Indústria Automóvel

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miguelbud

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #90 em: Fevereiro 10, 2013, 10:54:03 pm »
Mercedes quer centro de engenharia em Portugal
Carsten Oder, responsável pela Mercedes em Portugal, não hesita em afirmar que os fornecedores industriais nacionais têm qualidade para ter sucesso. Alemão, Doutorado em Economia pela Universidade de Karlsruhe, tem 47 anos, cinco filhos e vive com a família em Cascais.

Diz que o Grupo Daimler "vê com muita atenção a potencialidade da engenharia portuguesa", e admite a criação de um centro de competências em Portugal.

"Portugal não deve perder massa cinzenta. Pode criar unidades de engenharia que forneçam serviços aos grandes conglomerados industriais como o Grupo Daimler. A Siemens fez isso em Portugal. Criou cá um grande centro de desenvolvimento", conclui.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/mercedes-quer-c ... z2KXWGLaYK
 

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jurista

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #91 em: Fevereiro 11, 2013, 03:46:16 pm »
Citação de: "miguelbud"
Mercedes quer centro de engenharia em Portugal
Carsten Oder, responsável pela Mercedes em Portugal, não hesita em afirmar que os fornecedores industriais nacionais têm qualidade para ter sucesso. Alemão, Doutorado em Economia pela Universidade de Karlsruhe, tem 47 anos, cinco filhos e vive com a família em Cascais.

Diz que o Grupo Daimler "vê com muita atenção a potencialidade da engenharia portuguesa", e admite a criação de um centro de competências em Portugal.

"Portugal não deve perder massa cinzenta. Pode criar unidades de engenharia que forneçam serviços aos grandes conglomerados industriais como o Grupo Daimler. A Siemens fez isso em Portugal. Criou cá um grande centro de desenvolvimento", conclui.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/mercedes-quer-c ... z2KXWGLaYK

A concretizar-se, seria uma óptima notícia, não haja dúvida.
 

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Cabecinhas

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PSA Mangualde cria 300 empregos com nova equipa de produção
« Responder #92 em: Fevereiro 22, 2013, 10:33:44 pm »
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A PSA Mangualde, que fabrica automóveis da Citroën e Peugeot, vai criar um terceiro turno para 300 novos trabalhadores.

Em comunicado enviado às redacções, a Direcção do Centro de Produção de Mangualde do Grupo PSA anunciou a criação de "uma terceira equipa com 300 novos postos de trabalho directos, a partir de Abril de 2013 e no mínimo até ao fim do corrente ano, de forma a responder à previsão das encomendas".

Com a criação destes 300 novos postos de trabalho, a empresa passa a empregar 1.150 colaboradores e a ter como referência uma produção de 285 veículos por dia. Estes novos colaboradores serão valorizados com 60.000 horas de formação.

Na base da decisão estão as perspectivas de evolução do mercado dos modelos fabricados em Mangualde, o Citroën Berlingo e o Peugeot Partner. "Estes modelos são líderes de mercado em toda a Europa no seu segmento. Em Portugal, os dois modelos são líderes incontestáveis com mais de 50% de quota neste segmento, que já representa quase metade das vendas de veículos comerciais ligeiros no nosso país", sublinha a PSA Mangualde.

O recrutamento começará de imediato, a formação irá decorrer durante os meses de Março e Abril e a normal laboração da equipa no dia 29 de Abril, segundo o comunicado.

Com isto, o Centro de Produção de Mangualde do Grupo PSA espera produzir 60.000 veículos este ano, "reflectindo um aumento de produção de 36% relativamente a 2012, ano em que foram produzidos 43.940 veículos."

O valor das vendas anuais deverá ultrapassar os 500 Milhões de euros, sendo aproximadamente 95% para exportação.

http://economico.sapo.pt/noticias/psa-mangualde-cria-300-empregos-com-nova-equipa-de-producao_163290.html
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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Lusitano89

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #93 em: Março 27, 2013, 07:35:07 pm »
Portas anuncia reforço da Mitsubishi em Portugal


O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros anunciou hoje em Tóquio o reforço do investimento da Mitsubishi em Portugal no valor de 37 milhões de euros e que vai significar a duplicação dos postos de trabalho da multinacional no Tramagal. “Eu confirmei à Mitsubishi, que é uma das maiores multinacionais do mundo, que o Estado português assinará com a Mitsubishi um contrato de investimento no valor de 37 milhões de euros e investimento da Mitsubishi em Portugal”, disse Paulo Portas aos jornalistas em Tóquio.

De acordo com o ministro dos Negócios Estrangeiros, a Mitsubishi que tem uma fábrica no Tramagal vai permitir expandir a presença da multinacional japonesa em Portugal de modo a que, por um lado, estejam em condições de fabricar os novos veículos comerciais da marca e, por outro, de fazer dessa unidade em Portugal uma “plataforma estratégica” para vender a marca e os seus produtos em novos mercados como África e Médio Oriente.

“Este investimento tem duas fases e quando estiver em decisão e execução finais significará poder duplicar o número de trabalhadores que já temos no Tramagal, que são trezentos”, explicou Paulo Portas.

“Significa um reforço do investimento em Portugal, neste momento em que nós precisamos de confiança, de investimento e manutenção de postos de trabalho”, acrescentou o ministro dos Negócios Estrangeiros, que se encontra em Tóquio para uma visita que se prolonga até sexta-feira.

Lusa
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #94 em: Setembro 01, 2013, 04:57:36 pm »
Salvador Caetano levanta 'lay-off' na CaetanoBus e contrata mais 120 trabalhadores


A CaetanoBus levantou o 'lay-off' que abrangia uma centena de trabalhadores na fábrica de Gaia e vai contratar mais 120 pessoas até final do ano devido ao desbloqueamento de negócios pendentes e a novas encomendas. Em entrevista à agência Lusa, o presidente da Salvador Caetano Indústria adiantou que os primeiros trabalhadores abrangidos pelo 'lay-off' - suspensão temporária do trabalho a vigorar desde Março e que deveria durar até este mês - começaram a ser chamados em Junho, estando já actualmente ao serviço os perto de 100 funcionários abrangidos.

"O nosso 'core' (negócio central) não é o 'lay-off', o nosso 'core' é trabalhar", afirmou José Ramos, salientando que, "felizmente, as coisas melhoraram e não foi preciso levar o 'lay-off' até ao último dia".

Na base da retoma do ritmo de produção está o desbloquear de negócios pendentes em Inglaterra, o arranque de um novo projecto de miniautocarros para o Norte da Europa e uma segunda encomenda de autocarros com duas cabines (para condução nas duas direcções) para o monte de Saint-Michel, em França.

Segundo José Ramos, este acréscimo de trabalho implicará, ainda, a contratação de um total de 120 novos colaboradores até final do ano, 80 dos quais já estão ao serviço. No total, a CaetanoBus emprega actualmente perto de 600 trabalhadores em Gaia.

Apesar de, até Junho, a fábrica apenas ter produzido 176 autocarros, as perspectivas apontam para mais 480 unidades no 2.º semestre, o que permitirá à empresa manter os 50 milhões de euros de facturação do ano passado e cumprir as metas traçadas para 2013.

"O objectivo até final do ano é recuperarmos o que não fizemos no primeiro semestre, que ficou aquém de 2012 quer em volume, quer em valor", afirmou à Lusa, por sua vez, o administrador da CaetanoBus, Jorge Pinto.

A este propósito, o gestor destacou a importância da flexibilidade num sector que "com picos de encomendas e de produção" e que, pelo facto de exigir "uma componente de aprendizagem importante", não pode seguir o exemplo da indústria automóvel de manter um contingente de efectivos baixo, recorrendo à contratação de temporários, sem formação específica, em alturas de maior trabalho.

Aliás, e apesar do actual "alto" na produção, Jorge Pinto admite que venha a ocorrer nova "situação crítica" no início de 2014, devido a atrasos na disponibilidade de chassis relacionados com a entrada em vigor das novas normas de emissões.

"Não deve acontecer, estamos a tentar ultrapassar, mas pode levar-nos, novamente, a uma situação de paragem temporária", admitiu.

Neste momento, Jorge Pinto considera que "há, claramente, alguns sinais positivos lá de fora, embora não completamente sustentados": "Começa a haver mais iniciativa em relação ao futuro, há projectos que foram desbloqueados e começam a ser concretizados", disse.

Já em Portugal, o administrador admite que "as coisas continuam muito paradas", o que tem motivado o peso crescente das exportações na facturação da CaetanoBus, que em 2012 ultrapassou os 90%.

A contribuir para a estagnação do mercado nacional, o administrador da CaetanoBus diz ter estado o final dos subsídios às renovações de frota e o "desaparecimento das compras do sector público".

"A Carris e a STCP [Sociedade de Transportes Colectivos do Porto] não renovam frotas há já dois ou três anos e, neste momento, não se prevê que venham a renovar, o que representa algumas centenas de unidades por ano que, pura e simplesmente, desapareceram", disse.

Como consequência, alertou, "está a assistir-se a um envelhecimento das frotas" destas empresas, sendo que hoje circulam no Porto autocarros com 12/13 anos, o que é muito para os padrões internacionais e tem reflexos no ambiente".

A prazo, o presidente da Salvador Caetano Indústria alerta que esta situação deixa antever a repetição de "erros de gestão" do passado, em que, após anos sem renovações de frota, são feitas encomendas de grande dimensão difíceis de satisfazer a tempo.

Lusa
 

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Cabecinhas

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #95 em: Setembro 02, 2013, 07:01:56 pm »
Ainda bem! :G-beer2:
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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Lusitano89

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #96 em: Outubro 15, 2013, 09:45:38 pm »
Autoeuropa prepara-se para novo veículo


O investimento de 38 milhões de euros na Autoeuropa, contratualizado na semana passada entre a Volkswagen (VW) e o Estado português, coloca a fábrica de Palmela numa posição mais favorável para receber a produção de um novo modelo, quando a fabricante retomar o ritmo de lançamento de novos produtos. A convicção é da comitiva portuguesa que acompanhou a assinatura do acordo, mas também do coordenador da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa. “Contribui
para que a fábrica tenha mais argumentos para disputar produtos quando forem lançados”, disse ao SOL António Chora.

Contudo, alerta, a VW tem vindo a adiar o lançamento de novos modelos devido ao ambiente recessivo na Europa. Por isso, “não é expectável que haja novidades sobre novos modelos a curto prazo”.

Segundo um comunicado da empresa, os 38 milhões de euros serão aplicados em “novos projectos nas áreas de produção e não produção”, nomeadamente na pintura, cunhos e cortantes e tecnologias de informação.

O contrato foi assinado entre a Volkswagen e a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, em Wolfsburgo, sede da empresa na Alemanha. A cerimónia contou com a presença do ministro da Economia, António Pires de Lima, que sublinhou o significado do investimento “em termos de inovação e reforço das competências tecnológicas” da unidade de Palmela.

Sem adiantar pormenores sobre a possibilidade de ser produzido um novo automóvel na Autoeuropa, um elemento da comitiva portuguesa admitiu ao SOL que “a competitividade da fábrica será reforçada”. O grupo alemão investiu recentemente 500 milhões de euros em Palmela, e a mesma fonte considera natural que a marca queria rentabilizar o investimento em Portugal, com mais produção.

Hubert Waltl, administrador da VW com o pelouro da produção e logística, deu boas indicações sobre o futuro da fábrica. “Este investimento mostra que estamos empenhados no sucesso da Volkswagen”, disse, elogiando a “disponibilidade e flexibilidade” dos trabalhadores.

SOL
 

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Lusitano89

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #97 em: Janeiro 13, 2014, 05:48:26 pm »
Produção automóvel quase duplicou em Dezembro


O número de automóveis produzidos em Portugal totalizou 9.440 em Dezembro de 2013, uma subida homóloga de 92,3%, mas no conjunto do ano recuou 5,8% e ficou 3,1% abaixo da média dos últimos cinco anos. Segundo dados divulgados hoje pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP), a produção automóvel totalizou 154.016 veículos em 2013, menos 5,8% do que no ano anterior, uma descida determinada "pela quebra da produção acumulada de todos os tipos de veículos".

A produção de veículos ligeiros de passageiros baixou 5,2% em 2013 em relação ao ano anterior, a de comerciais ligeiros caiu 6,6%, a de veículos pesados recuou 14,9% e a de veículos comerciais cedeu 7,3%.

A ACAP refere que, em 2013, a produção automóvel "ficou 15,4% abaixo da média dos últimos dez anos e 3,1% abaixo da média dos últimos cinco anos".

No entanto, no que respeita a Dezembro de 2013, o número de automóveis produzidos em Portugal totalizou 9.440 veículos, uma subida de 92,3% em comparação com igual mês do ano anterior.

"Esta evolução favorável da produção global foi determinada pelos acréscimos da produção de veículos ligeiros de passageiros (181,9%), de veículos comerciais ligeiros (18,5%) e de veículos pesados (31,6%)", refere a associação.

Do número total de veículos produzidos em Dezembro de 2013, 8.881 foram exportados, o equivalente a 94,1% da produção nacional.

O número de veículos exportados no último mês de 2013, aumentou 107,3% relativamente ao mesmo período do ano anterior.

Lusa
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #98 em: Janeiro 18, 2014, 05:56:43 pm »
Não é sobre carros, mas é nacional!

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #99 em: Fevereiro 12, 2014, 08:55:51 pm »
Mitsubishi do Tramagal vai iniciar exportações para Turquia e Marrocos


A administração da actual fábrica da Mitsubishi Fuso Truck Europe (MFTE) do Tramagal, Abrantes, anunciou hoje o início das exportações do modelo Canter produzido na unidade em Portugal para a Turquia e para Marrocos.

A entrada da MFTE em Marrocos com aquele modelo, mercado onde a empresa já detém uma quota de mercado na ordem dos 50% de veículos ligeiros e pesados de mercadorias, vai implicar um "aumento significativo" da produção na fábrica do Tramagal, a única na Europa a produzir os modelos Canter.

"A produção vai, naturalmente, aumentar. Não necessariamente para o dobro, mas os resultados finais só poderemos aferir com mais precisão no início de 2015", disse à agência Lusa o administrador executivo da MFTE, Jorge Rosa.

A MFTE no Tramagal, actualmente com 313 funcionários, produziu em 2013 cerca de 4 mil viaturas do modelo Canter e registou um volume de facturação de 100 milhões de euros no ano passado, sendo hoje considerada como a "espinha dorsal" da Daimler e da Mitsubishi para a Europa, África e América.

A modernização da empresa, com capitais alemães, japoneses e portugueses, e o aumento da produção, fazem parte de um plano de investimentos iniciado em 2011, de vinte e sete milhões de euros, que se prolongará até ao final de 2014.

Deste montante, cerca de 5,5 milhões de euros serão aplicados este ano na aquisição de novo equipamento e no desenvolvimento de um novo veículo eléctrico - a Fuso Canter E-Cell, sendo Portugal o país que vai ter a rodar 10 protótipos em teste.

"Os carros, ambientalmente integrados, são o futuro da empresa, destinados a mercados de grandes aglomerados urbanos, e é um privilégio para nós que estes protótipos sejam testados a nível mundial, no nosso país", sublinhou Rosa.

A empresa instalada em Portugal, que hoje assinalou os 50 anos de produção automóvel, durante os quais produziu mais de 200.000 veículos, dos quais 95% para exportação, produz actualmente o modelo Canter para 33 países europeus e ainda para Israel.

Wolfgang Bernhard, membro do conselho de administração da Daimler Trucks, accionista maioritária da empresa MFTE, esteve hoje presente em Portugal para assinalar o aniversário, tendo referido aos jornalistas que os "mercados chave" em termos de vendas são os da Alemanha, Reino Unido e França.

"Enquanto os mercados da Europa do Sul passavam por um instável desenvolvimento económico durante os últimos anos, as vendas dos comerciais da Fuso na Europa subiram no ano passado para cerca de 4.500 unidades", frisou.

"A disponibilização de um novo Fuso Canter com peso bruto de 8,55 toneladas, deverá conduzir a marca a um aumento na Europa ainda maior este ano", antecipou Bernhard, tendo apontado a fábrica no Tramagal como a "espinha dorsal" do projecto da empresa.

"Os investimentos demonstram também que estamos muito orgulhosos do modelo de sucesso Fuso Canter - principalmente porque reforça a liderança tecnológica da Daimler Trucks na vertente das mobilidades alternativas", vincou.

Lusa
 

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Edu

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #100 em: Abril 03, 2014, 01:55:35 pm »
CEO da Peugeot critica preço da electricidade em Portugal
SARA PITEIRA MOTA
03/04/14 12:24

Citar
De visita a Portugal, Carlos Tavares apontou o preço da electricidade como um dos maiores gastos da fábrica portuguesa do grupo e considerou muito importante a construção de uma linha ferroviária para escoar a produção para Vigo.

O português Carlos Tavares, que assumiu esta semana o cargo de presidente-executivo do grupo Peugeot Citroën (PSA) e está hoje de visita a Portugal, onde admitiu transpor o exemplo da fábrica de Mangualde para outras unidades do grupo.
"É uma fábrica pequena, com uma capacidade de 70 mil automóveis por ano, mas que está muito bem gerida, está bem dimensionada para ser relativamente eficiente. Para uma fábrica desse tamanho fiquei muito agradavelmente surpreendido pela qualidade e acabamento dos automóveis. Obviamente que vamos tentar utilizar essa criatividade em outros sítios", disse hoje Carlos Tavares durante uma mesa redonda com jornalistas portugueses.

O gestor, que hoje visitou a fábrica portuguesa, realça que a unidade ganha pontos pela "qualidade de acabamento dos carros, organização geral e sentido de focalidade e criatividade da fábrica em evitar custos inúteis", que "está muito desenvolvido".
Actualmente, a PSA de Mangualde produz os veículos comerciais Berlingo e Partner. No entanto, o gestor português refere que um dos maiores gastos da fábrica portuguesa é preço da electricidade, que é 40% mais cara que em França.
Hoje Carlos Tavares vai reunir com o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, para falar sobre energia e também sobre a rede ferroviária. O presidente do grupo PSA considera de "máxima importância" a construção de uma linha ferroviária que permita escoar os automóveis da fábrica de Mangualde para o Porto de Vigo, de onde posteriormente serão exportados.

http://economico.sapo.pt/noticias/ceo-da-peugeot-critica-preco-da-electricidade-em-portugal_190428.html

Ora cá está, para andar-mos a dar lucros milionários aos chineses da EDP perdemos capacidade e competitividade em ganhar investimentos para a industria automóvel. Isto é ainda mais vergonhoso num país onde em media por ano a produção de electricidade é cerca de 40 a 50% por fontes renováveis.
 

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mocit

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #101 em: Abril 03, 2014, 10:55:18 pm »
Não seria mais fácil ou barato enviar pelo Porto de Leixões?

Estranho terem que fazer viagem até Vigo quando temos um porto relativamente mais perto.
 

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nelson38899

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #102 em: Abril 04, 2014, 09:13:09 am »
Citação de: "mocit"
Não seria mais fácil ou barato enviar pelo Porto de Leixões?

Estranho terem que fazer viagem até Vigo quando temos um porto relativamente mais perto.

Eles já tem lá uma fábrica bem maior que a nossa.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Lusitano89

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #103 em: Abril 07, 2014, 12:00:32 am »
Autoeuropa pode valer 8% das exportações


O investimento de 670 milhões de euros anunciado esta semana pela Autoeuropa vai pôr a unidade portuguesa do grupo Volkswagen a caminho de um novo patamar de produção. Se as estimativas da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) se confirmarem, a fábrica de Palmela poderá vir a representar mais de 8% das exportações e ter um peso superior a 2% no PIB, até 2019.

Esta semana, a Autoeuropa formalizou a candidatura a incentivos da AICEP, ficando a aguardar uma decisão para a assinatura formal de um contrato de investimento. A fábrica pretende investir 670 milhões de euros nos próximos cinco anos, criando 500 empregos.

Não se prevêem dificuldades na atribuição de ajudas. O presidente da AICEP, Pedro Reis, revelou que a agência trabalhou com a Autoeuropa nos últimos 18 meses para a apresentação deste projecto, estando disponível para atribuir “o nível máximo de auxílios” definido pela União Europeia e pelo Estado português.

O investimento será sobretudo para fazer adaptações nas linhas de montagem, que permitam à fábrica receber novos modelos. A Autoeuropa produz actualmente o Eos, o Sharan/Alhambra e o Scirocco, mas o director-geral da fábrica já indicou que espera receber mais um veículo ainda este ano. “Se estivéssemos a investir numa nova plataforma para não fazer um carro seria estranho”, sublinhou o director-geral da fábrica, António Melo Pires, na cerimónia desta semana.

Segundo explicou ao SOL fonte oficial da fábrica, o investimento irá criar condições para a inclusão da Autoeuropa na mais recente estratégia de plataformas de produção do grupo Volkswagen, aplicada na nova geração de carros. O elemento-chave das estruturas é a “modularidade”, que permite “um elevado nível de flexibilidade no que toca à produção”. Ou seja, na mesma plataforma, poderão ser construídos vários modelos da marca alemã, e não apenas um veículo específico.

O presidente da AICEP indicou na cerimónia que o investimento visa “duplicar a capacidade de produção e exportação” da unidade fabril. Nos últimos anos, a Autoeuropa tem representado mais de 4% das exportações e mais de 1% do PIB português. A confirmar-se o cenário antecipado por Pedro Reis, a Autoeuropa vai ficar mais próxima do peso que tinha nos 'anos dourados' do final da década de 90, em que chegou a representar 12% das exportações e 2,2% do PIB.

O ministro da Economia esteve presente na cerimónia e destacou o “sinal muito importante na recuperação do investimento industrial, determinante para a recuperação económica”. Segundo Pires de Lima, a Volkswagen já investiu mais de 3,5 mil milhões de euros em Portugal ao longo da história.

SOL
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #104 em: Maio 14, 2014, 09:18:43 pm »
Produção de automóveis em Portugal cresceu 16,3% em Abril


A produção automóvel cresceu 16,3% em Abril e 17,8% nos primeiros quatro meses do ano, com a grande maioria dos veículos a destinar-se à exportação.

Segundo comunicado hoje divulgado pela ACAP - Associação Automóvel de Portugal, em Abril “foram produzidos 16.360 veículos automóveis, o que representa um acréscimo de 16,3% face ao mês homólogo do ano anterior”.

Já no total entre Janeiro e Abril, a produção de veículos foi de 60.817 unidades, mais 17,8% do que há um ano.

Nos primeiros quatro meses deste ano, enquanto a produção de automóveis ligeiros de passageiros subiu 18,8% para 43.498 unidades e a produção de comerciais ligeiros subiu 18,7% para 16.402, a produção de veículos pesados caiu 23,1% para 917.

Também em abril, o aumento da produção ficou a dever-se ao acréscimo da produção de veículos ligeiros de passageiros (12,8% para 11.701) e de comerciais ligeiros (29% para 4.400), uma vez que a produção de veículos pesados continuou a cair (-6,8% para 259).

Dos quase 61 mil veículos produzidos entre Janeiro e Abril, 97,1% destinaram-se à exportação, mais 17% do que há um ano, divulgou a ACAP.

À Alemanha destinaram-se 19,8% dos veículos exportados, a que se seguiram França (14,4%) e Reino Unido (10,6%).

No total, a União Europeia ficou com 76,1% dos veículos exportados, enquanto para a Ásia foram 16,7%, sendo que a China ficou com 14,9% do total destas exportações.

SOL
 

 

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