Notícias do Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1035 em: Dezembro 01, 2017, 03:12:44 am »
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Nem tem que dar pois o Brasil ainda não enviou coisa nenhuma! Só quase no final da missão do primeiro contingente é que foi feita uma reportagem no local.

http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=12470.0

Sendo assim, corre a possibilidade de nunca dar ...

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MINUSCA - Incerteza quanto à participação do Brasil

A participação do Brasil na Missão Multidimensional das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), começa a enfrentar problemas para sua confirmação.

O Comandante do Exército Brasileiro, General-de-Exército Eduardo Villas Bôas dirigiu uma mensagem aos Comandantes / Chefes / Diretores de Organizações Militares sobre a Participação Brasileira em Missão de Paz na República Centro-Africana (RCA).

O texto informa que oficialmente o Brasil foi convidado a integrar a Missão Multidimensional das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), em 22 de novembro de 2017.

Informa que até o presente momento, o Governo Brasileiro não emitiu um parecer respondendo ao questionamento, formulado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A nova Missão de Paz ansiosamente buscada pelo Exército Brasileiro, após os 13 anos no Haiti com a MINUSTAH, sofreu significativos contratempos.

Entre as dificuldades encontradas DefesaNet pode identificar as seguintes:

1 -  A demora de indicar, ou a incerteza, de que o Force Commander da MINUSCA, será um general brasileiro. Embora o Ministro da Defesa Raul Jungmann, de forma diplomática, desconsidere o problema;

2 – Houve confusão quando foi indicado, em 10NOV2017, o General Português Hermínio Teodoro Maio, para a “Europe Union   Military training mission in the Central African Republic” (EUTM RCA), pois muitos consideraram que seria a MINUSCA. Portugal também tem cerca de 190 participantes na MINUSCA;

3 – A questão logística apresenta problemas complexos, tanto para a FAB, como para a MB;

4 – Viaturas tanto para o Exército Brasileiro como para o Corpo de Fuzileiros Navais. Necessidade de adquiriri viaturas 4x4 blindadas, dentro do Programa Viatura Blindada Multitarefa, Leve de Rodas (VBMT-LR), 4x4. As negociações do Exército com a IVECO Defence empacaram. Tanto devido ao preço, como às condições de aquisição de um lote emergencial de viaturas usadas do Exército Italiano. O EB necessitaria de 50 VBMT-LR.

5 - O Corpo de Fuzileiros está adotando a opção do Hummer, da americana AM General. Seriam cerca de 30 viaturas;

6 – Orçamento – A pressão sobre o orçamento com os gastos da MINUSCA certamente afetariam  o andamento de vários projetos das Forças, e,

7 - A Força Aérea Brasileira solicita uma maior participação nas operações, não somente na questão logística.

Também tem pesado uma forte oposição da Reserva Ativa do Exército, posicionando-se contra o envio de tropas à República Centro-Africana. As baixas na MINUSCA, somam 13 soldados, até o dia 27NOV2017.

FONTE: http://www.defesanet.com.br/africa/noticia/27816/MINUSCA---Incerteza-quanto-a-participacao-do-Brasil/


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Mas aqui não se trata de mídia. Apenas um youtuber ( e que demora uma eternidade a desenvolver qualquer assunto!!!) que "analisa" a o estado geral da história, economia e conflitos da RCA e que o Brasil irá enviar uma força militar para esse país.
Mas que passa ao lado de um dos fatores que fazem toda a diferença numa missão da ONU...

As forças com que vamos trabalhar!
Pois é totalmente diferente trabalhar com exércitos africanos ou com um Exército NATO. 

Sem dúvidas. Até porque não é qualquer missão e, nesta mesma perspectiva, o Exército Brasileiro e o Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, também não são qualquer tropa em se tratando de participações em missões da ONU.

Vale lembrar que o Brasil (E.B e o CFN), de certo modo, já atuou junto com Portugal em pelo menos duas missões da ONU de manutenção da paz: a UNAVEM III, em Angola, entre 1995 a 1997 e a Força Internacional para o Timor Leste (INTERFET), no Timor Leste, em 1999.

Foram contingentes e participações modestas por parte do Brasil, mas valeu de alguma coisa.
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1036 em: Dezembro 01, 2017, 06:29:05 pm »
Exército Brasileiro revisa contratos de manutenção para a Família Leopard


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Curitiba (PR) – Realizou-se, no período de 20 a 24 de novembro, a Reunião de Revisão de Contratos Gerenciados pela Diretoria de Material (D Mat) no 5º Batalhão Logístico (5º B Log).

Além da presença do General de Brigada Sidnei Prado, Diretor de Material do Exército Brasileiro, e de demais integrantes da Diretoria de Material, a reunião contou com a presença dos representantes da empresa Krauss-Maffei Wegmann (KMW), responsável pela fabricação dos blindados da Família Leopard.

Esses dias de trabalho tiveram como objetivos acompanhar o andamento das atividades da Revisão em si e tratar com a KMW os aspectos referentes ao objeto do contrato e as demais especificidades do Projeto Leopard. A atividade também contou com uma visita nas oficinas de manutenção de blindados do 5º Batalhão Logístico.

O Exército Brasileiro tem na Família Leopard a “espinha dorsal” de suas forças blindadas. As suas duas Brigadas Blindadas [(5ª Brigada de Cavalaria Blindada – Ponta Grossa (PR) e 6ª Brigada de Infantaria Blindada – Santa Maria (RS)] têm suas Unidades equipadas com carros de combate, viaturas blindadas de defesa antiaérea, viaturas-socorro e de engenharia blindadas, todas dessa Família.

Além disso, os Regimentos de Cavalaria Blindados das três Brigadas de Cavalaria Mecanizadas situadas no Rio Grande do Sul também passaram a contar com o Leopard em seus Esquadrões de Carros de Combate. Desse modo, o contínuo acompanhamento e a Revisão dos contratos de manutenção e suprimento de peças à Família Leopard são extremamente relevantes à prontidão e disponibilidade das capacidades de nossa Tropa Blindada.


FONTE:  http://www.forte.jor.br/2017/12/01/exercito-brasileiro-revisa-contratos-de-manutencao-para-familia-leopard/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1037 em: Dezembro 01, 2017, 06:32:15 pm »
5º BIL na Operação Yaguareté


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Lorena (SP) – No período de 17 a 23 de novembro, o 5º Batalhão de Infantaria Leve “Regimento Itororó” participou da Operação Yaguareté, no Campo de Instrução Barão de São Borja (CIBSB), em Rosário do Sul (RS), num exercício de Assalto Aeromóvel e Junção, coordenado pelo Comando da 3ª Divisão de Exército.

FONTE: http://www.forte.jor.br/2017/12/01/5o-bil-na-operacao-yaguarete/






 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1038 em: Dezembro 01, 2017, 11:33:06 pm »
Adeus ao projeto do Guarani 8x8 armado com peça de 105 mm...

Exército Brasileiro aprova diretriz para VBR-MSR 6×6

Concepção artística de futura versão Guarani VBR com canhão Mk8 de 90 mm e torre CMI LCTS, divulgada em 201

O Estado Maior do Exército Brasileiro aprovou portaria de Iniciação do Projeto de Obtenção da Viatura Blindada de Reconhecimento – Média Sobre Rodas, 6×6 (VBR-MSR, 6×6).

A diretriz tem por objetivo regular as medidas necessárias à iniciação dos trabalhos do Projeto de Obtenção da VBR-MSR, (6×6), a partir da evolução de plataforma já existente.

Segundo a diretriz, o atual cenário político-econômico é de restrição orçamentária e deve prolongar-se pelos próximos anos, justificando a obtenção de uma Viatura Blindada de Reconhecimento – Média Sobre Rodas, 6×6, a partir da evolução de plataforma já existente, em detrimento da obtenção da Viatura Blindada de Reconhecimento – Média Sobre Rodas, 8×8 que acarretaria em custos mais elevados.

Segundo o Exército, as VBR atualmente em uso apresentam várias limitações para o cumprimento das operações de guerra previstas pela Doutrina Militar Terrestre.

Mas apesar das limitações quanto aos aspectos técnicos apresentados por essas viaturas, as mesmas possuem características, como robustez, fácil manutenção, mecânica simples e boa velocidade em estrada, constituindo-se numa excelente linha de ação a evolução da sua plataforma como base para a obtenção da VBR-MSR, 6×6, visando a adequação dos aspectos técnicos às necessidades impostas pela previsão doutrinária de emprego em operações.

Exército planejava blindado 8×8

O projeto do Exército Brasileiro para desenvolver localmente uma versão 8×8 do blindado Guarani foi adiado em agosto de 2017 devido a restrições orçamentárias. Foi dito na ocasião que o projeto 8×8 poderia prosseguir em um momento posterior, mas sem data precisa.

As negociações para pesquisa e desenvolvimento do chassi foram realizadas entre a direção de fabricação do Exército e Iveco, mas nenhum contrato foi assinado.

O chamado projeto VBR-MR (Viatura Blindada de Reconhecimento-Média de Rodas) faz parte do Programa Estratégico do Exército Guarani (Pg EE Guarani), que também inclui 4×4 e 6x6s, estações de armas remotas e tripuladas, sistemas de comando e controle, simuladores e muito mais.


COLABOROU: Manuel Flávio
FONTE: http://www.forte.jor.br/2017/12/01/exercito-brasileiro-aprova-diretriz-para-vbr-msr-6x6/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1039 em: Dezembro 03, 2017, 07:05:22 pm »























 

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Lusitano89

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1040 em: Dezembro 04, 2017, 01:07:15 pm »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1041 em: Dezembro 04, 2017, 06:59:43 pm »
1º RCC recebe a visita de militares do Exército Alemão


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O 1º Regimento de Carros de Combate (1º RCC) recebeu no dia 28 de novembro, uma comitiva de militares do Exército da República Federal da Alemanha, composta pelo Tenente-Coronel Blankenburg e o 1º Tenente Schunack. A comitiva visitou a Seção de Instrução de Blindados (SIB) e o Pavilhão de Manutenção das Viaturas Blindadas de Combate (VBC) Leopard 1A5BR, observando as peculiaridades da instrução e da logística do Regimento, abordadas na palestra institucional. A visita teve fim no Gabinete do Subcomandante, onde foram feitos os agradecimentos.

Já no dia 29 de novembro, o 1º RCC, apoiou o Regimento João Propício na certificação de quatro guarnições voltadas para a utilização da VBCCC Leopard 1A5BR. Essa atividade se desenvolveu por meio de um cronograma de instrução que teve inicio com a adaptação dos comandantes de carro de combate para que pudessem operar a VBCCC, passando para a certificação operacional N1 (ministrada no 9ºRCB) e N2 (ministrada com o apoio do 4º RCC), deixando assim as guarnições aptas para realizarem o tiro real. A guarnição de carros de combate composta pelo 3º Sgt Santos Nunes, Cb Pousada, Cb Bruxel, Sd Kerpen, destacou-se na atividade por acertar os 7 disparos com munição real no alvo. A Certificação das guarnições corou o ano de instrução das frações de Leopard do Regimento.

FONTE:https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/12/1-rcc-recebe-visita-de-militares-do.html








 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1042 em: Dezembro 06, 2017, 11:03:34 am »
MINUSCA - Militares brasileiros já se preparam para a próxima missão de paz na República Centro-Africana

Exposição de equipamentos e apetrechos dos Fuzileiros Navais usados na MINUSTAH, expostos no evento Seminário Internacional “13 anos do Brasil na MINUSTAH: Lições aprendidas e novas perspectivas”

Se confirmada a participação brasileira, o país enviará até abril um contingente de 750 homens, que se juntarão aos 12 mil militares da Missão Multidimensional das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA).

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O Brasil ainda não confirmou oficialmente a participação na Missão Multidimensional das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), mas o assunto foi discutido como certo por alguns palestrantes do Seminário Internacional “13 anos do Brasil na MINUSTAH: Lições aprendidas e novas perspectivas”, realizado nos dias 28 e 29 de novembro, no Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC), na Ilha do Governador, Rio de Janeiro.

O convite da ONU para que o Brasil se juntasse à MINUSCA aconteceu oficialmente, no dia 22 de novembro, após o Conselho de Segurança aprovar o envio de mais 900 soldados da paz para proteger civis no país. O país afundou em 2013 em um violento conflito entre uma coalizão pró-muçulmana e milícias pré-cristãs. Mais de 600 mil pessoas foram deslocadas dentro do país e 500 mil fugiram para o exterior. Cerca de 2,4 milhões de pessoas, metade da população, dependem da ajuda humanitária internacional para sobreviver.

“Tudo depende de uma aprovação do poder político para que a tropa seja desdobrada. O nosso processo decisório é bastante extenso. Recebemos a consulta formal por meio da Missão do Brasil na ONU e o Ministério das relações Exteriores, que é protagonista nesse processo, e o Ministério da Defesa estão em estudo para levar ao presidente da República e daí para aprovação do Congresso Nacional”, afirmou o Contra-Almirante (FN) Rogério Ramos Lage, Subchefe de Operações de Paz do Ministério da Defesa no painel “O Brasil e o futuro das Operações de Paz após a MINUSTAH”.

“Já temos no Ministério da Defesa a constituição desse batalhão, a estrutura logística, custo, está sendo organizado e estudado para que tenhamos condições no menor tempo possível enviar um batalhão de 750 homens, que irá se juntar aos outros quase 12 mil militares lá”, continuou.

Mostrando que a preparação para isso já está em curso, o Almirante Lage apresentou uma série de slides com estudos sobre a situação política, social, econômica e dos conflitos no país onde está previsto a próxima missão brasileira.

“O país tem alto índice de pobreza, idioma francês, praticamente não se fala inglês, índice de desenvolvimento humano muito baixo e uma expectativa de vida de 45 / 51 anos, muito baixa. Inúmeras são as causas de conflito e grande crise humanitária. Pelo menos 30 anos de governo fraco e corrupto, grupos rebeldes são sintoma e não a causa dessa instabilidade”, afirmou o militar.

“Os 750 militares das três forças necessitam efetivamente de proteção blindada para a proteção de nossas tropas, mobilidade de deslocamento e instalações, que não podem ser fixas, têm que ser moveis. Necessitaremos alta suficiência e há grande preocupação com a evacuação”, disse o Almirante.

O Almirante Lage afirmou que o Brasil corre contra o tempo por conta das condições logísticas. O Brasil precisa confirmar se fará parte da MINUSCA até o final de janeiro e fazer o envio de tropas brasileiras até abril, antes do período de chuvas naquele país. Isso porque o índice pluviométrico local é muito alto, provocando péssimas condições nas estradas e pontes. O envio de tropas, equipamentos e suprimentos encaram três dias de viagem incluído avião, barco e estradas para chegar ao país africano.

O Almirante porém está otimista e conta que a justificativa para o envio de tropas para a MINUSCA é a grande ligação histórica do Brasil com a África, o aprimoramento da doutrina e o fortalecimento da imagem do país perante a ONU e a comunidade internacional.

“Há a convicção muito grande que temos condições excelentes de participação na MINUSCA, de cumprir o mandato da missão apresentando alto desempenho em função da nossa capacidade e das lições aprendidas durante os 13 anos no Haiti”, acrescentou o Almirante.

O General-de-Divisão Ajax Porto Pinheiro, último Comandante da Força da MINUSTAH, foi mais cauteloso e alertou que a missão na África pode ser ainda mais perigosa e desafiadora do que foi a do Haiti.

“Nós temos que estar prepararados para a República Centro-Africana porque os nossos soldados vão morrer, a sociedade tem que estar preparada, as famílias têm que estar preparadas e nós temos que nos preparar para quando houver o primeiro fracasso porque nós não tivemos até agora. A preparação para a República Centro-Africana é de muito cuidado. Nós não podemos transformar esse sucesso de agora em armadilha. Temos que ter cuidado, temos que estar preparados”, disse o General.

Em dezembro (4), um capacete azul da Mauritânia morreu em uma emboscada no sul. No total, 14 soldados da ONU morreram no país este ano, até esta data 05DEZ2017.

Outra questão levantada foi o uso da força, conforme preconiza o capítulo 7 da Carta da ONU (Ação relativa a ameaças à paz, ruptura da paz e atos de agressão). A previsão para a África é de uma missão considerada mais robusta.

“A possibilidade de atuação na África, República Centro-Africana, Congo e Sudão, onde seguramente existe a possibilidade de utilização da força, maiores riscos e o que ressalta muito a importância da preparação adequada em todos os níveis da nossa tropa. Nossas Forças Armadas hoje estão muito melhor preparadas para a utilização da força em operações de paz do que há 13 anos”, defendeu o Contra-Almirante (FN) Carlos Chagas Vianna Braga, Comandante do CIASC e Assistente do primeiro Force Commander MINUSTAH.

O Almirante Lage confirma que “é um mandato que reforça a proteção de civis, assim como a maioria dos mandatos, e que precisa de uma postura proativa energética dos contingentes que lá estão”.

O Seminário Internacional “13 anos do Brasil na MINUSTAH: Lições aprendidas e novas perspectivas” contou com a participação de quase mil inscritos e foi promovido pelo Ministério da Defesa, por meio da Marinha do Brasil, em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU), Academia Brasileira de Letras (ABL) e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), reunindo militares das Forças Armadas, autoridades nacionais e internacionais e acadêmicos.

FONTE: http://www.defesanet.com.br/africa/noticia/27862/MINUSCA---Militares-brasileiros-ja-se-preparam-para-a-proxima-missao-de-paz-na-Republica-Centro-Africana/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1043 em: Dezembro 06, 2017, 11:07:16 am »
Soldados brasileiros têm “conduta exemplar”, diz chefe de Missões de Paz da ONU


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Em visita oficial ao Brasil, o chefe do Departamento de Operações de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU), Jean-Pierre Lacroix, esteve, nesta segunda-feira, na sede do Ministério da Defesa, onde se reuniu com o chefe do Estado Maior-Conjunto das Forças Armadas, almirante Ademir Sobrinho, e destacou a relevância das tropas brasileiras no novo cenário repleto de desafios que a ONU precisará enfrentar.

Lacroix classificou o Brasil como “um parceiro muito importante paras as missões de paz da ONU, por todo o seu histórico de colaboração, mas, mais recentemente, pela atuação no âmbito da MINUSTAH (Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti ). “Os brasileiros tiveram papel muito importante em muitas missões, e, no caso do Haiti, eles realmente fizeram a diferença, não só na área de segurança em Porto Príncipe, como também, tiveram um comportamento excelente na área de relações com a população e com as autoridades haitianas”, disse.

O representante de Operações de Paz da ONU destacou que, entre os novos desafios para as Nações Unidas nos próximos anos, está a necessidade de plena implementação de uma política de tolerância zero com relação a casos de abuso sexual.

Neste aspecto, Jean-Pierre Lacroix voltou a destacar a importância do trabalho das tropas brasileiras. “A conduta das tropas brasileiras foi exemplar a este respeito. Temos uma experiência ótima com o Brasil no campo das missões de paz, e seguimos contando com a cooperação do Brasil”, afirmou.

Em palestra realizada no auditório do Ministério da Defesa, Lacroix fez ainda um resumo da situação atual das missões de paz da ONU ao redor do mundo. De acordo com ele, a Organização vem contabilizando inúmeros sucessos no sentido de conseguir estabelecer a paz e salvar vidas da população civil.

No entanto, de acordo com Lacroix, a ONU agora enfrenta desafios que exigem respostas precisas para que possa haver uma evolução das missões de paz. Segundo ele, uma das grandes dificuldades, atualmente, é a questão política das missões, ou seja, restabelecer a paz e fazer com que as instituições locais funcionem plenamente.

Além disso, Lacroix destacou situações mais violentas, populações mais fragilizadas e amedrontadas nos locais que são ou serão alvo de missões, além da questão da pressão sobre novos recursos que vem sendo enfrentada pela ONU.

Diante deste novo cenário, Lacroix explicou que a ONU está revendo parâmetros de atuação para buscar formas flexíveis e eficientes e destacou que, para isso, cada vez mais se farão necessárias tropas versáteis e inteligentes, capazes de se adaptar aos mais diversos contextos políticos, econômicos e sociais.

Além disso, ele ressaltou que a ONU buscará um envolvimento cada vez maior dos países membros e parceiros. “Precisamos de um trabalho em parceria com toda a comunidade internacional, não existe mais cenário para poucos protagonistas, todos os países tem um papel muito importante”, disse ele citando como exemplo o caso da missão de paz em Mali onde a União Europeia desempenha papel fundamental no treinamento das Forças Armadas locais.

Além da visita ao Ministério da Defesa, o chefe do Departamento de Operações de Paz da ONU também participará, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (28), do Seminário Internacional "13 Anos do Brasil na MINUSTAH: Lições aprendidas e novas perspectivas".

O evento marca o término da participação brasileira na missão de paz no Haiti e reunirá especialistas, meio acadêmico, institutos de pesquisa, militares e civis para analisar a atuação dos contingentes e identificar as lições aprendidas, bem como apresentar as perspectivas futuras para as Operações de Paz do Brasil.


FONTE: http://www.defesanet.com.br/ph/noticia/27807/Soldados-brasileiros-tem-%E2%80%9Cconduta-exemplar%E2%80%9D--diz-chefe-de-Missoes-de-Paz-da-ONU-/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1044 em: Dezembro 06, 2017, 11:21:18 am »







 

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« Responder #1045 em: Dezembro 09, 2017, 02:17:27 am »
Rússia e Brasil em negociação para MANPADS Igla-S adicionais


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A Rússia está mantendo negociações com o Brasil sobre a possibilidade de entregar um lote adicional de sistemas de defesa aérea portáteis Igla-S (MANPADS – Man-portable air-defense systems), disse o Diretor Adjunto do Serviço Federal de Cooperação Militar e Técnica da Rússia, Anatoly Punchuk, à agência TASS.

Ele está liderando a delegação russa na exposição de armas Expodefensa na capital colombiana de Bogotá. “Atualmente, o lado brasileiro já possui MANPADS Igla-S. É óbvio que o cliente estrangeiro adquiriu o volume de armamentos que considerou suficiente para garantir sua segurança nacional. Ao mesmo tempo, estamos discutindo com os parceiros brasileiros a possibilidade de entregar um lote adicional dos mísseis “, disse ele.

Punchuk disse anteriormente à TASS que o contrato de 2015 sobre a entrega do Igla-S MANPADS para o Brasil tinha sido implementado na íntegra.

O sistema de mísseis de defesa aérea Igla-S destina-se a destruir alvos aéreos de baixa altitude em alcances curtos e de recuperação, em meio a interferências térmicas de despistamento.

O Exército Russo está atualmente sendo rearmado com o MANPADS de nova geração Verba.

COLABOROU: Rustam Bogaudinov
FONTE: http://www.forte.jor.br/2017/12/08/russia-e-brasil-em-negociacao-para-manpads-igla-s-adicionais/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1046 em: Dezembro 09, 2017, 07:32:52 pm »
1º Batalhão de Infantaria de Selva Aeromóvel  (1º BIS Amv)

Componente da 1ª Brigada de Infantaria de Selva e integrante da Força de Reação Rápida do Exército Brasileiro (EB), o 1º Batalhão de Infantaria de Selva (1º BIS Amv) foi criado em 1969 e constitui o principal elemento de manobra do Comando Militar da Amazônia (CMA), estando perfeitamente adestrado tanto para operações helitransportadas quanto para assaltos ribeirinhos. Pelo nível de preparação, equipamentos empregados, e capacidade de operar com grande mobilidade, seu efetivo pode ser considerado como a elite das forças de selva brasileiras. O Batalhão destacou-se, sobretudo, por diversas campanhas militares conduzidas nas regiões do médio e baixo Amazonas, promovendo ações de Garantia de Lei e da Ordem (GLO) em áreas de fronteira com países amigos.


O soldado ilustrado aqui, claramente de origem indígena, veste o uniforme de combate e serviço padrão do EB. Em uma das mangas, traz uma reprodução da Bandeira Nacional, enquanto na outra está visível um distintivo circular com a Cruz Vermelha, denotando sua especialidade de enfermeiros. No entanto, o elemento mais característico da indumentária é o chamado "Chapéu Bandeirantes", próprio da infantaria de selva. Os coturnos são do tipo específico para ambientes tropicais, e seu equipamento de Combate se baseia na versão nacional do ALICE (All-Purpose Lightweight Individual Carrying Equipment) norte-americano. A mochila é a mesma adotada por outras unidades do EB. O armamento principal é o fuzil de assalto IMBEL IA2, no qual está fixada uma face baioneta AMZ, especialmente desenvolvida para tropas de selva, complementado por uma pistola Taurus PT-92 e pelo indispensável facão de mato.

FONTE: http://fopesp.blogspot.com.br/2017/05/arquivo-historico-fopesp-n-2-1-bis-amv.html
 

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« Responder #1047 em: Dezembro 13, 2017, 05:26:42 pm »
Subcomandante  do Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro visita sede do 75ª Ranger Regiment em Fort Benning


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O Subcomandante  do Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro (C Op Esp ), Coronel Rene Pierre Caputo, e sua comitiva, visitaram a sede da 75ª Ranger Regiment em Fort Benning.


A visita proporcionou conhecer as atribuições, estrutura e as principais atividades desenvolvidas pelo 75º Ranger Regiment com o objetivo de obter maiores conhecimentos. O intuito é intensificar o intercâmbio entre o Exército Brasileiro e o Exército Americano, fortalecendo laços e trocando experiências, bem como propiciar a oportunidade de conhecerem nossos costumes, tradições e cultura.


Com informações de 75th Ranger Regiment

FONTE: http://www.planobrazil.com/subcomandante-do-comando-de-operacoes-especiais-do-exercito-brasileiro-visita-sede-do-75a-ranger-regiment-em-fort-benning/
 

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« Responder #1048 em: Dezembro 13, 2017, 05:30:59 pm »
Comando da Artilharia Divisionária da 5ª Divisão de Exército (AD/5) participou da Operação Agulhas Negras


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O Comando da Artilharia Divisionária da 5ª Divisão de Exército (AD/5) participou da Operação Agulhas Negras, sob coordenação da 2ª DE, sediada em São Paulo-SP entre os dias 20 e 30 de novembro. O exercício militar, possui como tema tático a atuação da Força Terrestre no amplo espectro dos conflitos, sendo que a sua premissa maior é a combinação simultânea ou sucessiva, de operações ofensivas, defensivas e de cooperação e coordenação com outras agências, ocorrendo em situações de Guerra e de Não Guerra.

A operação aconteceu na região Sudeste do Estado de São Paulo abrangendo oito municípios, e contou com a participação de mais de dez Organizações Militares, tais como: a 2ª DE, a 11ª Bda Inf L, a 12ª Bda Inf L (Amv), a Bda Inf Pqdt, a 1ª Bda AAAe e o C Av Ex, dentre outras. O Maj Rodrigo Brandão da Mota, do Estado-Maior do Comando da AD/5, atuou como representante da Função de Combate Fogos, além de assessorar nos aspectos relativos ao emprego dos GAC da 2ª DE no contexto da manobra. A operação contou com a presença do Comandante Militar do Sudeste, Gen Ex Campos, e dos Comandantes da 2ª DE, Gen Div Diniz, da 11ª Bda Inf L, Gen Bda Saul e da 12ª Bda Inf L (Amv), Gen Bda Mário, demais autoridades civis e militares e convidados.




 

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Lusitano89

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1049 em: Dezembro 13, 2017, 07:07:45 pm »
 

 

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