Cooperação Militar

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Re: Cooperação Militar
« Responder #75 em: Fevereiro 08, 2018, 10:03:20 pm »
Portugal e São Tomé assinam protocolo de defesa para triénio 2018-2020


O ministro da Defesa considerou hoje que o novo programa quadro de cooperação com São Tomé e Príncipe corresponde a "um novo patamar no relacionamento" bilateral, "com benefícios que se querem mútuos e partilhados".

Portugal e São Tomé, disse Azeredo Lopes, abandonaram o “conceito mais restrito da cooperação técnico militar”, para aderirem a outro “mais alargado, no domínio da defesa, que envolve toda a atividade de cooperação” que ambos os ministérios desenvolvem.

O ministro da Defesa falava em São Tomé e Príncipe, após a assinatura de um programa quadro de cooperação para o triénio 2018-2020 e de um memorando de entendimento sobre a permanência, por um ano, do navio patrulha Zaire nas águas do arquipélago.

Os dois documentos foram rubricados a bordo do navio patrulha Zaire, pelos respetivos ministros da Defesa de Portugal e da Defesa e Administração Interna de São Tomé e Príncipe, Arlindo Ramos, na presença do primeiro-ministro de São Tomé, Patrice Trovoada, que depois fez uma visita guiada à embarcação.

O governante português lembrou que os acordos celebrados se enquadram no âmbito do programa estratégico de cooperação 2016-2020 celebrado entre Portugal e São Tomé e Príncipe e “no modo como contribui para a coerência das políticas externas e de cooperação dos dois Estados com benefícios que se querem mútuos e partilhados”.

Azeredo Lopes recordou também que o Zaire vai estar envolvido em atividades de patrulha numa zona do globo com maior papel no comércio internacional, onde se concentra uma percentagem considerável da produção de petróleo e de hidrocarbonetos, por onde atravessam importantes rotas do comércio e circulam muitos navios com pavilhão português, cuja segurança é crucial proteger.

“Uma região que nos confronta com as mais abrangentes e complexas questões geoestratégicas e geopolíticas e geoeconómicas e onde, lamentavelmente, se tem verificado um aumento crescente, felizmente mais controlado, de atividades ilícitas no mar como a pirataria, o roubo à mão armada e os tráficos de arma, de droga e de pessoas por via marítima”, disse.

A deslocação do navio patrulha Zaire para São Tomé responde a um pedido das autoridades do pequeno país do Golfo da Guiné para reforçar a sua capacidade de fiscalização e correspondente exercício da autoridade no mar, enquadrado numa missão de capacitação operacional marítima da guarda costeira são-tomense.

“Ou seja, uma missão que se traduz num apoio mais substancial à guarda costeira e aos militares de São Tomé e Príncipe, isto tendo em vista a rápida absorção de competências e práticas ao nível operacional, logístico, de formação e de treino, de colmatar lacunas em meios navais disponíveis e de melhorar as infraestruturas portuárias de apoio naval”, acrescentou Azeredo Lopes.

“Este novo conceito impõe-nos um ano de grande exigência ao nível político e ao nível militar com a preparação e adoção hoje de um quadro conceptual, legislativo, organizativo e estrutural que dê sustentação a este esforço adicional que os nossos países agora assumem”, concluiu.

A tripulação do Zaire, composta por 36 efetivos da marinha portuguesa, integra também elementos das Forças Armadas de São Tomé.

No quadro do protocolo assinado estão também previstas a criação de condições para a participação das Forças Armadas portuguesas e são-tomenses em missões de paz e humanitárias, “em situações a planear e a definir caso a caso por ambos os países”, segundo o ministro da Defesa de Portugal.

O ministro são-tomense da Defesa e da Administração Interna considerou a assinatura dos dois documentos como “um ato histórico na viragem da cooperação com Portugal no âmbito daquilo que é a componente defesa a nível da segurança marítima e das forças armadas”.

Além disso, acrescentou, as Forças Armadas de São Tomé poderão também conhecer “outro patamar de operacionalidade”.


>>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/portugal-e-sao-tome-assinam-protocolo-de-defesa-para-trienio-2018-2020
 

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Re: Cooperação Militar
« Responder #76 em: Janeiro 01, 2020, 11:05:02 pm »





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Exército promove a 7.ª edição do Curso de Proteção Pessoal no Regimento de Lanceiros N.º 2

Este curso visou dotar os militares com as capacidades necessárias para integrar e comandar equipas de proteção pessoal e garantir a segurança a altas entidades militares, em missões no território nacional e nas Forças Nacionais Destacadas.

Frequentaram o Curso 12 militares, sendo 6 do Exército, 2 da Marinha e 4 do Exército Brasileiro.

Quatro militares brasileiros, dois da PMESP e dois do EB.
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Re: Cooperação Militar
« Responder #77 em: Março 25, 2021, 06:22:19 pm »
Portugal renova parceria com Cabo Verde na área da Defesa


O novo programa-quadro de Defesa entre Portugal e Cabo Verde deverá ser alargado, mas mantendo a tónica na localização estratégica do arquipélago na prevenção de ilícitos no Atlântico.

O novo programa-quadro de Defesa entre Portugal e Cabo Verde deverá ser alargado a áreas como o combate às pandemias ou a ciberdefesa, mas mantendo a tónica na localização estratégica do arquipélago na prevenção de ilícitos no Atlântico.

“Esta é uma parceria que interessa tanto a Cabo Verde como interessa a Portugal. Cabo Verde está no coração da segurança marítima e da segurança do Atlântico, e a segurança do Atlântico é vital para a segurança de Portugal da Europa”, afirmou esta quinta-feira, na Praia, o diretor-geral de Política de Defesa Nacional de Portugal, Paulo Lourenço.

Os dois países iniciaram, na capital cabo-verdiana, a oitava reunião da subcomissão bilateral no domínio da Defesa entre Cabo Verde e Portugal, que está a fazer um balanço do atual programa-quadro (2016-2021) e a abordar novas aéreas para o próximo quadro, que deverá vigorar até 2026.

Desde o início da cooperação entre os dois países, mais de mil militares cabo-verdianos foram formados em Portugal, dos quais 96 no atual programa-quadro – que não foi afetado pela pandemia de covid-19 -, além das patrulhas regulares conjuntas nas águas de Cabo Verde e a escala de pelo menos dois navios da Marinha portuguesa em portos cabo-verdianos todos os anos.

“Com ajustes podemos com certeza valorizar e dar um salto em relação aquilo que eram as áreas de trabalho até aqui”, explicou Paulo Lourenço, em declarações à margem da reunião.

O objetivo do encontro, explicou, visa “pensar” em conjunto as prioridades da cooperação bilateral para os próximos cinco anos no âmbito da “densa relação” no setor da Defesa. “Há muita coisa que mudou à nossa volta nos últimos anos, nas dinâmicas internacionais, nas preocupações que afetam os dois países”, reconheceu o responsável português.

Paulo Lourenço destacou que o envolvimento das Forças Armadas no combate à pandemia de covid-19 e ao apoio às autoridades de saúde, nos dois países, representa uma “nova frente de trabalho que se abriu” para esta cooperação, que deverá ser reforçada, acrescentou, ao nível de ciberdefesa e na área das indústrias de Defesa.

“Nós trabalhos juntos, damos e recebemos. E o que nós damos é ajudar que no corredor Atlântico, em que Cabo Verde é estratégico, poder evitar que ocorram ilícitos nesse corredor. Se esses ilícitos passarem daqui para cima, afetará a Europa e começa por Portugal”, admitiu o diretor nacional da Defesa cabo-verdiano, coronel Armindo Miranda, à entrada da primeira de várias reuniões para definir as novas áreas de cooperação.

O apoio de Portugal à instalação de um avião que o Governo cabo-verdiano pretende adquirir para a Guarda Costeira, para evacuações médicas e patrulhamento aéreo – atualmente o país não tem qualquer meio aéreo -, incluindo a formação das equipas e certificação, foi já uma “prioridade” identificada por Cabo Verde. “A inserção de frota [da nova aeronave] é umas das coisas que nós vamos tratar no novo programa”, admitiu Armindo Miranda.

No acordo em vigor, Portugal e Cabo Verde acertaram promover a assistência mútua nas operações de busca e salvamento e os compromissos de desenvolver ações no domínio da segurança marítima, nomeadamente através da presença de meios navais e aéreos, fiscalização conjunta e troca de informações entre os centros com responsabilidade de monitorização e de operações, além do regular ensino e formação militar de alunos cabo-verdianos.

“Nós esperamos aquilo que Portugal tem feito sempre”, rematou o responsável cabo-verdiano, sobre as expectativas para o novo programa-quadro de Defesa, a fechar pelos dois países até final do ano.


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Re: Cooperação Militar
« Responder #78 em: Março 25, 2021, 08:02:05 pm »
Portugal renova parceria com Cabo Verde na área da Defesa


O novo programa-quadro de Defesa entre Portugal e Cabo Verde deverá ser alargado, mas mantendo a tónica na localização estratégica do arquipélago na prevenção de ilícitos no Atlântico.

O novo programa-quadro de Defesa entre Portugal e Cabo Verde deverá ser alargado a áreas como o combate às pandemias ou a ciberdefesa, mas mantendo a tónica na localização estratégica do arquipélago na prevenção de ilícitos no Atlântico.

“Esta é uma parceria que interessa tanto a Cabo Verde como interessa a Portugal. Cabo Verde está no coração da segurança marítima e da segurança do Atlântico, e a segurança do Atlântico é vital para a segurança de Portugal da Europa”, afirmou esta quinta-feira, na Praia, o diretor-geral de Política de Defesa Nacional de Portugal, Paulo Lourenço.

Os dois países iniciaram, na capital cabo-verdiana, a oitava reunião da subcomissão bilateral no domínio da Defesa entre Cabo Verde e Portugal, que está a fazer um balanço do atual programa-quadro (2016-2021) e a abordar novas aéreas para o próximo quadro, que deverá vigorar até 2026.

Desde o início da cooperação entre os dois países, mais de mil militares cabo-verdianos foram formados em Portugal, dos quais 96 no atual programa-quadro – que não foi afetado pela pandemia de covid-19 -, além das patrulhas regulares conjuntas nas águas de Cabo Verde e a escala de pelo menos dois navios da Marinha portuguesa em portos cabo-verdianos todos os anos.

“Com ajustes podemos com certeza valorizar e dar um salto em relação aquilo que eram as áreas de trabalho até aqui”, explicou Paulo Lourenço, em declarações à margem da reunião.

O objetivo do encontro, explicou, visa “pensar” em conjunto as prioridades da cooperação bilateral para os próximos cinco anos no âmbito da “densa relação” no setor da Defesa. “Há muita coisa que mudou à nossa volta nos últimos anos, nas dinâmicas internacionais, nas preocupações que afetam os dois países”, reconheceu o responsável português.

Paulo Lourenço destacou que o envolvimento das Forças Armadas no combate à pandemia de covid-19 e ao apoio às autoridades de saúde, nos dois países, representa uma “nova frente de trabalho que se abriu” para esta cooperação, que deverá ser reforçada, acrescentou, ao nível de ciberdefesa e na área das indústrias de Defesa.

“Nós trabalhos juntos, damos e recebemos. E o que nós damos é ajudar que no corredor Atlântico, em que Cabo Verde é estratégico, poder evitar que ocorram ilícitos nesse corredor. Se esses ilícitos passarem daqui para cima, afetará a Europa e começa por Portugal”, admitiu o diretor nacional da Defesa cabo-verdiano, coronel Armindo Miranda, à entrada da primeira de várias reuniões para definir as novas áreas de cooperação.

O apoio de Portugal à instalação de um avião que o Governo cabo-verdiano pretende adquirir para a Guarda Costeira, para evacuações médicas e patrulhamento aéreo – atualmente o país não tem qualquer meio aéreo -, incluindo a formação das equipas e certificação, foi já uma “prioridade” identificada por Cabo Verde. “A inserção de frota [da nova aeronave] é umas das coisas que nós vamos tratar no novo programa”, admitiu Armindo Miranda.

No acordo em vigor, Portugal e Cabo Verde acertaram promover a assistência mútua nas operações de busca e salvamento e os compromissos de desenvolver ações no domínio da segurança marítima, nomeadamente através da presença de meios navais e aéreos, fiscalização conjunta e troca de informações entre os centros com responsabilidade de monitorização e de operações, além do regular ensino e formação militar de alunos cabo-verdianos.

“Nós esperamos aquilo que Portugal tem feito sempre”, rematou o responsável cabo-verdiano, sobre as expectativas para o novo programa-quadro de Defesa, a fechar pelos dois países até final do ano.


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Espectáculo!!!  :N-icon-Axe:
Mas que grande parceria !!!  :N-icon-Axe:
Terá alguma cousa a ver com campos de Golf ??? ::)

Abraços
Quando um Povo/Governo não Respeita as Suas FFAA, Não Respeita a Sua História nem se Respeita a Si Próprio  !!
 
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Re: Cooperação Militar
« Responder #79 em: Março 28, 2021, 10:46:47 pm »
Portugal renova parceria com Cabo Verde na área da Defesa


O novo programa-quadro de Defesa entre Portugal e Cabo Verde deverá ser alargado, mas mantendo a tónica na localização estratégica do arquipélago na prevenção de ilícitos no Atlântico.

O novo programa-quadro de Defesa entre Portugal e Cabo Verde deverá ser alargado a áreas como o combate às pandemias ou a ciberdefesa, mas mantendo a tónica na localização estratégica do arquipélago na prevenção de ilícitos no Atlântico.

“Esta é uma parceria que interessa tanto a Cabo Verde como interessa a Portugal. Cabo Verde está no coração da segurança marítima e da segurança do Atlântico, e a segurança do Atlântico é vital para a segurança de Portugal da Europa”, afirmou esta quinta-feira, na Praia, o diretor-geral de Política de Defesa Nacional de Portugal, Paulo Lourenço.

Os dois países iniciaram, na capital cabo-verdiana, a oitava reunião da subcomissão bilateral no domínio da Defesa entre Cabo Verde e Portugal, que está a fazer um balanço do atual programa-quadro (2016-2021) e a abordar novas aéreas para o próximo quadro, que deverá vigorar até 2026.

Desde o início da cooperação entre os dois países, mais de mil militares cabo-verdianos foram formados em Portugal, dos quais 96 no atual programa-quadro – que não foi afetado pela pandemia de covid-19 -, além das patrulhas regulares conjuntas nas águas de Cabo Verde e a escala de pelo menos dois navios da Marinha portuguesa em portos cabo-verdianos todos os anos.

“Com ajustes podemos com certeza valorizar e dar um salto em relação aquilo que eram as áreas de trabalho até aqui”, explicou Paulo Lourenço, em declarações à margem da reunião.

O objetivo do encontro, explicou, visa “pensar” em conjunto as prioridades da cooperação bilateral para os próximos cinco anos no âmbito da “densa relação” no setor da Defesa. “Há muita coisa que mudou à nossa volta nos últimos anos, nas dinâmicas internacionais, nas preocupações que afetam os dois países”, reconheceu o responsável português.

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No acordo em vigor, Portugal e Cabo Verde acertaram promover a assistência mútua nas operações de busca e salvamento e os compromissos de desenvolver ações no domínio da segurança marítima, nomeadamente através da presença de meios navais e aéreos, fiscalização conjunta e troca de informações entre os centros com responsabilidade de monitorização e de operações, além do regular ensino e formação militar de alunos cabo-verdianos.

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Espectáculo!!!  :N-icon-Axe:
Mas que grande parceria !!!  :N-icon-Axe:
Terá alguma cousa a ver com campos de Golf ??? ::)

Abraços

A ajuda é enviar-mos para la P-3C para patrulhar a ZEE deles, então que comecem a contribuir com EUR, para o efeito, ou que comprem um C-295/Persuader.
 
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Re: Cooperação Militar
« Responder #80 em: Março 29, 2021, 12:40:45 am »








Assessores do Exército Português apoiam o Exercício "MATEBIAN 21.1" da Componente Terrestre das Forças de Defesa de Timor-Leste
De 8 a 12 de março, decorreu nas imediações do Aeroporto de Baucau o Exercício "MATEBIAN 21.1", da Componente Terrestre das Forças de Defesa de Timor-Leste, com a finalidade de preparar estes militares em diversas tarefas críticas em ambiente Covid-19.
Desde o início da pandemia, a Componente Terrestre tem vindo a apoiar várias entidades nacionais no combate à pandemia.
Este exercício contou com a colaboração dos assessores do Exército Português em Baucau durante as fases de planeamento e de execução, constituindo-se como um excelente desafio para todos.
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

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Re: Cooperação Militar
« Responder #81 em: Julho 05, 2021, 05:05:25 pm »
 

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Re: Cooperação Militar
« Responder #82 em: Fevereiro 09, 2022, 06:16:35 pm »
Navio de patrulha oceânico "Setúbal" em Bissau para colaborar com as Forças Armadas guineenses


 

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Re: Cooperação Militar
« Responder #83 em: Fevereiro 11, 2022, 02:10:01 pm »
Navio de patrulha oceânico "Setúbal" em Bissau para colaborar com as Forças Armadas guineenses



Mais protocolo, num narcoestado.