República VS Monarquia Constitucional

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Daniel

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República VS Monarquia Constitucional
« em: Dezembro 12, 2017, 05:39:24 pm »


Qual é a legitimidade da república portuguesa, quando a nossa constituição impede outra forma de governo que não seja a republicana, alínea b do Artigo 288° :new_argue:
Sou a favor da Monarquia Constitucional em Portugal, ter uma chefia de estado independente de Interesses partidários, e que coloca os Interesses da nação em primeiro lugar, a preservação da nossa cultura, nossa língua, nos tempos que correm, o rei é um símbolo, um símbolo de unidade e continuidade da portugalidade.
« Última modificação: Dezembro 12, 2017, 06:14:21 pm por Daniel »
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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perdadetempo

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Re: República VS Monarquia Constitucional
« Responder #1 em: Dezembro 12, 2017, 08:49:50 pm »
Estar a discutir esses assuntos será um bocado como estarmos a discutir religião ou clubes de futebol, cada um tem a sua fé e não existe grande espaço para discussões porque todos têm a sua razão.

Por convicção sou contra um individuo/a ocupar uma posição por acidente de nascimento. Nada significa que a pessoa em questão tenha capacidades para o cargo a ocupar, devido à sua inteligência, predisposição para o cargo etc...

Temos o caso do Rei D. Carlos, um individuo inteligente que se tivesse nascido actualmente daria um magnifico biólogo marinho mas cuja falta de  capacidades políticas deram o resultado que se viu.

Ainda pior um certo D. Sebastião que nem sequer foi capaz de fazer uma coisa tão simples como conceber um herdeiro (nem que fosse um bastardo nalguma amante) e que se meteu estúpida e desnecessariamente num dos grandes desastres da nossa história com o triste resultado que se viu.

É difícil arranjar-se o homem/mulher certo para o lugar certo na altura certa mas num sistema republicano e democrático sempre temos mais hipóteses de conseguir que isso aconteça eventualmente.

Isto é apenas uma opinião e disso está o mundo cheio.

Cumprimentos,

 
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Viajante

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Re: República VS Monarquia Constitucional
« Responder #2 em: Dezembro 13, 2017, 09:47:08 am »
Também me parece que com o sistema Republicano, temos mais garantias. E se não gostarmos do Presidente, passados 5 anos podemos escolher outro!!!!

Mas realmente mete-me confusão que desde 1910 é mais importante a palavra República do que Portugal!!!!!!
- Nós temos o Presidente da República e não o Presidente de Portugal;

- Temos a Assembleia da República;

- E temos ainda a Bandeira Nacional da República Portuguesa!!!!

- E temos ainda o Diário da República, onde publicamos as leis do país!

Agora por acaso as coisas estão a mudar, mas nós admiramos-nos de lá foram não falarem de Portugal..... pudera, parece que temos vergonha de usar o nome Portugal!!!!!
« Última modificação: Dezembro 13, 2017, 09:56:05 am por Viajante »
 

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Ramos

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Re: República VS Monarquia Constitucional
« Responder #3 em: Dezembro 13, 2017, 02:00:30 pm »
Não há sistemas políticos perfeitos. Todos têm os seus méritos e deméritos, adaptando-se uns melhor a certo tipo de realidades histórico culturais do que outros. Exemplos? A esmagadora maioria dos britânicos não equaciona um outro sistema no Reino Unido que não a monarquia (que aliás funciona bastante bem para a realidade local), enquanto que nos EUA também ninguém equaciona outro sistema que não a república (que também funciona bastante bem em termos gerais para a realidade local). E escolhi propositadamente exemplos de dois países anglo-saxónicos para ilustrar como culturas que são relativamente próximas podem ter modelos de governança distintos, porém, nenhum deles perfeito ou isento de falhas.
No Reino Unido, a actual monarca reina à 65 anos (desde 1952), e não parece disposta a abdicar a favor do filho ou do neto. É evidente que por muitas qualidades que a senhora possa ter, a idade e as limitações decorrentes da sua própria visão do mundo acabam por  conferir ao regime um pendão demasiado tradicionalista e pouco tolerante ou receptivo à mudança. Ninguém a pode porém acusar de não executar correctamente o seu papel, ou de ultrapassar o limite das suas competências, o que, no plano estritamente institucional, faz com que pareça uma figura bem mais próxima de um presidente eleito num regime democrático semipresidencialista do que uma chefe de Estado vitalícia com legitimidade geri herdada.
Nos Estados Unidos, onde um presidente é eleito para um mandato relativamente curto (4 anos, dos quais os dois últimos do primeiro mandato são geralmente passados com mais foco na campanha eleitoral para a reeleição), o individuo que actualmente ocupa o cargo é tudo menos consensual e comporta-se mais como um rei absolutista do que como um presidente eleito. Não vou perder tempo enumerar as alarvidades do cavalheiro – apenas digo que estes 4 anos (contando que não haja uma surpresa e seja reeleito), nos vão parecer 40. E isto quer dizer que o sistema americano é mau? De todo. Foi esse mesmo sistema e a forma como está concebido que permitiu eleger indivíduos como Roosevelt, Kennedy ou Reagan, que no decurso dos respectivos mandatos contribuíram não só para mudar a realidade da sociedade americana, como para mudar o curso da história mundial. Foram, por assim dizer, os homens certos no momento certo.
Pouca gente fala ou tem presente que existe um outro sistema, quanto a mim bastante mais interessante, o das monarquias electivas. São casos em que o chefe de estado é um monarca, porém eleito para o cargo. Cito os exemplos da Malásia (onde o rei é eleito por um período de 5 anos entre 9 possíveis governantes cuja ascensão é hereditária), ou o do Vaticano (onde o Papa, simultaneamente líder espiritual e chefe de Estado, é eleito vitaliciamente pelos seus pares cardeais).
Este parece-me ser um sistema que apresenta várias vantagens sobre os restantes, e que concilia o melhor de ambos:
- O chefe de estado pode ser eleito por uma assembleia constituída por representantes eleitos ou nomeados democraticamente, ou por voto popular, substituindo-se a hereditariedade pelo mérito.
- Os putativos candidatos podem ser nomeados também por escolha de uma assembleia, pelas qualidades individuais que revelem. Podem existir a cada momento meia dúzia de figuras mais ou menos consensuais que integrem a lista de elegíveis, de entre as quais se possa escolher o próximo chefe de Estado.
- O mandato desse monarca poderia ser algo intermédio (15 ou 20 anos), sem possibilidade de reeleição e com a obrigatoriedade de, depois de exercer o referido cargo, passar vitaliciamente a trabalhar exclusivamente como conselheiro do próximo chefe de Estado.
- Nenhum familiar directo de um monarca poderia vir a ser considerado como elegível para o cargo num horizonte de, pelo menos, 50 a 60 anos após o termo das funções do seu antepassado. Este regra não impede que descendentes de alguém que ocupou o cargo o possam vir a fazer num futuro distante, mas não permite confusões com sistemas hereditários de transmissão do poder.
Seria necessária muita maturidade cívica e democrática para fazer funcionar um sistema desta natureza, mas é minha opinião (e vale o que vale), que seria uma alternativa interessante aos modelos que maioritariamente temos actualmente implantados na esmagadora maioria dos Estados.
 

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Daniel

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Re: República VS Monarquia Constitucional
« Responder #4 em: Dezembro 13, 2017, 04:57:35 pm »
Viajante
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Também me parece que com o sistema Republicano, temos mais garantias. E se não gostarmos do Presidente, passados 5 anos podemos escolher outro!!!!

Não sei que garantias seriam essas. A minha visão da monarquia, é a de uma monarquia puramente constitucional, onde o Rei não tem qualquer poder. O Rei pode falar, pode discursar, mas não pode agir na parte da política, o Rei é um símbolo e nada mais que isso.

Viajante
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Mas realmente mete-me confusão que desde 1910 é mais importante a palavra República do que Portugal!!!!!!
- Nós temos o Presidente da República e não o Presidente de Portugal;

Ora com o Rei isso muda, teremos o Rei de Portugal, pois o Rei não tem o mesmo tipo de função de um presidente. O Rei a meu ver é um símbolo de unidade e continuidade da Pátria.

Viajante
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- E temos ainda a Bandeira Nacional da República Portuguesa!!!!

O Rei é como uma bandeira, pois como disse, é um símbolo de uma nação.
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Daniel

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Re: República VS Monarquia Constitucional
« Responder #5 em: Dezembro 13, 2017, 05:11:39 pm »
perdadetempo
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Estar a discutir esses assuntos será um bocado como estarmos a discutir religião ou clubes de futebol, cada um tem a sua fé e não existe grande espaço para discussões porque todos têm a sua razão.

Meu caro o seu nome já me deixa meio intrigado,  ;D  mesmo sabendo que todos têm a sua razão, fé e ideais, não consigo perceber porque motivo não pode haver espaço para discussões.
A meu ver existe a necessidade, de em nome da liberdade e da justiça, a alteração da alínea b do Artigo 288º que impede Portugal de ser uma monarquia, mesmo que os portugueses o decidam. Porque que motivo, não podemos escolher ?
« Última modificação: Dezembro 13, 2017, 05:15:23 pm por Daniel »
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 
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perdadetempo

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Re: República VS Monarquia Constitucional
« Responder #6 em: Dezembro 14, 2017, 12:31:33 am »
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A meu ver existe a necessidade, de em nome da liberdade e da justiça, a alteração da alínea b do Artigo 288º que impede Portugal de ser uma monarquia, mesmo que os portugueses o decidam. Porque que motivo, não podemos escolher ?

Teoricamente motivo nenhum, embora a propensão deste país para os messianismos e outros ismos, me faça esperar o pior. Por outro lado acho um direito de todos os indivíduos/cidadãos tomarem as suas decisões de acordo com as suas convicções e responsabilizarem-se pelos resultados, pelo que se decidissem votar a mudança da dita alínea garanto-lhe que não ia pôr-me ali no Rossio com uma pistola à espera da passagem do coche real.

Uma alternativa que parece-me que ainda não foi falada era aquela dos gregos e parece-me que dos primeiros romanos em que quando existia uma emergência criavam a figura dum ditador com prazo de validade com os poderes necessários para tentar resolver a situação. Também não me parece a melhor solução tendo em conta o historial deste país em matéria de políticos fora de prazo mas destina-se só a completar o tópico em discussão

Cumprimentos,

PS: O nome tem uma razão simples, quando estava para chegar o primeiro barco da futura classe Tejo tirei umas fotografias que pensei postar aqui no fórum. Tive tantos problemas com o interface, tentar criar a conta e utilizador etc... que achei que que aquilo era uma perda de tempo e acabei por nem pôr as fotos. O fórum só ficou a ganhar porque as fotos que cá apareceram na altura eram bastantes melhores que qualquer uma das que eu tencionava postar mas a conta ficou criada para postar futuras perdadetempo ;D e garanto que várias das coisas que escrevi neste fórum fazem juz ao nome  :-[
 

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mayo

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Re: República VS Monarquia Constitucional
« Responder #7 em: Dezembro 25, 2017, 11:37:41 am »


Qual é a legitimidade da república portuguesa, quando a nossa constituição impede outra forma de governo que não seja a republicana, alínea b do Artigo 288° :new_argue:
Sou a favor da Monarquia Constitucional em Portugal, ter uma chefia de estado independente de Interesses partidários, e que coloca os Interesses da nação em primeiro lugar, a preservação da nossa cultura, nossa língua, nos tempos que correm, o rei é um símbolo, um símbolo de unidade e continuidade da portugalidade.

Ao menos a bandeira Real é mais bonita que a Republicana.

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Daniel

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Re: República VS Monarquia Constitucional
« Responder #8 em: Dezembro 05, 2020, 01:51:04 pm »
"Um Rei vê a realidade política não num prazo de quatro anos, mas de várias vidas"
https://sol.sapo.pt/artigo/717236/um-rei-v-a-realidade-politica-nao-num-prazo-de-quatro-anos-mas-de-varias-vidas

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D. Duarte lamenta a forma como a pandemia está a ser tratada pelo Governo e chama a atenção para o risco de pobreza estar a aumentar. Apela ao sentido de voto dos portugueses, defendendo que o ato eleitoral devia ser obrigatório, assim como o serviço militar. Aponta também o dedo ao atual estado do ensino. O candidato ao trono recorda ainda a sua infância e juventude, destacando o seu percurso no Colégio Militar e garante que «a formação espiritual fica para toda a vida». Lembra que aprendeu pelo exemplo dos seus pais «o que são as obrigações especiais de estar sempre ao serviço do país e dos portugueses» e que os seus filhos seguiram o mesmo caminho. Chegou a falar com D. Juan Carlos sobre a sua possível vinda Portugal, mas percebeu que Cascais «não resolvia o seu problema de privacidade».

Na sua mensagem tradicional do 1.º de Dezembro critica as medidas do Governo para fazer face à pandemia e diz que ‘o Estado não pode mandar para casa um país inteiro sem garantir as atempadas condições económicas’...

Alerto para alguns erros que foram feitos. Muito mais difícil do que resolver a questão sanitária é resolver a questão económica e a questão da pobreza. Há pessoas que conheço que já estão nessa situação. Muita gente ou porque não tem acesso aos subsídios da Segurança Social ou porque exercia uma atividade independente – e não está diretamente protegida pelo Estado – já está a enfrentar grandes dificuldades económicas. Como é que se pode ajudar a economia e reagir perante esta situação pandémica para que isto não aconteça, para que não haja miséria? Pobreza vai sempre existir, mas devia-se evitar situações de pobreza grave. E depois como é que podemos reagir para repor a economia a funcionar? Devemos ver o que os outros países fizeram para seguirmos os bons exemplos e evitarmos os maus. Houve países que não fizeram confinamento e não se saíram muito pior do que aqueles que o fizeram. Houve países que reagiram antecipadamente, puseram todas as pessoas de máscara, e sobretudo em vez de fechar toda a gente de casa só retiravam de circulação as pessoas de grupo de risco: as pessoas de idade e as que tinham problemas de saúde. Esses é que foram confinados, enquanto os saudáveis continuaram nos seus trabalhos porque realmente não se pode fechar a economia de um país, não é solução. Conheço imensa gente que contraiu a covid e teve sintomas ligeiros, uma febrezinha durante uns dias mas de seguida ficaram bons, mas conheço outros que ficaram realmente aflitos. Há que ser mais seletivo em quem tem de ficar mais protegido e quem não tem.

Mas é uma situação difícil de gerir: não parar a economia mas controlar a pandemia...

Tem de se tirar da circulação as pessoas de risco, que é uma percentagem pequena da população e, em grande parte, são reformados. Se saírem do círculo económico não prejudicam a economia. Há poucas pessoas com 70 anos que ainda estejam em atividade, a não ser na agricultura. Aí há muita gente com essa idade que continua a trabalhar. Mas nessas regiões a probabilidade de serem infetados é menor do que nas cidades. Julgo que houve erros que foram feitos e quem os fez não tinha a experiência na altura para evitá-los, mas não deviam continuar a ser repetidos hoje. Devia-se tentar aprender com o que se passou.

Não há fecho completo dos setores, ao contrário do que aconteceu no início, agora temos outro tipo de restrições...

Fechar os restaurantes às 13h, por exemplo, não sei se fará muito sentido porque as pessoas não vão almoçar mais cedo. Para os restaurantes estas medidas são um desastre. Mas refiro-me mais às atividades produtivas, que produzem produtos transacionáveis, riqueza, e esses se fecharem é mais grave. Deixar de ter produção industrial ou agrícola é fatal. No caso dos serviços, claro que é péssimo, mas pode-se ser mais flexível. Por isso é que defendo que quem devia ficar fechado não são as pessoas que estão a trabalhar mas as que pertencem a grupos de risco ou pela idade ou por fraquezas de saúde. Esses é que deviam ser retirados de circulação e protegidos. Os outros apesar de correrem o risco de ficarem infetados não será tão grave porque os médicos dizem que as estatísticas mostram isso. Normalmente não são hospitalizados e não põem em causa a segurança dos hospitais. Por outro lado, há um bloqueio burocrático para algumas situações. Li que há cerca de dois mil médicos estrangeiros a viver em Portugal que não estão autorizados a praticar medicina porque os seus diplomas são passados por países que não têm acordos de equivalência com Portugal. Faz algum sentido? Um bom médico venezuelano ou cubano ou brasileiro não pode praticar em Portugal quando praticava bem no seu país e é reconhecido pelas universidades desses países? A justificação que dão é que não se sabe se os cursos são equivalentes. Então não os ponham a fazer cirurgias, por exemplo, mas podem perfeitamente tomar conta dos doentes e fazer diagnósticos.

E com a crise pandémica há falta de médicos...

Mas as Ordens dizem, muitas vezes, que há médicos a mais e por isso não querem autorizar os médicos estrangeiros. Se houvesse médicos a mais, os doentes teriam de ficar à espera dez anos por algumas consultas? Não há médicos a mais, possivelmente há é médicos mal distribuídos. Há muitas pessoas que, por não conseguirem ser atendidas pelos médicos do SNS ou da medicina privada, são tratadas por médicos que não estão reconhecidos em Portugal. Os médicos cubanos têm muito sucesso em Portugal. Houve a famosa crise dos dentistas brasileiros. No Brasil tiram formação de dentista, mas são perfeitamente capazes de tratar dos dentes. Se são situações mais complicadas, então mandam para outro. Em Viseu, Nelas, onde acompanhei mais esta situação, são os dentistas brasileiros que tratam da maior parte das pessoas. Não há preconceito por parte da população, até porque são mais baratos.

Se dúvidas houvesse, elas foram dissipadas com o Selfie, este coisas de eleger um presidente a cada 5 anos, não trás qualquer benefício a Portugal e aos portugueses.
Saio o Cavaco, entrou o Selfie, a merd.. é exatamente a mesma, o cheiro é que é diferente.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: República VS Monarquia Constitucional
« Responder #9 em: Dezembro 09, 2020, 12:19:12 pm »
Podemos debater bandeiras por motivos lógicos e não por uma ser mais ou menos bonita que a outra.

Podemos debater regimes por motivos lógicos e não por um ser a favor ou contra o confinamento da população.

A NAÇÃO é mais importante que isso tudo, porque tanto as bandeiras como os regimes mudam, mas a nação Portuguesa com quase 900 anos de história é imutável (não bem, mas dá para perceber a ideia).
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 
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