LPD- Navio Polivalente Logístico

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bidas

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« Responder #120 em: Janeiro 07, 2009, 01:51:54 pm »
O mesmo de sempre, vontade politica.

Cumprimentos,

bidas
 

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Vicente de Lisboa

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« Responder #121 em: Janeiro 07, 2009, 04:09:29 pm »
Essa da "vontade politica" também tem as costas largas. Se os politicos gostam de alguma coisa é mostrar "obra feita". Quanto muito há um medo de mostrar € a ser gasto nas FA quando supostamente se combate o defice, mas simples falta de vontade num acredito.
 

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Feinwerkbau

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« Responder #122 em: Janeiro 08, 2009, 12:15:55 am »
será que a febre desesperada do investimento público como alavanca da economia acelerará alguma coisa??

é que quando se fala de tanto B€....

250 milhões são tostões, comparados com o ganho em termos de postos de trabalho e dotação de um equipamento fundamental ao bom funcionamento da nossa MG..

é preciso garantir a assistência e exploração da nossa ZEE, que poderá ser um recurso a explorar.
apoio em missões humanitárias em paises africanos idem...
pirataria..., etc

o mesmo penso sobre os NPO / NPC e LFC

é preciso é fazer as coisas bem a todos os níveis e ter uma gestão de projecto rigorosa e estruturada

há coisas que n comprendo..... :cry:
« Última modificação: Janeiro 08, 2009, 01:32:25 pm por Feinwerkbau »
 

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Charlie Jaguar

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« Responder #123 em: Janeiro 08, 2009, 12:59:47 pm »
Pois, "vontade política" de um Governo liderado por um Primeiro-Ministro que até hoje, em quase 4 anos de governação, não visitou uma única unidade militar.  :roll:
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
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PereiraMarques

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« Responder #124 em: Janeiro 08, 2009, 10:42:54 pm »
Citação de: "Charlie Jaguar"
Pois, "vontade política" de um Governo liderado por um Primeiro-Ministro que até hoje, em quase 4 anos de governação, não visitou uma única unidade militar.  :arrow: http://www.iesm.mdn.gov.pt/divulgacao/e ... ESM-PM.pdf
 

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Charlie Jaguar

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« Responder #125 em: Janeiro 08, 2009, 11:21:07 pm »
Até pode ser, mas creio que ficou bem explícito o que eu quis dizer, PM.

Basta dizer que, no ano passado, José Sócrates visitou pela primeira vez o navio-escola "Sagres"... quando este se encontrava no Brasil.  :?
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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PereiraMarques

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« Responder #126 em: Janeiro 08, 2009, 11:35:37 pm »
Temos de ser rigorosos, caríssimo Mestre :mrgreen: :wink:
 

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nelson38899

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« Responder #127 em: Janeiro 09, 2009, 08:51:51 am »
Citação de: "Charlie Jaguar"
Até pode ser, mas creio que ficou bem explícito o que eu quis dizer, PM.

Basta dizer que, no ano passado, José Sócrates visitou pela primeira vez o navio-escola "Sagres"... quando este se encontrava no Brasil.  :?


apesar de tudo, o governo dele ainda vai fazendo alguma coisa pelas forças armadas, LeoIIA6 e as fragatas Classe M por exemplo
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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P44

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« Responder #128 em: Janeiro 13, 2009, 01:10:06 pm »
vá, toca a organizar uma colecta.....

e aqui fala da possivel venda dos DOIS navios da classe :shock:

Citar
Vendre les TCD Foudre et Siroco pour construire deux nouveaux BPC ?

Le TCD Foudre a été mis en service en 1990
crédits : Jean-Louis Venne
13/01/2009

Les mésaventures de l'ex-porte-avions Clemenceau rappellent l'intérêt de vendre, quand il est encore possible, les navires militaires commençant à prendre de l'âge. Cette disposition permet alors de négocier, à bon prix, des unités parfaitement opérationnelles intéressant des marines n'ayant pas le budget pour acquérir des bâtiments neufs. Elle évite aussi, dans un second temps, d'user des bateaux « jusqu'à la corde » pour devoir, quelques années plus tard, en assumer le démantèlement. Or, dans cette perspective, le sort des transports de chalands de débarquement (TCD) Foudre et Siroco semble particulièrement intéressant. Conçus pour les opérations amphibies et relativement récents, puisque livrés en 1990 et 1998, ces bâtiments disposent d'importantes capacités de transport, de moyens de commandement et de locaux hospitaliers développés. Tous deux devaient être remplacés, après 2015, par deux nouveaux Bâtiments de Projection et de Commandement, s'ajoutant aux BPC Mistral et Tonnerre, livrés en 2006 et 2007 par DCNS. Mais, dans le cadre du plan de relance de l'économie, le ministère de la Défense a décidé d'anticiper la commande du troisième BPC en 2009. Il s'agit de soutenir l'activité des chantiers navals, notamment ceux de Saint-Nazaire, confrontés à un important creux de charge, faute de commandes de paquebots.

Si la notification du contrat n'est pas encore intervenue et qu'aucune date n'est pour l'heure officiellement avancée, on peut imaginer que ce BPC serait livré vers 2011/2012. Il remplacera, alors, la Foudre, que la France essaiera sans nul doute de placer sur le marché de l'occasion. Plusieurs pays pourraient être intéressés par ce navire aux capacités très précieuses. On pense par exemple à l'Argentine, qui devait acquérir les TCD Ouragan (1965) et Orage (1968) mais y avait renoncé en 2006 en raison de l'amiante contenue à bord de ces bateaux et du battage médiatique visant à l'époque l'ex-Clemenceau. L'Inde, cliente de l'industrie navale française (commande sous-marins et de systèmes propulsifs à DCNS notamment), souhaite également développer une capacité amphibie pour sa marine. Des unités comme la Foudre sont donc susceptibles de l'intéresser.

Mais, dans cette optique, il convient de s'interroger sur la pertinence de céder, d'emblée ou de manière rapprochée, les deux TCD français. Un lot de deux bateaux pourrait, en effet, mieux se négocier, et financer l'achat du 4ème BPC dont la marine française doit être équipée. Industriellement, il serait d'ailleurs plus pertinent de lancer, dans la foulée du BPC 3, la réalisation du dernier navire de la classe. Le ministère de la Défense pourra, en effet, bénéficier d'un effet de série, alors qu'une construction à la fin de la prochaine décennie nécessiterait de remettre les équipes et le processus industriel en place. Tout cela aurait évidemment un coût (la réalisation du Siroco, 8 ans après la Foudre, l'a amplement démontré). Conçu et réalisé en coopération par DCNS et les chantiers de Saint-Nazaire (STX France), le BPC affiche un coût d'environ 400 millions d'euros.

D'une longueur de 168 mètres pour une largeur de 23.5 mètres et un déplacement de 8200 tonnes (12.000 tonnes en charge), les TCD du type Foudre peuvent embarquer 8 chalands de débarquement du type CTM et disposent d'un hangar pour quatre hélicoptères lourds. Dotés d'un garage à véhicules de 1000 m2, ils peuvent embarquer le tiers des moyens d'un régiment en hommes et matériels, y compris des véhicules blindés et chars. Leurs installations de commandement leur permettent de gérer depuis la mer une opération amphibie, le Siroco pouvant accueillir un poste de commandement interarmées de théâtre. Ces bateaux comptent, en outre, d'importantes infrastructures hospitalières, avec 2 blocs opératoires, 2 salles de traitement des grands brûlés et 55 lits d'hospitalisation. Conjugués aux capacités de débarquement et aux moyens aériens embarqués, cet hôpital flottant se prête particulièrement bien aux opérations humanitaires, notamment après une catastrophe naturelle.
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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tsahal

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NPL.
« Responder #129 em: Janeiro 13, 2009, 01:57:55 pm »
Caro P44,

Com este atraso no NPL, sei que ja imaginas um aqui mas não, o artigo é um ensaio do jornalista sobre uma solução para evitar problemas como no caso do Clemanceau. Ou seja, vender enquanto ainda podem ganhar algum e evitar gastos para o desmantelamento. Mas não era uma pessima solução, o MDN comprar um deles caso sejam postos a venda!
 

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P44

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Re: NPL.
« Responder #130 em: Janeiro 13, 2009, 04:07:36 pm »
Citação de: "tsahal"
Caro P44,

Com este atraso no NPL, sei que ja imaginas um aqui mas não, o artigo é um ensaio do jornalista sobre uma solução para evitar problemas como no caso do Clemanceau. Ou seja, vender enquanto ainda podem ganhar algum e evitar gastos para o desmantelamento. Mas não era uma pessima solução, o MDN comprar um deles caso sejam postos a venda!


 :(



ainda são capazes de ir parar ao Brasil, dadas as boas/óptimas relações actuais entre ambos em matéria de Defesa (Scorpene, Sub nuclear, FREMM em avaliação, Rafale em avaliação)
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-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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« Responder #131 em: Janeiro 14, 2009, 11:19:47 pm »
Uma pergunta/ reflexão: dado o orçamento limitado da MP e as missões previsíveis, não seria preferível optar antes por um LPD menor? Não estará a MP a especificar um navio grande demais para a realidade nacional, caro de comprar e manter, e que vai acabar por se tornar num " elefante branco" ? Melhor, dada a gradual diminuição das escoltas não seria preferível algo como isto:
 http://www.naval-technology.com/projects/absalon/
Quanto a mim, trata-se de um conceito inovador e realmente polivalente que merece ser melhor explorado. No caso nacional poderia até servir de base para uma classe de navios que, mais tarde, poderia substituir as fragatas VdG.
Cumprimentos
 

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Cláudio C.

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« Responder #132 em: Janeiro 14, 2009, 11:40:13 pm »
Ja tinha pensado nesses navios dinamarqueses tambem, muito polivalentes mesmo, mas agora eu pergunto, sera mesmo mais barato que um LPD? E penso que não têm doca pois não?

Saudações
E Pluribus Unum
 

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luis filipe silva

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« Responder #133 em: Janeiro 15, 2009, 01:56:06 am »
Cláudio C. escreveu:

Citar
Ja tinha pensado nesses navios dinamarqueses tambem, muito polivalentes mesmo, mas agora eu pergunto, sera mesmo mais barato que um LPD? E penso que não têm doca pois não?

Se tivéssemos sete fragatas era uma hipótese muito válida possuir dois navios da classe Absalon, que para muitos cenários será muito útil. Infelizmente o actual dispositivo naval portuguêsprevê apenas cinco. No entanto um navio destes é bastante caro, por mais que me digam que só custa 300 milhões de Euros. Continuo a pensar que esse preço é sem armamento. Por outro lado os LPD franceses sendo vendidos em segunda mão daqui a quatro anos, não deverão ser muito caros, e têm capacidades que os Absalon não possuem. Maior grupo aéreo embarcado, e os EH 101 CSAR foram encomendados para ser embarcados no NAVPOL, maior capacidade de apoio a operações continuadas, maior capacidade de transporte de soldadoss e material, e a doca, que permite desembarque sem acostar num porto, que os Absalon também não possuem.
-----------------------------
saudações:
Luis Filipe Silva
 

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Cláudio C.

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« Responder #134 em: Janeiro 15, 2009, 11:24:21 am »
Pois, a minha duvida do preço também era relativa ao seu armamento, pois estão relativamente bem armados (digo eu que sou leigo na matéria), e depois porque uma só unidade não nos chegaria certo?

Cumprimentos
E Pluribus Unum
 

 

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