Galiza não é um país lusófono!

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Kowalski

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #45 em: Dezembro 12, 2010, 12:07:56 am »
Era bom que a Galiza fizesse parte de Portugal, mesma língua (enfim quase), algumas tradições e culturas similares, etc... além disso, os Galegos têm bastante carinho pelos Portugueses.

Não sei se alguém sabia, mas há Galegos (independentistas?) que corrigiram algumas sinalizações.

Eis um exemplo:
 

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PCartCast

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Re: Olivença?
« Responder #46 em: Dezembro 26, 2010, 03:18:01 pm »
Citação de: "sebmellovip"
Citação de: "Ataru"
Claro que Olivença vem primeiro!

Brincas com coisas sérias! Minoritários da Galiza decidem pela maioria? Apaguem a vossa propaganda vergonhosa e ofensiva em relação a Portugal e lutem, se quiserem pelo Galego e pela Galiza. A Galiza não é lusófona. Os galegos quando nascem aprendem Galego e Castelhano.

Na realidade aprendem Galego castelhanizado. Tal como em Portugal existem variações da pronúncia, na Galiza existem variações do Galego, variações que pode variar de uma forma mais aportuguesada na zona de Finisterra para uma mistura de galego com leonês ou asturiano na zona de Bragança. De qualquer forma apenas, presentemente, apenas se fala galego nas aldeias e vilarejos e pequenas cidades, nos centros urbanos o castelhano impera.... De acordo com os últimos números oficiais apenas 40% dos galegos falam galego, ou qualquer das suas variantes.

Esses reintagricionistas apenas defendem a uniformização do galego como língua e entendem que o caminho a seguir é adoptar a norma fonética e gráfica do português, visto que o galego mais puro (o de Finisterra) segue esse padrão, também é intenção desses indivíduos limparem o galego dos castelhanismos que não são naturais da língua, nomeadamente a nível léxico de substantivos.

Assim, surgiu a ideia de que se integrassem na CPLP, sinceramente acho que seria interessante de ter-mos uma região com uma língua irmã, e que representa uma evolução diferente daquilo que foi outrora a mesma língua. Tal situação é bastante mais interessante que a situação do Senegal por exemplo.

A nível pessoal, penso que é óbvio que a Galiza não é lusófona, nem os Galegos o querem ser :), mas uma coisa não impede a outra. Mas daí a dizerem que o reintagricionismo Galego defende a união com Portugal ainda vai muito, e não corresponde a verdade de todo.

Em suma, como galego-descendente concordo que os castelhanismos sejam limpados da língua, concordo que o verdadeiro Galego seja ensinado aos miúdos na escola, e não aquele Galego-Castelhano que lhes é imposto por Madrid ou até pela TVG.

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urso bêbado

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #47 em: Março 24, 2012, 07:40:16 pm »
Esta é a minha primeira mensagem; colo na minha assinatura o enlace para duas instituições que estão a brigar pelo galego-português; GALIZA SIM É UM PAIS LUSÓFONO, e ainda É ELE O PRIMEIRO A SER !!!

Desculpem a entrada assim, não quero enfastiar nem fazer "troll", mas a origem desta língua que nos querem banir da Galiza foi cá que se principiou. Galego era a língua que se falava quando os galegos avançavam para baixo (como todas as línguas peninsulares romances, castelhano (minha língua maternal), catalão, aragonês (com nenhuma fortuna hoje) e galego, todas as línguas que derivaram do latim foram avançando cara o Sul e ganhando-lhe terreno aos mouros.

Foi logo que, trás cinco séculos de apagamento de qualquer hipótese de comunicação na nossa língua, e apôs um processo maciço de castelhanização o galego ficou numa língua hibridada, inçada de termos espanhóis, pero pensem vocês que Porto foi cidade galega, como foi Braga, como foi Coimbra...

O português foi galego enquanto o galego existir; logo o "galego" apagou-se na Galiza e ginasticou-se em Portugal e daí por diante, pelos caminhos do mar.

Eu gosto dizer que falo galego-português, embora com o nome da língua não me importo, porque é que ela pertence a quem a fala, e pronto. Tanto faz, galego, português, ... Só gostava que a Galiza tivesse acolhida nalguma altura na CPLP, naturalmente --com todo o respeito -- com avondo mais direito histórico e de origem do que a Guiné Equatorial ou Andorra, porque estes países querem é ter sucesso nas suas regiões e ter presença internacional; assim é que a Guiné Equatorial engajou ainda a Francofonia (joga a todas as cartas do baralho); faz bem. Está no seu direito, mas o interesse da Galiza é só e estritamente ganhar terrenos para fazer-se ouvir, porque nos estão a abafar. NA GALIZA ESTÃO A FAZER GENOCÍDIO LINGÜÍSTICO E CULTURAL. Espanha é um estado com pés de lama, com regime económico diferente para os bascos e com os catalães em rebelião com o Tribunal Constitucional espanhol; para vocês Espanha pode parecer um país grande, mas é uma merdalha grande que desaba. O problema é que vai ser tarde de mais para a GALIZA.

Como apresentação acho foi avondo.
Desculpem minha entrada; não quero ofender, é só que vi galegos neste fórum que dão uma ideia do que eles pensam e gostava deixar uma pinga do que outros pensamos cá. Seremos minoría, mas JOGAMOS A GANHAR.

Por minha parte gostaria uma Galiza independente, até o Minho ao Sul (sem remover fronteira nenhuma com os irmãos livres do Sul) e recuperando territórios galegogófonos --por tanto, lusófonos-- nas regiões espanholas que fazem fronteira connosco. Uma confederação com Portugal não me fazia mal, tampouco.  :wink:
 

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latino

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #48 em: Março 27, 2012, 09:48:22 am »
Cuánto daño hace el nacionalismo en algunos cerebros…….. Con la ventaja de verlo desde fuera y por no ser un nacionalista “castellano” (todo aquel español “no gallego” “para ti” creo que lo es y además “malo malísimo” ) sino “patriota” es decir:
- no creerme superior a nadie ,
-no pretender que mi país sea el mejor (sino maravilloso) ,
- no sentir la necesidad del “bucle melancólico” es decir no sentir la llamada de mi país a retornar a una época maravillosa a la que estamos obligados a retornar por imperativo de los “elfos varios”.

Y simplemente estar orgulloso de mi país, pensar que lo mejor de mi país está por llegar y pretender llevarme bien con los vecinos pero sin dejarme pisar, ni pisar a nadie.
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Creo que como buen nacionalista te equivocas…. ¡en casi todo!:

En primer lugar; si en un lugar cualquiera se juntan un grupo de gallegos y portugueses “ es prácticamente” imposible que “haya roces” entre ellos y encima se lo pasarán “en grande” y “se entenderán” perfectamente (salvo que un nacionalista cualquiera incordie mucho no, muchiiiiiisimo) lo he visto varias veces (será cuestión de ser familia)

También afortunadamente vivimos en democracia y ha habido muchos avatares históricos y cada persona “se siente” “como quiere y le interesa ” y no como “algún nacionalista” quiera que se sienta y en el asunto de idiomas:

el idioma de un pueblo democrático lo decide “su Parlamento” (la finalidad de un idioma; te recuerdo, es unir personas , ser útil y ser querido porque si no, tarde o temprano ese idioma desaparecerá a pesar de los “elfos varios” que digan que “es eterno e inmutable” ) y te guste o no, los gallegos (no los malditos castellanos ) han decidido llamarle así “Galego” (sin ninguna imposición castellana ) en su Parlamento.

También creo que participan “encantados “en cualquier asunto con los portugueses y entre ellos todo lo referente a la lusofonia (como no podía ser de otra manera).

También como demócratas que son y por “la maravillosa idiosincrasia gallega” permiten que cada uno piense lo que quiera….. ¡serán demócratas! y “ aguantan bastante “ escuchando cada opinión tardando bastante tiempo en mandar a alguien…. ¡al carajo!

Lo que es de pensamiento cerril nacionalista (de cualquier país) es obligar por imposición “de los elfos, de su pensamiento o el pensamiento de su grupito” lo que debe hacer y decidir sobre cualquier asunto (lenguaje ) al resto “del mundo mundial “y a “ los parlamentos democráticos” en particular.
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Así que resumiendo la “única manera “de separar “actualmente” a un portugués de un gallego es la tuya :

Que algún “nacionalista cerril “de cualquier mundo elfico les intente decir lo que tienen que hacer (cosa que saben perfectamente)
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Con el tiempo “hagan lo que hagan” los portugueses y gallegos con sus idiomas hermanos (nada , coordinarse, unirse …. Etc) al resto de españoles (imperialistas castellanos para ti) nos parecerá “perfecto” porque así lo querrán los gallegos y será su decisión.
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Simplemente te aconsejo que intentes ser feliz y potencies la maravillosa relación que tenéis (como ya hacen los demás gallegos y portugueses no nacionalistas).
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PD:
el jefe supremo actual de los españoles (le llamamos presidente) “para que lo entiendas en tu lenguaje elfico nuestro inquisidor general “ que tanto “machaca” y destruye al gallego (NUESTRO) simplemente es:

Un gran patriota gallego, un gran patriota español y un gran patriota europeo y ……!que encima “ejerce “ de gallego! y …….por lo tanto ama a Portugal (como no podría ser de otra manera )

¡como se nos habrá podido colar! (ja, ja ,ja )

¡Vuelve de tu galaxia elfica al siglo XXI! (Por favor) ! serás mas feliz!
 

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urso bêbado

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #49 em: Março 27, 2012, 03:47:56 pm »
O senhor supõe que eu sou nacionalista; não sei de onde tirou a ideia.

Eu não acredito no meu país ser maravilhoso. Oxalá. De facto quase não acredito em nada, nem falo em pátrias nem ainda falo em deuses nem em fadas.

Sou, com efeito, galego. E sendo galego tenho é gosto pela sobrevivência; é apenas isso. Se você dá para ser nacionalista, fique à vontade.

:::::::::::::::::

Vou-lhe dizer naquilo que não acredito, nem gosto: espanhóis aos que se lhes faz ver do berço que podem ir pelo mundo a serem orgulhosamente monolíngües; que se pode visitar Porto ou Lisboa -- já não digamos Barcelona ou Compostela -- sem saber nem um bocado de qualquer língua diferente da do "Cid"...

Não gosto nem acredito que, sendo pobres, busquemos outrem mais pobre para bater nele ou mirá-lo acima do ombreiro.

Vocês os nacionalistas espanhóis deprimem-se a verem catalães e bascos a quererem fugir da Espanha, e volvem os olhos para Portugal com a esperança patética de atoparem gente de vontade fraca para encher um estado que desaba.

São minhas ideias, que por boca de outros não falo.  :wink:
 

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Thiago Barbosa

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #50 em: Abril 15, 2012, 10:34:13 pm »
Que interessante.
 

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urso bêbado

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #51 em: Agosto 10, 2012, 03:37:24 pm »
Alço uma mensagem no mar do agosto quente ( nem tão quente no Norte).

Este fio caíra, e venho recuperá-lo com o desejo de abrir alguém a garrafa que deito à agua para correr abaixo, até Porto ou LIsboa... se calhar para chegar lá até o Brasil imenso!. Acho porém que não vai dar...

Galiza precisa a Lusofonia. Precisamos agir nós próprios, é claro!... mas um bocado de ajuda. Estamos a morrer fruto dum etnocídio que vai para a frente, no meio duma crise na que os nacionalismos e os particularismos nacionais que fazem parte do Estado Espanhol começam a sobejar e a virarem o alvo dos embirramentos castelhanos.

Não podemos pedir mais da nação portuguesa; sua simpatia fica fóra de suspeita. Podemos, sim, pedir humildemente e de jeito cortês, sem pretender marcar o caminho a ninguém, que os políticos portugueses acordem do "medo" a um vizinho que há séculos ficou débil.

Quando alguém volva apresentar na CPLP a candidatura duma instituição galega, digam sim. Sim a Galiza. Terão uma nação ao norte, amiga e sem conflitos de território. Ou apenas terão a satisfação de dar-nos oxigênio aos moribundos.
 

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latino

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #52 em: Agosto 11, 2012, 07:40:15 pm »
 

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urso bêbado

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #53 em: Agosto 11, 2012, 08:43:35 pm »
Citação de: "latino"
http://www.youtube.com/watch?v=I7ZHaXdVRbI

¡a disfrutar ¡

¿Puede usted, señor latino, dominador de la lengua española/castellana traducirme este video en idioma mexicano?

 

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latino

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #54 em: Agosto 11, 2012, 11:59:03 pm »
¿Por qué debería entenderlo? ….eso es  JERGA   y que como  tú sabrás  dado que eres el único nacionalista  que conozco que eres cultiiiiiiisimo;   creo que   he puesto suficientes ies  para el tamaño de tu  cultura.

  Cualquier Jerga   en cualquier ciudad , barrio o zona  (incluida la tuya  )   por definición está ideada  retorcida  y mal  hablada “precisamente “  para que  los no pertenecientes a la “mafia”  sean incapaces  de comprender  lo que dicen  los de la  “mafia “ es decir  “es un lenguaje CRIPTICO”  “ a propósito” (nada de español en este caso y existen en todos los sitios ) .

 afortunadamente yo  no pertenezco a ese cartel mexicano;  pero en cambio  entiendo y me encanta  cualquier acento mexicano (hay cientos).

http://www.youtube.com/watch?v=0tSluB0WwMo

Pues esto es lo normal en cualquier país latino  ya que lo latino (como lo español) es contrario a la uniformidad   y nos encantan  casi todos los acentos; tanto que la Gramática la hacemos 22 academias juntas desde   USA a México , Colombia……  o   Costa Rica,  sin importar el tamaño,  todas tienen voz y voto y nos entendemos sin considerarnos ninguno poseedores de ella ( ni siquiera los odiados castellanos)  .

http://libertadlinguistica.com/index.ph ... 2&Itemid=2

Simplemente porque realmente nuestro idioma es una  “koiné “únicamente poseída por cada uno de sus hablantes y  que va evolucionando según sus gustos y haciendo así que  le sea útil y querida  a  sus poseedores (cada uno de sus hablantes)   sin que se sientan oprimidos por ella.

Por eso nos entendemos tan bien con los brasileros  porque la misión de un idioma es comunicarse  y ser entendido (respetándose mutuamente)  como hacen  estos “ciudadanos medios”  encantados de hacerlo.
 
http://www.youtube.com/watch?v=I7ZHaXdVRbI

Puede que como siempre  me esté  enrollando y simplemente te moleste :

-Que el gallego al principio parece hablar expresamente de ti.
-La amabilidad , tacto y educación de dos ciudadanos medios .

¡Adiós  compatriota!
 

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urso bêbado

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #55 em: Agosto 13, 2012, 02:21:42 pm »
Na verdade, o galego-português apresenta mais crioulos do que o espanhol; de facto, maior parte dos crioulos mais conhecidos e até reputados são de base galego-portuguesa (cabo-verdiano, p.ex; até o crioulo no que canta o guineense Maneca Costa, bem conhecido na Galiza pela sua participação no festival "Cantos na Maré" e colaborações com cantores e músicos galegos). Se calhar é, das línguas universais é ao pé do neerlandês e até do francês (que deram origem a crioulos como o afrikaner ou o os diversos papiamentos, o primeiro, e o haitiano o segundo)... Tá bom.

Espanhol e inglês apresentam menor quantidade de crioulos, mas também não são línguas inteiramente monolíticas. Aliás, prefiro as variantes cultas das línguas do que os seus crioulos -assim, prefiro o português de Portugal e o português do Brasil antes que o "galego-castelhano", que por outra parte não faz outra coisa que alargar-se a cada dia nos mídia e na Administração (na rua a guerra já ficou perdida há séculos)-. Além do mais, tampouco podemos falar de crioulo, no caso galego, ao ter sido o progressivo deterioramento fruto da substituição maciça de um idioma por outro, longe do evoluir "natural" de falantes "virgens"... :D

P.D:
Paciência têm os portugueses, ter de aturar um latino escrevendo em espanhol e um urso bêbado violentando português  :mrgreen:
 

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latino

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #56 em: Agosto 14, 2012, 10:58:01 am »
Con lo bien que ibas ....... casí me hacias llorar ... !por fín no eras nacionalista!..... y  el final te ha matado:
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Eis o nacionalismo absurdo!.
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A que es maravillosos decirlo , no duele , se ve y entiende  el mundo mejor.
!enhorabuena!
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Por isso sou lusista, para além de galego e latino
--------------
Es bueno evolucionar  y ver que no hay malos malisimos ,  sino que lo que importa es el futuro.
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 (nunca europeu nem ibérico. Obrigado!).  
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Vas evolucucionando bien y me alegro (un nacionalista menos  ) pero puedes tener problemas esquizofrenicos  con :
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nunca europeu
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mientras tengas un euro en  el bolsillo , estés rodeado de banderas de EU y  todo el mundo alrededor tuyo  invoque a froiland  para acordarse de sus muertos (lo mala malisima que es esa mujer  ¿ curioso?  !no! pero al serlo ella, nosostros NO lo somos....! como siempre! ).... ! espero que puedas superar la esquizofrenia!
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Lo de  nem ibérico
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Estamos de acuerdo Europa ya  superó ese concepto antiguo   y lo dejó como obsoleto.
 
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P.D:
Paciência têm os portugueses, ter de aturar um latino escrevendo em espanhol
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Yo ,  por la desgracia de no saber escribir portugues y por educación,  no aparezco por aquí  si no  “se me invoca”  o se ataca a España (sin motivo )  ...... así que es facil  no leerme.
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e um urso bêbado violentando português  
_______
Ya me gustaría a mí escribirlo así de bien, lo malo era ser nacionalista.


 Y para reafirmarte en la fraternidad latina  te pongo unos videos  de lo que ya ha empezado (como veras  lo  peninsular,  en todo,  se queda pequeño) desde  ¡hace años! ;   Estos dos ciudadanos medios  son  ejemplo:

¡Que lo disfrutes latino!

http://www.youtube.com/watch?v=Hp-DS-yq ... ure=relmfu

http://www.youtube.com/watch?v=ZdGSh_AE ... ure=relmfu
 

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urso bêbado

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #57 em: Agosto 14, 2012, 09:11:58 pm »
Fiquei um bocado chateado com os teus razoamentos... sobretudo porque o argumento do senhor Antonio Valcarcel, administrador delegado de Repsol em Portugal fica exactamente o mesmo que o empregue pela AGAL -- Associaçom Galega da Língua-- em livrinhos e documentos PDF colocados na net (Portal Galego da Língua), relativamente às vantagens competitivas dos galegos que podemos "abrir um bric (Brasil-Rússia-Índia-China)" graças a falarmos galego; a surpresa é que a tão trazida a tona "vantagem competitiva" repete-se como um karma entre os lusistas: "falar galego abre-nos as portas da Lusofonia; é uma vantagem competitiva"... tudo muito liberal (de economia liberal, digo) e muito pouco identitário...

E o senhor Valcarcel coloca argumento ganhador, novamente, em favor do espanhol ao utilizar, palavra por palavra, o argumento da vantagem competitiva "que tenemos portugueses y españoles de poder hablar en nuestras lenguas y entendernos"...

Essa foi boa.

Aceito o golpe com desportividade, e coloco ainda mais alguma: sou galego, latino,aragonês, espanhol, europeu, judeu-cristão, social-democrata, partidário da União Latina, da CPLP, seguidor fiel na minha infância do magnífico programa "300 millones" ao que assistia em família (avôs também) e do Curro JIménez. Leitor em espanhol do Jabato e do Capitán Trueno e ainda do homem-aranha. Católico de educação (nada de mau) e ateu de convicção. Isso tudo é que sou e mais alguma coisa (canhoto, ou seja, que escrevo de mão esquerda).  :(  :(  :|

PD: O senhor Valcarcel de Repsol emprega o mesmo argumento da vantagem competitiva capitalista que o Presidente da AGAL  :!:  :P .

PD2: Tou esquizofrénico já???...... volverei de queixo caido aos braços de Espanha???..... na verdade, não fiz nada irremediável contra a pátria...... e logo também temos o Juaristi com o qual não concordo apenas no facto de ser ele liberal convicto, mas pelo que tenho curiosidade e ouço o que ele diz com paixão (partilho com ele sua querência pelos judeus, embora o meu seja mais humanístico e antropológico do que interesse religioso, que já disse que não tenho nenhum).....

Tou baralhado.

Ainda bem que estou de férias, porque fico esfianhado por uns dias!!!!!!!!..........
 

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latino

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #58 em: Agosto 15, 2012, 08:51:42 am »
Mí querido compatriota:

A mí de pequeño me decían cuando me intentaban educar:
¡Quien chilla no tiene razón en la discusión!
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POLITICA

Te recuerdo que franco murió hace 40 años Y   que todo  lo que tu sufrieras o mas lo pasó mucha más gente  y  lo hemos pasado el resto  los 40 millones de españolitos (nadie es único).

Te recuerdo que franco “murió en su cama “ luego todos los que os consideráis luchadores antifranquistas  … sencillamente  es para llorar ….Porque  “lo que no puede ser , no puede ser y encima es imposible”  ……además  es  patético “lo de luchar contra un muerto” ….. Porque te recuerdo que franco murió en su cama.

Los “ reales”  luchadores antifranquistas  que "realmente"  lucharon  contra franco y a favor de la Republica ( tendrían hoy día mínimo  95 años ) …. Y  Siempre decían  lo mismo “No volváis a repetirlo; lo de  la guerra civil”

Te recuerdo que franco era gallego y muy gallego

Te recuerdo que España hoy día es una democracia  cuasi federal y a veces confederal,  mandada actualmente por un gallego; este afortunadamente elegido  y dentro de la UE (somos una autonomía en  la EU)

Los españolitos llevamos 30 años acomplejados,  oprimidos, robados y vilipendiados por  nacionalistas, seudoluchadores antifranquistas (murió en su cama) y… ya no cuela mas, eso se acabó:

Esto es una democracia donde todo españolito es igual al resto   con los mismos derechos y deberes y si no … ¡puerta ¡ ….. Ya no  hay privilegios  élficos  para nadie … ¡nunca más!
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IDIOMA GALLEGO

En democracia,  el idioma de un pueblo lo decide  su ciudadano medio y su  parlamento
Y si;  ahora que lo dices….  es una ventaja en América por  Brasil … ¡felicidades!  
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LENGUA ESPAÑOLA  

Mal que te pese, no es el idioma de franco sino  una koiné   muy antigua  basada en el latín   y cuyo único  poseedor  es “su hablante medio”  (actualmente un mestizo americano)

http://libertadlinguistica.com/index.ph ... 2&Itemid=2


Este hablante medio curiosamente la quiere, la ama, la hace suya  y la comparte y extiende allí donde llega en su expansión.
Será que no le oprime nada y le es útil ¿no?  Y el resto del mundo la ve útil …… por algo la estudia  ¿no?
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FERIAS  

Está bien lo de conservar  tradiciones  tan maravillosas DIVERTIDAS  y nuestras.

  ¿Qué sería de nuestra España? Sin estas tradiciones como las ferias, romerías,  la virgen, la fiesta de la cosecha….  que enlazan y unen a todos   con  lo atávico  y conservan nuestra esencia  patria “la alegría”

http://www.youtube.com/watch?v=0ABM0ty0huk

¡Que te diviertas ¡….  tanto como  hacemos el resto como “buenos”  españoles.
 

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urso bêbado

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Re: Galiza não é um país lusófono!
« Responder #59 em: Agosto 15, 2012, 10:31:46 am »
Caro latino: acho que não falei em Franco nem coisa do género.... :shock:

Agora, tem você razão: ao escrever em letra grossa perco todo direito a ser lido. Me desculpe!.

Se tem a bem ler o que escrevi acima (sem mudar uma vírgula), coloco-lho em letra normal:

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Fiquei um bocado chateado com os teus razoamentos... sobretudo porque o argumento do senhor Antonio Valcarcel, administrador delegado de Repsol em Portugal fica exactamente o mesmo que o empregue pela AGAL -- Associaçom Galega da Língua-- em livrinhos e documentos PDF colocados na net (Portal Galego da Língua), relativamente às vantagens competitivas dos galegos que podemos "abrir um bric (Brasil-Rússia-Índia-China)" graças a falarmos galego; a surpresa é que a tão trazida a tona "vantagem competitiva" repete-se como um karma entre os lusistas: "falar galego abre-nos as portas da Lusofonia; é uma vantagem competitiva"... tudo muito liberal (de economia liberal, digo) e muito pouco identitário...

E o senhor Valcarcel coloca argumento ganhador, novamente, em favor do espanhol ao utilizar, palavra por palavra, o argumento da vantagem competitiva "que tenemos portugueses y españoles de poder hablar en nuestras lenguas y entendernos"...

Essa foi boa.

Aceito o golpe com desportividade, e coloco ainda mais alguma: sou galego, latino,aragonês, espanhol, europeu, judeu-cristão, social-democrata, partidário da União Latina, da CPLP, seguidor fiel na minha infância do magnífico programa "300 millones" ao que assistia em família (avôs também) e do Curro JIménez. Leitor em espanhol do Jabato e do Capitán Trueno e ainda do homem-aranha. Católico de educação (nada de mau) e ateu de convicção. Isso tudo é que sou e mais alguma coisa (canhoto, ou seja, que escrevo de mão esquerda).  

Hummm.... vamos reflexionar; vamos retirar-nos em Conselho ou Gabinete de Crise... porque isso lá das vantagens competitivas e das grandes línguas é argumento que virou fraco.         ....

A resposta não devera demorar, mas temos de agir com cautela....

Já seguiremos a conversar; hum... compatriota... heim....  

PD: O senhor Valcarcel de Repsol emprega o mesmo argumento da vantagem competitiva capitalista que o Presidente da AGAL      

Ainda bem que não virei sócio dessa Associaçom   .

PD2: Tou esquizofrénico já???...... volverei de queixo caido aos braços de Espanha???..... na verdade, não fiz nada irremediável contra a pátria...... e logo também temos o Juaristi com o qual não concordo apenas no facto de ser ele liberal convicto, mas pelo que tenho curiosidade e ouço o que ele diz com paixão (partilho com ele sua querência pelos judeus, embora o meu seja mais humanístico e antropológico do que interesse religioso, que já disse que não tenho nenhum).....

Tou baralhado.

Ainda bem que estou de férias, porque fico esfianhado por uns dias!!!!!!!!..........
 

 

Galiza em setembro capital da educação ambiental lusófona

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