Os 30 F16A/B MLU da FAP

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Charlie Jaguar

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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1575 em: Abril 28, 2019, 08:49:33 pm »
Pode ser que com a procura pelo MLU para a versão V, os preços comecem a baixar. Mesmo assim, não estou a ver como é que o preço do F-35 vá ser tão próximo do F-16V ao ponto de compensar esperar pelo primeiro ao invés de modernizar. E outra questão é em que padrão seriam os F-35. Não me parece aceitável vir algo equivalente àquilo que eram os Typhoon das primeiras tranches.

Mas é esperar para ver.

Uma célula nova de F-16V saída de Greenville custará entre os 90 e 110M€ cada, e face à intenção de querer reduzir o preço do F-35A em breve para os 80/90M€ unidade dá que pensar, como é óbvio. São dados da própria Lockheed Martin.

Saudações Aeronáuticas,
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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1576 em: Abril 29, 2019, 12:51:39 am »
Acho um absurdo. Mas parece-me mais estratégia de marketing para não pôr em causa as vendas do avião novo face aos F-16V. Mas se venderem o F-16V a este preço, então ficará praticamente ao preço de um Typhoon ou Rafale novos, certo? Assim sendo a própria Lockeed Martin está a queimar a sua própria carteira de vendas, digo eu.
 

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MATRA

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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1577 em: Abril 29, 2019, 11:10:02 am »
Acho um absurdo. Mas parece-me mais estratégia de marketing para não pôr em causa as vendas do avião novo face aos F-16V. Mas se venderem o F-16V a este preço, então ficará praticamente ao preço de um Typhoon ou Rafale novos, certo? Assim sendo a própria Lockeed Martin está a queimar a sua própria carteira de vendas, digo eu.

Neste momento penso que a LM, vê o F16V, como cavalo de batalha para países a quem eles não podem/querem vender o F35, vejam-se os casos mais gritantes, Taiwan/Marrocos/Países do Golf, o caso da Grécia é diferente dada a situação  com a Turquia. Mesmo assim, penso que a LM já lá quer colocar o F35.

Não tenho andado muito em cima das noticias, mas a LM anda a propor o V a alguma nação da NATO excepção da Grécia?
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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1578 em: Abril 29, 2019, 01:05:06 pm »
Não tenho andado muito em cima das noticias, mas a LM anda a propor o V a alguma nação da NATO excepção da Grécia?

Bulgária e muito provavelmente a Polónia.


Entretanto o Scramble avançou os prováveis números de série USAF dos F-16AM 15142, 43 e 44:

82-0952
http://www.f-16.net/aircraft-database/F-16/airframe-profile/1282/

82-1004
http://www.f-16.net/aircraft-database/F-16/airframe-profile/1334/

83-1114
http://www.f-16.net/aircraft-database/F-16/airframe-profile/1444/

Estas 3 células foram todas adquiridas em 1999 aquando do PA II para servirem de "vacas", ou fonte de sobressalentes, pelo que me parece estranho e algo duvidoso tratarem-se de facto destas 3. No entanto em breve já poderei comprovar se assim é ou se se tratam de outras células ex-AMARG.
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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1579 em: Abril 29, 2019, 02:51:41 pm »
Para mim a lógica da LM é porpor o V a preços semelhantes ao F35 para ver se vende este último. E se os problemas forem resolvidos e este se transformar num verdadeiro caça multifunções, quiçá ajuda os tugas...   ;) ;)



Cumprimentos
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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1580 em: Abril 29, 2019, 03:06:20 pm »
Para mim a lógica da LM é porpor o V a preços semelhantes ao F35 para ver se vende este último. E se os problemas forem resolvidos e este se transformar num verdadeiro caça multifunções, quiçá ajuda os tugas...   ;) ;)



Cumprimentos

Comprar um avião em que a taxa de prontidão anda nos 27%... era só poupar combustível!  (ou então com os contratos de manutenção que somos peritos em fazer...)

 :mrgreen: c56x1

The Lockheed Martin F-35 Lightning II’s performance is far lower than desired by the US Department of Defense (DoD), largely due to spare parts shortages, as well as difficulty managing and moving parts around the world.

Only 27% of F-35 fighters worldwide were full mission capable between May and November 2018, according to a study conducted by the Government Accountability Office (GAO). Some 52% of the stealth fighters were mission capable – able to perform at least one mission – over the same period.

The operational F-35 Lightning II fleet should reach an 80% mission capability rate by September 2020, Vice Admiral Mathias Winter, executive officer of the Joint Programme Office (JPO) said in prepared testimony before the US House Armed Services Tactical Air and Land Forces Subcommittee on 4 April. Reaching an 80% mission capability rate was mandated by former Defense Secretary James Mattis for key combat aircraft, including the F-35, Lockheed Martin F-22, Lockheed Martin F-16 and Boeing F/A-18.

Still, F-35 aircraft were unable to fly nearly 30% of the time during the study due to spare parts shortages, according to GAO. The DoD also had a repair backlog of about 4,300 parts.

“DoD is taking steps to fix these issues, such as improving the reliability of parts,” says GAO. “However, it has not fully determined actions needed to close the gap between warfighter requirements and the performance the F-35 supply chain can deliver.”

The F-35 fleet is also suffering from mismatched parts. The DoD purchases certain sets of F-35 parts years ahead of time to support aircraft on deployments, including on US Navy (USN) aircraft carriers and US Marine Corps (USMC) amphibious assault ships. But the parts do not fully match the military services' needs because F-35 aircraft have been modified over time, says the GAO.

“For example, 44% of purchased parts were incompatible with aircraft the Marine Corps took on a recent deployment,” says the GAO. “Without a process to modify the sets of parts for deployments, DoD may be unable to meet the services' operational needs.”

To make matters worse, the DoD has spent billions of dollars on F-35 spare parts, but does not have records for all the parts it has purchased, where they are, or how much they cost.

“For example, DOD is not maintaining a database with information on F-35 parts the US owns, and it lacks the necessary data to be able to do so,” says GAO. “Without a policy that clearly defines how it will keep track of purchased F-35 parts, DoD will continue to operate with a limited understanding of the F-35 spare parts it owns and how they are being managed. If left unaddressed, these accountability issues will impede DOD's ability to obtain sufficient readiness within affordability constraints.”

What’s more, the DoD’s re-supply network for moving F-35 parts around the world is immature, says the accountability agency.

“Overseas F-35 customers have experienced long wait times for parts needed to repair aircraft,” says GAO. “Without a detailed plan for the network, DoD may not be ready to support an expanding fleet.”

Lockheed Martin is the prime contractor responsible for managing the F-35 supply chain, depot maintenance, and pilot and maintainer training, as well as for providing engineering and technical support. Just a week ahead of GAO publishing its report, the company announced that it was trying to improve F-35 parts inventories and reduce sustainment costs by signing more long-term Performance Based Logistics (PBL) contracts.

Under PBL contracts, suppliers are awarded a flat fee to maintain a certain level of performance for a part or subsystem, rather than just supply one-off parts or repair services. The idea is that the supplier will take ownership of the subsystem, working to meet the agreed upon performance metric, while driving out inefficiencies, to keep money saved for itself as a profit.

The company believes PBL contracts will be an important tool for improving its sustainment system.

“Lockheed Martin is taking aggressive action to build supply chain capacity, reduce supply chain costs and improve part availability to help drive sustainment costs down while enhancing readiness,” says the airframer.

The GAO says it examined the F-35 sustainment system at the request of the DoD and in light of the importance that the US National Defense Strategy places on the stealth fighter. It notes that the F-35 is the DoD’s most costly weapon system, with sustainment costs estimated at more than $1 trillion over a 60-year life cycle.

Ultimately, GAO concludes promises to do better next time will likely again fall short.

“While DoD is taking various actions to improve F-35 spare parts availability so that aircraft can fly and perform their missions, it will likely continue to struggle to meet warfighter requirements—due to how it is planning for and allocating spare parts,” it says.



https://www.flightglobal.com/news/articles/f-35-full-mission-capability-rate-only-27-due-to-pa-457734/
« Última modificação: Abril 29, 2019, 03:07:20 pm por oi661114 »
 
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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1581 em: Abril 29, 2019, 03:18:55 pm »
Dai ter dito: E se os problemas forem resolvidos e este se transformar num verdadeiro caça multifunções  ;)

Saudações

P.S. Publicações de 2017 davam o F35 com o mínimo 54% e o F22 com 49% de disponibilidade.



https://www.airforcetimes.com/news/your-air-force/2018/03/05/fewer-planes-are-ready-to-fly-air-force-mission-capable-rates-decline-amid-pilot-crisis/
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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1582 em: Abril 29, 2019, 03:22:11 pm »
Dai ter dito: E se os problemas forem resolvidos e este se transformar num verdadeiro caça multifunções  ;)

Saudações

P.S. Publicações de 2017 davam o F35 com o mínimo 54% e o F22 com 49% de disponibilidade.



https://www.airforcetimes.com/news/your-air-force/2018/03/05/fewer-planes-are-ready-to-fly-air-force-mission-capable-rates-decline-amid-pilot-crisis/

Mas agora com a falta de sobressalentes, desceu para os 27%!

 ;)
 

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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1583 em: Abril 29, 2019, 03:29:08 pm »
Dai ter dito: E se os problemas forem resolvidos e este se transformar num verdadeiro caça multifunções  ;)

Saudações

P.S. Publicações de 2017 davam o F35 com o mínimo 54% e o F22 com 49% de disponibilidade.



https://www.airforcetimes.com/news/your-air-force/2018/03/05/fewer-planes-are-ready-to-fly-air-force-mission-capable-rates-decline-amid-pilot-crisis/

Mas agora com a falta de sobressalentes, desceu para os 27%!

 ;)
Normal. Já viste a quantidade de F35 que tens actualmente em comparação com 2017? E é bem possível que não fique por aqui...  :-P

Saudações
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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1584 em: Abril 29, 2019, 04:37:33 pm »
Acho que teria muito mais lógica na perspectiva de vendas, a LM fazer um preço mais baixo, a rondar os 80 milhões no máximo, para os F-16V. Para países com menores capacidades económicas, nunca comprarão F-35, independentemente do preço a que o F-16V esteja. Assim só perdem clientes para outras empresas.

Se o MLU fosse feito cá, para V claro, ficaria mais caro ou mais barato que feito na Noruega?
 

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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1585 em: Abril 29, 2019, 09:31:05 pm »
Não confundam o Flyaway cost com o valor final de compra. Nem a compra de uma aeronave com a compra de todo um pacote de suporte para essa aeronave.
 
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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1586 em: Abril 29, 2019, 09:42:27 pm »
Acho que teria muito mais lógica na perspectiva de vendas, a LM fazer um preço mais baixo, a rondar os 80 milhões no máximo, para os F-16V. Para países com menores capacidades económicas, nunca comprarão F-35, independentemente do preço a que o F-16V esteja. Assim só perdem clientes para outras empresas.

Se o MLU fosse feito cá, para V claro, ficaria mais caro ou mais barato que feito na Noruega?

Eu penso que, quando no início deste mês o Pentágono afirmou ao Congresso norte-americano que estava a considerar a venda do F-35 a Espanha, Polónia, Grécia e Roménia, podemos perfeitamente ler nas entrelinhas que o nosso país não entra para já nas contas. E como Portugal também não faz parte de nenhum dos consórcios actuais de caças europeus (Eurofighter, Rafale ou Gripen), estamos neste momento, por assim dizer, um pouco por conta própria.

Isso não é uma posição muito confortável, tendo em conta que nações vizinhas e aliadas vão modernizando as suas frotas de aviões de combate enquanto nós estamos estagnados. E antes que alguns se ponham a pensar as tretas do costume por causa de Marrocos, preocupam-me (muito) mais os Su-30MKA e futuros Su-35 argelinos do que qualquer outro cenário, por muito longínquo que um confronto com a Argélia possa ser.

O trunfo das Lajes tem de ser bem jogado, mas apesar disso continuaremos na mão dos norte-americanos e daquilo que nos quiserem vender seja ele o upgrade dos F-16 MLU, Viper novos ou F-35A em primeira ou segunda mãos. O Peace Atlantis I teve um custo total de 68 milhões de contos, cerca de 34M€ numa conversão simples, dos quais o nosso país pagou apenas 26 milhões de contos (13M€) devido ao acordo das Lajes. E foi mais caro, e mais demorado, porque recusámos a oferta inicial de aparelhos A/B Block 10 usados e equipados com o malfadado motor F100-PW-200, apesar de não terem sido C/D Block 50 que estavam a ser construídos lado a lado com os nossos Block 15 OCU na altura.

Resumindo e concluindo: se por um lado o preço de um Viper novo estará no mesmo patamar de um Lightning II, o que pesará em favor do caça de 5ª geração, o upgrade a uma vintena de células, por exemplo, não poderá ser excluído dado o custo proibitivo de ambas as opções que se encontram em cima da mesa. Estamos dependentes da vontade norte-americana que não tem em Portugal um "alvo" preferencial, e daí que a opção de explorar até ao limite os MLU até se decidir lá para 2024/25 quem os irá substituir me pareça a cada dia que passa como a mais credível.
« Última modificação: Abril 30, 2019, 11:24:20 am por Charlie Jaguar »
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« Responder #1587 em: Abril 30, 2019, 11:45:16 am »
Em relação ao FWIT 2019 que ontem se iniciou, se alguém tiver curiosidade sobre o mesmo e do que se trata aqui fica um link interessante.

http://www.prk-aviation.nl/FWIT2019.htm

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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1588 em: Abril 30, 2019, 01:11:38 pm »
De que se trata aquele "engenho" azul na asa esquerda do nosso F-16 (direita da foto)? Penso que seja a primeira vez que vejo os nossos F-16 equipados com algo do género.
 

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Charlie Jaguar

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Re: Os 30 F16A/B MLU da FAP
« Responder #1589 em: Abril 30, 2019, 01:19:34 pm »
De que se trata aquele "engenho" azul na asa esquerda do nosso F-16 (direita da foto)? Penso que seja a primeira vez que vejo os nossos F-16 equipados com algo do género.

É uma bomba inerte, ou seja, uma GBU-12 ou 49 de 500lbs cujo explosivo foi substituído neste caso por cimento, sob a asa de um F-16AM belga. Pode ser, e é, lançada, contudo não há explosão. É basicamente armamento de exercício para ser usado sem a necessidade de haver uma deflagração real. ;)

Pelo menos no que diz respeito ao armamento aeronáutico tudo o que tenha a cor - ou uma cinta em volta - azul é inerte e consequentemente de treino.
« Última modificação: Abril 30, 2019, 01:21:51 pm por Charlie Jaguar »
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