Acho que podes ter as duas forças dentro de uma só estrutura e depois com dois tipos de divisões ou subunidades: uma civil e outra mais militarizada.
Ainda assim, ambas dentro da mesma "casa". Faz sentido ter a PSP nas cidades e depois a GNR dita militar fora das cidades?
O que a GNR de Évora (por exemplo) tem de militar? Quantos elementos da GNR têm treino militar e podem intervir num cenário de guerra?
A GRP (Guarda Real da Polícia), posteriormente GNR, foi fundada para ser uma espécie de corpo de elite da Policia para defesa de Lisboa (e mais tarde do Porto) na altura da Monarquia. Foi, a titulo de curiosidade, a ultima força a render-se na queda da monarquia em Portugal.
Só vejo benefícios da junção das duas forças. Até em questões tão simples como diminuição de custos de fardamento e outro equipamento. Já para não falar na diminuição de custos em chefias redundantes que existem.
Num país com poucos recursos como o nosso, deveria existir uma filosofia Lean e não uma duplicação de meios, tarefas e missões como acontece nestes casos