União Europeia

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zocuni

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Re: União Europeia
« Responder #30 em: Outubro 10, 2019, 12:01:30 pm »

É alemã mas nasceu em Bruxelas, tem sete filhos e está associada à política desde cedo. Ursula von der Leyen é a nova Presidente da Comissão Europeia e a primeira mulher a ocupar o cargo.

A mais séria candidata ao Prémio Nobel da Paz.Vai ganhar fácil....
zocuni
 

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Re: União Europeia
« Responder #31 em: Outubro 29, 2019, 09:54:07 am »
Comissão Europeia - Comunicado de imprensa
Orçamento da UE para 2021-2027: Comissão congratula-se com acordo provisório sobre o futuro Fundo Europeu de Defesa
Bruxelas, 20 de fevereiro de 2019

As instituições da UE chegaram a um acordo político parcial sobre o Fundo Europeu de Defesa, sujeito à aprovação formal do Parlamento Europeu e do Conselho, que irá promover uma base industrial de defesa inovadora e competitiva e contribuir para a autonomia estratégica da UE.

Num mundo caracterizado por uma instabilidade crescente e por ameaças transfronteiriças à nossa segurança, nenhum país pode ser bem sucedido se permanecer isolado. É por esta razão que a Comissão Juncker está a envidar esforços sem precedentes para proteger e defender os europeus. O Fundo Europeu de Defesa, proposto pela Comissão em junho de 2018 no âmbito do orçamento de longo prazo da UE para o período 2021-2027, faz parte destas iniciativas destinadas a reforçar a capacidade da UE para proteger os seus cidadãos.

O Vice-Presidente Jyrki Katainen, responsável pelo Emprego, Crescimento, Investimento e Competitividade, declarou: «Trata-se de um passo importante para tornar a cooperação europeia no domínio da defesa uma realidade. O Fundo Europeu de Defesa ajudará os Estados-Membros a assegurar uma melhor utilização do dinheiro dos contribuintes, a promover uma indústria de defesa forte e inovadora e a reforçar a autonomia e a liderança tecnológica da UE no domínio da defesa.»

Elżbieta Bieńkowska, Comissária responsável pelo Mercado Interno, Indústria, Empreendedorismo e PME, acrescentou: «Este acordo é mais um elemento importante para assegurar que a Europa reforça o seu papel de garante da segurança dos seus cidadãos. O Fundo promoverá a inovação tecnológica e a cooperação no setor europeu da defesa, de modo a que a Europa beneficie de tecnologia e equipamentos de defesa de ponta e interoperáveis em áreas inovadoras como a inteligência artificial, os programas informáticos encriptados, a tecnologia de drones ou a comunicação por satélite.»

Sob reserva da sua adoção formal final pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho, foi alcançado um acordo sobre os seguintes aspetos principais:

O Fundo prestará apoio ao longo de todo o ciclo do desenvolvimento industrial, desde a investigação até à certificação, passando pelo desenvolvimento de protótipos.
O Fundo financiará projetos colaborativos de investigação, principalmente através de subvenções.
Para além da fase de investigação e de conceção, em que é possível um financiamento de até 100 %, o orçamento da UE estará disponível para complementar o investimento dos Estados-Membros através do cofinanciamento dos custos de desenvolvimento de protótipos (até 20 %) e das ações de ensaios, qualificação e certificação daí resultantes (até 80 %).
O Fundo irá conceder incentivos para projetos com a participação transfronteiriça das muitas PME e empresas de média capitalização na cadeia de abastecimento no domínio da defesa, através da oferta de taxas de financiamento mais elevadas.
Os projetos no contexto da Cooperação Estruturada Permanente (CEP) europeia podem, se for caso disso, beneficiar de uma majoração do cofinanciamento de 10 %, mas o financiamento não é automático.
Os projetos serão definidos em conformidade com as prioridades de defesa acordadas pelos Estados-Membros no âmbito da Política Externa e de Segurança Comum e, em especial, no contexto do Plano de Desenvolvimento de Capacidades (PDC), mas as prioridades regionais e internacionais, nomeadamente as definidas no âmbito da NATO, também podem ser tidas em conta.
Em princípio, só são elegíveis os projetos colaborativos que envolvam pelo menos três entidades elegíveis de, pelo menos, três Estados-Membros ou países associados.
Pelo menos 4 % e até 8 % do orçamento serão afetados a iniciativas de inovação disruptiva de alto risco, que irão reforçar, a longo prazo, a liderança tecnológica da Europa e a sua autonomia no domínio da defesa.
Em princípio, só são elegíveis para financiamento as entidades estabelecidas na UE ou em países associados e que não sejam controladas por países terceiros ou pelas suas entidades jurídicas. As filiais de empresas de países terceiros estabelecidas na UE podem, a título excecional, ser elegíveis para financiamento sob determinadas condições que assegurem que os interesses de segurança e de defesa da UE e dos Estados-Membros não são postos em risco. As entidades estabelecidas fora da UE não receberão qualquer financiamento da UE, mas podem participar em projetos de cooperação. Por conseguinte, a UE não exclui ninguém do Fundo Europeu de Defesa, mas estabelece condições para conceder financiamento semelhantes às enfrentadas pelas empresas da UE nos mercados de países terceiros.
Próximas etapas

O acordo político preliminar alcançado pelo Parlamento Europeu, o Conselho e a Comissão, durante as chamadas negociações do trílogo, será agora sujeito a aprovação formal pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho. Os aspetos orçamentais e algumas disposições horizontais conexas do futuro Fundo Europeu de Defesa estão sujeitos ao acordo global sobre o próximo orçamento de longo prazo da UE, proposto pela Comissão em maio de 2018.

Contexto

Nas suas orientações políticas de junho de 2014, o Presidente Jean-Claude Juncker considerou prioritário reforçar a segurança dos cidadãos europeus. No seu discurso sobre o Estado da União de 2016, anunciou a criação de um Fundo Europeu de Defesa.

Desde então, a Comissão Europeia, sob a direção do Presidente Juncker e com o apoio dos Estados-Membros, tem vindo a tomar medidas para tornar a cooperação no domínio da defesa no âmbito do orçamento da UE uma realidade.

A Comissão está já a abrir caminho ao abrigo do atual período orçamental da UE, que termina em 2020. Pela primeira vez na história da Europa, a UE está a incentivar a cooperação europeia no domínio da defesa, com uma dotação orçamental de 590 milhões de euros (90 milhões de euros para a investigação em 2017-2019 e 500 milhões de euros para o desenvolvimento de equipamento e tecnologia em 2019-2020).

A cooperação em matéria de investigação no domínio da defesa está já a concretizar-se. Os primeiros acordos de subvenção da UE no âmbito do orçamento de 2017 incluíram o projeto de investigação «Ocean2020», que reúne 42 parceiros de 15 países da UE e apoia as missões de vigilância marítima no mar e, para esse efeito, integrará drones e submarinos não tripulados em operações navais. Nas próximas semanas, a Comissão anunciará mais projetos colaborativos de investigação no domínio da defesa ao abrigo do orçamento de 2018 e apresentará o programa de trabalho e o convite final à apresentação de propostas no âmbito da fração orçamental restante para 2019.
A Comissão iniciou formalmente o trabalho com os Estados-Membros para financiar projetos industriais conjuntos no domínio da defesa. Na sequência dos pareceres dos Estados-Membros, a Comissão adotará, dentro de algumas semanas, o primeiro programa de trabalho para o Programa Europeu de Desenvolvimento Industrial no domínio da Defesa (PEDID), destinado a cofinanciar projetos industriais conjuntos neste domínio no âmbito do orçamento da UE para 2019-2020.
Com base nestes dois programas «piloto», e aumentando o financiamento inicial, a Comissão propôs, em junho de 2018, um verdadeiro Fundo Europeu de Defesa, no valor de 13 mil milhões de EUR, no âmbito do próximo orçamento de longo prazo da UE, destinado a cobrir tanto as vertentes de investigação como as de capacidades.

O Fundo Europeu de Defesa irá complementar as ações de outros programas da UE propostos pela Comissão, em particular os 6,5 mil milhões de euros do Mecanismo Interligar a Europa destinada a reforçar as infraestruturas estratégicas de transporte da UE a fim de as tornar mais adequadas para fins de mobilidade militar, e a proposta de um novo programa de investigação e inovação Horizonte Europa, no valor de 100 mil milhões de euros.

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« Última modificação: Outubro 29, 2019, 10:07:47 am por zocuni »
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Re: União Europeia
« Responder #33 em: Outubro 29, 2019, 10:53:28 am »
Deve ter sido o Centeno a fazer o gráfico  :)

Esqueceram-se de referir que a UE gasta 182 mil milhões € em defesa (1,3%), por ano, devia gastar 280 mil milhões € (2% do PIB).
EUA gasta 524 mil milhões € em defesa, por ano (4% do PIB).

Ou seja, à poupança de 26 mil milhões que faz todo o sentido, há a acrescer mais 100 mil milhões por ano, para cumprirem com os 2% de investimento em defesa, como prometeram.
 

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Re: União Europeia
« Responder #34 em: Outubro 29, 2019, 11:08:51 am »
Deve ter sido o Centeno a fazer o gráfico  :)

Esqueceram-se de referir que a UE gasta 182 mil milhões € em defesa (1,3%), por ano, devia gastar 280 mil milhões € (2% do PIB).
EUA gasta 524 mil milhões € em defesa, por ano (4% do PIB).

Ou seja, à poupança de 26 mil milhões que faz todo o sentido, há a acrescer mais 100 mil milhões por ano, para cumprirem com os 2% de investimento em defesa, como prometeram.

Quem fez não sei eu apenas até interpretei de outra forma tal conteúdo e num contexto UE e não de OTAN como fazes.
A ser verdade essas quantias que a UE gasta confesso que é pouco perceptível e de difícil percepção tais gastos.Aí menciona que se houvesse uma padronização de munições e meios de infantaria pouparia-se muito não tendo como contestar até acredito e também suponho que se tal estudo se estendesse a outras variantes militares deveria sair coisas até mais aberrantes.
Agora há que ver que cada país faz de seu jeito e pensa individualmente pois de facto não existe qualquer programa europeu de defesa o que está em marcha como esse PESCO ainda é muito insipiente e ninguém sabe muito bem o que isso vai dar.
Em 2021 pelo que falam existirá um orçamento de defesa da UE então aguardarei para ver como será isso.
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Re: União Europeia
« Responder #35 em: Outubro 29, 2019, 12:51:43 pm »
Deve ter sido o Centeno a fazer o gráfico  :)

Esqueceram-se de referir que a UE gasta 182 mil milhões € em defesa (1,3%), por ano, devia gastar 280 mil milhões € (2% do PIB).
EUA gasta 524 mil milhões € em defesa, por ano (4% do PIB).

Ou seja, à poupança de 26 mil milhões que faz todo o sentido, há a acrescer mais 100 mil milhões por ano, para cumprirem com os 2% de investimento em defesa, como prometeram.

Quem fez não sei eu apenas até interpretei de outra forma tal conteúdo e num contexto UE e não de OTAN como fazes.
A ser verdade essas quantias que a UE gasta confesso que é pouco perceptível e de difícil percepção tais gastos.Aí menciona que se houvesse uma padronização de munições e meios de infantaria pouparia-se muito não tendo como contestar até acredito e também suponho que se tal estudo se estendesse a outras variantes militares deveria sair coisas até mais aberrantes.
Agora há que ver que cada país faz de seu jeito e pensa individualmente pois de facto não existe qualquer programa europeu de defesa o que está em marcha como esse PESCO ainda é muito insipiente e ninguém sabe muito bem o que isso vai dar.
Em 2021 pelo que falam existirá um orçamento de defesa da UE então aguardarei para ver como será isso.

É verdade que referi a exigência de 2% aos membros da OTAN-NATO, mas também é verdade que 22 dos 28 países da UE também são membros da OTAN-NATO!
 

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Re: União Europeia
« Responder #36 em: Maio 05, 2020, 04:01:40 pm »
THE FUTURE OF EUROPEAN GOVERNANCE IN A POST-COVID WORLD
MICHAEL MOSSER, LORINC REDEI, AMANDA SLOAT, AND PAUL EDGAR

In this episode of Horns of a Dilemma, Paul Edgar, the associate director for the Clements Center at the University of Texas at Austin, sits down with for a wide-ranging discussion about the impact of the COVID-19 pandemic on European governance. Paul is joined by Amanda Sloat, a Robert Bosch senior fellow in the Center on the United States and Europe at the Brookings Institution, Michael Mosser, assistant professor of international relations and global studies at the University of Texas at Austin, and Lorinc Redei, lecturer and graduate adviser for the Global Policy Studies Program at the University of Texas at Austin. Their discussion reviews the impact of the novel coronavirus on governance issues such as the timing of European elections, the trend to authoritarianism in some European countries, and the likely impact on the future of the European Union.

Podcast: https://warontherocks.com/2020/05/the-future-of-european-governance-in-a-post-covid-world/
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: União Europeia
« Responder #37 em: Maio 30, 2020, 02:34:19 am »
Estes são os países que ganham mais com o Fundo de Recuperação. Portugal é o oitavo

Tanto no valor nominal como em percentagem do PIB, Portugal é o oitavo mais beneficiado pela proposta da Comissão Europeia para o Fundo de Recuperação.

Itália e Espanha, dois dos países europeus mais afetados pela pandemia, recebem o maior envelope de dinheiro na proposta da Comissão Europeia para o Fundo de Recuperação de 750 mil milhões de euros, mas a conclusão muda quando se compara com a dimensão da economia. Portugal fica em oitavo lugar tanto nas duas óticas, de acordo com a análise feita pelo ECO aos números de Bruxelas, os quais ainda podem ser alterados no futuro.

A Comissão Europeia apresentou ontem a sua proposta para o próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2021-2027 que alberga um Fundo de Recuperação por causa da pandemia. Além dos habituais 1,1 biliões de euros do QFP, Bruxelas propõe 500 mil milhões de euros de subvenção a fundo perdido, sob critérios definidos, e 250 mil milhões de euros de empréstimos para os Estados-membros. Esta proposta vai ser debatida no Conselho Europeu, o qual tem de rejeitar, modificar ou aprovar.

Mas quem recebe mais ou menos dinheiro? A Comissão elaborou uma chave de distribuição com base na população, no PIB per capita e na taxa de desemprego. A orientação é simples: “A chave de distribuição irá beneficiar particularmente os países mais afetados pela crise, especialmente aqueles com um rendimento per capita baixo e elevado desemprego“. A fórmula é explicada em detalhe pelos técnicos num documento divulgado esta quinta-feira (de referir que a tabela está em preços de 2018 e os valores aqui referidos em preços correntes) e resume-se na relação entre a população, o PIB per capita e a taxa de desemprego dos últimos 5 anos.

No caso dos empréstimos, existe um volume máximo de 4,7% do RNB (rendimento nacional bruto) de cada Estado-membro, ainda que o valor possa ser superado em “circunstâncias excecionais” consoante os recursos disponíveis.

Assim, Portugal deverá receber um total de 26,3 mil milhões de euros: 15,5 mil milhões de euros em transferências a fundo perdido e 10,8 mil milhões de euros em empréstimos. Contudo, é de notar que os 15,5 mil milhões de euros em subvenções não são diretamente comparáveis com os 500 mil milhões anunciados. Os 15,5 mil milhões dividem-se entre 12,9 mil milhões de euros do Instrumento para a Recuperação e Resiliência (4,2% dos 310 mil milhões totais deste instrumento) e o restante pelo REACT EU, Fundo da Transição Justa e Desenvolvimento Rural.

Os 26,3 mil milhões de euros colocam Portugal em oitavo lugar no ranking dos países que mais recebem tanto em termos nominais como em percentagem do PIB. Itália é o país que mais recebe em termos nominais (172,7 mil milhões de euros), seguindo-se Espanha (140,4 mil milhões) e a Polónia (63,8 mil milhões). Até chegar a Portugal há ainda França (38,7 mil milhões), Grécia (32 mil milhões), Roménia (31,2 mil milhões) e a Alemanha (28,8 mil milhões).


Valor máximo que cada país pode receber em subvenções mais empréstimos do Fundo de Recuperação de 750 mil milhões de euros com base na chave de distribuição estimada pela Comissão Europeia.

Contudo, esta ordem muda significativamente caso se coloque estes valores em percentagem do PIB (dados do Eurostat para 2019), apesar de no caso de Portugal (ajuda de cerca de 12,4% do PIB de 2019), por coincidência, o lugar relativo seja o mesmo. Nesta ótica, a Bulgária destaca-se ao receber 20,4% do PIB de 2019 em ajuda europeia, seguindo-se a Croácia (18,5%) e a Grécia (17%). Já Itália (9,7%) é o 15º mais beneficiado nesta comparação e em 12.º lugar aparece Espanha (11,3%).

Nos menos beneficiados, em percentagem do PIB, por este desenho dos apoios encontram-se o grupo dos quatro países “frugais”: Dinamarca, Holanda, Suécia e Áustria recebem no máximo 1% do seu PIB. É o caso da Alemanha também, mas o Governo alemão está alinhado com a maioria dos Estados-membros na defesa por um envelope maior e na forma de subvenções. O Luxemburgo e a Irlanda ocupam os dois últimos lugares, mas esta comparação é dificultada pela inflação do PIB destes dois países por causa do registo de patentes e multinacionais maioritariamente para efeitos fiscais.



Porém, para avaliar quem ganha mais (ou perde) é preciso também olhar para a proposta do QFP 21-27, o qual tem o dinheiro que habitualmente é distribuído aos Estados-membros através do orçamento comunitário durante sete anos. Ontem, na RTP3, o eurodeputado do PSD, José Manuel Fernandes, disse que serão 33 mil milhões de euros do QFP para Portugal: “Nunca recebemos tanto dinheiro. É uma enorme pipa de massa”, disse, pedindo para que a discussão passe a ser sobre onde investir esse dinheiro.

No mesmo espaço, a eurodeputado do PS, Margarida Marques, garantiu que os valores do Fundo de Recuperação vão “na prática compensar a perda que [a proposta de 2018 da Comissão Europeia para o QFP 21-27] tinha nos valores da coesão e na PAC (segundo pilar)”. Ambos (que estão envolvidos nas negociações do orçamento comunitário) elogiaram a proposta de Bruxelas, pedindo ao Conselho Europeu que trabalhe num acordo que também agrade ao Parlamento Europeu. É preciso o aval dos eurodeputados para que o QFP veja a luz do dia.

https://eco.sapo.pt/2020/05/28/estes-sao-os-paises-que-ganham-mais-com-o-fundo-de-recuperacao-portugal-e-o-oitavo/
 

 

OCCAR (Agência europeia de armamento)

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Assinatura da Constituição Europeia

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VIDEO- União Europeia...perspectiva-se uma nova URSS?

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Forças Armadas da União Europeia

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