Armada Russa

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JLRC

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« Responder #150 em: Agosto 06, 2009, 11:38:46 pm »
Citação de: "SSK"
Citação de: "Instrutor"
Isto do gato e do rato ja vem desde o fim da 2ª GM, cada um vigia o outro, e digo mais, mete-me pena para o estado que caminha a marinha e de uma forma forma em geral as forças armadas russas, tirando e mesmo assim deixam muito a desejar a nivel de segurança as forças estratégicas nucleares russas tudo o resto CC, navios, submarinos e avioes caminham para o descalabro. Tenho pena sinceramente.

Não sei se fui p único mas não consegui perceber nada do que escreveu. Podia esclarecer, se fizer favor?
Muito obrigado


Eu também não percebi :shock:
 

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« Responder #151 em: Agosto 07, 2009, 12:03:33 am »
Falo do poderio militar russo que ja nao é o que era a cerca de 20 anos.... hoje o que lhe vale são as armas nucleares para ser considerada ainda uma superpotencia porque em termos de capacidade ja nao é o que era
"Aqui na Lusitanea existe um povo que não se governa nem se deixa governar" voz corrente entre os Romanos do Séc. I a.C
 

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FoxTroop

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« Responder #152 em: Agosto 07, 2009, 11:38:16 am »
Neste caso poderemos afirmar o mesmo em relação ao USA. A capacidade de projecção de forças e a multiplicidade de teatros onde podem operar simultaneamente é claramente inferior se compararmos à 20 anos.

Tirando as armas estratégicas penso que não se pode considerar no planeta nenhuma superpotencia porque para ser definida como tal, além do armamento estratégico, têm de reunir as componentes economicas e de projecção, tanto de "hard-power" como de "soft-power"
 

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« Responder #153 em: Agosto 07, 2009, 11:47:14 am »
À 500 anos atras também eramos uma super potencia.... isto é um cíclo.... olhemos futuramente atentamente para a China e India.... esses sim vão ser os proximos a dar cartas.
"Aqui na Lusitanea existe um povo que não se governa nem se deixa governar" voz corrente entre os Romanos do Séc. I a.C
 

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FoxTroop

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« Responder #154 em: Agosto 07, 2009, 11:57:33 am »
Não acredito que a China e a Índia venham a tornar-se superpotências da forma como conhecemos os USA ou a URSS.

Para isso acontecer teríamos de ter em conta algo que não é realizável que é o crescimento continuo sem tecto de um economia. O crescimento desses países deve-se acima de tudo ao facto de no "hemisfério ocidental" adquirirmos os seus bens geralmente produzidos por fabricas deslocadas para lá. O crescimento deles depende do que "nós" aqui deste lado estivermos dispostos a permitir.

Estão agarrados a nós, tal como dois bêbados encostados um ao outro. Se um cair o outro virá atrás, isto apesar do enorme mercado interno de que esses países dispõem.
 

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« Responder #155 em: Agosto 07, 2009, 12:02:10 pm »
Citação de: "FoxTroop"
Não acredito que a China e a Índia venham a tornar-se superpotências da forma como conhecemos os USA ou a URSS.

Para isso acontecer teríamos de ter em conta algo que não é realizável que é o crescimento continuo sem tecto de um economia. O crescimento desses países deve-se acima de tudo ao facto de no "hemisfério ocidental" adquirirmos os seus bens geralmente produzidos por fabricas deslocadas para lá. O crescimento deles depende do que "nós" aqui deste lado estivermos dispostos a permitir.

Estão agarrados a nós, tal como dois bêbados encostados um ao outro. Se um cair o outro virá atrás, isto apesar do enorme mercado interno de que esses países dispõem.
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 :lol:  :lol:  :lol:
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« Responder #156 em: Agosto 13, 2009, 12:09:05 am »
Citar
Rússia envia submarinos à procura do navio desaparecido

A Rússia enviou dois submarinos nucleares para procurarem o navio desaparecido, que alegadamente terá sido visto pela última vez em águas territoriais portuguesas, noticia o El País. As autoridades britânicas suspeitam que piratas podem estar por detrás do desaparecimento do «Artic Sea», que transportava um milhão de euros em madeira.

Entretanto, a Autoridade Marítima de Malta admitiu que o cargueiro pode estar no Atlântico, em alto mar. Segundo um comunicado daquela Autoridade, o cargueiro do armador finlandês Sol Chart «poderá ter-se dirigido para alto mar, evitando o Estreito de Gibraltar».

Navio russo pode ter sido atacado por piratas

A última vez que houve contacto radiofónico com a tripulação foi a 31 de Julho, antes de o navio desaparecer sem deixar rasto. As autoridades nacionais já desmentiam que o «Artic Sea» tenha sido avistado em águas territoriais portuguesas.

O presidente russo, Dmitri Medvedev, ordenou ao ministro da defesa, Anatoli Serdiukov, para tomar «todas as medidas necessárias para localizar» o navio desaparecido. Os russos enviaram também pelo menos cinco navios que se encontravam no Atlântico e estão a utilizar satélites na busca do cargueiro.

A bordo da embarcação seguiam 15 russos. O «Artic Sea» transportava 6700 metros cúbicos de madeira serrada, a 29 de Julho, quando passava pelo estreito de Dover. Aparentemente a embarcação seguia para o porto de Bejaia, na Argélia, onde devia ter chegado a 4 de Agosto.

Segundo a AFP, o ataque terá sido perpetrado no canal da mancha, depois de ter partido da Finlândia em direcção à Argélia. Foi a própria Guarda Costeira e Marítima do Reino Unido a admitir essa possibilidade.

A Interpol já lidera a investigação e está a tentar encontrar o navio ao serviço da companhia Solchart. Os últimos dados de GPS detectaram-no, a 29 de Julho, junto à costa de Brest, em França.


fonte: http://www.tvi24.iol.pt/internacional/n ... -4073.html
 

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« Responder #157 em: Agosto 13, 2009, 08:27:39 am »
Rússia: Piloto de avião português foi o último a ver o navio Arctic Sea - imprensa
13 de Agosto de 2009, 06:45

Moscovo, 13 Ago (Lusa) -- O jornal Rossiskaia Gazeta, órgão oficial do Governo russo, escreve hoje que "o piloto de um avião português ter sido o último a ver, em 02 de Agosto, o Arctic Sea", navio de carga maltês com tripulação russa.

Não obstante a Armada Portuuesa ter informado que o cargueiro "não cruzou águas de jurisdição nacional", a imprensa russa insiste em que o navio desapareceu perto de Portugal.

"No dia 24 de Julho, o navio foi assaltado no Mar Báltico, nas costas da Suécia. Os criminosos, que se fizeram passar por polícias, amarraram os membros da tripulação, depois do que fizeram uma revista do cargueiro durante 12 horas, comunicando entre si num inglês macarrónico", avança o diário.


http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/10002344.html
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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« Responder #158 em: Agosto 13, 2009, 10:20:04 am »
Citação de: "P44"
Rússia: Piloto de avião português foi o último a ver o navio Arctic Sea - imprensa
13 de Agosto de 2009, 06:45

Moscovo, 13 Ago (Lusa) -- O jornal Rossiskaia Gazeta, órgão oficial do Governo russo, escreve hoje que "o piloto de um avião português ter sido o último a ver, em 02 de Agosto, o Arctic Sea", navio de carga maltês com tripulação russa.

Não obstante a Armada Portuuesa ter informado que o cargueiro "não cruzou águas de jurisdição nacional", a imprensa russa insiste em que o navio desapareceu perto de Portugal.

"No dia 24 de Julho, o navio foi assaltado no Mar Báltico, nas costas da Suécia. Os criminosos, que se fizeram passar por polícias, amarraram os membros da tripulação, depois do que fizeram uma revista do cargueiro durante 12 horas, comunicando entre si num inglês macarrónico", avança o diário.


http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/10002344.html


aonde é que os jornais vao buscar estas noticias se relamente os unicos que sabem da verdade sao as tripulaçoes.
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Crypter

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« Responder #159 em: Agosto 13, 2009, 05:46:01 pm »
Citação de: "Instrutor"

aonde é que os jornais vao buscar estas noticias se relamente os unicos que sabem da verdade sao as tripulaçoes.

É a TVI do sitio..
 

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SANTACRUZ

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« Responder #160 em: Agosto 26, 2009, 09:29:18 am »
17:14 GMT, Tuesday, 25 August 2009 18:14 UK

Russia queries Arctic Sea cargo



There has been much speculation over what actually happened on the ship

Russia's top investigator has said a cargo ship which went missing for more than two weeks may have been carrying a more sensitive cargo than first stated.

Alexander Bastrykin's comments to Interfax news agency are the first official suggestions that the Arctic Sea was carrying more than timber.

The vessel was eventually found on 16 August off West Africa, having apparently being hijacked.

There has been much speculation it may have been carrying weapons for export.

Eight people, mainly from Estonia, are still in custody in Russia on suspicion of hijacking the vessel.

   
We need to examine the vessel - so that there are no dark spots in this story
Alexander Bastrykin
Investigative Committee chief

Arctic Sea mystery deepens

The 4,000-tonne Maltese-flagged Arctic Sea set sail from Finland in July with a crew of 15, and was said to have been carrying timber worth $1.8m (£1.1m).

"We do not rule out the possibility that [the Arctic Sea] might have been carrying not only timber," Mr Bastrykin, the head of the investigative committee, was quoted as saying by Interfax on Tuesday.

"This is why we need to examine the vessel - so that there are no dark spots in this story."

The ship had been scheduled to dock in the Algerian port of Bejaia on 4 August, but never arrived.

It was eventually found by the Russian authorities 300 miles (480km) off Cape Verde in the Atlantic Ocean.

The Russian crew have said they were boarded by up to 10 armed men as the ship sailed through the Baltic Sea on 24 July, but the intruders were reported to have left the vessel on an inflatable boat after 12 hours.

Speculation in the Russian media about what happened to the ship has included suggestions of piracy, a mafia dispute, a commercial row, smuggling or trafficking.

Those detained on suspicion of hijack have said they are environmentalists who boarded the ship for safety during a storm.





parece que a noticias Inglesas acha que Portugal tinha nada a ver com isso ... como sempre ..
IN HOC SIGNO VINCES
 

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P44

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« Responder #161 em: Agosto 26, 2009, 05:19:57 pm »
Citar
Russia set to purchase large French warship - top brass

ULAN BATOR, August 26 (RIA Novosti) - Russia is planning on signing by the end of 2009 a contractual agreement with France on the purchase of a Mistral class amphibious assault ship, the chief of the Russian General Staff said on Wednesday.

"We are planning to reach an agreement [with France] this year on the production and the purchase of a Mistral class vessel," Gen. Nikolai Makarov told a news conference in the Mongolian capital, Ulan Bator.

"We are negotiating the purchase of one ship at present, and later planning to acquire 3-4 ships [of the same class] to be jointly built in Russia," the general said.

A Mistral class ship is capable of transporting and deploying 16 helicopters, four landing barges, up to 70 vehicles including 13 main battle tanks, and 450 soldiers. The vessel is equipped with a 69-bed hospital and could be used as an amphibious command ship.

Makarov did not disclose the amount of the deal, but a high-ranking Russian source close to negotiations earlier said the ship could be worth between 300 and 400 million euros ($430-580 mln).

The purchase, if successful, would be the first large-scale arms import deal concluded by Russia since the collapse of the Soviet Union.

Russia first expressed an interest in bilateral cooperation with France in naval equipment and technology in 2008, when Navy chief Adm. Vladimir Vysotsky visited the Euronaval 2008 arms show in France.

The admiral said at the time that the Russian Navy was interested in "joint research and also direct purchases of French naval equipment."

According to other military sources, the possibility of buying a Mistral class amphibious assault ship was discussed at the naval show in St. Petersburg in June this year.

Russia's current weapons procurement program through 2015 does not envision construction or purchases of large combat ships, so the possible acquisition of a French Mistral class ship is most likely to happen under the new program for the years up to 2020, which is still in the development.


http://en.rian.ru/mlitary_news/20090826/155931865.html
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« Responder #162 em: Agosto 26, 2009, 11:05:31 pm »
Já que não conseguem fazer, pois parece que os estaleiros Russos têm cada vez mais dificuldades em realizar e conceber novos projectos, vêm comprar um dos melhores sistemas do mundo!
Talvez o próximo passo seja umas FREMM e um Porte-Avions 2, quem sabe...  :wink:
 

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« Responder #163 em: Setembro 07, 2009, 06:54:28 pm »
Segundo fontes noticiosas de diversos jornais nacionais citam fontes do interior do governo russo, que afirmam que o Cargueiro desaparecido afinal transportava armamento para o Irão, nomeadamente os modernos sistemas de misseis AA S300, segundo a mesma fonte, os tais "piratas" seriam nada mais nada mesmo, que operacionais dos serviços secretos israelitas a MOSSAD, que ja os vinha a seguir desde o porto de origem Leninegrado, no qual serviu de "capota" uma repação nos estaleiros navais locais, contudo essa suposta reparação serviu para carregar o navio com armamento pesado e especialmente os tais famosos misseis AA 300 PMU2
http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/TER.aspx?nn=101

Segundo os israelitas, este assunto é extremamente grave e perigoso, se o Irão conseguir este sitema de misseis AA cerca de 50 a 80%da sua Força Aérea (Israelita) seria imediatamente abatida em caso de necessidade de ir bombardear as Centrais Nucleares Iranianas.
O governo russo desmente categoricamente estas notícias, contudo é de muito estranhar a preocupação de salvar 15 vidas humanas de "piratas" e um cargamento supostamente de madeira. Toda a comunidade internacional sabe perfeitamente como o Kremeling resolve os seus assuntos internos face a questoes de segurança contra terrorismo.... é entrar a matar tudo o que lhe aparece a frente. :shock:

Segundo a mesma impressa afirma que o navio o Artic Sea se encontra a caminho de Lisboa, com a dita carga e com militares russos a bordo, sendo no entanto esta notícia desmentida pela Marinha de Guerra Portuguesa.
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Lightning

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« Responder #164 em: Setembro 09, 2009, 05:53:36 pm »
Não era mais facil transportar armamento por esta zona?
Quer pelas antigas republicas soviéticas (caso dessem acesso à Russia), ou pelo mar Cáspio?

 

 

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