Nova LPM

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antoninho

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« Responder #90 em: Junho 13, 2006, 01:13:41 pm »
Desta mulher nada me admira, é pena que ela como euro-deputada não tenha criticado o eurostat de incluir as compras a leasing da maneira que o está a fazer, mas isso é da logica da doutrina estratégica de segurança europeia, ou seja acabemos com as FA e os outros que façam o favor de nos defenderem, porque nós até mandamos uns rapazes simpaticos para o exterior juntamente com os vossos e quando precisar-mos de material vocês emprestam tà?
Temos pouco guito para manter o status do parque automovel do estado não podemos gastar em coisas desnecessarios para os putos brincarem aos soldados...
 

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Lancero

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PCP vota contra LPM
« Responder #91 em: Junho 19, 2006, 05:26:56 pm »
Defesa: PCP vota contra LPM por não responder ao interesse nacional

Lisboa, 19 Jun (Lusa) - O PCP anunciou hoje que votará contra a Lei da Programação Militar (LPM) apresentada pelo Governo, defendendo que as opções do executivo "relevam mais das exigências da NATO" e da União Europeia do que do interesse nacional.

      "As opções constantes das leis de Programação Militar relevam mais das exigências da NATO e da Força Europeia de Reacção Rápida do que do interesse nacional", sublinhou o deputado comunista António Filipe, em conferência de imprensa na Assembleia da República, onde a LPM será debatida quarta-feira.

      O PCP, que já tinha votado contra as revisões da LPM de 2001 e 2003, mantém a sua objecção por considerar que o actual diploma continua a não ter o interesse nacional como "referência fundamental".

      Como exemplo, António Filipe aponta a aposta nos submarinos e o "fraco empenhamento" do Governo no programa dos Patrulhões, navios de fiscalização da costa.

      "Se fosse o interesse nacional a prevalecer haveria um forte empenhamento na construção rápida de Patrulhões", sublinhou.

      Para o PCP, "a LPM deve ser um exercício sério de definição do nível de prioridade que assume a componente militar de defesa nacional nomeadamente quanto às opções, aos volumes financeiros envolvidos e à forma de os conseguir".

      "Não é o que tem acontecido", criticou António Filipe.

      O PCP acusa ainda o executivo de introduzir na lei "uma habilidade", dilatando no tempo da gestão de alguns programas e aprazando para 2009 e anos seguintes os investimentos mais avultados, "passando a bola para outro Governo e para outro ministro".

      Ainda assim, os comunistas elogiam dois aspectos da proposta do Governo: "A alienação de 12 aviões F16 e a chamada Força Conjunta de Helicópteros, que permitirá uma gestão centralizada da frota de helicópteros e a introdução de factores de racionalização económica na sua aquisição, manutenção e emprego".

      O deputado do PCP salientou que a venda dos F16, prevista agora na revisão da LPM, "vem confirmar e fundamentar" as críticas feitas pelos comunistas há cinco anos quando foi aprovada a aquisição de uma segunda esquadra destes aviões.

      A revisão da LPM prevê um investimento de 5,450 mil milhões de euros na modernização das Forças Armadas até 2023, menos 112 milhões de euros do que na lei de 2003.

      Como principais novidades, o diploma aprovado em Conselho de Ministros a 01 de Junho introduz a venda de equipamento militar no valor de 290 milhões de euros, entre os quais 12 dos actuais 40 caças F-16, duas fragatas da Marinha, 10 helicópteros Puma e 18 Alouette III.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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Rui Elias

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« Responder #92 em: Junho 20, 2006, 10:00:17 am »
Acho estranho que o PCP critique a opção pelos 2 submarinos, como estando de acordo com os interesses da NATO, já que segundo constou, a NATO não esteve particularmente empenhda em apoiar Portugal nessa compra.

Não posso de modo algum concordar com a diminuição no nº de F-16 operacionais, que eu acredito que se resolveria com uma política de recrutamento, gestão e formação de recursos humanos para que se pudessem operar os 40 F-16 inicialmente previstos.

Já concordo com a críticas relativas à lentidão no programa dos NPO's e das LFC, se pensarmos que a nossa actual capacidade de patrulhamento está nas mãos de velhas plataformas (as corvetas e os Cacine que restam).
 

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Luso

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« Responder #93 em: Junho 20, 2006, 01:19:44 pm »
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Defesa: PCP vota contra (...) por não responder ao interesse nacional


 :rir:  :roll:
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TOMKAT

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« Responder #94 em: Junho 21, 2006, 04:35:49 am »
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LPM: Direita abstem-se na generalidade

PSD e CDS-PP anunciaram hoje que vão abster-se na votação na generalidade da Lei da Programação Militar (LPM), embora equacionem alterar o seu sentido de voto quando o diploma for aprovado em votação final global.
Os dois partidos, responsáveis pela elaboração da LPM de 2003, avançaram com argumentos semelhantes para justificar a decisão de se absterem na votação no diploma, que será discutido quarta-feira em plenário.

«A nova lei vem numa linha de continuidade da revisão aprovada em 2003, mas temos algumas preocupações em relação a alguns aspectos», afirmou o vice-presidente da bancada do PSD Henrique de Freitas, à saída da reunião da comissão parlamentar de Defesa, onde o ministro Luís Amado apresentou o diploma aos deputados.

Entre as questões que os sociais-democratas querem ver esclarecidas está a criação de uma força conjunta de helicópteros atribuídos à Força Aérea, Marinha e Armada, que ficará sedeada no Montijo e sob a dependência do Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), almirante Mendes Cabeçadas.

Além disso, o PSD tem também dúvidas quanto à decisão de vender 12 dos actuais caças F-16.

«Por isso, na votação na generalidade vamos abster-nos. Na especialidade, e em função da abertura do Governo, equacionaremos uma votação favorável», acrescentou Henrique de Freitas.

Pelo CDS-PP, o deputado João Rebelo adiantou que a sua bancada também se irá abster na votação na generalidade da LMP, apontando alguns aspectos positivos do diploma, como a manutenção de uma «linha de continuidade» relativamente à revisão de 2003, e alguns «problemas de credibilidade».

Entre os «problemas de credibilidade» está, segundo João Rebelo, a previsão da alienação de equipamento render, até 2009, 290 milhões de euros.

«É pouco credível esta execução», salientou o deputado democrata-cristão.

Contudo, e tal como o PSD, João Rebelo admitiu a hipótese do CDS-PP aprovar a LMP em votação final global, se o Governo responder a dois «desafios».

Esses dois desafios são, de acordo com o deputado do CDS-PP, que o Governo garanta em PIDDAC verbas para os «patrulhões» construídos nos estaleiros de Viana do Castelo e que garanta que «as cativações não vão ter efeitos sobre os programas já contratualizados».

Diário Digital / Lusa


fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=232982

Que acontecerá à anunciada LPM se não se cumprirem as delirantes previsões de verbas resultantes da alienação de equipamentos ?

Mais uma LPM (Lança Poeira a olho de Militar) que para não variar que irá ser revista com metada das promessas por cumprir(optimista exagerado), e de revisão em revisão os únicos satisfeitos serão uns quantos burocratas, felizes porque o trabalho de revisão nunca acaba, eterniza-se...
IMPROVISAR, LUSITANA PAIXÃO.....
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TOMKAT

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« Responder #95 em: Junho 21, 2006, 09:07:01 am »
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Deputados discutem hoje na AR Lei de Programação Militar

A Assembleia da República discute hoje a Lei de Programação Militar (LPM), que prevê um investimento de 5,45 mil milhões de euros na modernização das Forças Armadas até 2023, mas conta com a oposição do PCP e do BE.
Como principal novidade, o diploma aprovado em Conselho de Ministros no início do mês, introduz a venda de equipamento militar no valor de 290 milhões de euros, entre os quais 12 dos actuais 40 caças F-16, duas fragatas da Marinha, dez helicópteros Puma e 18 Alouette III.

Na lei é ainda criada, pela primeira vez, uma força conjunta de helicópteros atribuídos à Força Aérea, Marinha e Exército, que ficará sedeada no Montijo e sob a dependência do Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).

A força conjunta, cujo calendário de concretização deverá estar definido até ao final do ano, integrará aparelhos como os novos EH-101 da Força Aérea, os Lynx da Marinha ou os futuros NH-90 do Exército, num total de cerca de 40 helicópteros.

O ministro da Defesa, Luís Amado, já afirmou em diversas ocasiões que o diploma «procura dar continuidade» ao processo de reequipamento e modernização das Forças Armadas, apesar do «esforço de contenção financeira» imposto ao Estado, sobretudo no período de vigência do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), até 2009.

À direita, sociais-democratas e democratas-cristãos já anunciaram que se irão abster na votação na generalidade do diploma, porque apesar de este vir numa «linha de continuidade» em relação à revisão efectuada em 2003 pelo Governo de maioria PSD/CDS-PP, existem alguns aspectos que os preocupam.

Contudo, os dois partidos já manifestaram a sua disponibilidade para alterar o seu sentido de voto na especialidade e aprovar o diploma se o Governo estiver aberto a algumas alterações.

Ao contrário dos sociais-democratas e democratas-cristãos, PCP e BE são contra o novo diploma, argumentando que as opções do Governo «relevam mais das exigências da NATO» e da União Europeia do que do interesse nacional.

Diário Digital / Lusa


2023... :shock:
Isto é que é pensar a looooonnnnngo prazo.

Quantas revisões não vão ser feitas...
Quantos revisores não vão justificar os seus chorudos ordenados de revisão em revisão, em revisão, em revisão, em revisão, em revisão, em revisão, em revisão,.......
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« Responder #96 em: Junho 21, 2006, 09:09:38 am »
Absolutamente risível e um insulto à nossa inteligência.
Quando julgava que era impossível ser pior que Santana, eis aí o Socas e sus muchachos.
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Rui Elias

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« Responder #97 em: Junho 21, 2006, 09:48:21 am »
Um dos pontos de honra da Marinha, era a de que os NPO's fossem comparticipados com verbas do PIDACC, para que fosse dada mais folga financeira à Marinha para outros projectos, mas os actual governo já disse que os NPO's serão pagos com verbas da LPM e nem se dispõe a discutir mais isso.
 

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P44

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« Responder #98 em: Junho 21, 2006, 09:50:09 am »
já agora um pedido de esclarecimento...

dado que a LPM deverá ser aprovada hoje com os votos do PS, quando será promulgada pelo PR?
(Isto é, existe um prazo definido para tais situações?suponho que sim)

Quando serão divulgados (se serão...) os conteúdos da Lei (i.e., será divulgada/oficializada a venda das JB ao Uruguai e a aquisição dos Leopard e das Fragatas Karel Doorman, por exemplo?)

Ou ficará ainda tudo no "segredo dos Deuses", como de costume, dando espaço a mais e mais e mais rumores :?:

obrigado.
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Rui Elias

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« Responder #99 em: Junho 21, 2006, 09:55:27 am »
Quanto à venda de alguns equipamentos, o que eu penso é que tenham havido contactos exploratórios apenas.

Acho muito estranho que os Pumas, que para Portugal não servem nem para a Protecção Civil, valham dinehiro para vender à Roménia.

Como acho estranho que algum país se disponha a pagar algum dinheiro por umas João Belo com perto de 40 anos de idade.

Quanto aos AluetteIII não imagino quem os queira a menos que se trate de um país africano qualquer.

Quanto a aquisições e nomeadamente o que se passa em relação à Holanda, acho que por enquanto ainda tudo não passou de notícias de jornais.

Para já, teremos que esperar.
 

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« Responder #100 em: Junho 21, 2006, 10:06:28 am »
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Para já, teremos que esperar.



Pois, mans quanto tempo...? anos? :roll:
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« Responder #101 em: Junho 21, 2006, 10:14:19 am »
Citação de: "P44"
Quando serão divulgados (se serão...) os conteúdos da Lei (i.e., será divulgada/oficializada a venda das JB ao Uruguai e a aquisição dos Leopard e das Fragatas Karel Doorman, por exemplo?)

Ou ficará ainda tudo no "segredo dos Deuses", como de costume, dando espaço a mais e mais e mais rumores :wink:
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« Responder #102 em: Junho 21, 2006, 12:37:02 pm »
Citação de: "TOMKAT"
Os "Deuses" devem estar loucos para pensarem que conseguem enfiar barretes por 290 milhões de euros a uns quantos tolos...


Não são loucos não. É a mentalidade de vigarista em todo o seu explendor.
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Lancero

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« Responder #103 em: Junho 21, 2006, 02:39:00 pm »
Isto já é compulsivo :evil:

DEFESA LPM: Ministro admite dúvidas realização verba prevista com alienação equipament

o  

      Lisboa, 21 Jun (Lusa) - O ministro da Defesa, Luís Amado, admitiu hoje que tem "algumas dúvidas" que o Governo consiga realizar os 290 milhões de euros previstos na Lei de Programação Militar (LPM) com a alienação de equipamento.

      "Tenho algumas dúvidas que consigamos realizar aquele montante", afirmou Luís Amado no Parlamento, durante a discussão em plenário da LPM, que prevê um investimento de 5,450 mil milhões de euros na modernização das Forças Armadas até 2023.

      Luís Amado, que respondia a uma questão colocada pelo deputado do CDS-PP João Rebelo, salientou, contudo, que o montante de 290 milhões de euros é apenas "uma previsão", mostrando-se disponível para rever a verba durante a discussão do diploma na comissão parlamentar.

      A "total" disponibilidade do Governo para introduzir alterações ao diploma durante a discussão na especialidade foi, aliás, várias vezes repetida pelo ministro durante o debate: "Estamos totalmente abertos para discutir".

      Por parte da oposição, Luís Amado foi confrontado com algumas dúvidas das bancadas do PSD e do CDS-PP e com as críticas do PCP e BE.

      Pelo PSD, o deputado Rui Gomes da Silva questionou Luís Amado acerca da criação de uma força conjunta de helicópteros atribuídos à Força Aérea, Marinha e Exército, que ficará sedeada no Montijo e sob a dependência do Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), almirante Mendes Cabeçadas, e a venda de 12 dos actuais caças F-16.

      Na resposta, o ministro da Defesa justificou estas decisões com necessidades de "racionalização" dos equipamentos, no caso da venda dos caças F-16, e lembrou que, relativamente à criação de uma força conjunta de helicópteros, "também o Reino Unido já optou por essa solução".

      Em resposta a uma intervenção do deputado do PSD Henrique de Freitas, que criticou alguns aspectos do diploma, classificando-o como a "lei da poupança militar", Luís Amado reconheceu que, de facto, se está perante "uma lei da poupança".

      "Sim. É uma lei da poupança. A programação é um exercício de poupança", sublinhou, considerando que seria "absolutamente irresponsável" criar um diploma que fosse contra o "esforço de contenção".

      Da parte do CDS-PP, que tal como o PSD irá abster-se na votação da generalidade, embora manifestem disponibilidade para votar favoravelmente o diploma em votação final global se o executivo introduzir algumas alterações, as principais dúvidas colocadas relacionaram-se com duplicação da cativação de verbas e o "excessivo" optimismo da verba prevista para a alienação de equipamento.

      "Do que está previsto para este ano na LPM, 40 por cento do seu valor não vai ser investido, ficando cativas em prol da disciplina orçamental. O que significa que muitos programas serão comprometidos", disse o deputado do CDS-PP João Rebelo.

      "Não comprometemos os programas. O Estado honrará os seus compromissos", garantiu, por sua vez, Luís Amado.

      As principias críticas ao diploma do Governo, que revê a lei aprovada em 2003, partiram das bancadas do PCP e do BE, que já anunciaram que irão chumbar o diploma.

      "As opções constantes das leis de programação militar relevam mais das exigências da NATO e da Força Europeia de Reacção Rápida do que do interesse nacional", referiu o deputado do PCP António Filipe, ressalvando que a discordância dos comunistas ao diploma "não deve ser entendida como discordância quanto ao objectivo de reequipar as Forças Armadas".

      "Compartilhamos esse objectivo. A nossa discordância tem que ver com opções, prioridades e modelos de financiamento", sublinhou.

      Pelo BE, Luís Fazenda repetiu as críticas que já tinham sido deixadas pelo deputado comunista, fazendo ainda referência ao "absurdo total" da proposta da LPM prever que a próxima revisão só deverá ocorrer em 2009 e não dentro de dois anos, em 2008, como é habitual.

      A defesa do diploma do Governo veio da bancada do PS, com deputado Miranda Calha a sublinhar o seu carácter "inovador", nomeadamente a decisão de criar uma força conjunta de helicópteros.
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luis filipe silva

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« Responder #104 em: Junho 21, 2006, 02:43:47 pm »
Rui Elias escreveu:
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Quanto a aquisições e nomeadamente o que se passa em relação à Holanda, acho que por enquanto ainda tudo não passou de notícias de jornais.


Sim, porque do lado governamental, está tudo no segredo dos Deuses.
Proponho desde já este jornalista para ministro da defesa.
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saudações:
Luis Filipe Silva
 

 

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