CPLP

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Daniel

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Re: CPLP
« Responder #240 em: Março 25, 2018, 10:40:59 am »
Portugal é sinónimo de saudade nas roças da Guiné Equatorial
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/portugal-e-sinonimo-de-saudade-nas-rocas-da-guine-equatorial

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Sanpaca é uma zona na periferia de Malabo, capital da Guiné Equatorial, com meia-dúzia de edifícios à beira da estrada principal que são apenas a porta de entrada para centenas de casas decrépitas escondidas por detrás do verde.Cada caminho, asfaltado ou de terra batida, conduz o visitante a roças abandonadas, com casas de zinco e algumas habitações de cimento, quase todas com forte ligação a Portugal. “Aqui, o que há de cimento, foi feito pelos brancos”, diz Julia Bopo, em Baloeri, um pequeno lugar perto de Sanpaca, recordando com saudade o tempo em que os “portugueses brancos mandavam”.

Hoje com 83 anos — “acho eu, não tenho a certeza” – Júlia lembra-se bem do momento em que os brancos saíram, na década de 1970.

“Foram dias tristes porque eles eram nossos amigos. Os brancos davam-nos dinheiro, tínhamos que trabalhar, mas eles eram justos”, recorda a anciã, mãe de oito filhos e viúva de três maridos, estes últimos mortos no tempo da ditadura de Francisco Macías, que governou entre 1968 e 1970.

Filha de trabalhadores rurais, Júlia conhece o campo como ninguém. “Hoje, já não há quintas, só selva. Tudo é selva”, diz, triste com o estado de degradação das zonas rurais do país.

A poucos metros da antiga roça António Dias, gerida por portugueses que trabalhavam o campo durante o domínio espanhol, Júlia diz que os feitores que vieram de Portugal “sabiam muito de agricultura”.

Durante parte do século XX, o tecido agroindustrial do país foi gerido por portugueses que aplicaram na Guiné espanhola o modelo de São Tomé e Príncipe.

“Os portugueses ensinaram a transformar o cacau e eram amigos”, diz Júlia, que desfia os nomes de que se lembra, quase como uma ladainha: “António Dias, José Marques, José Enguia, Luís Mata de Roda, Faustino Gonçalves”.

“Aqui há tudo”

Hoje, o país vive do petróleo e roças como a de Baloeri não são mais do que aldeias de sobreviventes que vivem da selva tropical e de empregos na cidade.

“Aqui há tudo”, diz Raquel, chefe da aldeia, apontando para a zona em redor. Sentada num pequeno banco do posto de saúde, explica que todos os habitantes da aldeia têm “um papel a desempenhar”.

Filha do antigo líder da comunidade, Raquel é a interlocutora dos moradores e o poder central, “a cidade” como designa Malabo como se a capital distasse mais de meros dez quilómetros.

Desde banana-pão a manga, passando por um sem número de frutos tropicais, Raquel enumera os recursos da floresta que as pessoas extraem como sempre extraíram. “Aqui há muita gente, que vive de modo simples. Apanha-se o cacau, o café e a fruta. Há sempre fruta, porque aqui há de tudo. E é possível sobreviver sem despesas, ao contrário de quem vive na cidade”.

A poucos quilómetros de Baloeri, é possível pescar ou caçar e, quando é necessário, “troca-se o que a terra dá por óleo ou medicamentos”. A Raquel cabe-lhe a responsabilidade de cuidar de um posto de saúde, financiado pela cooperação espanhola, onde se vê uma estante de medicamentos com mais caixas vazias e algodão que outra coisa.

Mas Raquel assegura que tem o que precisa. “Quando não há remédios, temos aquilo que a terra nos dá. Sabemos cuidar-nos”, diz, ao lado de uma menina com pouco mais de três anos, com os pés sujos de andar descalça e de chupeta na mão.

Baloeri, com pouco mais de 200 habitantes, é rodeada de selva que, todos os dias, tenta avançar mais uns centímetros. “Se não limparmos aqui à volta, as raízes entram-nos pelas casas”, diz Sopale Bopo, que trabalha na cidade para uma distribuidora de bebidas, mas que não se deixa conquistar pela vida urbana.

“Quero fazer aqui a minha casa. Agora estou numa de aluguer, mas já tenho terreno e venho para aqui”, diz Sopale, um membro da etnia bubi orgulhoso das raízes ancestrais da família. Na ilha de Bioko, os bubis eram os equato-guineenses que lidavam de perto com os colonizadores, ao contrário dos fang, maioritários no continente e a etnia da qual faz parte o clã que domina a política no país, desde a independência.

Os bubi hoje sentem-se discriminados, afastados das estruturas de poder. A ditadura de Francisco Macías, dos primeiros dez anos de independência, seguida do seu sobrinho, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, trouxe milhares de fang, a etnia dominante, do continente para ocuparem lugares de relevo na administração pública.

Embora esteja satisfeita com a independência, Raquel não esquece o período em que a economia da ilha e das roças eram a alma do país, muito antes de o petróleo ter transformado a Guiné Equatorial no terceiro maior produtor de África.

“Perdemos tudo, tudo o que tínhamos. Para quê? Para nada”

“O tempo colonial era bom porque as coisas funcionavam e se cultivavam as roças”, diz. Só desta roça “saíam 250 caixas de cacau todos os anos”. Em várias roças, são visíveis engenhos de transformação de cacau e de café, mas todos abandonados e sem uso.

Quando Malabo era Santa Isabel e Bioko Fernão Pó, os tempos eram outros. Os equato-guineenses usam hoje os nomes coloniais para descrever a época de então, como se dizerem as palavras os levasse para esse tempo.

Depois, após a independência, nos dez anos de ditadura daquele que ficou conhecido como o “Pol Pot de África”, Júlia perdeu três maridos e quatro filhos. “Foi tudo muito brutal. Não havia nada para comer e ele (Macías) fez coisas diabólicas. Tive dois irmãos que se mataram até à morte”, apenas “como um jogo para ele”.

Hoje, olha para a quinta abandonada onde vive e para as casas feitas de chapas de zinco e adobe e sente-se desanimada. “Perdemos tudo, tudo o que tínhamos. Para quê? Para nada”, diz, sentada num sofá vermelho velho, junto à porta do quarto onde nasceu e onde quer morrer.

“Vou ficar aqui”, diz, ao lado de uma imagem de Jesus Cristo presa na parede da casa. “O papá que está acima virá aqui e vai abrir a porta para me libertar”, diz, sorrindo.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Lusitano89

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Re: CPLP
« Responder #241 em: Julho 13, 2018, 08:15:39 pm »
CPLP atrai interesse de Reino Unido e França


 

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Re: CPLP
« Responder #242 em: Julho 18, 2018, 07:36:16 pm »
Angola assume a presidência da CPLP em 2020


 

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Re: CPLP
« Responder #243 em: Abril 20, 2019, 07:33:59 pm »
Empresários querem manutenção da Guiné Equatorial na CPLP


O presidente da Confederação Empresarial da CPLP defendeu hoje que a Guiné Equatorial não deve ser afastada da organização e estão preocupados com posições públicas de governantes sobre aquele país-membro.

“Tivemos uma reunião da comissão executiva da confederação nesta segunda-feira e falamos sobre este assunto e, mesmo alguns elementos representantes de Portugal, mostraram-se muito preocupados por afirmações vindas de governantes de Portugal” relativamente à Guiné Equatorial, afirmou Salimo Abdula, em entrevista à Lusa em Lisboa.

O empresário moçambicano recentemente reeleito para um segundo mandato à frente da Confederação Empresarial da Comunidades dos Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP), defendeu ainda que “a Guiné Equatorial está a precisar de se abrir à comunidade” e reforçar a sua “convivência com a Europa, com a Ásia, e outros países com mais experiência no plano democrático”.

Por isso, “fechá-los [num isolamento diplomático] só estamos a condená-los ao pior”, afirmou.

Na opinião de Salimo Abdula, os membros da CPLP devem ajudar os responsáveis da Guiné Equatorial “a dirimir as pequenas diferenças que possam existir, mas não [devem] abandoná-los”.

O empresário moçambicano e presidente da CE-CPLP referia-se assim às declarações feitas esta semana por governantes de vários países da CPLP relativamente à permanência da Guiné Equatorial como estado-membro da comunidade, um país que vive sob um regime ditatorial e onde ainda existe a pena de morte.

O primeiro-ministro português, António Costa, disse no passado fim de semana que se a Guiné Equatorial quer permanecer na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) “tem que se rever” num “quadro comum” que não inclui a pena de morte.

“Somos uma comunidade que assenta nos valores da liberdade, da democracia, de respeito dos direitos humanos e da dignidade de pessoa humana, que é absolutamente incompatível com a existência da pena de morte em qualquer dos países membros”, afirmou António Costa.

O primeiro-ministro falava aos jornalistas juntamente com o primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, no final da V Cimeira Portugal-Cabo Verde, que decorreu em Lisboa.

António Costa indicou que a declaração final da cimeira “refere expressamente” que a “CPLP é um espaço democrático, respeitador do Estado de direito e sem pena de morte”.

Já na segunda-feira, dia 15, o chefe da diplomacia angolana defendeu ser necessária “alguma pressão” sobre a Guiné Equatorial, referindo que a identidade da CPLP tem princípios inegociáveis e que a abolição da pena de morte é um deles”.

Em declarações à agência Lusa em Luanda, o ministro dos Relações Exteriores de Angola, Manuel Augusto, reafirmou a posição o fim da pena de morte é um dos “princípios inegociáveis” da organização.

“É do interesse da Guiné Equatorial fazer parte da CPLP. É interesse dos países da CPLP ter a Guiné Equatorial no seu seio. Agora, é preciso também aqui a vontade da maioria, mas sobretudo que os princípios básicos da organização sejam respeitados”, respondeu Manuel Augusto.

A Guiné Equatorial foi aceite no seio da CPLP com a promessa de vir a conformar-se com os estatutos da CPLP.

“Nós empresários, não nos vamos meter nas politiquices” considerou o presidente da CE CPLP, lembrando, porém que a Guiné Equatorial foi admitida por uma decisão política.

Por isso, “não fomos nós que admitimos, mas ficamos galvanizados, porque há oportunidades para empresários da lusofonia lá”, afirmou.


:arrow: https://24.sapo.pt/economia/artigos/empresarios-querem-manutencao-da-guine-equatorial-na-cplp
« Última modificação: Abril 20, 2019, 07:44:56 pm por Lusitano89 »
 

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Re: CPLP
« Responder #244 em: Abril 22, 2019, 06:05:29 pm »
CPLP avança com mecanismos de resposta coordenada a catástrofes


 

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Re: CPLP
« Responder #245 em: Maio 23, 2019, 01:48:12 pm »
Prémio Camões para Chico Buarque



 

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zocuni

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Re: CPLP
« Responder #246 em: Outubro 29, 2019, 10:39:23 am »
CPLP dá luz verde aos Estados Unidos para concluir pedido para ser observador
28.10.2019 às 20h04
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https://expresso.pt/politica/2019-10-28-CPLP-da-luz-verde-aos-Estados-Unidos-para-concluir-pedido-para-ser-observador
Depois terá de haver a aprovação pelos Estados-membros, e a decisão final na próxima cimeira de chefes de Estado e de governo que decorrerá no próximo verão, em Luanda
Lusa
LUSA
Oembaixador de Cabo Verde em Lisboa, que representa a presidência rotativa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), disse que os estados-membros autorizaram esta segunda-feira que os EUA avance com o processo para se tornar num país observador da organização.

Reunidos esta segunda-feira em Comité de Concertação Permanente da CPLP, os embaixadores dos nove estados-membros da organização declararam a sua "não objeção relativamente à manifestação de interesse dos Estados Unidos de se tornar observador associado", afirmou o diplomata de Cabo Verde, país que tem a presidência temporária daquela entidade, Eurico Monteiro, em declarações à Lusa, no final da reunião.

Isto representa uma luz verde aos EUA para avançar com a formalização do processo que tem de seguir até atingir o estatuto de observador associado.

"O que ficou deste CCP foi a não objeção ao pedido dos Estados Unidos, de modo a que possa avançar para as fases seguintes do processo", adiantou o diplomata cabo-verdiano.

As fases posteriores "são a formalização do pedido e o cumprimento das exigências de documentais" que a CPLP requer para a entrada de um país para a lista de observadores associados.

Depois terá de haver uma outra luz verde, aprovação pelos Estados-membros, e a decisão final na próxima cimeira de chefes de Estado e de governo que decorrerá no próximo verão, em Luanda, capital de Angola.

Em meados do mês de setembro, os Estados Unidos da América deram o primeiro passo para se tornar observador associados da organização dirigindo à Comunidades dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) um pedido por escrito nesse sentido, revelou, na altura, à Lusa o embaixador de Cabo Verde em Portugal.

"Acabamos de receber, de facto, um pedido dos Estados Unidos [da América] no sentido de ser observador da CPLP", afirmou, na altura, à Lusa o embaixador de Cabo Verde.

Eurico Monteiro, adiantou, na altura que os Estados-membros iriam "analisar com muita atenção" o pedido.

O diplomata cabo-verdiano em Portugal considerou ainda que um país com "a dimensão dos EUA sempre ajuda a dar maior visibilidade à CPLP, maior prestígio e será sempre um parceiro" com o qual a organização poderá contar, "seguramente, nas diversas iniciativas e no reforço da cooperação com os Estados-membros", bem como na "mobilização das energias".

O estatuto de observador foi criado na segunda cimeira da organização, na cidade da Praia, em julho de 1998, como resposta ao desejo da CPLP de alargar as colaborações extra comunitárias.

Em 2005, no Conselho de Ministros da CPLP reunido em Luanda, foram estabelecidas as categorias de observador associado e de observador consultivo.

Os Estados que pretendam adquirir o estatuto de observador associado terão de partilhar os respetivos princípios orientadores, designadamente no que se refere à promoção das práticas democráticas, à boa governação e ao respeito dos direitos humanos, e prosseguir através dos seus programas de governo objetivos idênticos aos da CPLP, mesmo que, à partida, não reúnam as condições necessárias para serem membros de pleno direito daquela organização, segundo o 'site' oficial daquela comunidade.

Quanto às candidaturas, deverão ser "devidamente fundamentadas de modo a demonstrar um interesse real pelos princípios e objetivos da CPLP", refere a organização, e serão apresentadas ao secretariado executivo que, após apreciação pelo comité de concertação permanente (composto pelos embaixadores dos nove Estados-membros), as encaminhará para o conselho de ministros, o qual recomendará a decisão final a ser tomada pela cimeira de chefes de Estado e de Governo.

Os observadores associados podem participar, sem direito a voto, nas cimeiras e no conselho de ministros, sendo-lhes facultado o acesso à correspondente documentação não confidencial, podendo ainda apresentar comunicações desde que devidamente autorizados para o efeito. Além disso, podem ser convidados para reuniões de carácter técnico.

Porém, qualquer Estado-membro da CPLP poderá, caso o julgue oportuno, solicitar que uma reunião tenha lugar sem a participação de observadores.

Atualmente, a CPLP conta com 18 países observadores associado e uma organização que OEI -- Organização de Estados Ibero-Americanos.

Integram a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tome e Príncipe e Timor-Leste.


zocuni
 

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Re: CPLP
« Responder #247 em: Novembro 04, 2019, 09:03:09 pm »
A CPLP anda a ficar uma casa de p....  entra quem quer :(   
O que é isso países observadores ?  Ja existe uma assembleia geral na ONU ;  a CPLP não lhe devia fazer concorrência :)
A entrada devia ser reservada aos países lusófonos ou com ligações a Portugal.
« Última modificação: Novembro 05, 2019, 06:26:44 am por legionario »
A pior das ditaduras é a que se disfarça de democracia
 

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Re: CPLP
« Responder #248 em: Novembro 05, 2019, 03:00:11 pm »
A CPLP anda a ficar uma casa de p....  entra quem quer :(   
O que é isso países observadores ?  Ja existe uma assembleia geral na ONU ;  a CPLP não lhe devia fazer concorrência :)
A entrada devia ser reservada aos países lusófonos ou com ligações a Portugal.

Entendo o que dizes e nem discordo.Membro associado não é país membro isso é mais protocolar e a nível de relações externas e até a uma maior divulgação do órgão que outra coisa.Segundo os estatutos onde é tudo perfeito e maravilhoso ,prosaico até na verdade não passa de uma coisa cheia de nada.Agora concordo que existem países que não lembra a ninguém ter esse estatuto mas confesso não fazer ideia para ser sincero.Isto no fundo são 9 países somente a Guiné Equatorial é algo discutível no minimo mas é o que é.De uma coisa eu sei apesar de ser uma organização muito recente podes ter a certeza que desperta curiosidade dos não lusófonos,há países muito interessantes sobretudo em potencial.

file:///C:/Users/Cezar/Downloads/1_REGOAact.pdf
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Re: CPLP
« Responder #249 em: Novembro 14, 2019, 02:18:02 pm »
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Re: CPLP
« Responder #250 em: Fevereiro 11, 2020, 10:27:11 am »
São-tomense Brito Fernandes assume direção-geral da CPLP


 

 

Adesão da Guiné Equatorial à CPLP decidida em Julho

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