Chaimite

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triton

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« Responder #120 em: Julho 24, 2008, 09:44:41 pm »
algum dos foristas tem como passatempo montar kit´s de viaturas militares?
 

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Nuno Bento

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« Responder #121 em: Julho 25, 2008, 09:26:14 am »
Citação de: "ruben lopes"
era uma boa acção vender todos os chaimites para as forças de defesa de timor-leste, quando já tivermos pandur suficientes e já não precisarmos deste véiculo velho com 40 anos.
mas também temos de dar o mérito aos chaimite, por terem servido o exército por tanto tempo.


Daquilo que eu conheço dos Timorenses durante o tempo que trabalhei para o governo de timor, é que eles so as aceitariam dadas, e com o transporte pago. Para trabalharem até pararem.

A justificação para esta minha afirmação é que eles por um lado estão habituados a terem tudo oferecido por outros paises (até as M-16 foram oferecidas pelo exercito americano), por outro tem uma frota automovel tão grande que costuma andar até partir e encostar. Pois as suas capacidades de manutenção são muito limitadas.
 

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triton

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« Responder #122 em: Julho 25, 2008, 12:26:29 pm »
Citação de: "Nuno Bento"
Citação de: "ruben lopes"
era uma boa acção vender todos os chaimites para as forças de defesa de timor-leste, quando já tivermos pandur suficientes e já não precisarmos deste véiculo velho com 40 anos.
mas também temos de dar o mérito aos chaimite, por terem servido o exército por tanto tempo.

Daquilo que eu conheço dos Timorenses dutante o tempo que trabalhei para o governo de timor, é que eles so as aceitariam dadas, e com o transporte pago. Para trabalharem até pararem.

A justificação para esta minha afirmação é que eles por um lado estão habituados a terem tudo oferecido por outros paises (até as M-16 foram oferecidas pelo exercito americano), por outro tem uma frota automovel tão grande que costuma andar até partir e encostar. Pois as suas capacidades de manutenção sãomuito limitadas.



mas os estados unidos são do ponto de vista economico muito mais ricos que nós, para os EUA não há problema em oferecerem M16, mas para nós seria um grande problema oferecer G3.
 

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PereiraMarques

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« Responder #123 em: Julho 25, 2008, 01:19:58 pm »
Com 200.000 ou 300.000 G-3 que temos, dar-mos 2.000 ou 3.000 era um "problema" do "caraças" :roll:
 

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zeNice

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« Responder #124 em: Julho 25, 2008, 02:43:03 pm »
Com a substituição das G3s e dos Chaimites a opção de dar alguns a Timor e á GNR em Portugal não é possivel?
 

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triton

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« Responder #125 em: Julho 25, 2008, 02:47:57 pm »
Citação de: "Morkanz"
Com a substituição das G3s e dos Chaimites a opção de dar alguns a Timor e á GNR em Portugal não é possivel?



sim tem razão.
 

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sturzas

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« Responder #126 em: Julho 26, 2008, 03:05:09 am »
Viva a todos:

Chamem-me tolo, aceito-o, após o que irei escrever. Na minha humilde e modesta opinião, dado que estamos a "montar/fabricar" Pandur's, aliado ao facto de termos alguma, pouca é certo, experiência de fabrico de Chaimites - BRAVIA, que tal criar e soldificar um projecto de construção/adaptação das nossas Chaimites, para os "mercados" supostamente interessados: América do Sul e África. Os Américas pegaram nas V100 "Commando" e transformaram algumas em M1117. Nós até poderíamos fazer o mesmo, aqui, em Portugal, disponibilizando um veículo 4x4 blindado, menos pesado que um Pandur e mais robusto e capaz do que um HUMMWEE.

Seria da seguinte forma:

V200: Versão transporte de pessoal, talvez com torreta tipo PL127/40;
V300: Versão de reconhecimento (com RWS);
V400: Versão VCI com RCWS de 25/30 mm;
V500: Versão PCC - Posto de Comando e Controlo, podendo se adaptar a Ponto de Acesso Rádio (PAR), Posto de Controle de Tiro (PCT) ou Vigilância do Campo de Batalha (VCB), isto é transmissões, artilharia ou reconhecimento;
V600: Versão Porta-morteiro de 81 mm;
V700: Versão Anticarro, ora com sistema ITAS, Spike ou MILAN;
V800: Versão Pronto Socorro para manutenção;
V900: Versão de Evacuação Sanitária;
V1000: Versão de logística (sem grandes alterações, exceptuando a configuração interior), em que também poderia servir como TA (tractor de Artilharia, para rebocar morteiros de 120mm e transporte de munições.

Temos os planos de construção, estamos a ganhar "Know-how" na execução dos mesmos e, talvez na minha opinião, com uma remotorização, aproveitando o chassis da Chaimite (com as adaptações necessárias), uma ergonomia interior mais adaptável às necessidades actuais, talvez até o nº de Pandur, até pudesse ser reduzido. Para não falar nas futuras VBL 4x4 que estão a pensar adquirir.

Poder-se-ia, não só poupar alguns €, como dinamizar um pouco, do ponto de vista económico e produtivo, uma industria que se calhar em parceria, até poderia trazer dividendos. Até vou mais longe, e ouso afirmar que poderíamos adoptar algumas destas versões, como forma de complemento, ao que acho bastante reduzido com as Pandur, especialmente, nas versões Anticarro (V700), de Comando e Controlo (V500) e na versão de Logística (V1000).

Vai na volta é só um desvaneio, mas o que acham de num futuro, relativamente próximo, através do que acima enunciei, tentarmos, dinamizar uma área, que por acaso até temos tradição; para além de dar emprego a algumas pessoas... bem sei que não seria uma Auto-Europa, mas talvez até rentável, não só no aspecto de poupança (reduzir o que vamos pagar, se bem que os contratos já estejam assinados) mas também rentabilizar e dinamizar um projecto nosso... ou pelo menos em parceria com outras empresas da área.

Gostaria de saber a vossa opinião!

Cumprimentos
NA PAZ E NA VIDA... QUE RESERVA TÃO CALMA E TRANQUILA... MAS SE OUVIRES O TROAR DA GUERRA... ENTÃO IMITA O TIGRE...
 

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AC

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« Responder #127 em: Julho 26, 2008, 03:55:27 am »
Parece-me que você está a começar a pensar pelo lado errado: pegar na Chaimite, fazer uns upgrades aparentemente simples e enfiar isso no exército. Pense ao contrário: que unidades iria equipar com a Chaimite evoluída, que funções teria e que melhorias teriam de ser feitas?

Além disso, a experiência de fabrico da Chaimite perdeu-se. A empresa já não existe, as ferramentas devem ter ido para a sucata e os trabalhadores para a reforma.
A única coisa que temos são os planos de um veículo de há 40 anos...
 

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sturzas

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« Responder #128 em: Julho 26, 2008, 04:24:16 am »
Mas existe uma outra no Barreiro (FABREQUIPA), onde até se montam viaturas Pandur, com trabalhadores que até tiveram formação, e onde até existe equipamento e tecnologia para tal.

O que defendo é que em vez de 240 Pandur por muitos milhões de euros, sejam menos unidades, em que aproveitando, algo que existe, mesmo com 40 anos e que posssa ser modificado (obviamente em parceria com alguém - instituição - com Know-how tecnológico) para criar, um veículo, 4x4, de média capacidade, que contemple as lacunas existentes entre as 4 e as 18 toneladas, que é o que possuímos. E que tenha melhor forma de ser vendido a um preço mais acessível a mercados como o da América do Sul ou África.

O objectivo primário, não era o consumo interno, mas sim, em parceria com essa(s) ditas empresas, dinamizar uma industria, que nos dias de hoje dá lucro (não se esqueça do complexo-militar industrial americano, em que 16% da população activa depende directamente da industria do armamento). Passariamos a criar, produzir e vender armas a queira comprar. Talvez até pudéssemos dinamizar a industria metálomecânica e, evitar pagar para fazer up-grade aos M113 da BMec, lá fora... era dinheiro que se poupava, dinheiro que se rentabilizava e dinheiro que não saía para fora. A moral de vender armas... deixem-se disso; durante a guerra irão-iraque vendíamos G-3 e munições a ambos os lados;

Mas, relativamente, ao aspecto, do consumo interno, penso que existem versões do Pandur em nº reduzido, que poderia ser complementadas com este tipo de viaturas; relembro que os américas utilizam o M1117 (?), reformulado a partir do V100; e no Iraque a fazer escolta a comboios de abastecimentos, por exemplo, em vez dos LAV-25; talvez faça falta um veículo de logística, mesmo com blindagem mais ligeira, mas que garanta capacidade, para o BAS da BInt; talvez o nº de Pandur ITAS (15) seja reduzido para três Regimentos (RI13, 14 e RC6); talvez unidades como o RL, em vez de Pandur tivesse as "V's"; talvez algumas delas até pudessem ser entregues aos Arquipélagos.

A questão não é a experiência perder-se... mas sim não se recuperar essa experiência perdida; acreditem enquanto não houver espírito empreendedor, continuaremos na mesma. Preferia só ter 160 Pandur e 80 "V-qualquer coisa nacional re-fabricada por nós" por um valor menor, com a mais valia de podermos rentabilizar com vendas para o exterior, um projecto da nossa co-autoria; não digo a recuperação na integra, mas sim a realização/construção de algo do género Chaimite. Meio termo.

Cumprimentos
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sturzas

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« Responder #129 em: Julho 26, 2008, 04:43:25 am »
Desculpe AC, mas só depois de ter colocado o post, é que reparei na pergunta que coloca no 1º parágrafo. As funções, estão descritas nas tipologias das viaturas atrás enunciadas; mais, ouso mesmo, que até a BRR poderia ter algumas dessas viaturas, repito, novas (em cerca de 80-85%), baseadas na V200.

As modificações, obviamente teriam que ser quase totais, ou seja, simplesmente aproveitávamos o desenho e adaptáva-se a estrutura base (cerca de 20%), do que já cá se fez, mesmo que há 40 anos atrás, e criava-se algo intermédio, que para além de colmatar uma falha, que acho existente entre VBL e Pandur, fosse mais atractivo para possíveis vendas ao exterior e assim justificar o empreendimento / investimento realizado. Com a falha existente entre VBL e Pandur contemplada, talvez se podesse reduzir o nº dos novos blindados ligeiros 4x4, que irão ser adquiridos.

Obviamento que os restantes 80% de alterações, passaria por sistemas mecânicos (motorizações, quem sabe até híbridas, pensando um pouco num futuro que se aproxima a passos largos), sistemas de blindagem compósitos, etc. Não disse que seria um projecto 100% nacional, mas sim realizado em parceria com alguém - fabricante.

Há uns tempos atrás referi aqui no fórum, a nova doutrina de aeromecanização que está em estudo dos EUA, desde 2003; eles conseguem pegar num M113 de 11 toneladas e colocá-lo com 8 tonelados, preparado para combate; motores híbridos, blindagem em material tipo kevlar, lagartas com rastos revestidos a borracha, etc. A minha ideia era fazer o mesmo com as nossas velhas Chaimites, com o objectivo de poupar, rentabilizar e aumentar.

É certo que seria um projecto ambicioso e audaz, mas acredito que não seria impossível e/ou inviável de ser realizado, aliado às possíveis vantagens que poderia trazer esse tipo de investimento.
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AC

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« Responder #130 em: Julho 26, 2008, 02:55:47 pm »
Perdoe-me a armadilha que lhe estendi mas era ai mesmo que queria chegar: o projecto que você está a imaginar não é um aproveitamento da Chaimite, é um desenvolvimento de um blindado 4x4 inteiramente novo e até avançado. E a única mais valia da indústria nacional é a experiência no fabrico/montagem das Pandur II 8x8.

No que diz respeito à utilização no Exército Português, isso vai depender da forma que o projecto assumir.
Se assumir uma forma semelhante à de um M1117 (que é maior e substancialmente mais pesado que uma Chaimite), seria preferível adquirir Pandur II 6x6: são pouco maiores, pouco mais caros e mais capazes.
 

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Pedro Monteiro

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« Responder #131 em: Julho 26, 2008, 08:10:34 pm »
Esse projecto teria, na realidade, pouca viabilidade.  :?

A Chaimite não foi, objectivamente, o melhor veículo blindado no seu tempo. Mas foi a primeira viatura blindada produzida em série em Portugal e isso tem um valor histórico inegável.
Com a sua vida a chegar ao fim, penso que é importante congregar apoios para que, por exemplo, algumas viaturas sejam preservadas, para garantir uma memória futura.
Da minha parte, gostaria de concluir nos próximos meses o projecto de pesquisa que iniciei no início de 2007 sobre a história da Chaimite. Felizmente, tenho encontrado abertura por parte das autoridades militares e terceiros para o projecto.

Cumprimentos,
Pedro Monteiro
 

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sturzas

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« Responder #132 em: Julho 27, 2008, 04:21:30 am »
Viva a todos
« Última modificação: Julho 27, 2008, 04:46:48 am por sturzas »
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« Responder #133 em: Julho 27, 2008, 04:45:05 am »
Viva a todos

AC, está perdoado pela armadilha por si colocada e por mim detonada :D

O que referi é que talvez seria mais rentável idealizar e criar um projecto de desenvolvimento de uma viatura 4x4, avançado e novo, tendo como base uma estrutura idêntica à Chaimite. A experiência no fabrico / montagem das Pandur II 8x8, talvez fosse um ponto extremamente positivo e a ter em consideração para um possível desenvolvimento de uma viatura que se adequasse às características acima indicadas, onde o empenho em algo de construção nacional, se sobrepusesse às aquisições a empresas estrangeiras. Se pudermos, fazer e dinamizar um projecto do ponto de vista, não só conjuntural mas também estrutural, é bem melhor, na minha modesta opinião, do que gastar em projectos estrangeiros.

Concordo com o Pedro Monteiro, no aspecto de o sucesso comercial de algo novo, esteja directamente relacionado com a sua eficiência e provação a nível de aplicação militar. Por outras palavras, a Chaimite, foi criada e pensada para utilização nacional, numa altura (década de 60) em que nenhum outro país nos fornecia equipamento com as mesmas características, para as necessidades que tínhamos (Guerra do Ultramar); mas conseguímos fazê-lo... o que coloco em questão, é se não será rentável e/ou viável um projecto nacional, com vista a uma futura exportação, e utilização nacional, de algo diferente, se bem que a concorrência seja muito feroz pela quantidade de opções que existem dentro dos parâmetros acima referidos.

O que defendo é uma dinamização de algo, feito em Portugal (mesmo com o apoio de empresas estrangeiras - facto que não pudemos refutar), em que se complemente, e rentabilize, o que foi contratualmente adquirido, com uma visão de fornecimento ao exterior e, utilização nacional, para complemento de alguns vectores na minha opinião insuficientes. Dinamização, criação, construção, rentabilização, e não dependência do que já existe. Prefiro investir, nem que seja por contra-partidas em algos feito cá, do que afirmar contratos, cujas contrapartidas tardamente (ou nunca chegam).

Acho, e reitero, que seria um projecto bastante ambicioso, atractivo e que até poderia trazer mais valias, no ponto de vista económico a um sector que está completamente esquecido (secundário = industria = produção).

Utilizando o  que foi feito, o que está a ser feito e o que se pode rentabilizar em aquisições futuras, penso que seria interessante. Por exemplo falava-se da Skylander em Évora, mas acabou por vir a EMBRAER. Preferia ouvir falar em algo, com as características da Chaimite feito em Portugal, do que um contrato com alemães, italianos, ou quem quer que seja, dos quais nunca veríamos contrapartidas; pelo menos dinamizávamos algo nosso. Esse algo defendo-o como sendo tipo a actual Chaimite.

Cumprimentos
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AC

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« Responder #134 em: Julho 27, 2008, 01:37:55 pm »
Em teoria, um projecto nacional é sempre bom.
Mas para passar da teoria à prática, é preciso que o projecto tenha vantagens sobre a concorrência.

Que tamanho, peso, blindagem e capacidade de transporte teria a Chaimite XXI?
E porque iriam forças armadas estrangeiras adquiri-las em vez de, por exemplo, um M1117?
 

 

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