, mas que está disponível para começar "imediatamente" a negociar a aquisição da Gronelândia, um território que considera essencial para a manutenção da segurança dos EUA e do mundo.
"Tudo o que pedimos é para ter a propriedade e a soberania sobre a Gronelândia. Não consigo defender a Gronelândia sem ter a soberania", explicou. "Provavelmente não conseguiremos nada, a menos que eu decida usar força e violência excessivas, o que nos tornaria, francamente, imparáveis. Mas não farei isso. Ok. Agora todos dizem ‘Oh, que bom’. Essa foi provavelmente a maior declaração que fiz, porque as pessoas pensavam que eu iria usar a força. Não tenho de usar a força. Não quero usar a força. Não vou usar a força."
Afirmando que tem "imenso respeito pelos povos da Gronelândia e da Dinamarca", Donald Trump disse que a Dinamarca não é capaz de garantir a segurança do Ártico. "Nenhum país pode garantir a segurança da Gronelândia à exceção dos EUA. Somos uma grande potência. Algumas pessoas só descobriram isso há duas semanas, com a Venezuela", acrescentou Trump, recordando que os EUA já tinham mostrado a sua capacidade na Segunda Guerra Mundial: lembrou que a Dinamarca se rendeu em poucas horas à Alemanha e que teve de ser a América a proteger a Gronelândia e a ganhar a guerra. De resto, segundo o próprio, se não fossem os Estados Unidos, a maioria dos presentes na plateia “estariam a falar alemão e, talvez, um pouco de japonês”.
"Quando a Dinamarca falhou à Gronelândia nós sentimos obrigação de defender o território", sublinhou. Foi nessa altura que os EUA colocaram bases na Gronelândia para a Dinamarca. "Nós lutámos pela Dinamarca, salvámos a Gronelândia". E, após a vitória na guerra, "devolvemo-la à Dinamarca. Quão estúpidos fomos?", perguntou-se. "E agora a Dinamarca é ingrata".
"Esta ilha é na verdade parte da América do Norte", assegurou. "É parte do nosso território."
"Agora o mundo enfrenta riscos muito maiores", continuou Trump. "A Gronelândia está numa localização estratégica" - demasiado perto da Rússia e da China. "Só os EUA podem defender esta grande massa de gelo."
E os Estados Unidos não precisam da Gronelândia por causa dos seus recursos minérios ou das terras raras: "Precisamos da Gronelândia para a nossa estratégia de segurança nacional e internacional", garantiu Trump, afastando a ideia de que a sua pretensão é puramente económica.
"A aquisição da Gronelândia não será uma ameaça à NATO", reiterou. Pelo contrário, "iria aumentar a sua segurança". Donald Trump prometeu mesmo construir o "Golden Dome" naquela ilha, numa referência a um sistema de proteção antimísseis que defenderá também o Canadá e a Europa. "Preocupamo-nos com a Europa e queremos que a Europa seja forte", garantiu.
"A Gronelândia é um pedaço de gelo, eu estou a pedir um pedaço de gelo para garantir a proteção do mundo", prosseguiu Trump, explicando que é "um pedido muito pequeno" comparado com tudo o que os EUA já fizeram pela NATO. "Têm duas possibilidades: ou dizem sim, e ficaremos muito agradecidos, ou dizem não, e lembrar-nos-emos”, vincou, em forma de ameça.
"OS EUA foram tratados de forma muito injusta pela NATO", queixou-se depois. "Demos tanto e recebemos tão pouco em troca. “Com todo o dinheiro que gastámos, com todo o sangue, suor e lágrimas, e não sei se eles estariam lá para nós.”
E recordou que os EUA apoiaram a Ucrânia, mesmo estando tão distantes. "A Ucrânia é um banho de sague e eu quero pôr um fim nisso." "Nós estaremos 100% com a NATO, mas não tenho a certeza que eles estejam lá para nós", disse Trump, anunciando que se vai encontrar ainda esta quarta-feira com Zelensky, para depois esclarecer que esse encontro acontecerá, afinal, apenas na quinta-feira.
"A Europa não está a seguir a direção certa"
Trump até tinha pensado deixar a Gronelândia fora do discurso. Começou por falar da economia dos EUA e por se vangloriar por todas as medidas tomadas neste primeiro ano de presidência - medidas que, nas suas palavras levaram à queda da inflação, à diminuição do défice e ao aumento dos investimentos, num verdadeiro "milagre económico". "As pessoas estão muito bem e muito felizes", felicitou-se. "Nunca pensei que conseguíamos fazê-lo tão depressa."
Aproveitou então para criticar as políticas económicas seguidas pelos líderes europeus. "Adoro a Europa e espero que tudo corra bem na Europa, mas não estão a seguir da direção certa", frisou, apontando que muitas nações não investem na sua indústria, mudam para a energia verde e permitem que a população seja substuída, "importando novas populações de terras distantes". "Alguma regiões da Europa estão irreconhecíveis."
"Foi este o percurso que muitas nações tolamente seguiram, virando costas àquilo que faz as nações verdadeiramente ricas e fortes. E há tanto mais potencial em tantas nações", lamenta. O resultado é o déficit económico e as migrações. É preciso acabar com este modelo, defende. Trump diz que evitou a crise energética dos EUA que afetou os países europeus que seguiram a energia verde - "talvez o maior embuste da história". "É suposto fazer-se dinheiro com a energia, não perder." É por isso que o modelo a seguir é o dos EUA, diz.
Entre farpas lançadas ao Canadá, a França, à Suíça e ao Reino Unido, Donald Trump só tem elogios para fazer aos Estados Unidos. E entre eles está o sucesso da intervenção da Venezuela. "A Venezuela vai sair-se lindamente", concluiu Trump, acrescentando que "assim que o ataque acabou eles vieram ter connosco e pediram-nos para fazer um acordo. Mais pessoas deviam fazer o mesmo." "Todas as grandes companhias de petróleo virão connosco, é uma coisa linda de se ver." O preço do combustível já está a diminuir. Trump acredita que a Venezuela vai prosperar e ganhar muito dinheiro.
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"Não usarei a força, não quero usar a força."
Where have I heard that before? :conf:
As Russia amassed troops on the Ukrainian border, Russian President Vladimir Putin, his spokesman, Dmitry Peskov, and other Russian officials repeatedly denied that their country had plans to invade Ukraine. They blamed the U.S., Ukraine and others for the tension, insisting that Russia is a “peaceful country” and that it is “not going to attack anyone.”
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Aqui está o discurso completo do PM do Canadá, Mark Carney — um texto notável que, para mim, marca um ponto de viragem na nossa história
É um prazer — e um dever — estar convosco neste momento crucial para o Canadá e para o mundo. Hoje, vou falar sobre a rutura na ordem mundial, o fim de uma bela história e o início de uma realidade brutal, na qual as relações entre grandes potências se fazem sem quaisquer limites à sua atuação.
Mas também quero dizer-vos que os outros países, em particular as chamadas potências médias, como o Canadá, não são impotentes. Têm a capacidade de construir uma nova ordem que incorpore os nossos valores, como o respeito pelos direitos humanos, pelo desenvolvimento sustentável, a solidariedade, a soberania e a integridade territorial dos Estados. O poder dos menos poderosos começa com a honestidade.
Todos os dias alguma coisa nos lembra de que vivemos numa era de rivalidade entre grandes potências, que ordem mundial sustentada por regras está a desvanecer-se e que os fortes fazem o que querem, e os fracos sofrem o que têm de sofrer.
Este aforismo de Tucídides é apresentado como inevitável, apenas a lógica natural das relações internacionais a reassumir-se. E, perante esta lógica, há uma forte tendência para os países se acomodarem, de forma a evitarem problemas. Esperam que essa aceitação lhes traga segurança.
Mas não trará. Então, quais são as nossas opções?
Em 1978, o dissidente checo Václav Havel escreveu um ensaio chamado “O Poder dos Impotentes”. Nele, faz uma pergunta simples: como é que o sistema comunista se sustentava?
A resposta começa com um vendedor de hortaliças. Todas as manhãs, este merceeiro coloca um cartaz na sua montra: “Trabalhadores do mundo, uni-vos!” Ele não acredita naquilo. Ninguém acredita. Mas coloca o cartaz na mesma, para evitar problemas, para sinalizar conformidade, para se acomodar. E, porque todos os lojistas em todas as ruas fazem o mesmo, o sistema persiste.
Não apenas através da violência, mas através da participação de pessoas comuns em rituais que sabem, no seu íntimo, serem falsos.
Havel chamou a isto “viver dentro da mentira”. O poder do sistema não vem da sua verdade, mas da disposição de todos a representá-lo como se fosse verdade. E a sua fragilidade vem da mesma fonte: quando uma pessoa, uma pessoa que seja, deixa de representar, quando o vendedor de hortaliças retira o seu cartaz, a ilusão começa a quebrar-se.
Está na altura de empresas, países, retirarem os seus cartazes.
Durante décadas, países como o Canadá prosperaram sob aquilo a que chamávamos ordem internacional baseada em regras. Aderimos às suas instituições, elogiámos os seus princípios e beneficiámos da sua previsibilidade. Pudemos implantar políticas externas sob a proteção destas regras.
Sabíamos que a história desta ordem internacional era parcialmente falsa. Que os mais fortes se eximiriam quando lhes fosse conveniente. Que as regras comerciais eram aplicadas de forma assimétrica. E que o direito internacional se aplicava com rigor variado, dependendo da identidade do acusado ou da vítima.
Esta ficção foi útil, e a hegemonia americana, em particular, ajudou-nos a ter acesso a rotas marítimas abertas, um sistema financeiro estável, segurança coletiva, e apoiou organismos que se ocupariam da resolução de conflitos. E foi por isso que colocámos o cartaz na montra. Participámos nos rituais. E evitámos, em boa parte, apontar as lacunas entre retórica e realidade.
Este acordo já não funciona. Deixem-me ser direto: estamos a meio de uma rutura, não de uma transição. Nas últimas duas décadas, uma série de crises nas finanças, saúde, energia e geopolítica revelou os riscos da integração global.
Mais recentemente, as grandes potências começaram a usar a integração económica como arma: tarifas como vantagem negocial, a infraestrutura financeira como coerção, as cadeias de abastecimento como vulnerabilidades a serem exploradas.
Não se pode “viver dentro da mentira” de benefício mútuo através da integração quando a integração se torna a fonte da vossa subordinação.
As instituições multilaterais de que os poderes médios dependiam — a OMC [Organização Mundial do Comércio], a ONU, a COP [Conferência das Partes] — e a arquitetura de resolução coletiva de problemas estão muito diminuídas.
Como resultado, muitos países estão a tirar as mesmas conclusões, que devem desenvolver maior autonomia estratégica: em energia, alimentação, minerais críticos, nas finanças e cadeias de abastecimento. Este impulso é compreensível. Um país que não pode alimentar-se, abastecer-se ou defender-se a si mesmo tem poucas opções. Quando as regras já não vos protegem, é preciso que se protejam a vocês mesmos.
Mas sejamos realistas sobre o lugar onde isto nos leva: a um mundo de fortalezas, mais pobre, mais frágil e menos sustentável.
E há outra verdade: se as grandes potências abandonarem até a aparência de regras e valores pela busca desimpedida do seu poder e dos seus interesses, os ganhos do “transacionalismo” tornam-se mais difíceis de replicar. As potências hegemónicas não podem retirar lucros eternos das suas relações, e os aliados vão diversificar para se protegerem contra a incerteza: contrair seguros, multiplicar opções. E tudo isto traz de volta a soberania, só que é uma soberania que antes estava ancorada em regras, mas que estará, a partir de agora, cada vez mais ancorada na capacidade de resistir à pressão.
Como disse, esta gestão de risco clássica tem um preço, mas esse custo de autonomia estratégica, de soberania, também pode ser partilhado. Investimentos coletivos em resiliência são mais baratos do que cada a conta de cada um construir a sua própria fortaleza individualmente. Padrões partilhados reduzem a fragmentação, as complementaridades são de soma positiva.
A questão para as potências médias, como o Canadá, não é se devemos adaptar-nos a esta nova realidade. Devemos. A questão é se nos adaptamos simplesmente construindo muros mais altos, ou se podemos fazer algo mais ambicioso. O Canadá esteve entre os primeiros a ouvir o alerta, o que nos levou a modificar fundamentalmente a nossa postura estratégica.
Os canadianos sabem que a antiga e confortável suposição de que a nossa geografia e o nosso sistema de alianças conferiam automaticamente prosperidade e segurança já não é válida.
A nossa nova abordagem assenta no que Alexander Stubb [Presidente da Finlândia] chamou “realismo baseado em valores”, ou, por outras palavras, termos princípios e, ao mesmo tempo, sermos pragmáticos.
Devemos manter o princípio do nosso compromisso com valores fundamentais: soberania e integridade territorial, a proibição do uso da força exceto quando consistente com a Carta da ONU, respeito pelos direitos humanos. E devemos ser pragmáticos ao reconhecermos que o progresso é frequentemente incremental, que os interesses divergem, que nem todos os parceiros partilham os nossos valores. Podemos envolver-nos amplamente, estrategicamente, mas com os olhos abertos. Devemos participar ativamente no mundo com ele é, e não esperar por um mundo como desejamos que seja.
O Canadá está a calibrar as suas relações para que a profundidade das mesmas reflita os seus valores. Estamos a dar mais importância a um envolvimento amplo para maximizar a nossa influência, dada a fluidez da ordem mundial, os riscos que isto representa e o que está em jogo para o que vem a seguir.
Já não estamos dependentes apenas da força dos nossos valores, mas também do valor da nossa força. Estamos a construir essa força em casa.
Desde que o meu Governo tomou posse, cortámos impostos sobre rendimentos, mais-valias e investimento empresarial, removemos todas as barreiras federais ao comércio interprovincial e estamos a acelerar mil milhões de dólares de investimento em energia, inteligência artificial, minerais críticos, novos corredores comerciais e muito mais. Até 2023, vamos duplicar as nossas despesas na Defesa e estamos a fazê-lo de forma a desenvolver as nossas indústrias nacionais.
Estamos também a diversificar no estrangeiro, e recentemente acordámos uma parceria estratégica abrangente com a União Europeia, incluindo a adesão ao SAFE [Ação de Segurança para a Europa], os acordos europeus de aquisição e adjudicação de material de Defesa.
Assinámos outros doze acordos comerciais e de segurança em quatro continentes nos últimos seis meses. Nos últimos dias, concluímos novas parcerias estratégicas com a China e o Catar. Estamos a negociar pactos de comércio livre com a Índia, a ASEAN, a Tailândia, as Filipinas e o Mercosul.
Para ajudar a resolver problemas globais, estamos a prosseguir geometria variável: diferentes coligações para diferentes questões, baseadas em valores e interesses.
Na Ucrânia, somos um membro central da Coligação de Vontades e um dos maiores contribuintes per capita para a defesa e segurança do país.
Sobre a soberania do Ártico, estamos firmemente ao lado da Gronelândia e da Dinamarca e demos pleno apoio ao seu direito de determinar o futuro da Gronelândia. O nosso compromisso com o Artigo 5º é inabalável.
Estamos a trabalhar com os nossos aliados da NATO (incluindo os Nórdicos-Bálticos) para robustecer ainda mais os flancos norte e oeste da aliança, incluindo através dos investimentos sem precedentes em radares de longo alcance, submarinos, aeronaves e tropas no terreno. O Canadá opõe-se fortemente a impostos alfandegários sobre a Gronelândia e apela a conversações focadas em alcançar os nossos objetivos partilhados de segurança e prosperidade para o Ártico.
No comércio plurilateral, estamos a liderar esforços para construir uma ponte entre a Parceria Transpacífica e a União Europeia, criando um novo bloco comercial de 1500 milhões de pessoas.
Nos minerais essenciais, estamos a formar grupos de compradores, ancorados no G7, para que o mundo possa diversificar-se da oferta concentrada.
Na inteligência artificial, estamos a cooperar com democracias para garantir que não seremos forçados a escolher entre empresas hegemónicos e hiperescaladores [fornecedor gere grandes redes de centros de dados, projetados para suportar computação, redes e armazenamento].
Isto não é multilateralismo ingénuo, nem é depender de instituições diminuídas, é construir as coligações que funcionam, questão por questão, com parceiros que partilham terreno comum suficiente para agirem em conjunto. Nalguns casos, será a grande maioria das nações. E é criar um teia densa de ligações através do comércio, investimento, cultura, nas quais nos podemos apoiar para futuros desafios e oportunidades.
As potências médias devem agir em conjunto, porque se não estão à mesa, estão no menu.
As grandes potências podem dar-se ao luxo de agir sozinhas. Têm mercado, capacidade militar, alavancagem para ditar termos. As potências médias não. Mas quando apenas negociamos bilateralmente com uma potência hegemónica, negociamos a partir da fraqueza. Aceitamos o que nos é oferecido. Competimos uns com os outros para sermos os que mais acomodam as suas exigências.
Isto não é soberania. É a representação de soberania enquanto se aceita a subordinação.
Num mundo de rivalidade entre grandes potências, os países no meio têm uma escolha: competir uns com os outros para cair “nas graças” ou unirem-se para criar um terceiro caminho, com impacto.
Não devemos permitir que a ascensão do poder nos cegue para o facto de que o poder da legitimidade, integridade e regras permanecerá forte se escolhermos exercê-lo em conjunto.
O que me traz de volta a Havel.
O que significaria para as potências médias “viver na verdade”?
Significa dizer as coisas como são na realidade. Parem de invocar a “ordem internacional baseada em regras” como se ainda funcionasse conforme anunciado. Chamem ao sistema o que ele é: um período de intensificação de rivalidade entre grandes potências, onde os mais poderosos prosseguem os seus interesses usando a integração económica como arma de coerção.
Significa agir consistentemente. Aplicar os mesmos padrões a aliados e rivais. Quando os poderes médios criticam a intimidação económica quando vem de um lado mas ficam em silêncio quando vem de outro, estamos a manter o cartaz na montra.
Significa construir aquilo em que alegamos acreditar. Em vez de esperar que a velha ordem seja restaurada, criar instituições e acordos que funcionem conforme o que fica escrito.
E significa reduzir a alavancagem que abre espaço à coerção. Construir uma economia doméstica forte deve ser sempre a prioridade de cada governo. A diversificação internacional não é apenas prudência económica; é a fundação material para uma política externa honesta. Os países ganham o direito a posições de princípio ao reduzirem a sua vulnerabilidade a retaliações.
O Canadá tem o que o mundo quer. Somos uma superpotência energética, temos vastas reservas de minerais, temos a população mais instruída do mundo. Os nossos fundos de pensões estão entre os maiores e mais sofisticados investidores do mundo. Temos capital, talento e um Governo com imensa capacidade fiscal para agir decisivamente. E temos os valores aos quais muitos outros aspiram.
O Canadá é uma sociedade plural que funciona, a nossa praça pública é barulhenta, diversa e livre. Os canadianos mantêm-se comprometidos com a sustentabilidade.
Somos um parceiro estável e fiável, num mundo que é tudo menos isso, um parceiro que constrói e valoriza relações a longo prazo.
O Canadá tem algo mais: reconhecemos o que está a acontecer e estamos determinados a agir em conformidade.
Compreendemos que esta rutura exige mais do que adaptação, exige honestidade sobre o mundo como ele é.
Estamos a retirar o cartaz da montra.
A velha ordem não vai voltar. Não devemos lamentá-la. Nostalgia não é uma estratégia. Mas a partir da fratura, podemos construir algo melhor, mais forte e mais justo.Esta é a tarefa dos poderes médios, que têm mais a perder com um mundo de fortalezas e mais a ganhar com um mundo de cooperação genuína.
Os poderosos têm o seu poder. Mas nós também temos algo, a capacidade de parar de fingir, de dizer as coisas como são, de construir a nossa força em nossa casa e de agir em conjunto.
Esse é o caminho do Canadá. Escolhemo-lo aberta e confiantemente.
E é um caminho amplamente aberto a qualquer país disposto a trilhá-lo connosco.
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Aprendam
(https://i.ibb.co/h1KBsGWG/620459744-18110615164647661-8206121089183496638-n.jpg) (http://"https://ibb.co/yB860zyz")
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Aprendam
(https://i.ibb.co/h1KBsGWG/620459744-18110615164647661-8206121089183496638-n.jpg) (http://"https://ibb.co/yB860zyz")
Desculpa, não tem nada haver com aprender sobre trump.
Não podes apreender sobre alguém que apresenta problemas de saúde psicológica, com a traços de narcisismo, e declínio cognitivo e instabilidade.
Não fosse a necessidade de ser o testa de ferro de alguns, ou se fosse uma pessoa comum, era mais certo estar internado ou a ser acompanhado permanente em casa e fortemente medicado.
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De médico e de louco.
Todo mundo tem um pouco.
:mrgreen:
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Aprendam
(https://i.ibb.co/h1KBsGWG/620459744-18110615164647661-8206121089183496638-n.jpg) (http://"https://ibb.co/yB860zyz")
O que é que afinal o Trump conseguiu? Alguém sabe?
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Why Every Nation Suddenly Wants What's Beneath Greenland!
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Um artigo sobre assunto do U.S. Naval Institute:
(https://www.usni.org/sites/default/files/styles/hero_image/public/Arctic%20Sea%20Route%20Map.jpg?itok=QoMaEKor)
Russian and Chinese Threats to Greenland and the New Arctic Sea Routes Are Low
While the security situation in the Arctic bears close monitoring, it is important not to overhype it.
By Lyle Goldstein
January 2026
All of Europe and not a few Americans are breathing a sigh of relief after President Donald Trump’s January speech in Davos, Switzerland, in which he ruled out the use of force to secure Greenland. To say that this crisis was on the cusp of prompting the deepest Trans-Atlantic breach in decades is an understatement. That is doubly the case, since 24 hours prior it was reported that Danish troops were reinforcing their geographically huge, but sparsely populated island colony in North America, setting up what heretofore had been an impossible-to-imagine armed conflict between NATO allies. The future of European security is ripe for extended debate and no doubt this will be occurring in 2026 and beyond. Some have already pointed out that a silver lining of present U.S.-Europe fractures could be that it forces Europeans to take their own security with greater seriousness. However, the issue of Arctic security, along with Greenland’s specific role in that region, also deserves closer scrutiny. Indeed, U.S. maritime strategists must focus on this question, since it will undoubtedly impact the future shape, structure, doctrine, and deployments of the U.S. Navy in coming decades. However, evidence from a new book-length investigation on China-Russia cooperation in the maritime domain makes clear that the naval threat to the Arctic and Greenland from this quasi-alliance is actually minimal. To claim otherwise reflects unfortunate tendencies in Washington and elsewhere toward threat inflation.
Many arguments have been put forward regarding the imperative for the United States to control Greenland for its national security. Such arguments are not all outlandish and have a firm basis in both history and geography. It should be sufficient to simply recall the island’s crucial role in U.S. military operations during World War II, both to win the Battle of the Atlantic and to transfer massive fighting power safely to Europe.
Putting the issue of resource exploitation aside, another key aspect of the White House argument concerns the future construction of the “Golden Dome” to better protect the United States from air and missile attack. Some efforts in this regard are perhaps warranted, but the fact that both China and Russia now seem to possess ample nuclear weaponry that use myriad penetration aids (e.g. multiple independent reentry vehicles [MIRVs], decoys, and non-elliptical flight paths) as well as the ability to substantially alternate attack routes may cast doubt on this plan. Of course, it is worth underlining that the United States already has a missile-tracking station on Greenland and could add more under the existing 1951 Treaty governing U.S. military deployments to the island.
Arctic Sea Lanes
The opening of and threat to Arctic sea lanes has been a hot topic in the past decade and it is now conventional wisdom that new sea lanes are gradually emerging, along both the Russian Arctic and Canadian coastlines because of melting ice precipitated by climate change.
Indeed, shipping along Arctic routes has been gradually climbing in recent years and this partially does reflect improving relations between Russia and China in the region. Russia badly wants to upgrade its extensive communities across the enormous, frozen expanse that comprises the Russian Arctic, including further tapping into its natural resources. China also is pursuing these resources, along with the tantalizing possibility to dramatically shorten shipping routes and avoid vulnerable chokepoints, such as the Malacca Strait and Suez Canal. Thus, China already has invested substantially in the Northern Sea Route (NSR) along Russia’s northern coast, and has identified the “Polar Silk Road” as a key development to enhance China-Russia maritime ties.
However, the codevelopment of the NSR has almost zero implications for military and strategic affairs, especially with respect to U.S. national security. The vessels that are chiefly involved in developing and maintaining the route, notably icebreakers including nuclear icebreakers, are unarmed and vulnerable to attack. Moreover, the difficulties associated with the hazardous navigation through the ice suggest the amount of commercial traffic on the NSR will remain relatively limited for the foreseeable future. Actually, the biggest threat to the United States from these developments is not military, but rather environmental with the possibility of a major oil spill in the region. The significant transport of oil along the NSR and through the Bering Strait near Alaskan shores is a new phenomenon.
Arctic Military Developments
While it is obvious that both Russian and Chinese activities in the Arctic are of a commercial nature, it is true that some limited military activities have taken place. In particular, the upgrade of Russia’s military deployments in the Arctic was evident before the Russian invasion of Ukraine, and indeed has been limited by the demands of that on-going conflict. Still, some new bases were set up, others were modernized, and even some novel platforms were developed for Arctic warfare, such as a “combat icebreaker,” though on a very limited basis.
China has been building icebreakers too, but not on anything near the scale that Russia has committed to for obvious reasons. In addition, there have been signs that the Chinese Navy has the intent to operate submarines in the Arctic. Yet, a glimpse at a map illustrates clearly that Chinese submarines would have serious trouble getting to the Arctic, as they would have to pass through narrow straits proximate to potential adversaries (e.g. Japan). They also would be very hard to support in such a forbidding climate so far from Chinese shores. And their value for striking the continental United States from the northern flank also is quite negligible, particularly as other long-range Chinese strike options are coming on line. Yes, a Chinese mining firm did try to buy a former naval port in Greenland about a decade ago, but Copenhagen quickly snuffed out this possibility, since it did not want to jeopardize its close relations with America.
U.S. and Allied Arctic Upgrades
Both the United States and its allies have undertaken upgrades over the years, reflecting the altered situation in the Arctic and increasing great power competition. Among these upgrades, the Pentagon’s establishing a new airborne division in Alaska, along with basing F-22 fighters at Elmendorf Air Force Base stand out. For its part, the U.S. Navy has increased its patrols in the Arctic by sending some of its newest ships to operate off Norway in recent years. While none of these measures is especially significant on its own, taken together they have likely been seen by the Kremlin as a sign of Washington's commitment to the region.
In late 2024, China and Russia carried out a joint coast guard exercise near the Bering Strait. In mid-2025, their two navies conducted a joint naval patrol in the north Pacific proximate to Alaskan shores. And a Russian strategist even called for regular Chinese basing of submarines out of Russia’s Arctic ports. But at this point, while tensions have been rising in the Arctic, China-Russia naval cooperation in the Arctic is still practically nonexistent. Both Russia and China are exercising some level of restraint, likely understanding that the consequences of strategic cooperation in this sensitive domain could be dire.
Indeed, Washington also has exercised some admirable restraint. To this date, the U.S. Navy still has no active bases in Alaska. Arctic sea lanes are not under threat, nor is the island of Greenland. In fact, the situation of Danish sovereignty turns out to be quite ideal for U.S. security, since Copenhagen bears many of the major costs of this northern outpost, and the United States can recalibrate its military presence in the region quickly if needed. In the meantime, U.S. submarines remain a steadfast force for deterrence in the region, as they have for more than half a century.
For now, the Arctic remains largely demilitarized and at peace. The continued exercise of cautious realism and restraint can help preserve stability and protect this unique zone of growing commercial and environmental importance during a time of great turbulence in world politics.
:arrow: https://www.usni.org/magazines/proceedings/2026/january/russian-and-chinese-threats-greenland-and-new-arctic-sea-routes
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F-35 Stealth Fighters Are Flying over Greenland and They Aren’t American
A short video of Danish F-35A fighters patrolling Greenland alongside a French tanker is becoming a symbol of a broader alliance dilemma: Europe leans on America’s premier stealth jet while political trust frays. Danish defense officials warn that even without a literal “kill switch,” Washington could ground allied fleets by restricting spare parts—an anxiety sharpened by Greenland rhetoric.
https://www.19fortyfive.com/2026/01/f-35-stealth-fighter-are-flying-over-greenland-and-they-arent-american/ (https://www.19fortyfive.com/2026/01/f-35-stealth-fighter-are-flying-over-greenland-and-they-arent-american/)
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The Greenland Crisis Won’t Break NATO: But It Could Weaken It Where It Matters Most
Greenland is unlikely to fracture NATO as an institution, but it could weaken what matters most: deterrence credibility. If Washington applies visible pressure on Denmark over access, basing, or authority—especially in a way that looks coercive inside the alliance—partners may begin to treat collective defense as politically conditional rather than automatic. That shift wouldn’t announce itself through treaty drama; it would appear in quiet hedging: slower planning timelines, more reassurance-seeking, more cautious signaling, and greater hesitation in crisis decision-making
https://www.19fortyfive.com/2026/01/the-greenland-crisis-wont-break-nato-but-it-could-weaken-it-where-it-matters-most/ (https://www.19fortyfive.com/2026/01/the-greenland-crisis-wont-break-nato-but-it-could-weaken-it-where-it-matters-most/)
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Uhh...
The Russian ambassador to the UK flames a British journalist asking him about Trump and Greenland.
"If Western leaders say the people of Greenland can decide where they belong, why can't the people of Crimea?"
https://x.com/BowesChay/status/2019715289857056901
:o
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Uhh...
The Russian ambassador to the UK flames a British journalist asking him about Trump and Greenland.
"If Western leaders say the people of Greenland can decide where they belong, why can't the people of Crimea?"
https://x.com/BowesChay/status/2019715289857056901
:o
Olha que comparação! Então deves ser a favor da independência dos povos da República dos Pampas, que procura separar o Paraná, Santa Catarina e o Rio Grande do Sul do Brasil. Tá fixe? ::)
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O curioso é que o tal 'povo' que pede 'separação' do sul do Brasil são todos descendentes de... europeus.
Por que será?
::)
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Canada and France open Greenland consulates after Trump demands
https://www.bbc.com/news/articles/c0r4lrly44xo (https://www.bbc.com/news/articles/c0r4lrly44xo)
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O curioso é que o tal 'povo' que pede 'separação' do sul do Brasil são todos descendentes de... europeus.
Por que será?
::)
O peso político, económico e cultural dos indígenas no resto do Brasil é maioritário e só no sul do Brasil são os descendentes dos europeus que o têm...?
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This is why Europe could not defend Greenland from the US even if it was united
Nem os Açores quanto mais a Gronelândia.
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Greenland says 'no thanks' to Trump US hospital boat
https://www.bbc.com/news/articles/cy7jnvdzpr7o (https://www.bbc.com/news/articles/cy7jnvdzpr7o)
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