Votação

Escolha o melhor

Super Hornet
4 (2.8%)
F-35
62 (44%)
Rafale
22 (15.6%)
Gripen
36 (25.5%)
Eurofighter Typhoon
17 (12.1%)

Votos totais: 141

Substituiçao dos F-16's

  • 5814 Respostas
  • 1824327 Visualizações
*

P44

  • Investigador
  • *****
  • 22535
  • Recebeu: 8078 vez(es)
  • Enviou: 9185 vez(es)
  • +8204/-14270
Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5805 em: Hoje às 01:37:50 pm »
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

*

Sintra

  • Analista
  • ***
  • 627
  • Recebeu: 307 vez(es)
  • Enviou: 216 vez(es)
  • +57/-30
Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5806 em: Hoje às 02:55:54 pm »
Eu pessoalmente preferia 36/40 EF.
Uma esquadra de imediato com usados T2, e outra até 2032/5 com T5 novos.  Não acredito que existam T3A disponíveis por agora.
Nessa altura, migrar a primeira esquadra para T3A ou T4, usados novamente, até à chegada do G6.
No caso de atrasos no G6, migrar essa esquadra para a versão mais evoluída disponível.
Tudo isto na base de não virem F35's.
A questão do GRIPEN poderá por-se (para além das vertentes política/económica) como segundo caça com custos operacionais menores, desde logo por ser monomotor.
Ainda assim...

O plano mantem-se com a frota mista, mas se o Trump atacar militarmente a GRON, esqueçam o F-35...

Se a própria Dinamarca, já muito depois das ameaças de Trump em relação à Gronelândia. Reforçou a encomenda dos F-35, adquiriu uma quantidade significativa de mísseis Hellfire e na semana passada encomendou 3 P-8A.

Porquê que nós, mesmo assim, haveríamos de não adquirir o F-35? Essa coisa do "bom aluno" ou ser mais papista que o papa, é mais uma idiotíce à tuga. Algo que já é cultural.

Os EUA não vão invadir a ilha. E por absurdo, se invadissem. Os dinamarqueses que se forniquem. Toda a gente na Europa (UK, França, Holanda) podem ter colónias, inclusive os dinamarqueses, uma situada na América do Norte. Só nós é que não podemos.
E não podemos esquecer-nos que a Dinamarca também apoiou os grupos terroristas proxis de Moscovo contra os portugueses no Ultramar.
Apesar de jamais acontecer uma invasão da colónia dinamarquesa por parte dos EUA. Se houvesse, estariam só a provar do próprio veneno.

O melo, o tipo rural de espinho e o bêbado. São saloios o suficiente para fazer uma estupidez dessas só para mostrar serviço à Van der Loyen.

O que a Dinamarca está a fazer chama-se "suborno"...
Teriamos de ser completamente imbecis para não pausarmos a aquisição do substituto do F-16 (que vai ser o maior investimento nas Forças Armadas durante as próximas décadas) durante um ano ou dois para ver como é que param as modas nos Estados Unidos.
Quanto a "os Dinamarqueses que se forniquem"! Epá, a sério?
Vocês estão mesmo desejosos de ver a maior corrida a armas nucleares que o planeta já assistiu?!!

Haja noção, se agora uma potência militar pode ocupar territórios dos seus ALIADOS apenas porque "sim" então não só a NATO acabou como Portugal é um País minusculo! Era aparecer Petróleo nos Açores ou o Rei Espanhol achar piada ás Selvagens...
« Última modificação: Hoje às 03:10:15 pm por Sintra »
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: LM, Duarte, Charlie Jaguar, Clausewitz

*

Red Baron

  • Investigador
  • *****
  • 3219
  • Recebeu: 743 vez(es)
  • Enviou: 397 vez(es)
  • +201/-570
Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5807 em: Hoje às 03:28:52 pm »
Alguem aqui pode garantir que os F35 vão operar "normalmente" se o inimigo for os EUA?

Alguem pode garantir que um missel vai bloquear num alvo norte americano e cumprir o seu objetivo?

Devido ao IFF não devia ser possível. Mas ainda a pouco tempo tivemos um blue-on-blue na US Navy. Em que a tentar abater um drone abateram um F-18.
 

*

P44

  • Investigador
  • *****
  • 22535
  • Recebeu: 8078 vez(es)
  • Enviou: 9185 vez(es)
  • +8204/-14270
Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5808 em: Hoje às 03:47:35 pm »
O maior investimento não vão ser as fragatas?
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

*

Lampuka

  • Investigador
  • *****
  • 1919
  • Recebeu: 898 vez(es)
  • Enviou: 866 vez(es)
  • +458/-2191
Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5809 em: Hoje às 04:08:47 pm »
O mundo bipartido passou a estar tripartido e a Europa terá de se adaptar a essa realidade.
Foi o equilíbrio de forças existente durante a guerra fria, com o medo parte a parte sobre as consequências de um conflito entre ambas, que permitiu vivermos em paz relativa até hoje.
Nessa altura estávamos integrados numa das partes.
Hoje,  caminhámos a passos largos para o isolamento...
Há que entender isso e também que não só a hipotética força nos protegerá.
Saber lidar com todas as partes de forma conveniente sem por em causa os nossos interesses, soberania e valores será a solução, num compromisso complicado de gerir.
Assim, claramente, estamos em desvantagem e cada vez mais submissos.
Urgem respostas firmes e acertivas, não conversas de treta, que só enfraquecem mais a nossa posição.
Criem já uma espécie de SAFE para financiar o desenvolvimento urgente de um G6 e aumentar drasticamente a capacidade de produção dos caças europeus existentes.
Substituam de imediato as aquisições de F35's por modelos europeus.
Paguem o que for necessário para cancelar as encomendas existentes.
Vão atingir os EUA e a sua indústria de defesa de forma considerável.
Se não for suficiente,  chamem russos e chineses à conversa. Porque nós,  Europa,  somos os únicos que não falamos com eles, se é que me faço entender.
Trump, leia-se os americanos, não dialogam senão com os países que lhes são ameaça.  Aos outros impõem o que querem.
Falam a 3, nós ficamos de fora...
Num mundo tripartido aumentam as possibilidades de escolha, portanto só temos de encontrar o melhor parceiro a cada momento.
Interessante que é o nosso "aliado principal" o único a fazer assumidamente ameaças à soberania de países da UE ou NATO, os nossos verdadeiros aliados.
Nem Putin, ou seja, os russos, o fizeram, apesar da retórica entretanto instalada, pelo menos com argumentações ridículas como estas.
Mas isso não interessa nada, não se pode dizer, não é bem assim...
É só o Lampuka a ser anti-americano.
Tenho mais de 20 anos neste fórum e sempre afirmei o mesmo.
Não mudo a opinião por simpatias ou "gostos", por isso sempre andei desalinhado com a maioria neste assunto.
Se defendo que os EUA são inimigos? Nunca.
Apenas que sermos demasiado condescendentes poderia colocar-nos em posição vulnerável.
Está à vista.
João Pereira
 

*

Red Baron

  • Investigador
  • *****
  • 3219
  • Recebeu: 743 vez(es)
  • Enviou: 397 vez(es)
  • +201/-570
Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5810 em: Hoje às 04:14:11 pm »
Em novembro vai haver os midterms. Até lá não é necessário tomar nenhuma decisão sobre o F-35.
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: Pilotasso

*

Lampuka

  • Investigador
  • *****
  • 1919
  • Recebeu: 898 vez(es)
  • Enviou: 866 vez(es)
  • +458/-2191
Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5811 em: Hoje às 04:21:19 pm »
Em novembro vai haver os midterms. Até lá não é necessário tomar nenhuma decisão sobre o F-35.

Mas poderá ser necessário relativamente à substituição dos F16... 😉

Eles só têm de escolher estar "dentro" ou não.

Ou a decisão de Portugal tem de depender das vontades e calendários alheios ?

E se aparecer um SAFE 2 já este ano? Com 6MM novamente? Tudo novo e europeu?
Fazemos o quê,  na vossa opinião?
João Pereira
 

*

LM

  • Investigador
  • *****
  • 3900
  • Recebeu: 1966 vez(es)
  • Enviou: 4976 vez(es)
  • +2942/-220
Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5812 em: Hoje às 04:26:36 pm »
É decidir, já, 50% - ie 1 esquadrilha de EF (e qual a tranche, que MLU têm e o país de origem); Daqui 3 anos logo se vê o resto (que "midterms" não garante que a MAGA perde capacidade - até porque podem tentar "fuga para a frente").
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

*

Red Baron

  • Investigador
  • *****
  • 3219
  • Recebeu: 743 vez(es)
  • Enviou: 397 vez(es)
  • +201/-570
Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5813 em: Hoje às 04:32:04 pm »
Em novembro vai haver os midterms. Até lá não é necessário tomar nenhuma decisão sobre o F-35.

Mas poderá ser necessário relativamente à substituição dos F16... 😉

Eles só têm de escolher estar "dentro" ou não.

Ou a decisão de Portugal tem de depender das vontades e calendários alheios ?

E se aparecer um SAFE 2 já este ano? Com 6MM novamente? Tudo novo e europeu?
Fazemos o quê,  na vossa opinião?

Os lotes de F-35 fecharam no verão. Agora não se sabe quando vão abrir novos e em que condições.

O caminho a seguir é comprar um stopgap no mercado de 2ª mão.
 

*

Pilotasso

  • Membro
  • *
  • 290
  • Recebeu: 224 vez(es)
  • Enviou: 151 vez(es)
  • +59/-61
Re: Substituiçao dos F-16's Novo
« Responder #5814 em: Hoje às 06:10:08 pm »
Eu pessoalmente preferia 36/40 EF.
Uma esquadra de imediato com usados T2, e outra até 2032/5 com T5 novos.  Não acredito que existam T3A disponíveis por agora.
Nessa altura, migrar a primeira esquadra para T3A ou T4, usados novamente, até à chegada do G6.
No caso de atrasos no G6, migrar essa esquadra para a versão mais evoluída disponível.
Tudo isto na base de não virem F35's.
A questão do GRIPEN poderá por-se (para além das vertentes política/económica) como segundo caça com custos operacionais menores, desde logo por ser monomotor.
Ainda assim...

O plano mantem-se com a frota mista, mas se o Trump atacar militarmente a GRON, esqueçam o F-35...

Se a própria Dinamarca, já muito depois das ameaças de Trump em relação à Gronelândia. Reforçou a encomenda dos F-35, adquiriu uma quantidade significativa de mísseis Hellfire e na semana passada encomendou 3 P-8A.

Porquê que nós, mesmo assim, haveríamos de não adquirir o F-35? Essa coisa do "bom aluno" ou ser mais papista que o papa, é mais uma idiotíce à tuga. Algo que já é cultural.

Os EUA não vão invadir a ilha. E por absurdo, se invadissem. Os dinamarqueses que se forniquem. Toda a gente na Europa (UK, França, Holanda) podem ter colónias, inclusive os dinamarqueses, uma situada na América do Norte. Só nós é que não podemos.
E não podemos esquecer-nos que a Dinamarca também apoiou os grupos terroristas proxis de Moscovo contra os portugueses no Ultramar.
Apesar de jamais acontecer uma invasão da colónia dinamarquesa por parte dos EUA. Se houvesse, estariam só a provar do próprio veneno.

O melo, o tipo rural de espinho e o bêbado. São saloios o suficiente para fazer uma estupidez dessas só para mostrar serviço à Van der Loyen.

É isto mesmo.


Eu pessoalmente preferia 36/40 EF.
Uma esquadra de imediato com usados T2, e outra até 2032/5 com T5 novos.  Não acredito que existam T3A disponíveis por agora.
Nessa altura, migrar a primeira esquadra para T3A ou T4, usados novamente, até à chegada do G6.
No caso de atrasos no G6, migrar essa esquadra para a versão mais evoluída disponível.
Tudo isto na base de não virem F35's.
A questão do GRIPEN poderá por-se (para além das vertentes política/económica) como segundo caça com custos operacionais menores, desde logo por ser monomotor.
Ainda assim...

O plano mantem-se com a frota mista, mas se o Trump atacar militarmente a GRON, esqueçam o F-35...

Se a própria Dinamarca, já muito depois das ameaças de Trump em relação à Gronelândia. Reforçou a encomenda dos F-35, adquiriu uma quantidade significativa de mísseis Hellfire e na semana passada encomendou 3 P-8A.

Porquê que nós, mesmo assim, haveríamos de não adquirir o F-35? Essa coisa do "bom aluno" ou ser mais papista que o papa, é mais uma idiotíce à tuga. Algo que já é cultural.

Os EUA não vão invadir a ilha. E por absurdo, se invadissem. Os dinamarqueses que se forniquem. Toda a gente na Europa (UK, França, Holanda) podem ter colónias, inclusive os dinamarqueses, uma situada na América do Norte. Só nós é que não podemos.
E não podemos esquecer-nos que a Dinamarca também apoiou os grupos terroristas proxis de Moscovo contra os portugueses no Ultramar.
Apesar de jamais acontecer uma invasão da colónia dinamarquesa por parte dos EUA. Se houvesse, estariam só a provar do próprio veneno.

O melo, o tipo rural de espinho e o bêbado. São saloios o suficiente para fazer uma estupidez dessas só para mostrar serviço à Van der Loyen.

Primeiro, convém olhar para a cronologia. As decisões dinamarquesas de reforçar a frota de F-35 não foram tomadas após as ameaças recentes do Trump, nem muito menos depois da situação na Venezuela. Essas intenções foram anunciadas em julho e formalizadas politicamente em outubro.

Quanto aos P-8A, a aprovação norte-americana da venda ocorreu em dezembro, o que significa que o pedido dinamarquês já estava em curso há bastante tempo. O mesmo se aplica aos mísseis Hellfire. Estes processos são longos, planeados com muito tempo de antecedência, e não reações impulsivas a acontecimentos recentes. Não existe, portanto, uma comparação válida entre esses casos e o ainda está a ser discutido noutros países.

Relativamente à Gronelândia, o futuro dirá se os Estados Unidos vão ou não invadir a Ilha. No entanto, o simples facto de ameaças deste tipo serem feitas colocando em causa alianças e a estabilidade europeia é suficiente para gerar desconfiança e só por si abalar a aliança. Felizmente, os responsáveis políticos dinamarqueses levam as declarações muito a sério e, pelo que se observa, a maioria dos países europeus está a fazer o mesmo, com algumas exceções.
É precisamente por isso que considero essencial que a Europa reduza, de forma firme, a sua dependência estratégica dos Estados Unidos. Só assim será possível limitar a influência externa e reforçar a autonomia europeia em matéria de defesa e segurança e asua influência no mundo.

Sei que aqui no Forum haja quem queira um “brinquedo novo (F35)”, custe o que custar. Mas quando esse custo pode ter impactos directos na nossa independência é preciso agir com muito mais prudência.

Por fim, um ponto essencial que não deveria ser preciso dizer a Gronelândia não é uma colónia da Dinamarca. É um território autónomo do Reino da Dinamarca, tal como as Ilhas Faroé, com governo próprio, parlamento eleito e direito legal à autodeterminação. Compará-la ao colonialismo português dos séculos passados é simplesmente errado.

Hoje, ninguém “pode” ter colónias. O que existe são heranças históricas distintas, enquadradas por estatutos jurídicos específicos e, sobretudo, pela vontade expressa das populações locais. A França, por exemplo, realizou referendos em grande parte (se não mesmo todos) dos seus territórios há cerca de 20 anos; alguns optaram pela independência, como as Ilhas Comoros; outros escolheram permanecer, como Mayotte.

Portugal não foi “impedido” de nada tomou uma decisão política num determinado contexto histórico, tal como outros países europeus.
Transformar tudo isto numa narrativa de “uns podem e nós não” não esclarece nada, não reforça argumento nenhum e apenas substitui análise estratégica por ressentimento identitário. Mas quando o major ainda se agarra a ressentimentos coloniais de quem apoiou quem isso diz tudo. Desde 1965 a Dinamarca já teve 27 governos diferentes por isso deixe-se de ressentimentos históricos irrelevantes para o contexto actual.

Aqui eu tenho que colocar reservas. Mesmo que o plano de aquisição de aeronaves seja a longo prazo, por outro lado o cancelamento por motivo de força maior seria relativamente rápido. Neste caso uma hipotética ameaça nacional seria mais que motivo para cancelar de imediato qualquer aquisição do agressor. A Dinamarca não fez isto. Eles não são estúpidos para  colocar contratos de compra acima da segurança nacional. Logo a minha leitura é que a Dinamarca sabe o que está a fazer melhor que nós relativamente á seriedade da Ameaça do Homem laranja.

Mas os Dinamarqueses podiam dar um murro na mesa (à Rui Costa) e afirmar que desistiam dessas encomendas, e depois que fossem para tribunal

Basicamente era o que eu estou a dizer acima.


O mundo não são só F35's...

Mesmo após ter jato abatido pelo Paquistão, Índia deverá fazer mega encomenda de mais 100 caças Rafale https://share.google/Jenbny0PhP4deejnQ

A India nunca recebeu nenhuma proposta via FMS para o F-35 em nenhum dos seus concursos, isto apesar deo F-35 ter lá aparecido para participar em eventos aeronáuticos. O F-35 nunca foi concorrente portanto não perdeu para o Rafale se é que estava a insinuar isso.

Alguem aqui pode garantir que os F35 vão operar "normalmente" se o inimigo for os EUA?

Alguem pode garantir que um missel vai bloquear num alvo norte americano e cumprir o seu objetivo?

Porquê? achas que haveria melhor taxa de sucesso se fosse um gripen VS F-22 ou F-35?  :mrgreen:




percebo a mensagem subliminar  :mrgreen: mas para isso mais valia ir para EF com radar CAPTOR-E. Nenhum dos 2 é furtivo e pelo menos o Ultimo está equipado com um radar AESA de raiz para superioridade aerea.


Eu pessoalmente preferia 36/40 EF.
Uma esquadra de imediato com usados T2, e outra até 2032/5 com T5 novos.  Não acredito que existam T3A disponíveis por agora.
Nessa altura, migrar a primeira esquadra para T3A ou T4, usados novamente, até à chegada do G6.
No caso de atrasos no G6, migrar essa esquadra para a versão mais evoluída disponível.
Tudo isto na base de não virem F35's.
A questão do GRIPEN poderá por-se (para além das vertentes política/económica) como segundo caça com custos operacionais menores, desde logo por ser monomotor.
Ainda assim...

O plano mantem-se com a frota mista, mas se o Trump atacar militarmente a GRON, esqueçam o F-35...

Se a própria Dinamarca, já muito depois das ameaças de Trump em relação à Gronelândia. Reforçou a encomenda dos F-35, adquiriu uma quantidade significativa de mísseis Hellfire e na semana passada encomendou 3 P-8A.

Porquê que nós, mesmo assim, haveríamos de não adquirir o F-35? Essa coisa do "bom aluno" ou ser mais papista que o papa, é mais uma idiotíce à tuga. Algo que já é cultural.

Os EUA não vão invadir a ilha. E por absurdo, se invadissem. Os dinamarqueses que se forniquem. Toda a gente na Europa (UK, França, Holanda) podem ter colónias, inclusive os dinamarqueses, uma situada na América do Norte. Só nós é que não podemos.
E não podemos esquecer-nos que a Dinamarca também apoiou os grupos terroristas proxis de Moscovo contra os portugueses no Ultramar.
Apesar de jamais acontecer uma invasão da colónia dinamarquesa por parte dos EUA. Se houvesse, estariam só a provar do próprio veneno.

O melo, o tipo rural de espinho e o bêbado. São saloios o suficiente para fazer uma estupidez dessas só para mostrar serviço à Van der Loyen.

O que a Dinamarca está a fazer chama-se "suborno"...
Teriamos de ser completamente imbecis para não pausarmos a aquisição do substituto do F-16 (que vai ser o maior investimento nas Forças Armadas durante as próximas décadas) durante um ano ou dois para ver como é que param as modas nos Estados Unidos.
Quanto a "os Dinamarqueses que se forniquem"! Epá, a sério?
Vocês estão mesmo desejosos de ver a maior corrida a armas nucleares que o planeta já assistiu?!!

Haja noção, se agora uma potência militar pode ocupar territórios dos seus ALIADOS apenas porque "sim" então não só a NATO acabou como Portugal é um País minusculo! Era aparecer Petróleo nos Açores ou o Rei Espanhol achar piada ás Selvagens...

Suborno?  ::) Dinamarca não é Portugal.  :mrgreen: Pela natureza da compra que é , a compra de material militar é de longo prazo e nunca se faz ao sabor da politiquice do dia, muito menos para apaziguar algum louco (que hsitoricamente nunca resulta e eles sabem isso melhor que nós). Por outro lado cancelar dá sempre desde que haja uma força maior justificavel. Uma invasão acho que se enquadraria... ::) mas não aconteceu.

Acho que a malta está a falar com o coração mais que a razão.
« Última modificação: Hoje às 06:16:22 pm por Pilotasso »