Notícias do Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1035 em: Dezembro 25, 2017, 09:32:21 pm »
Exército Brasileiro finaliza a reestruturação do Sistema de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear


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No mês de novembro, ocorreu o encerramento do Projeto de Reestruturação do Sistema de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear do Exército (SisDQBRNEx), que teve início no ano de 2013. Ao longo de suas atividades, o Projeto contou com representantes do Estado-Maior do Exército, Comando de Operações Terrestres (COTER), Comando Logístico, Gabinete do Comandante do Exército, Departamento-Geral do Pessoal, Departamento de Educação e Cultura do Exército, Departamento de Ciência e Tecnologia e das organizações militares de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear do Exército (DQBRN). Reuniões sistêmicas ocorreram nesse período, para o amplo debate das necessidades e oportunidades de melhoria das atividades especializadas.

Cabe destacar que os integrantes do Projeto contribuíram para as ações realizadas para o emprego da DQBRN nos Grandes Eventos ocorridos no Brasil, no dimensionamento dos escalões de DQBRN do Exército Brasileiro e no aperfeiçoamento da doutrina em vigor. Dentre os objetivos que se desejava alcançar, estavam:


a. promover a efetiva reestruturação do SisDQBRNEx no âmbito do Exército Brasileiro, ampliando sua capacidade de atuar com eficácia e eficiência nas atividades de DQBRN;

b. criar as condições necessárias para que, ao final do projeto, as atividades de DQBRN prossigam como um macroprocesso dentro da estrutura do Exército Brasileiro; e

c. criar Centros de Excelência acreditados por organismos nacionais ou internacionais para capacitação de recursos humanos, desenvolvimento de doutrina em DQBRN, identificação de agentes QBRN, assistência aos atingidos por aqueles agentes, ensaio e certificação de equipamentos, produção e desenvolvimento de material especializado.


A partir de agora, as ações do projeto serão continuadas por meio do SisDQBRNEx. O Sistema tem, no COTER, o seu órgão central que atua por meio de assessorias especializadas e na condução do preparo e emprego das organizações militares de DQBRN. Tem, ainda, por atribuição, planejar, coordenar e controlar a execução das Técnicas, Táticas e Procedimentos (TTP) relacionados ao adestramento específico de DQBRN, estabelecendo as metas para avaliação dessas atividades.



FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/12/exercito-brasileiro-finaliza.html
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1036 em: Dezembro 28, 2017, 08:58:28 pm »
Estágio de Operações em Ambiente Urbano aperfeiçoa interoperabilidade entre as Forças Armadas


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No período de 10 a 15 dezembro, o 28º Batalhão de Infantaria Leve (28º BIL), organização militar de emprego peculiar, conduziu o Estágio Setorial Conjunto Específico de Operações Militares em Ambiente Urbano (ESECOMAU).

A atividade é do Ministério da Defesa, orientada pela 2ª Subchefia do Comando de Operações Terrestres (COTER), por intermédio do Centro de Instrução de Operações de Garantia da Lei e da Ordem.

O ESECOMAU foi executado por militares da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira. Dentre os objetivos, constavam: aplicar as técnicas, táticas e procedimentos próprios das operações militares em ambiente urbano; além de discutir e desenvolver a doutrina correlata, buscando aperfeiçoar a interoperabilidade entre as Forças Singulares.




Combate em Ambientes Urbanos

O combate urbano não é um fenômeno militar dos tempos atuais, mas sim um elemento que já acompanha o homem desde a antigu idade e os inúmeros casos de cercos a cidades e fortalezas que ocorreram desde essas épocas remotas propiciaram o desenvolvimento de incontáveis engenh os bélicos, técnicas e táticas, com a finalidade de apoiar tanto o atacante quanto o defensor.

Durante a Guerra Fria, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) estava profundamente preocupada com a crescente urbanização da Europa.

Segundo estudos recentes, é crescente a tendência de uma elevada migração das massas populacionais em direção aos grandes centros urbanos, e isso leva a crer que por volta de 2025, cerca de 85% da população mundial residirá em cidades, isto é preocupante pois o combate urbano é o tipo de ofensiva militar mais difícil que existe, porque as tropas defensivas contam com vantagens capazes de neutralizar a força e a tecnologia superiores dos invasores.

Os defensores estão não só mais bem familiarizados com o terreno, mas muitas vezes contam com tempo para instalar minas, posicionar franco-atiradores e organizar emboscadas.

Embora as forças terrestres invasoras sejam apoiadas por carros de combate e veículos blindados de transporte de tropas, o exército de defesa é capaz de neutralizar o apoio aéreo e de artilharia ao "abraçar" as tropas do adversário - enfrentando-as a curta distância, o que aumenta o risco para os invasores de sofrerem baixas causadas pelo chamado "fogo amigo".

Além do mais, os soldados invasores precisam manter um nível especialmente elevado de alerta: Os franco-atiradores e outros atacantes podem ataca-los não só pela frente, pelas costas e pelas laterais, mas são também capazes de se ocultar nos andares superiores ou telhados de edifícios ocupados por civis, ou mesmo em esgotos subterrâneos.

A fumaça e o fogo inevitáveis fazem com que a localização dos alvos seja muito mais difícil: cada tiro pode atingir um civil, e cada projétil de morteiro destrói a casa de alguém. Essa confusão aumenta ainda mais quando as forças defensoras se aproveitam da existência de população civil.

Dificuldades a serem consideradas

Porém vários fatores fazem com que a opção de se tomar uma cidade seja analisada de forma profunda, chegando-se muitas vezes a conclusão que o melhor é evitá-la. Entre esses fatores podemos citar:

O primeiro fator que devemos citar é a grande presença de civis não-combatentes, especialmente mulheres, crianças e idosos. Muitas vezes estes civis estão ou são colocados próximos a alvos estratégicos e táticos, servindo como "escudos humanos" por parte do inimigo e dificultando a destruição ou interdição dos alvos. A baixa de civis também será usada pelo inimigo como arma de propagando junto a opinião publica mundial.

- Quando dentro das cidades as forças invasoras tem pouco espaço para manobrar entre as ruas, principalmente os seus veículos blindados, que são necessários neste tipo de guerra. O inimigo por sua vez, por conhecer melhor a área de operação se movimenta melhor e mais rápido, usando atalhos, e o subterrâneo, através de galerias, tubulações, túneis do metro e os esgotos. Portanto o uso do subterrâneo e a negação do uso deste ao inimigo se faz extremamente necessário a força invasora.

- O ambiente das cidade é extremamente propicio a defesa. Prédios altos servem de abrigo para equipes de observação e os escombros e edificações em geral se prestam a defesa, através de armas antiaéreas e anticarro. A ação de atiradores de elite inimigos normalmente é generalizada.

- Nas cidade o campo de tiro é restrito, as comunicações são prejudicadas, dificultando a coordenação e orientação das forças invasoras.

- O apoio aéreo (a inserção e extração rápida de tropas, suprimentos e equipamentos, além do apoio de fogo) é também fica limitado. As aeronaves não ficam sujeitas as ruas estreitas e as barreiras de escombros, mas cabos elétricos, torres de alta tensão e grandes edificações dificultam a sua operação. O fogo das armas antiaéreas é um perigo constante e estas podem ser colocadas nos topos dos prédios. Num combate urbano as aeronaves, em especial os helicópteros são vulneráveis a ação de armas de curto alcance como mísseis portáteis superfície-ar, metralhadoras leves e pesadas.

- Uma dificuldade que tem se visto ultimamente em combates urbanos é que devido a questões humanitárias os soldados em combate dentro de cidades podem ser envolvidos em operações distintas como missões de combate de média intensidade e altamente letal, pacificação ou assistência humanitária, muitas vezes até simultaneamente. Isto dificulta a coordenação de esforços e o foco das operações.

Táticas revolucionárias - Israel

Em Nablus, o exército invasor israelense conseguiu alcançar o seu mais notável sucesso - assumindo o controle da casbah da cidade, um labirinto densamente povoado composto de ruelas estreitas e casas de pedra - em poucos dias. As forças israelenses não fizeram uso de artilharia, e apesar de as estimativas terem indicado que haveria dezenas de baixas, tiveram apenas quatro soldados mortos.

A chave para o sucesso foi uma espécie de "imprevisibilidade planejada". Ao invés de utilizarem táticas lineares convencionais - capturando primeiro os arredores da cidade, e a seguir atacando sistematicamente casa por casa - as forças israelenses atacaram simultaneamente a partir de várias direções.

Elas utilizaram uma técnica conhecida no jargão militar como "enxameamento", na qual várias unidades pequenas, se movimentando em ziguezague e outras formações aparentemente aleatórias, se infiltraram até o meio da cidade e atacaram de dentro para fora.

As unidades desapareciam constantemente, apenas para reaparecerem em locais totalmente diferentes, atacando de novos ângulos que mantinham os defensores desorientados e incapazes de se entrincheirarem.

É claro que a tática do enxameamento não se constitui em um remédio milagroso para os problemas associados ao combate urbano. Ele é um pesadelo para os estrategistas que procuram coordenar as ações das várias unidades, e é extremamente difícil para os próprios combatentes saber o que está acontecendo em larga escala.

Mesmo assim, as forças norte-americanas, que possuem mais tecnologia de comunicação do que até mesmo os israelenses, são certamente capazes de se engajarem em táticas de combate não convencionais.

Além do mais, as forças iraquianas não são bem coordenadas e, tendo estado por muito tempo sem contato com o mundo externo e com a história militar recente, provavelmente terão dificuldade para entender o que as forças "enxameantes" pretendem fazer, e titubearão em enfrenta-las.

A experiência israelense, assim como os estudos feitos pelo Corpo de Fuzileiros Navais sobre jogos de guerra baseados em combates urbanos desde 1996, também demonstram que a maior parte das baixas em conflitos urbanos ocorre quando os soldados se movimentam ao longo das ruas da cidade, expostos ao fogo inimigo.

Portanto, quando Israel capturou a casbah em Nablus, os soldados se deslocaram através de buracos que cortaram ou explodiram em muros e paredes entre casas vizinhas.

Os franco-atiradores israelenses se posicionaram nos prédios mais altos e trabalharam em conjunto com as tropas nas ruas a fim de identificar alvos e confundir a expectativa dos defensores das cidades invadidas.

Conforme disse um combatente palestino após o conflito: "Os israelenses estavam por toda parte: na retaguarda, nas laterais, à direita e à esquerda. Como poderíamos lutar desse jeito?".

Há também lições importantes a serem aprendidas com a batalha travada por Israel no campo de refugiados de Jenin. Aquela parte da operação foi manchete nos jornais de todo o mundo, após os palestinos terem anunciado a morte de 500 moradores e afirmado que houve uma destruição indiscriminada por parte de Israel - alegações que foram contestadas pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Ironicamente, foi a relutância demonstrada por Israel para atacar Jenin com força total, assim como o seu compromisso de proteger vidas e propriedades palestinas a quase todo custo, que resultaram em mais mortes israelenses e palestinas e em mais destruição de propriedades do que teria ocorrido de outra forma.

Em um esforço para evitar baixas civis e uma má publicidade, Israel resistiu ao impulso inicial de utilizar tratores de demolição e tanques de guerra no campo de refugiados. Somente após 13 dos seus soldados terem morrido em uma emboscada foi que o exército autorizou o uso generalizado dos tratores.

Porém, como a batalha já estava em andamento, a operação de entrada dessas máquinas no conflito foi muito menos precisa e bem mais ruinosa do que seria uma batalha com força total desencadeada desde o início.




Blindados:

As operações urbanas normalmente exigem o uso de Carros de Combate (CC) pesados e leves, além de transportes blindados de tropas. Muitos CC, sofrem em operações urbanas, pois tem angulo de elevação limitado, já que foram projetados para lutarem contra outros Carros de Combate, normalmente em planície ou desertos, e não para acerta alvos localizados a altura do segundo andar de um prédio ou em ângulos bem baixos.

Esses grandes blindados também sofrem com a pouco visibilidade. Assim esses CC ficam vulneráveis a ataques com armas anticarro vindos das sacadas dos prédios. Sua defesa vem da infantaria de apoio e de suas metralhadoras.

Os Carros de Combate também não devem operar em coluna por entre ruas estreitas, pois se o carro da frente e o de trás forem imobilizados toda a coluna para e se torna alvo fácil.

Os Israelenses em Suez e russos em Grozny já sofreram este tipo de ataque, só para citar dois exemplos. Por isso é melhor utilizar os CC em avenidas largas ou cruzamentos para terem uma clara linha de fogo. Colocados na retaguarda da tropas, estarão disparando muitas vezes "por cima" da cabeça dos seus soldados.

Devido a limitação do uso da artilharia em ambientes urbanos, os CC são o maior provedor de fogo de apoio para os infantes, principalmente contra posições fortificadas. Os carros de combate, e viaturas blindados em alguns casos, podem inclusive abrir passagens através das edificações. A presença de tropas de infantaria junto aos CC inibe a ação do inimigo nos que diz respeito ao uso de armas anticarro e minas.

Helicópteros:

São essências em operações urbanas. Eles são usados para as mais diversas missões de acordo com o seu tipo e configuração.

Transporte: São usados para inserir tropas (normalmente forças especiais) em áreas difícil acesso. Os helicópteros podem ajudar na tomada dos topos dos edifícios mais altos, que é prioritária. Para a instalação de equipes de observação e radiotransmissores. Também são usados para evacuação de feridos e transporte de munição e suprimentos.

Vigilância: Helicópteros pequenos e ágeis podem ser usados para missões de vigilância e reconhecimento.  Eles também podem ser armados com lançadores de foguetes e/ou casulos de metralhadoras para prover fogo de apoio ou ainda serem usados para transportar pequenas equipes de assalto ou reconhecimento.

Ataque: Projetados para a a luta antitanque são mais robustos que os helicópteros normais devido seu armamento, blindagem e comandos duplicados.

Os helicópteros devem ser usados com muito cuidado e planejamento pois são vulneráveis a fogo de armas portáteis e mísseis terra-ar. Torres, linha de força e prédios altos também oferecem perigo para este tipo de aeronave.




FONTE:  http://www.defesanet.com.br/doutrina/noticia/28054/Estagio-de-Operacoes-em-Ambiente-Urbano-aperfeicoa-interoperabilidade-entre-as-Forcas-Armadas/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1037 em: Dezembro 28, 2017, 09:30:17 pm »
Quadros operacionais da 3ª Companhia de Forças Especiais (3ªCiaFEsp), também conhecida pelo termo FORÇA 3, em exercício de adestramento na região amazônica. (Fonte: Acervo da 3ªCiaFEsp).
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1038 em: Dezembro 29, 2017, 04:11:29 pm »
Exército Brasileiro realiza último teste de 2017 da Viatura Blindada de Transporte de Pessoal M113 BR


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Curitiba (PR) – Neste mês de dezembro de 2017, foi realizado, no Campo de Instrução Coronel Brasilguarany Arruda (CICBA), no município de Quatro Barras (PR), o último teste do corrente ano da Viatura Blindada de Transporte de Pessoal (VBTP) M113 BR, contemplando um lote de 8 (oito) unidades.

Os testes têm início com a rodagem das viaturas desde as instalações do Parque Regional de Manutenção/5 (Pq R Mnt/5), no bairro do Bacacheri, em Curitiba (PR), até o CICBA. Nas instalações do Campo de Instrução, além do deslocamento no terreno, as 8 (oito) VBTP M113 BR modernizadas pelo Pq R Mnt/5 foram verificadas com relação aos parâmetros de pivotamento, estanqueidade, flutuabilidade e navegabilidade. Computando-se os trajetos de ida e volta ao Pq R Mnt/5 durante os testes, as viaturas percorreram cerca de 80 km. O último lote testado marca a finalização de 274 viaturas modernizadas desde o começo do projeto, das quais 258 já foram distribuídas para diversas Organizações Militares do Exército Brasileiro.

Sobre a modernização das VBTP M113 no Exército Brasileiro

O Projeto de Modernização, da VBTP M113B para a versão M113 BR, teve início em 2012, por meio de acordo internacional, via programa Foreign Military Sales (FMS) entre os Governos do Brasil e dos Estados Unidos da América, com a participação da empresa BAE Systems. A primeira medida adotada pelo Pq R Mnt/5 foi a preparação da linha de produção para que fosse modernizada a viatura protótipo; em seguida, essa viatura seguiu para o Centro de Avaliações do Exército (CAEx), onde foi submetida a diversos testes em concordância com as Normas do Exército Brasileiro (NEB), bem como algumas normas internacionais. Na sequência, produziu-se um lote-piloto, que foi apreciado e aprovado por aquele Centro.

A produção seriada foi efetivamente iniciada em 2013, com a primeira fase, correspondente ao primeiro contrato via FMS, o qual se encerrou em 2015 e foi responsável pela modernização de 150 viaturas. Hoje, está em andamento a segunda fase, relativa ao segundo contrato de mesma natureza, com previsão de encerramento em 2019, contemplando outras 236 viaturas. O possível terceiro contrato ainda se encontra em fase de estudo pelo Estado-Maior do Exército e pelo Comando Logístico.

Nesse processo de modernização, a VBTP M113 BR recebe outro conjunto de força e um reforço na suspensão, além de alterações de sistemas e componentes que permitem suportar a potência adicional de cerca de 90cv, característica técnica desejável para acompanhar a Viatura Blindada de Combate Carro de Combate (VBCCC) Leopard 1A5 BR, em uma Força-Tarefa. O Projeto conta, ainda, com modificações no Sistema de Comunicações, através da adoção do equipamento rádio FALCON III e do Intercom SOTAS.









 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1039 em: Janeiro 05, 2018, 01:24:01 am »
Conferência Internacional de Master Gunner no Brasil


A criação da função Master Gunner (Instrutor Avançado de Tiro – IAT) surgiu na década de 70, no exército norte-americano, baseada nas lições aprendidas após o maior conflito de blindados desde a Segunda Guerra Mundial, a Guerra de Outubro (Guerra do Yom Kippur).

Esse conflito ressaltou a necessidade do aumento da proficiência das guarnições em todos os escalões, não cabendo apenas ao uso do melhor equipamento ou do maior número de meios. Além da mentalidade do “quem atira primeiro, com eficiência, sobrevive”, a volta do emprego combinado das armas, o correto uso do terreno, entre outros aspectos relacionados às ações durante o combate, fomentaram a concepção de um novo curso, o Master Gunner Course.

Baseado nas capacidades potencializadas pela nova função e com a finalidade de constituir uma comunidade internacional, a Conferência Internacional de Master Gunner tem desenvolvido, desde 1999, um ambiente de intercâmbio de conhecimentos entre os especialistas de países integrantes ou não da OTAN, no treinamento de guarnições de blindados. Originalmente baseada na plataforma de combate Leopard, recentemente a conferência abriu espaço para outros países com o intuito de reconhecer as similaridades no treinamento, no desenvolvimento de técnicas e nas formas de operação, independente do sistema de armas utilizado.

Assim sendo, o principal objetivo da Conferência é a troca de experiências, acompanhada da atualização do nível de desenvolvimento dos blindados utilizados, consistindo basicamente em apresentações sobre a filosofia de emprego, formas de execução e de avaliação do treinamento da guarnição. A intenção é a de permitir a integração de diferentes países em um universo tolerante, informal e, ao mesmo tempo, profissional.

A décima nona edição da IMGC foi realizada no Brasil, no Centro de Instrução de Blindados, sediado em Santa Maria – RS, no período de 09 a 13 de outubro. Fizeram-se presentes as delegações da Alemanha, Chile, Dinamarca, Espanha, Finlândia, Noruega, Polônia e Suécia, além da brasileira.

No primeiro dia da conferência foram realizadas exposições sobre a atualização da frota, em especial de carros de combate, de cada país. Dentre as apresentações, identificou-se a constante preocupação na realização de projetos de modernização de meiavida para as viaturas, principalmente no sistema de controle de tiro, tendo por finalidade a manutenção da eficiência operacional e o contínuo emprego de equipamentos com alta tecnologia agregada.

No segundo dia, foram realizadas apresentações acerca da capacitação individual e das guarnições, buscando identificar os cursos previstos e os níveis operacionais a serem atingidos. Além deste tema, abordou-se a realização de certificações periódicas na tropa blindada, com o intuito de verificar a capacidade de operar o meio blindado após um período de inatividade.

Para o terceiro dia, foi abordado o tópico sobre exercício de tiro real, tema principal da conferência deste ano. Aspectos como o planejamento, a preparação, a condução e a avaliação do exercício balizaram as apresentações dos participantes. Constatou-se a diferença entre cada país em relação às estruturas e aos equipamentos disponíveis para a observação do tiro. Além disso, boa parte das atividades e dos procedimentos são, aparentemente, similares aos executados no Brasil.

Nesse dia foi realizada uma visitação às instalações do Centro de Adestramento – Sul (CASul) e do Centro de Instrução de Blindados (CIBld), onde os participantes puderam constatar o alto grau tecnológico dos equipamentos e das estruturas de treinamento que a tropa blindada brasileira possui. Ao término da visita no CIBld, foi realizado um pequeno exercício de duelo nos Treinadores Sintéticos Blindados do Leopard 1 A5 BR, com o objetivo de permitir às delegações o contato com nossos meios de simulação virtual.

No quarto dia, foram apresentadas as competições nacionais realizadas por cada país, enfatizando a busca pela máxima fidelidade de situações encontradas em combate e o emprego de técnicas voltadas à operação do meio blindado. Também foram expostos métodos de identificação de blindados e de procedimentos para verificação de panes na viatura. Finalizando o dia, como usualmente ocorre, abriu-se espaço para a apresentação de situações em que houve acidentes durante as atividades com blindados.

No último dia, as delegações foram questionadas sobre a sede do próximo evento no ano de 2018, sendo voluntária a nação sueca. Após isso, cada país levantou temas que gostaria de apresentar na próxima conferência.

Encerrando o evento, o último tempo foi utilizado para a análise sobre a organização e sobre os temas discutidos nesta conferência, onde cada conferencista expôs a sua impressão e a possível aplicabilidade para a sua unidade, ficando evidente a satisfação individual dos participantes.

Para a tropa blindada brasileira, ademais da verificação do elevado nível de profissionalismo, essa atividade permitiu a absorção de novas experiências que possibilitarão a aplicação de novos conceitos relacionados ao emprego de nosso material, contribuindo para a constante evolução da doutrina de emprego dos blindados no Brasil.

AÇO, BOINA PRETA, BRASIL!

Felipe Soares Amaral – Cap
Instrutor do CI Bld
Ádamo Luiz Colombo da Silveira – Cel
Comandante do Centro de Instrução de Blindados

FONTE: http://www.forte.jor.br/2017/12/27/conferencia-internacional-de-master-gunner-no-brasil/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1040 em: Janeiro 05, 2018, 01:26:48 am »
Estágio de Operações em Ambiente Urbano aperfeiçoa interoperabilidade entre as Forças Armadas


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Campinas (SP) – No período de 10 a 15 dezembro, o 28º Batalhão de Infantaria Leve (28º BIL), organização militar de emprego peculiar, conduziu o Estágio Setorial Conjunto Específico de Operações Militares em Ambiente Urbano (ESECOMAU). A atividade é do Ministério da Defesa, orientada pela 2ª Subchefia do Comando de Operações Terrestres (COTER), por intermédio do Centro de Instrução de Operações de Garantia da Lei e da Ordem.

O ESECOMAU foi executado por militares da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira. Dentre os objetivos, constavam: aplicar as técnicas, táticas e procedimentos próprios das operações militares em ambiente urbano; além de discutir e desenvolver a doutrina correlata, buscando aperfeiçoar a interoperabilidade entre as Forças Singulares.





FONTE: http://www.forte.jor.br/2017/12/27/estagio-de-operacoes-em-ambiente-urbano-aperfeicoa-interoperabilidade-entre-as-forcas-armadas/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1041 em: Janeiro 06, 2018, 02:08:42 pm »
Mapa ilustrado demonstrando a localização da sede de todas as Brigadas (de Infantaria, Cavalaria, Paraquedista, Antiaérea, e de Operações Especiais), assim como os Artilharias Divisionárias do Exército Brasileiro atual (2017) e Batalhões de Aviação.

Feito por: Flavio Cardia



FONTE: facebook/Militarismo Mundial
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1042 em: Janeiro 06, 2018, 02:15:01 pm »
Unidades do Exército em nível de Batalhões na Região Norte (Amazônia) do Brasil:


FONTE: facebook/Militarismo Mundial
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1043 em: Janeiro 06, 2018, 02:50:00 pm »
Paintball?! :o
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1044 em: Janeiro 06, 2018, 02:58:26 pm »
Paintball?! :o

Me parece que estão deixando de lado a munição de festim em treinamentos. Mas isso não são em todas as O.Ms.
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1045 em: Janeiro 25, 2018, 08:00:38 pm »
M992A2 remuniciador dos M109 A5+BR: novo blindado para o Exército Brasileiro


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De acordo com o Boletim do Exército de 19/01/2018, sexta-feira, foi autorizada a liberação do valor de US$ 156.354,00, referente ao adiantamento de pagamento dos serviços e taxas associados à doação de quarenta veículos blindados de esteiras M992A2 FAASV (Field Artillery Ammunition Supply Vehicle), Classificada no EB como Viatura Blindadas de Transporte Especial Remuniciadora (VBTE Remun), através do prograga FMS (Foreign Military Sales).


O M992A2 é um veículo de reabastecimento de munição blindado com um transportador hidráulico, para transferência de munição de uma única rodada, e destinam-se a acompanhar e municiar as Viaturas Blindadas de Combate – Obuseiro Autopropulsado (VBCOAP) M109 A5+BR, que irão equipar, quando entregues, os 3º e 5º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado, de Santa Maria/RS e Curitiba/PR, respectivamente, otimizando seu emprego e modernizando a arma de artilharia no Brasil.



FONTE: http://tecnodefesa.com.br/m992a2-remuniciador-dos-m109-a5br-novo-blindado-para-o-exercito-brasileiro/
« Última modificação: Janeiro 25, 2018, 08:02:11 pm por Vitor Santos »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1046 em: Janeiro 25, 2018, 08:08:05 pm »
Minusca: Brasil manda comitiva de dez oficiais para reconhecimento na República Centro-Africana

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O Diário Oficial desta terça-feira (9) publica a designação uma equipe de dez oficiais das Forças Armadas para fazer o reconhecimento da área de operações da MINUSCA, na República Centro-Africana, nas cidades de Bangui, Bambari e localidades adjacentes.

Entre 21 de janeiro e 3 de fevereiro, estarão no país africano um contra-almirante, dois generais de brigada, três coroneis do Exército (sendo um da reserva), dois capitães de mar e guerra (um da reserva), um capitão de corveta e um capitão aviador.

As despesas correm por conta do Ministério da Defesa.

FONTE: montedo.blogspot.com.br / http://www.forte.jor.br/2018/01/09/minusca-brasil-manda-comitiva-de-dez-oficiais-para-reconhecimento-na-republica-centro-africana/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1047 em: Janeiro 26, 2018, 06:46:13 pm »
Exército Brasileiro avalia, no futuro, evoluir do Leopard 1A5 para o 2A4


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A incerteza sobre a disponibilidade de recursos nos próximos anos (alardeados como de recuperação da Economia), a necessidade de obter um modelo de viatura resultante da conversão da VBTP-MR Guarani 6×6 em um blindado de combate 8×8, as circunstâncias estratégicas nas fronteiras do país e o extenso rol de pendências no conjunto de programas do Exército Brasileiro (EB), estão levando o Comando da Força Terrestre a tratar de forma pragmática, cautelosa e conservadora, o assunto da atualização tecnológica de sua frota de carros de combate pesados.

Este ano e no próximo, a prioridade é obter um novo lote de veículos Leopard 1A5 que permita a padronização da principal força de choque (couraçada) da corporação.

O Forças Terrestres apurou que a atualização tecnológica dos MBTs (Main Battle Tanks) brasileiros acontecerá sobre a linha Leopard: primeiro com a obtenção, em meados dos anos de 2020, de uma pequena partida de carros Leopard 2 A4; e depois (dentro de uns dez anos) por meio da incorporação de um núcleo de viaturas mais modernas, das versões A6 ou A7.

Estudos conjuntos do Estado-Maior do Exército com o Centro de Instrução de Blindados General Walter Pires, de Santa Maria (RS), estimaram que o programa de desenvolvimento de um tanque pesado projetado no país, não pode ser concluído em menos que uma década – e, por enquanto, não há tranquilidade financeira para que essa empreitada seja tentada.

Isso, apesar das repetidas demonstrações de boa vontade da filial brasileira da companhia alemã KMW, fabricante do Leopard.

Técnicos da KMW já conhecem algumas das predileções dos militares da Arma Blindada para o futuro MBT nacional: peso no patamar das 50/54 toneladas (significativamente inferior às 62,3 toneladas do modelo alemão 2A6), canhão de 120 mm, armamento secundário remotamente operado e blindagem modular incluindo placas de proteção reativas. Mas isso ainda está no plano dos sonhos.

No atual estágio evolutivo do EB, a prioridade é, contudo, evitar que os carros de combate de 2ª mão adquiridos pela Força permaneçam em serviço por décadas, mesmo com altos índices de indisponibilidade.

Caso, por exemplo, das imponentes viaturas M-60 A3TTS, compradas pelo governo FHC no fim dos anos de 1990.

A conservação de máquinas antiquadas não representa apenas uma diminuição do poder de choque da corporação. De acordo com um oficial de blindados ouvido pelo Forças Terrestres, ela engessa os conhecimentos dos tanquistas em um patamar tecnológico inferior; e, em alguns casos, termina por desmotiva-los.

A opção, na próxima década, pela viatura Leopard 2A4 – um ícone da década de 1990 – não pode ser considerada “mais do mesmo” (blindado ultrapassado), pois, conforme ficou evidente nos carros adquiridos pelo Exército do Chile, o modelo A4 aceita bem o canhão e outros equipamentos da versão 2 A6.

Guarani 8×8 – A exequibilidade dos planos depende, entretanto, das circunstâncias.

Há dúvidas sobre a capacidade do Exército de investir em carros de combate pesados, enquanto as tropas da Infantaria Motorizada – candidatas à transformação em “tropas médias” das unidades Mecanizadas – demandam fortemente não apenas a viatura Guarani 6×6, mas também o modelo 8×8, dotado de canhão de 105 mm (ou de peças menores).

E na Força Terrestre Brasileira existem ainda outras limitantes para a aposta em tanques pesados.

MBTs exigem obras de arte (pontes e viadutos) que os suportem, além de rede ferroviária bem ramificada e estruturada, e infraestrutura de manutenção extremamente onerosa. Especialmente para uma corporação que não pode, simplesmente, remetê-los à conservação no fabricante.

Já os veículos Guarani podem, eventualmente, ser inspecionados e reparados na fábrica de Minas Gerais, de onde saíram novinhos em folha.

Por fim, existe a questão conceitual: em que medida, dentro de um cenário limitado de ameaças fronteiriças, como o nosso, deve o EB priorizar os tanques pesados, sobre lagartas, e não as viaturas bem mais ligeiras e baratas, sobre rodas, que transportam um canhão de 105 mm e chegam a alcançar, em estrada, velocidades em torno dos 100 km/h?

Como se vê, o assunto se espraia por uma rede de variáveis estratégicas, técnicas e financeiras que se entrelaçam, sugerindo a uma Força de poucos recursos – e, do ponto de vista geopolítico, excêntrica –, uma ousadia medida, nos centímetros, pelo pragmatismo e pela cautela (mas não, necessariamente, pelo conservadorismo).

FONTE:  http://www.forte.jor.br/2018/01/25/eb-avalia-no-futuro-evoluir-do-leopard-1a5-para-o-2a4/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1048 em: Janeiro 27, 2018, 02:18:50 pm »
Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes é inaugurado dando um novo status a Artilharia do Exército


O dia 25 de janeiro de 2018 ficará marcado na história do Exército Brasileiro. Foi inaugurado o Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes, em Formosa. Com a presença de autoridades civis e militares, uma formatura inaugurou as instalações da nova Unidade, que terá como missão capacitar e habilitar oficiais e praças para o emprego de mísseis e foguetes e contribuir para o aperfeiçoamento e o desenvolvimento da Doutrina de Emprego. A inauguração faz parte do Projeto Estratégico ASTROS 2020. Para o Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, General de Exército Juarez Aparecido de Paula Cunha, a inauguração do Centro representa a evolução da Artilharia, que a permite ficar em consonância com o projeto de transformação do Exército.


Projeto Estratégico ASTROS 2020

A fim de dotar o Exército Brasileiro de meios capazes de prestar um apoio de fogo de longo alcance, com elevada precisão e letalidade. O Projeto ASTROS 2020 contém, em seu escopo e estrutura, as seguintes etapas: criação e implantação de uma Unidade de Mísseis e Foguetes, um Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes, um Centro de Logística de Mísseis e Foguetes, uma Bateria de Busca de Alvos, paióis de munições e uma Base de Administração e Campo de Instrução de Formosa (CIF); modernização do atual 6º Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes, transformando-o em 6º Grupo de Mísseis e Foguetes; desenvolvimento de dois novos armamentos, o foguete guiado, que utiliza a concepção do atual foguete SS 40, da família de foguetes do sistema ASTROS II, em uso pelo Exército Brasileiro, e o míssil tático de cruzeiro com alcance de 300 km; além disso, está previsto a construção de Próprios Nacionais Residenciais (PNR) e outras instalações necessárias ao bem-estar da família militar na Guarnição de Formosa.

As duas Unidades de Mísseis e Foguetes estarão estruturadas com um Comando e Estado-Maior, uma Bateria de Comando e três Baterias de Mísseis e Foguetes mobiliadas com viaturas e equipamentos em fase de desenvolvimento com base no atual sistema ASTROS II. O sistema ASTROS 2020 irá possibilitar a realização do lançamento, partindo das plataformas da nova viatura lançadora múltipla universal na versão MK-6, dos vários foguetes da família ASTROS e também do míssil tático de cruzeiro de 300 km. Além disso, permitirá fazer toda a preparação para a realização do tiro, desde o recebimento e análise da missão, o comando e controle, a trajetória de voo e o controle de danos.


FONTE - https://orbisdefense.blogspot.com.br/2018/01/centro-de-instrucao-de-artilharia-de.html
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1049 em: Janeiro 30, 2018, 06:24:06 pm »
Ativada a primeira Unidade de Artilharia Antiaérea na Região Amazônica - 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva (12º GAAAe Sl)


Dentre as principais missões do 12º GAAAe Sl, está a de realizar a defesa antiaérea de áreas e pontos sensíveis, bem como de instalações de infraestrutura estratégica do País e de tropas estacionadas ou em movimento

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Manaus (AM) – Nova etapa do Programa de Defesa Antiaérea, integrante do Portifólio Estratégico do Exército, é materializada no Norte do Brasil. Assim, a data de 24 de janeiro de 2018 marcou o início dos trabalhos da primeira Unidade de Artilharia Antiaérea na Região Amazônica, com a solenidade de ativação do 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva (12º GAAAe Sl), “Grupo Tenente Juventino da Fonseca”.

Dentro da concepção de racionalização da Força e de acordo com o Planejamento Estratégico do Exército, a nova organização militar deixou de ser núcleo e passou à subordinação da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea (1ª Bda AAAe) por determinação do Comandante do Exército, publicada na Portaria nº 1.050, de 21 de agosto de 2017.

Dentre as principais missões do 12º GAAAe Sl, está a de realizar a defesa antiaérea de áreas e pontos sensíveis, bem como de instalações de infraestrutura estratégica do País e de tropas estacionadas ou em movimento. Essa defesa se dá contra todo e qualquer tipo de vetores aeroespaciais hostis, em qualquer ponto do território nacional, especialmente da Região Amazônica. Como única estrutura militar de guerra ativada desde o tempo de paz, a Unidade atuará em operações de guerra ou de não-guerra, em prol do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro, de um Comando Operacional Conjunto ou de uma Força Terrestre Componente, seja simultaneamente ou não.

Durante a mesma solenidade, ocorreu, ainda, a assunção do primeiro comandante nomeado da organização militar, o Tenente-Coronel de Artilharia Alexandre Barboza Rocha.

A cerimônia contou com a presença do Comandante Militar do Sudeste, General de Exército João Camilo Pires de Campos; do Comandante Militar da Amazônia, General de Exército Geraldo Antonio Miotto; do Chefe da Procuradoria de Justiça Militar em Manaus, Dr José Luis Pereira Gomes; além do Comandante da 1ª Bda AAAe, General de Brigada Maurilio Miranda Netto Ribeiro.

Outro MANPADS em serviço, e mais capaz que o Igla-S, é o RBS-70 da Saab. Normalmente, os dois tipos de mísseis são utilizados em unidades AAAe.  (Imagem: Roberto Caiafa).

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx /  http://tecnodefesa.com.br/12o-grupo-de-artilharia-antiaerea-de-selva-12o-gaaae-sl-e-ativado-em-manaus/
 

 

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