Redução dos efectivos das Forças Armadas

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vitor.aldo

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« Responder #75 em: Agosto 05, 2009, 08:27:53 pm »
parece que nao me expliquei bem quanto aos SEALS (meu deus... porque sou tao confuso?)

sei que os SEALS sao unidades de forcas especiais que operam entre 2  a 16 homens, dependendo da missao... mas os USA teem quarteis com centenas,,,

digo que Portugal deveria ter um exercito com uma doutrina diferente, em que por ser pequeno, todo o pessoal deveria ter formacao tipo SEAL

espero me ter feito entender :) ufaaaaaaaaa
 

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FoxTroop

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« Responder #76 em: Agosto 05, 2009, 08:49:49 pm »
Citar
digo que Portugal deveria ter um exercito com uma doutrina diferente, em que por ser pequeno, todo o pessoal deveria ter formacao tipo SEAL


Esse tipo de formação não pode ser ministrado dessa forma. Por alguma razão as unidades especiais têm esse nome. Se passarem a ser a norma deixam de ser especiais.

Para mais esse tipo de formação não pode ser dada a qualquer soldado porque apenas uma pequena percentagem reúne as condições para isso.

Onde iria encontrar os efectivos para isso se agora ao mínimo aperto na instrução desistem?!!
 

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vitor.aldo

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« Responder #77 em: Agosto 05, 2009, 09:46:07 pm »
bem, nao deixam de ser especiais so porque sao a norma... vejamos as criancas... dizem que sao todas especiais :P

agora a serio sao especiais pelo treino, e pela missao que lhes e atribuida. nao porque sao a minoria. apesar de saber que a 'norma' e que tropas especiais sao uma minoria dentro de qualquer forcas armadas...
simplesmente afirmo que nao necessitamos num futuro proximo de infantaria convencional... principalmente quando estam mal equipados...

quanto ao numero, bem...  e logico que e um problema... e nao estou aqui para dar as solucoes:P apenas a visao hihihi:)
as tropas especiais tem uma mistica, muita gente quer poder dizer que pertence aos melhores... se forem bem pagos, eles vao e ficam.. (penso eu)

porque um problema e k as pessoas sabem k vao la arranhar, recebem mal e apos uns anos dao-lhes uns patins e entao evitam. sera um problema financeiro? de estabilidade de emprego? nao sei mas sempre podemos descobrir:P
 

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PereiraMarques

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« Responder #78 em: Agosto 05, 2009, 11:56:38 pm »
Também não sei porque é que temos tantas universidades e politécnicos e já agora porque é que temos ensino básico e secundário. Porque é que não temos apenas uma dúzia de cientistas nucleares, agrupados num Departamento de Física Nuclear. E não me digam que nem toda a gente tem capacidade de ser cientista nuclear, é apenas uma questão de pagar melhor para não desistirem de se tornarem cientistas nucleares. :rir:
 

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Lightning

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« Responder #79 em: Agosto 06, 2009, 11:39:25 am »
Citação de: "vitor.aldo"
bem, nao deixam de ser especiais so porque sao a norma... vejamos as criancas... dizem que sao todas especiais :lol: ).

Mas Portugal não pode ter um Exército assim tão pequeno, ficavamos ai com uns 1000 "Seal`s", e já deve estar a exagerar :twisted: .
 

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vitor.aldo

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« Responder #80 em: Agosto 06, 2009, 11:52:23 am »
:lol:  :wink:
 

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vitor.aldo

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« Responder #81 em: Agosto 06, 2009, 12:16:16 pm »
O que e' para mim bem pagos... Boa pergunta! Nao sei quanto recebem actualmente mas vi um documentario do DAE em que os operacionais se queixavam que recebiam mal e que alguns deles deixavam o DAE para ingressar nas forcas de seguranca porque recebiam melhor... nao se compreende...

os militares recebem de acordo com o posto? ha' surpresas nesta vida :) ) mas o que eu quis afirmar , e que e' dificil arranjar pessoal,  por isso temos que pagar melhor os que temos para que fiquem. E tambem quis afirmar que quer se goste ou nao, pagar melhor significa mais recrutas. nao quer dizer que todos se tornem OE mas sem qualquer duvida uma melhor oferta em termos de estabilidade e prosperidade financeira levara  a um aumento nos recrutas..e dai espera-se um aumento dos OE devido a relacao directa existente entre ambos os factores.

e ja agora, o que se verificou e' que o pessoal que foi nas ultimas missoes para o estrangeiro foram os paras os comandos e ate a GNR. Salvo erro, so para a Bosnia, que ja vai algum tempinho e que foi diferente...
 

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FoxTroop

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« Responder #82 em: Agosto 06, 2009, 12:42:44 pm »
Pagar bem às FA é um pau de dois bicos. Se bem que pode motivar muita gente competente a ficar lá o que a minha experiência pessoal mostrou-me é que o maior efeito é o de atrair os que não conseguem nada cá fora e apenas querem um vida sem chatices, em que tanto faz que a água corra para cima como para baixo. Geralmente esses são uma enorme fatia dos que acabam por ficar.

O resultado foi, e é, o de um enorme quebra na qualidade dos candidatos e como uma enorme percentagem do orçamento passou a ser para salários a parte operacional foi de onde se retirou esse dinheiro, sofrendo uma redução drástica.

Quanto a quem vai ou não para as missões, isso é uma coisa muito diferente. Trata-se de guerrinhas e tentativas de cada um conseguir mais uns €'s para as suas quintinhas e justificar umas quantas unidades abertas e outras tantas duplicações de meios.
 

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Camuflage

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« Responder #83 em: Agosto 07, 2009, 11:46:13 pm »
Não vejo mal nenhum na redução de efectivos, sobretudo no quadro de oficiais, aí sim há muito por onde cortar. Temos mais generais agora do que no tempo do ultramar em que havia mais soldados, isso é vergonhoso. Imagino como seja o restante quadro...

Portugal deve na minha opinião ter um centro de comando comum aos 3 ramos + serviços de inteligência. Onde todos se complementam, se o exercito precisa de transporte aéreo tem logo a força aérea para o servir, não é ter os seus próprios meios aéreos como ocorre nos países ricos. Acabar com o uso abusivo de meios por parte dos oficiais, os serviços de secretariado e administração que podem facilmente ser ocupados pelo excedente da função pública, barbeiros e cozinheiros que podem ser substituídos por empresas privadas contratadas à exploração e ainda desfazerem-se de alguns ramos de armas.

Eu já sei que isto vai contra os ideais dos mais conservadores, especialmente a parte de acabar com alguns ramos de armas, mas sejamos fracos, é preciso adaptar-nos à realidade do país e do meio onde estamos integrados. Gestão privada do capital seria a melhor opção, para acabar com a bandalhice que se passa diariamente no sector.

Se querem ter gente nas forças armadas é bom que dêem condições favoráveis à malta que vai para soldado e não um pontapé no cu no final do contrato, pelo menos é assim que os civis vêem a dita tropa. Outra das opções passa por obrigar a permanência mínima de 2 anos como soldado ou afins antes de poder concorrer a ramos de oficiais.

Mas nada disto vai mudar, há muitos interesses em manter a engorda de alguns e poucos tomates.
 

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PereiraMarques

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« Responder #84 em: Agosto 08, 2009, 07:58:16 pm »
Citação de: "Camuflage"
ainda desfazerem-se de alguns ramos de armas.

especialmente a parte de acabar com alguns ramos de armas

antes de poder concorrer a ramos de oficiais.


Uma chamada de atenção para os "termos técnicos":

Ramos das Forças Armadas (e não ramos de armas): Exército, Armada e Força Aérea.

Armas do Exército (e não especialidades como queria dizer): Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia e Transmissões.

Categorias (profissionais dentro das Forças Armadas e não ramos de oficiais, etc.): Oficiais, Sargentos e Praças.
 

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Lightning

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« Responder #85 em: Agosto 08, 2009, 11:13:23 pm »
Citação de: "PereiraMarques"
Categorias (profissionais dentro das Forças Armadas e não ramos de oficiais, etc.): Oficiais, Sargentos e Praças.


Não é categorias, é classes, classe de oficiais, classe de sargentos e classe de praças.

Dentro de cada classe há determinados postos, e alguns postos tem escalões por exemplo, 2º Cabo tem 1 escalão, 1º Cabo tem 2 escalões, 2º Sargento tem 2 escalões, 1º Sargento tem muitos (acho que 7 ou 8), etc.

Penso que actualmente isso dos escalões ainda está congelado, se assim ainda for os militares estão sempre no escalão mais baixo do seu posto. Mas esta conversa é para outros tópicos :lol: .
 

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PereiraMarques

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« Responder #86 em: Agosto 09, 2009, 12:04:39 am »
O nosso 2SAR vai já fazer 50 completas (no mínimo) :twisted: :

Estatuto dos Militares das Forças Armadas (EMFAR)    

Artigo 28.º    
Categorias, subcategorias e postos    
1 - Os militares agrupam-se, por ordem decrescente de hierarquia, nas seguintes categorias:    
a) Oficiais;    
b) Sargentos;    
c) Praças
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Lightning

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« Responder #87 em: Agosto 09, 2009, 12:43:53 am »
Citação de: "PereiraMarques"
O nosso 2SAR vai já fazer 50 completas (no mínimo) :oops: (não me tire é a dispensa de fim de semana :lol: .

Em relação às completas há ai um problema bicudo :lol: eles é que tinham experiencia nesse campo, era às centenas por dia) é que não se fazem 50 completas (ordem mal dada não se cumpre) mas sim uma completa de 50 :lol: , a gente é flexões, abdominais e corridinha de 2400m :lol: ), é que um deles checa (soldado acabado de ser colocado) tinha o quarto na ponta oposta à casa de banho, então quando ia e vinha era sempre visto por outros soldados mais antigos, e todos o mandavam "checa, uma completa de 50", quando finalmente conseguia regressar ao quarto (onde fazia mais 50 pois também lá havia soldados mais antigos), ia sempre com umas 300 ou 400 no pelo, e já todo partido.
O rapaz até tinha medo de ir à casa de banho, ou então tinha que arranjar esquemas tipo, fazer tudo o que tem que fazer numa unica vez, para só voltar lá o numero minimo possivel, aguentar até o pessoal estar a dormir, etc.
 

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PereiraMarques

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Re: Redução dos efectivos das Forças Armadas
« Responder #88 em: Setembro 28, 2009, 09:27:06 am »
Citar
Decreto-Lei n.º 261/2009. D.R. n.º 188, Série I de 2009-09-28

Ministério da Defesa Nacional

Fixa os efectivos de militares dos quadros permanentes, na situação de activo, integrados na estrutura orgânica da Marinha, do Exército e da Força Aérea

 :arrow: http://dre.pt/pdf1sdip/2009/09/18800/0695706958.pdf

 

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Miguel Silva Machado

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Re: Redução dos efectivos das Forças Armadas
« Responder #89 em: Setembro 29, 2009, 09:35:48 am »
Foi publicado em Diário da República o documento legal que estabelece os efectivos de pessoal dos quadros permanentes da Marinha, Exército e Força Aérea. Desde 1993 as Forças Armadas perderam 51% do seu efectivo total.

http://www.operacional.pt/efectivos-militares/

Miguel Silva Machado
http://www.operacional.pt/
 

 

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