As melhores forças especiais/de elite nas FA portuguesas

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Cabeça de Martelo

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« Responder #15 em: Abril 28, 2007, 06:43:07 pm »
3º Precursores
» pouca ou nenhuma actividade operacional desde a formação (-) (tens a certeza?)  :oops:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lightning

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« Responder #16 em: Abril 28, 2007, 06:47:44 pm »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "Lightning"
3º Precursores
» pouca ou nenhuma actividade operacional desde a formação (-) (tens a certeza?)  :oops:


Eu só tenho 3 estrelas :twisted: , tou a brincar, então e essa actividade operacional dos Precs é do conhecimento publico?
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #17 em: Abril 28, 2007, 06:54:09 pm »
Vou enviar-te uma MP.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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2SARPQ

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Re: Forças de Operações Especiais
« Responder #18 em: Março 10, 2009, 02:41:32 pm »
Citação de: "TazMonster"
Ora aqui está uma questão interessante.
Devo primeiro lembrar que, os COMANDOS são forças de Operações Especiais, vocacionadas para as operações especiais de acção directa. Por isso têm uma orgânica muito própria. (que mantêm, mesmo após o seu ressurgimento).
Os militares de Operações Especiais do CIOE, estão mais vocacionados para as operações especiais de acção indirecta. Quando o Regimento de Comandos foi extinto, assumiram as missões de operações especiais de acção indirecta dos Comandos.
Quais são os melhores??? Acho que a pergunta não chega a ter cabimento. Se existem, é porque se sente a necessiade de haver alguém com as capacidades que estas forças possuem, por isso existem tantas. Sem dúvida, os OE's são os mais polivalentes, todos os outros têm uma área de emprego muito especifica.
Dos Páraquedistas (vulgo Tropas Aerotransportadas) nem falo. São infantaria que salta de paraquédas, nada maisNem as tácticas nem as técnicas são difierentes das usadas pelo Infante, Artilheiro ou Cavaleiro comum..
Dos Fuzileiros também não digo nada, porque não conheço nem o treino nem a organização.

Cumprimentos.


Andava a pesquisar umas coisas pela net quando deparei com este fórum e esta thread em particular, pelo que não queria deixar de dizer algo em relação a isto…

Antes de tudo mais, antes de se falar deve-se ter algum conhecimento de causa pelo que seria produtivo saber se o autor desta resposta serviu  nas forças armadas, em alguma tropa de elite ou de operações especiais, ou se tomou conhecimento das actividades das mesmas apenas pelo que leu na internet. Nada melhor do que experimentar e conhecer para poder ter legitimidade para falar ou comparar.

Vou dar um esclarecimento sobre o que conheço pessoalmente.

Estive 4 anos nos Páraquedistas de 95 a 99, onde concluí um CFS (Curso de Formação de Sargentos) que (incluindo o curso de Páraquedismo e cursos adicionais) teve como duração total aproximadamente 6 meses. O curso inicialmente de 90 formandos, foi concluído com pouco mais de 30 elementos (33% chegaram ao fim). Para mim, foi um desafio difícil de superar, para outros terá sido mais fácil, para outros foi impossível.

As provas de acesso (algumas delas únicas nas FA, como a prova de agressividade), grau de exigência da recruta e vários cursos complementares levavam (não sei como será hoje em dia) a uma taxa de eliminação elevada que simultaneamente levavam a que quem lá ficasse, tivesse um elevado sentido de dever, dedicação e “amor à camisola” ( neste caso, boina verde). A “infantaria de páraquedas” existe sim, são muitos dos sargentos e oficiais dos QP que lá vão fazer um curso de páraquedismo mas cujo espírito ou "entrega" não é o mesmo de um militar ali formado de raiz.

Um Páraquedista, Fuzileiro ou Comando partilham bases de formação comuns e sempre tiveram missões similares atribuídas, seja actualmente ou na guerra do ultramar. São todas elas tropas de infantaria de “elite” pela dureza do treino, motivação elevada dos seus elementos, capacidades físicas, resistência mental ao stress e fadiga. Conheci e trabalhei com bons militares Comandos, Fuzileiros e OE’s, mas garantidamente um bom militar Páraquedista não lhes fica atrás em nada, dentro de um mesmo patamar de formação ( e existem esses patamares dentro das várias forças).

As escassas unidades de forças especiais ( Operações Especiais, DAE, SOGAS / Precursores) benificiam do facto de serem estruturas mais pequenas, com indivíduos melhor treinados e acesso a melhores equipamentos derivado do seu baixo nº de efectivos e missões de carácter “especial”. Torna-os menos acessíveis ao conhecimento do público, mas mais “interessantes” ao olhar de que lê algumas coisas na net, com uma aura de “mistério” proporcional ao grau de desconhecimento sobre as mesmas. O DAE ganha a medalha de ouro nesse aspecto e pelo que sei, merecem essa medalha a todos os outros níveis operacionais, sendo provavelmente a nossa melhor unidade de operações especiais.
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #19 em: Março 10, 2009, 03:22:32 pm »
Em primeiro lugar seja bem vindo ao fórum!

Li e concordo em pleno com o seu texto.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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migbar2

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Re: Forças de Operações Especiais
« Responder #20 em: Março 10, 2009, 10:14:26 pm »
Citação de: "2SARPQ"
Citação de: "TazMonster"
Ora aqui está uma questão interessante.
Devo primeiro lembrar que, os COMANDOS são forças de Operações Especiais, vocacionadas para as operações especiais de acção directa. Por isso têm uma orgânica muito própria. (que mantêm, mesmo após o seu ressurgimento).
Os militares de Operações Especiais do CIOE, estão mais vocacionados para as operações especiais de acção indirecta. Quando o Regimento de Comandos foi extinto, assumiram as missões de operações especiais de acção indirecta dos Comandos.
Quais são os melhores??? Acho que a pergunta não chega a ter cabimento. Se existem, é porque se sente a necessiade de haver alguém com as capacidades que estas forças possuem, por isso existem tantas. Sem dúvida, os OE's são os mais polivalentes, todos os outros têm uma área de emprego muito especifica.
Dos Páraquedistas (vulgo Tropas Aerotransportadas) nem falo. São infantaria que salta de paraquédas, nada maisNem as tácticas nem as técnicas são difierentes das usadas pelo Infante, Artilheiro ou Cavaleiro comum..
Dos Fuzileiros também não digo nada, porque não conheço nem o treino nem a organização.

Cumprimentos.

Andava a pesquisar umas coisas pela net quando deparei com este fórum e esta thread em particular, pelo que não queria deixar de dizer algo em relação a isto…

Antes de tudo mais, antes de se falar deve-se ter algum conhecimento de causa pelo que seria produtivo saber se o autor desta resposta serviu  nas forças armadas, em alguma tropa de elite ou de operações especiais, ou se tomou conhecimento das actividades das mesmas apenas pelo que leu na internet. Nada melhor do que experimentar e conhecer para poder ter legitimidade para falar ou comparar.

Vou dar um esclarecimento sobre o que conheço pessoalmente.

Estive 4 anos nos Páraquedistas de 95 a 99, onde concluí um CFS (Curso de Formação de Sargentos) que (incluindo o curso de Páraquedismo e cursos adicionais) teve como duração total aproximadamente 6 meses. O curso inicialmente de 90 formandos, foi concluído com pouco mais de 30 elementos (33% chegaram ao fim). Para mim, foi um desafio difícil de superar, para outros terá sido mais fácil, para outros foi impossível.

As provas de acesso (algumas delas únicas nas FA, como a prova de agressividade), grau de exigência da recruta e vários cursos complementares levavam (não sei como será hoje em dia) a uma taxa de eliminação elevada que simultaneamente levavam a que quem lá ficasse, tivesse um elevado sentido de dever, dedicação e “amor à camisola” ( neste caso, boina verde). A “infantaria de páraquedas” existe sim, são muitos dos sargentos e oficiais dos QP que lá vão fazer um curso de páraquedismo mas cujo espírito ou "entrega" não é o mesmo de um militar ali formado de raiz.

Um Páraquedista, Fuzileiro ou Comando partilham bases de formação comuns e sempre tiveram missões similares atribuídas, seja actualmente ou na guerra do ultramar. São todas elas tropas de infantaria de “elite” pela dureza do treino, motivação elevada dos seus elementos, capacidades físicas, resistência mental ao stress e fadiga. Conheci e trabalhei com bons militares Comandos, Fuzileiros e OE’s, mas garantidamente um bom militar Páraquedista não lhes fica atrás em nada, dentro de um mesmo patamar de formação ( e existem esses patamares dentro das várias forças).

As escassas unidades de forças especiais ( Operações Especiais, DAE, SOGAS / Precursores) benificiam do facto de serem estruturas mais pequenas, com indivíduos melhor treinados e acesso a melhores equipamentos derivado do seu baixo nº de efectivos e missões de carácter “especial”. Torna-os menos acessíveis ao conhecimento do público, mas mais “interessantes” ao olhar de que lê algumas coisas na net, com uma aura de “mistério” proporcional ao grau de desconhecimento sobre as mesmas. O DAE ganha a medalha de ouro nesse aspecto e pelo que sei, merecem essa medalha a todos os outros níveis operacionais, sendo provavelmente a nossa melhor unidade de operações especiais.



Penso que, pelo menos, os elementos das task force Alpha dos operações especiais do exército, nesse contexto também sejam merecedores de equivalente referência.
 

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voador

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Re: Forças de Operações Especiais
« Responder #21 em: Março 13, 2009, 04:43:19 pm »
Citação de: "migbar2"
Citação de: "2SARPQ"
Citação de: "TazMonster"
Ora aqui está uma questão interessante.
Devo primeiro lembrar que, os COMANDOS são forças de Operações Especiais, vocacionadas para as operações especiais de acção directa. Por isso têm uma orgânica muito própria. (que mantêm, mesmo após o seu ressurgimento).
Os militares de Operações Especiais do CIOE, estão mais vocacionados para as operações especiais de acção indirecta. Quando o Regimento de Comandos foi extinto, assumiram as missões de operações especiais de acção indirecta dos Comandos.
Quais são os melhores??? Acho que a pergunta não chega a ter cabimento. Se existem, é porque se sente a necessiade de haver alguém com as capacidades que estas forças possuem, por isso existem tantas. Sem dúvida, os OE's são os mais polivalentes, todos os outros têm uma área de emprego muito especifica.


Ora aí está um ignorante sobre a doutrina mundial dos para quedistas a falar.....

Explica lá como um infante combate no TO assimetrico com a a sua unidade fraccionada e o comando e controle enfraquecido e ainda por cima com os meios e armas que pode arranjar e por vezes não organicas.

Aconsellho te a ler um bocado sobre as operações reais de para quedistas e le a doutrina do exercito portugues que diferencia bem operações pois uma operação aerotransportada pode ser por para quedas, assalto aereo ou aero movel.

Diz me como é a sustentação de uma força PARA e se é igual à infantaria lol (acho q nao fazes uma pequena ideia !!!!), por exemplo como se rebastece um pelotao de morteiros médios de um BPara.

Ou qual a dotação de muniçoes que o vulgar para tem q transportar.

Ou por exemplo se na infantaria existe gajo q dispara o morteiro (especialidade), porque é q nos paras não (sabes é que as x após o salto o morteiro nao fica ao pé do operador lol) e que faz um vulgar furriel se se vir de repente com 40 soldados isolado e sem comando nem ligação. Simples rearticula e cumpre a missão (agora tenta fazer isso na infantaria). Mas para se fazer o q acabo de dizer implica treino, treino, treino, flexibilidade e confiança nos mais baixos da hierarquia.

sabes o que se tem detectado no gajos graduados q veem para os paras ultimamamente lollol. so sabem fazer ataques frontais (a culpa n é deles pois é isso q faz a infantaria)

O problema é que até nas mais altas cabeças da tropa há gente que pensa como tu, porque não sabe e não interessa que se saiba.
 
Dos Páraquedistas (vulgo Tropas Aerotransportadas) nem falo. São infantaria que salta de paraquédas, nada maisNem as tácticas nem as técnicas são difierentes das usadas pelo Infante, Artilheiro ou Cavaleiro comum..
Dos Fuzileiros também não digo nada, porque não conheço nem o treino nem a organização.

Cumprimentos.

Andava a pesquisar umas coisas pela net quando deparei com este fórum e esta thread em particular, pelo que não queria deixar de dizer algo em relação a isto…

Antes de tudo mais, antes de se falar deve-se ter algum conhecimento de causa pelo que seria produtivo saber se o autor desta resposta serviu  nas forças armadas, em alguma tropa de elite ou de operações especiais, ou se tomou conhecimento das actividades das mesmas apenas pelo que leu na internet. Nada melhor do que experimentar e conhecer para poder ter legitimidade para falar ou comparar.

Vou dar um esclarecimento sobre o que conheço pessoalmente.

Estive 4 anos nos Páraquedistas de 95 a 99, onde concluí um CFS (Curso de Formação de Sargentos) que (incluindo o curso de Páraquedismo e cursos adicionais) teve como duração total aproximadamente 6 meses. O curso inicialmente de 90 formandos, foi concluído com pouco mais de 30 elementos (33% chegaram ao fim). Para mim, foi um desafio difícil de superar, para outros terá sido mais fácil, para outros foi impossível.

As provas de acesso (algumas delas únicas nas FA, como a prova de agressividade), grau de exigência da recruta e vários cursos complementares levavam (não sei como será hoje em dia) a uma taxa de eliminação elevada que simultaneamente levavam a que quem lá ficasse, tivesse um elevado sentido de dever, dedicação e “amor à camisola” ( neste caso, boina verde). A “infantaria de páraquedas” existe sim, são muitos dos sargentos e oficiais dos QP que lá vão fazer um curso de páraquedismo mas cujo espírito ou "entrega" não é o mesmo de um militar ali formado de raiz.

Um Páraquedista, Fuzileiro ou Comando partilham bases de formação comuns e sempre tiveram missões similares atribuídas, seja actualmente ou na guerra do ultramar. São todas elas tropas de infantaria de “elite” pela dureza do treino, motivação elevada dos seus elementos, capacidades físicas, resistência mental ao stress e fadiga. Conheci e trabalhei com bons militares Comandos, Fuzileiros e OE’s, mas garantidamente um bom militar Páraquedista não lhes fica atrás em nada, dentro de um mesmo patamar de formação ( e existem esses patamares dentro das várias forças).

As escassas unidades de forças especiais ( Operações Especiais, DAE, SOGAS / Precursores) benificiam do facto de serem estruturas mais pequenas, com indivíduos melhor treinados e acesso a melhores equipamentos derivado do seu baixo nº de efectivos e missões de carácter “especial”. Torna-os menos acessíveis ao conhecimento do público, mas mais “interessantes” ao olhar de que lê algumas coisas na net, com uma aura de “mistério” proporcional ao grau de desconhecimento sobre as mesmas. O DAE ganha a medalha de ouro nesse aspecto e pelo que sei, merecem essa medalha a todos os outros níveis operacionais, sendo provavelmente a nossa melhor unidade de operações especiais.


Penso que, pelo menos, os elementos das task force Alpha dos operações especiais do exército, nesse contexto também sejam merecedores de equivalente referência.
 

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voador

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forças especiais
« Responder #22 em: Março 14, 2009, 10:22:11 pm »
Se te referes a mim so te digo que falo com MUITO conhecimento de causa, pois todos os dias tento dar o melhor de mim, pelo meu país.

não me interessa mesmo nada saber quem é melhor ou pior.

Isso é uma discussão esteril e n leva a nada.

Mas, continuo e a afirmar e lutar todos os dias e a ensinar que a doutrina das forças para quedistas não é a mesma da tropa de infantaria.

Por outro lado convém notar a definição das forças armadas portuguesas sobre forças especiais e forças de operações especiais.

No exercito as forças especiais, por ordem alfabetica lol são:

Tropas Comando;

Tropas de Operações Especiais;

Tropas Para-quedistas;

Precursores;


Sim é verdade o que dizes. Existem personagens que gostam da ideia de ser para-quedista mas não são para-quedistas, não conseguem absorver a mistica das tropas para-quedistas, esses normalmente acabam por voltar à origem (infelizmente nem todos).



Também no exército as Operações Especiais apenas são do dominio das Tropas de Operações Especiais e algumas missões de acção directa, mas muito especificas podem ser levadas a cabo pelos precursores.

Tomara eu que cada um faça o seu trabalho o melhor que sabe e lhe deixam fazer.
 

 

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