Artilharia do Exército

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #345 em: Abril 09, 2019, 09:51:10 pm »
Salva de tiros e manter a "escola"... e não discordo, é como os Leopard 2 A6 - é de reter a capacidade, por muito diminuta que seja... se for necessário é mais fácil de melhorar.

Não seria possível com pouco dinheiro (ou já o é) ter unidades (ou grupos, ou como se chama) em que podia participar em "pequenas" missões da NATO/ONU de baixo risco? tipo lituânias e afins?


Possivél é,mas tem de ser eles (NATO/UN) a pedir o destacamento de tal material pois são eles que pagam todas as despesas mais o destacamento das mesmas.
 :)
 

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HSMW

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #346 em: Abril 09, 2019, 11:49:58 pm »
Salva de tiros e manter a "escola"... e não discordo, é como os Leopard 2 A6 - é de reter a capacidade, por muito diminuta que seja... se for necessário é mais fácil de melhorar.

 

E uma capacidade perdida muito dificilmente voltará será restabelecida.

O morteiro de 120 é o morteiro da artilharia enquanto os restantes calibres são das unidades de infantaria.

Um morteiro, em relação a um obus, é sempre um sistema mais simples tanto como arma como na composição da sua guarnição.
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

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LM

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #347 em: Abril 10, 2019, 11:37:48 am »
Já agora, neste momento - e esquecendo se há ou não pessoal adstrito suficiente - quais as unidades que temos de artilharia no exército (no "papel" e com equipamento)...? E a LPM em discussão prevê algum investimento em artilharia...?     
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PereiraMarques

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #348 em: Abril 10, 2019, 12:25:59 pm »
GAC/BrigMec em Santa Margarida - com duas BBF / 12 155mm M109A5 (?)
GAC/Brigint em Vendas Novas/RA5 - com duas BBF / 12 155mm M114 (?)
GAC/BrigRR em Leiria/RA4 - com 3 BBF e uma CMP / 18 105mm Light Gun e 12 120mm Tampella (?)

BAAA/BrigMec em Santa Margarida - um PMLigeiro - Chaparral, um PMPortátil - Stinger (ou apenas Chaparral?)
RAAA1 em Queluz:
BAAA/BrigInt: um PMLigeiro - Chaparral, um PMPortátil - Stinger (ou apenas Chaparral?)
BAAA (ou apenas PDA?)/BrigRR - Stinger
BAAA/Forças de Apoio Geral: Bitubos (?), resto dos Chaparral (?)

PDA/RG2 e RG3: 5/6/7 bitubos em cada um

Teoricamente ainda há 2 M109A2 e 3 Light Gun só para treino...


 
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tenente

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #349 em: Abril 10, 2019, 06:53:56 pm »
Salva de tiros e manter a "escola"... e não discordo, é como os Leopard 2 A6 - é de reter a capacidade, por muito diminuta que seja... se for necessário é mais fácil de melhorar.

 

E uma capacidade perdida muito dificilmente voltará será restabelecida.

O morteiro de 120 é o morteiro da artilharia enquanto os restantes calibres são das unidades de infantaria.

Um morteiro, em relação a um obus, é sempre um sistema mais simples tanto como arma como na composição da sua guarnição.

HSMW, os Morteiros sejam lig/Med/Pes são todos pertença das unidades de Infantaria.

A alocação dos Mort 120 á Arma de artilharia revela bem quanto estamos limitados não só em numero de BF, mas, e também em efectivos!

Organicamente a Artilharia não opera os Morteiros, mesmo os pesados, tanto os de 107 como os de 120. Estas armas colectivas são operadas pela Infantaria, e agrupadas em pelotões de 04/06 tubos e alocados aos batalhões de infantaria, como apoio de manobra do batalhão em suplemento dos pelotões de 81, alocados ás CAt's.

Continuamos a registar um enorme deficit em obuses/peças de 10,5 para fornecer o Apoio directo fogos, aos batalhões.
A Arma de Artilharia possui mais BF de 15,5 que de 10,5, quando o que deveria acontecer era termos para cada três BBF de 10,5 uma BBF 15,5.

Abraços
« Última modificação: Abril 10, 2019, 10:37:39 pm por tenente »
 
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Re: Artilharia do Exército
« Responder #350 em: Abril 10, 2019, 07:11:18 pm »
Mas afinal  a artilharia em Portugal serve para quê?

Explicando-me melhor o que eu gostava de saber é se alguém tem conhecimento de algum documento com a doutrina para o uso da arma de artilharia no exército português. Estive a ver as 23 páginas deste tema e não consegui ficar esclarecido sobre esse detalhe.

E aproveitando o post anterior se o problema do exército é falta de pessoal arranjem um sistema destes. Com jeito até podiam reciclar uns UMM Alter Turbo :D:



Piadas à parte este sistema parece que já foi vendido algures no Médio Oriente pelo que já está/estará operacional. A titulo de exemplo, e tendo em conta o pouco pessoal necessário, podia substituir perfeitamente os morteiros de 81mm passando o exército a só utilizar os calibres de 60mm(pelotão) e 120mm (pelotão 6 peças 120mm ao nível batalhão/regimento indo passear passear uma secção 2/3 peças a acompanhar a companhia nas missões Lituânia/RCA/Afganistão).

Cumprimentos,

A artilharia em qq país serve como apoio de fogos ás Unidades de manobra da Infantaria e da cavalaria !
Os Morteiros nunca conseguirão substituir eficazmente as peças/obuses da Artilharia tanto no alcance como no poder destruidor destes.
Se existe um morteiro que nunca deverá ser substituído pelo de 120, ou pelo de 60 é o mort 81.
O seu calibre e alcance intermédio entre o de 60 e o de 120 torna-o extremamente útil e eficaz.

O Exército tem de continuar a possuir três tipos de morteiros alocados ao apoio dos pelAt, com o mort lig/morteirete 60, ao apoio das CAt, com os mort méd 81 e ao apoio de manobra dos Batalhões com os mort Pes 107 ou de 120 !

O que nós deveriamos fazer nas nossas FDT, era apenas termos um calibre de morteiro pesado ou de 10,7 que equipa os M106, ou os mort de 120 que estão nos Pandur, quando os tivermos, e que possuímos na versão rebocada !

Tanto nas unidades c/ VBI(L) as viaturas com os mort 81, os M125, deveriam possuir a capacidade de transportar o morteiro pesado, 107/120 como nas Unidades de VBI(R) os Pandur PM 120, deveriam possuir a capacidade de transportar o mort médio 81 na mesma viatura,  podendo assim ser escolhido de acordo com a missão de tiro, o melhor armamento, ou seja, tanto o mort médio como o mort pesado !

Já as versões Porta morteiro dos Vamtac apenas estão equipadas, com os mort 81.



Penso que os Vamtac não foram desenhados/construídos para suportar o choque dos disparos dos mort 107/120 !

http://wwa.you2repeat.com/watch/?v=MSX_yfq-ya4

Abraços
« Última modificação: Abril 10, 2019, 10:51:38 pm por tenente »
 
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dc

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #351 em: Abril 11, 2019, 12:12:18 am »
Concordo com muito do que tem sido dito por aqui. No entanto ainda vejo como prioridade outro sector muito importante da artilharia. A Artilharia Anti-aérea. Podíamos até ter as peças mais sofisticadas do mundo, com munições guiadas por telepatia, mas num conflito real, é essencial garantir capacidade de protecção contra alvos aéreos. E o nosso problema aqui é talvez 10 vezes mais grave do que na Artilharia de apoio de fogos. Porque enquanto que temos obuses decentes e relativamente modernos (em comparação ao que vou referir a seguir), a AA está num estado muito mau, tanto em quantidade como qualidade! Ainda me lembro de há uns anos ter havido a Cimeira em Lisboa... e nós a proteger com Chaparral e Stingers... Eu já nem digo Patriots, mas umas baterias de Nasams ou algo semelhante, e para alcances mais curtos, sistemas de misseis que substituam directamente os Chaparral. Não me tenho mantido actualizado sobre novas soluções de armas anti-aéreas (nem em como ficou a situação por cá), mas parece-me uma vertente essencial.
 

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typhonman

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #352 em: Abril 11, 2019, 12:18:21 am »
Concordo com muito do que tem sido dito por aqui. No entanto ainda vejo como prioridade outro sector muito importante da artilharia. A Artilharia Anti-aérea. Podíamos até ter as peças mais sofisticadas do mundo, com munições guiadas por telepatia, mas num conflito real, é essencial garantir capacidade de protecção contra alvos aéreos. E o nosso problema aqui é talvez 10 vezes mais grave do que na Artilharia de apoio de fogos. Porque enquanto que temos obuses decentes e relativamente modernos (em comparação ao que vou referir a seguir), a AA está num estado muito mau, tanto em quantidade como qualidade! Ainda me lembro de há uns anos ter havido a Cimeira em Lisboa... e nós a proteger com Chaparral e Stingers... Eu já nem digo Patriots, mas umas baterias de Nasams ou algo semelhante, e para alcances mais curtos, sistemas de misseis que substituam directamente os Chaparral. Não me tenho mantido actualizado sobre novas soluções de armas anti-aéreas (nem em como ficou a situação por cá), mas parece-me uma vertente essencial.

Pessoal do EP foi recentemente a Espanha ver os NASAMS em ação...

Cumprimentos,
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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LM

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #353 em: Abril 11, 2019, 10:42:28 am »
Sem querer "atropelar" o tópico Novos Sistemas de Defesa Aérea:

http://www.janes.com/article/79062/portugal-details-shorad-acquisition-plan

Portugal details SHORAD acquisition plan

The Portuguese Army expects to receive its first vehicle-mounted short-range air defence (SHORAD) systems in 2019, it has told Jane’s . The request for proposals (RFP) is expected to be launched through the NATO Support and Procurement Agency (NSPA) in 2018, as is the contract signing. The NSPA is conducting the procurement under an agreement with Portugal.

In 2017, EUR32 million (USD39.3 million) were allocated for the acquisition of eight light or medium tactical armoured vehicles equipped with a lightweight missile launch system, eight weapon terminals and two 3D air surveillance radars with a range of at least 20 km.

Mas por €32.000k devem ser uns MISTRAL (mix MANPADS + ALBI, espero que para os VAMTAC ST5)... eu vou sonhando com um sistema EMADS (CAMM), que sonhar não custa.
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Barlovento

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #354 em: Abril 11, 2019, 12:42:41 pm »
Mas afinal  a artilharia em Portugal serve para quê?

Explicando-me melhor o que eu gostava de saber é se alguém tem conhecimento de algum documento com a doutrina para o uso da arma de artilharia no exército português. Estive a ver as 23 páginas deste tema e não consegui ficar esclarecido sobre esse detalhe.

E aproveitando o post anterior se o problema do exército é falta de pessoal arranjem um sistema destes. Com jeito até podiam reciclar uns UMM Alter Turbo :D:



Piadas à parte este sistema parece que já foi vendido algures no Médio Oriente pelo que já está/estará operacional. A titulo de exemplo, e tendo em conta o pouco pessoal necessário, podia substituir perfeitamente os morteiros de 81mm passando o exército a só utilizar os calibres de 60mm(pelotão) e 120mm (pelotão 6 peças 120mm ao nível batalhão/regimento indo passear passear uma secção 2/3 peças a acompanhar a companhia nas missões Lituânia/RCA/Afganistão).

Cumprimentos,

A artilharia em qq país serve como apoio de fogos ás Unidades de manobra da Infantaria e da cavalaria !
Os Morteiros nunca conseguirão substituir eficazmente as peças/obuses da Artilharia tanto no alcance como no poder destruidor destes.
Se existe um morteiro que nunca deverá ser substituído pelo de 120, ou pelo de 60 é o mort 81.
O seu calibre e alcance intermédio entre o de 60 e o de 120 torna-o extremamente útil e eficaz.

O Exército tem de continuar a possuir três tipos de morteiros alocados ao apoio dos pelAt, com o mort lig/morteirete 60, ao apoio das CAt, com os mort méd 81 e ao apoio de manobra dos Batalhões com os mort Pes 107 ou de 120 !

O que nós deveriamos fazer nas nossas FDT, era apenas termos um calibre de morteiro pesado ou de 10,7 que equipa os M106, ou os mort de 120 que estão nos Pandur, quando os tivermos, e que possuímos na versão rebocada !

Tanto nas unidades c/ VBI(L) as viaturas com os mort 81, os M125, deveriam possuir a capacidade de transportar o morteiro pesado, 107/120 como nas Unidades de VBI(R) os Pandur PM 120, deveriam possuir a capacidade de transportar o mort médio 81 na mesma viatura,  podendo assim ser escolhido de acordo com a missão de tiro, o melhor armamento, ou seja, tanto o mort médio como o mort pesado !

Já as versões Porta morteiro dos Vamtac apenas estão equipadas, com os mort 81.



Penso que os Vamtac não foram desenhados/construídos para suportar o choque dos disparos dos mort 107/120 !

http://wwa.you2repeat.com/watch/?v=MSX_yVAMTAC


Abraços

Mortero de 120 mm sobre VAMTAC

https://www.google.com/search?q=mortero+embarcado+alakran&oq=mortero+embarcado+alakran+&aqs=chrome..69i57.12851j0j7&client=tablet-unknown&sourceid=chrome-mobile&ie=UTF-8#imgrc=KcLudXLwudINlM:
 

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tenente

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #355 em: Abril 11, 2019, 01:22:01 pm »
Mas afinal  a artilharia em Portugal serve para quê?

Explicando-me melhor o que eu gostava de saber é se alguém tem conhecimento de algum documento com a doutrina para o uso da arma de artilharia no exército português. Estive a ver as 23 páginas deste tema e não consegui ficar esclarecido sobre esse detalhe.

E aproveitando o post anterior se o problema do exército é falta de pessoal arranjem um sistema destes. Com jeito até podiam reciclar uns UMM Alter Turbo :D:



Piadas à parte este sistema parece que já foi vendido algures no Médio Oriente pelo que já está/estará operacional. A titulo de exemplo, e tendo em conta o pouco pessoal necessário, podia substituir perfeitamente os morteiros de 81mm passando o exército a só utilizar os calibres de 60mm(pelotão) e 120mm (pelotão 6 peças 120mm ao nível batalhão/regimento indo passear passear uma secção 2/3 peças a acompanhar a companhia nas missões Lituânia/RCA/Afganistão).

Cumprimentos,

A artilharia em qq país serve como apoio de fogos ás Unidades de manobra da Infantaria e da cavalaria !
Os Morteiros nunca conseguirão substituir eficazmente as peças/obuses da Artilharia tanto no alcance como no poder destruidor destes.
Se existe um morteiro que nunca deverá ser substituído pelo de 120, ou pelo de 60 é o mort 81.
O seu calibre e alcance intermédio entre o de 60 e o de 120 torna-o extremamente útil e eficaz.

O Exército tem de continuar a possuir três tipos de morteiros alocados ao apoio dos pelAt, com o mort lig/morteirete 60, ao apoio das CAt, com os mort méd 81 e ao apoio de manobra dos Batalhões com os mort Pes 107 ou de 120 !

O que nós deveriamos fazer nas nossas FDT, era apenas termos um calibre de morteiro pesado ou de 10,7 que equipa os M106, ou os mort de 120 que estão nos Pandur, quando os tivermos, e que possuímos na versão rebocada !

Tanto nas unidades c/ VBI(L) as viaturas com os mort 81, os M125, deveriam possuir a capacidade de transportar o morteiro pesado, 107/120 como nas Unidades de VBI(R) os Pandur PM 120, deveriam possuir a capacidade de transportar o mort médio 81 na mesma viatura,  podendo assim ser escolhido de acordo com a missão de tiro, o melhor armamento, ou seja, tanto o mort médio como o mort pesado !

Já as versões Porta morteiro dos Vamtac apenas estão equipadas, com os mort 81.



Penso que os Vamtac não foram desenhados/construídos para suportar o choque dos disparos dos mort 107/120 !

http://wwa.you2repeat.com/watch/?v=MSX_yVAMTAC


Abraços

Mortero de 120 mm sobre VAMTAC

https://www.google.com/search?q=mortero+embarcado+alakran&oq=mortero+embarcado+alakran+&aqs=chrome..69i57.12851j0j7&client=tablet-unknown&sourceid=chrome-mobile&ie=UTF-8#imgrc=KcLudXLwudINlM:

Barlovento o mort 120 do Vamtac, não dispara na viatura, o sistema é idêntico ao do landrover acima, é necessário posicionar o tubo no solo e só depois de fixo é que se pode iniciar a missão de tiro, enquanto que os 81 dos vamtac disparam no reparo que esta colocado na caixa viatura !!
é um sistema que poderíamos adoptar e, que nos 107/120 não é tão perigoso, para os serventes como no caso do de 60 operado na RCA…... :mrgreen: acho que me entendes, camarada !!

Abraços
 

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #356 em: Abril 11, 2019, 01:23:57 pm »
Concordo com muito do que tem sido dito por aqui. No entanto ainda vejo como prioridade outro sector muito importante da artilharia. A Artilharia Anti-aérea. Podíamos até ter as peças mais sofisticadas do mundo, com munições guiadas por telepatia, mas num conflito real, é essencial garantir capacidade de protecção contra alvos aéreos. E o nosso problema aqui é talvez 10 vezes mais grave do que na Artilharia de apoio de fogos. Porque enquanto que temos obuses decentes e relativamente modernos (em comparação ao que vou referir a seguir), a AA está num estado muito mau, tanto em quantidade como qualidade! Ainda me lembro de há uns anos ter havido a Cimeira em Lisboa... e nós a proteger com Chaparral e Stingers... Eu já nem digo Patriots, mas umas baterias de Nasams ou algo semelhante, e para alcances mais curtos, sistemas de misseis que substituam directamente os Chaparral. Não me tenho mantido actualizado sobre novas soluções de armas anti-aéreas (nem em como ficou a situação por cá), mas parece-me uma vertente essencial.

Portugal não possui AAA digna desse nome !!!!
Se a artilharia de campanha já é o que é, quanto mais a AAA !

Abraços
 

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #357 em: Abril 11, 2019, 02:38:12 pm »
Lí algures, há muitos (muitos, uma vintena) anos atrás, em uma revista militar, que os 81mm estavam a perder "espaço", pois os 120mm estavam mais "ligeiros" e a tendência era ter ou 60mm ou 120mm... estará a minha memória a falhar...?   
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Cabeça de Martelo

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #358 em: Abril 11, 2019, 04:33:05 pm »
Lí algures, há muitos (muitos, uma vintena) anos atrás, em uma revista militar, que os 81mm estavam a perder "espaço", pois os 120mm estavam mais "ligeiros" e a tendência era ter ou 60mm ou 120mm... estará a minha memória a falhar...?

Citar
“O Morteiro de 81 mm L16A2 foi especialmente concebido de materiais leves para ser utilizado por tropas de infantaria ligeira apeada ou por tropas pára-quedistas que necessitam de muita mobilidade” (EPI, 2008, p. A-24).
Tem um alcance máximo de 5650m, equipando assim o Pelotão de Morteiros Pesados, sendo que é o alcance que lhe permite ser considerado como Morteiro Pesado . O alcance mínimo é de 475m, o seu peso total são 39,35Kg.

http://www.ivo.unn.ru/portugal/BBC/artilharia/Morteiro%2081MM%20L16A2.pdf
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #359 em: Abril 11, 2019, 07:18:38 pm »
Lí algures, há muitos (muitos, uma vintena) anos atrás, em uma revista militar, que os 81mm estavam a perder "espaço", pois os 120mm estavam mais "ligeiros" e a tendência era ter ou 60mm ou 120mm... estará a minha memória a falhar...?

Os novos morteiros de 81 tem alcances muito semelhantes aos dos 107/120.
Os tampella  81 KRH 96 - Morteiro  81mm/96 são muito superiores aos tampella 81mm de 1971, tanto em alcance como no seu peso muito inferior ao mod71.






Se fosse necessário abater um dos calibres que temos eu votava nos 60mm.

http://www.iqpc.com/media/1000800/48184.pdf

É favor tomar nota ver que possuímos morteiros de 120 AP que eu desconhecia termos, se calhar são os dos Pandur ?????
..... Portugal The Soltam 120mm Computerised Autonomous Recoil rapid Deployed Outrange Mortar (CARDOM) is in service with the the Portugese Army (General Dynamics Land Systems 8x8 Stryker) and other export customers. :mrgreen:

Abraços
« Última modificação: Abril 11, 2019, 07:27:41 pm por tenente »
 

 

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