FAP, que deviamos ter.

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Nuno Bento

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« Responder #15 em: Janeiro 23, 2006, 12:25:43 am »
Pessoalmente continuo a achar que o numero de Cn295 e EH-101 é insufeciente. Os numero mencionados não dão para as regiões autonomas, deviamos ter mais 4 unidades de cada aparelho.
 

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Miguel

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« Responder #16 em: Janeiro 23, 2006, 09:05:10 pm »
:oops:  e a esquadra 801??? com os seus DHC1 Chipmunk???
 

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Get_It

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« Responder #17 em: Janeiro 23, 2006, 09:31:38 pm »
Citação de: "Miguel"
:oops:  e a esquadra 801??? com os seus DHC1 Chipmunk???


Por falar em aviões de treino e no que «deviamos ter», talvez «fosse» bom substituir o Aerospatiale Epsilon-TB 30 pelo Pilatus PC-21 (na esquadra 101). E talvez também o Chipmunk MK 20 pelo Pilatus PC-7 (esquadra 802) :?

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Nuno Bento

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« Responder #18 em: Janeiro 24, 2006, 12:20:19 am »
Citação de: "Get_It"
Citação de: "Miguel"
:oops:  e a esquadra 801??? com os seus DHC1 Chipmunk???

Por falar em aviões de treino e no que «deviamos ter», talvez «fosse» bom substituir o Aerospatiale Epsilon-TB 30 pelo Pilatus PC-21 (na esquadra 101). E talvez também o Chipmunk MK 20 pelo Pilatus PC-7 (esquadra 802) :?

Cumprimentos,


Porque 2 aviões diferentes para treino basico, eu penso que a FAP só mantem o chipmunk operacional devido ao numero e as capacidades do epsilon serem muito reduzidas. O Epsilon quando foi comprado era o avião mais fraco do seu segmento qua avia no mercado.
Penso que o Pilatos PC 21 é um avião para uma missão mais proxima dos alpha Jet, o PC 7 chegava para ambas as esquadra não nos podemos dar ao luxo de diversicar.
 

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Nuno Bento

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« Responder #19 em: Janeiro 24, 2006, 12:27:02 am »
Tambem ja ouvi e li na mais alto que se fala nos corredores politicos em aumentar a frota de Falcom porque as unidades existentes não dão para tanto ministro, até se fala no falcon 900, mas com os cortes orçamentais não sei se teriam coragem para tanto :!:
 

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Get_It

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Aeronaves de treino: PC-7 e PC-21
« Responder #20 em: Janeiro 24, 2006, 01:15:44 am »
Citação de: "nuno bento"
Citação de: "Get_It"
Citação de: "Miguel"
:oops:  e a esquadra 801??? com os seus DHC1 Chpimunk???

Por falar em aviões de treino e no que «deviamos ter», talvez «fosse» bom substituir o Aerospatiale Epsilon-TB 30 pelo Pilatus PC-21 (na esquadra 101). E talvez também o Chipmunk MK 20 pelo Pilatus PC-7 (esquadra 802) :?

Cumprimentos,

Porque 2 aviões diferentes para treino basico, eu penso que a FAP só mantem o chipmunk operacional devido ao numero e as capacidades do epsilon serem muito reduzidas. O Epsilon quando foi comprado era o avião mais fraco do seu segmento qua avia no mercado.
Penso que o Pilatos PC 21 é um avião para uma missão mais proxima dos alpha Jet, o PC 7 chegava para ambas as esquadra não nos podemos dar ao luxo de diversicar.


Hum, segundo as fontes que dei no meu post anterior, o PC-7 é designado como um avião de treino básico, sendo um bom substituto para o Chipmunk que [também] é utilizado para treino básico nas esquadra 802.
Já o PC-21 é um avião de treino básico, avançado e de caça. Tal como disse - não eu mas sim o Nuno Bento (ai estes tempos) -, é um avião para uma missão mais próxima dos Alpha-Jet.

Talvez fosse possível utilizar o PC-21 para subsituir o Chipmunk, Aerospatiale Epsilon-TB 30 e [talvez] ainda o Alpha-Jet. Em vez de 3 aeronaves diferentes ficariamos apenas com uma. Penso que disto resultaria uma diminuição nos custos de manutenção. E no caso de ser preciso, todas as esquadras teriam a capacidade não só de um treino específico, mas de treino básico, avançado e de caça.

Cumprimentos,
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ferrol

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Re: Aeronaves de treino: PC-7 e PC-21
« Responder #21 em: Janeiro 24, 2006, 07:40:35 am »
Citação de: "Get_It"
Talvez fosse possível utilizar o PC-21 para subsituir o Chipmunk, Aerospatiale Epsilon-TB 30 e [talvez] ainda o Alpha-Jet. Em vez de 3 aeronaves diferentes ficariamos apenas com uma. Penso que disto resultaria uma diminuição nos custos de manutenção. E no caso de ser preciso, todas as esquadras teriam a capacidade não só de um treino específico, mas de treino básico, avançado e de caça.
Sen embargo, eu penso que aprender a pilotar un avión a reacción debe facerse con outro avión a reacción

Así, eu deixaría os avións de hélice para entreno básico, tanto de voo como táctico, pero me parece demasiada a diferencia entre pilotar un Pilatus e un F-16. O salto é tan grande que o piloto novato podería sentirse sobrepasado polo F-16

Estou dacordo no uso dos Pilatus para aprender a voar e para o entrenamento inicial, pero debe haber un paso intermedio entre o avión a hélice e o de reacción, que a min me parece que pode ser un avión a reacción con velocidade un pouco maior que a de turbohélice, por exemplo, o Alphajet que xa hai, convintemente modernizado para asemellarse ós novos F-16 MLU.

Saúdos.
Tu régere Imperio fluctus, Hispane memento
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Get_It

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Re: Aeronaves de treino: PC-7 e PC-21
« Responder #22 em: Janeiro 24, 2006, 05:34:38 pm »
Citação de: "ferrol"
Citação de: "Get_It"
Talvez fosse possível utilizar o PC-21 para subsituir o Chipmunk, Aerospatiale Epsilon-TB 30 e [talvez] ainda o Alpha-Jet. Em vez de 3 aeronaves diferentes ficariamos apenas com uma. Penso que disto resultaria uma diminuição nos custos de manutenção. E no caso de ser preciso, todas as esquadras teriam a capacidade não só de um treino específico, mas de treino básico, avançado e de caça.
Sen embargo, eu penso que aprender a pilotar un avión a reacción debe facerse con outro avión a reacción

Así, eu deixaría os avións de hélice para entreno básico, tanto de voo como táctico, pero me parece demasiada a diferencia entre pilotar un Pilatus e un F-16. O salto é tan grande que o piloto novato podería sentirse sobrepasado polo F-16

Estou dacordo no uso dos Pilatus para aprender a voar e para o entrenamento inicial, pero debe haber un paso intermedio entre o avión a hélice e o de reacción, que a min me parece que pode ser un avión a reacción con velocidade un pouco maior que a de turbohélice, por exemplo, o Alphajet que xa hai, convintemente modernizado para asemellarse ós novos F-16 MLU.

Saúdos.

He'he, exagerei... mas ok. Os PC-21 não deveriam mesmo por esse motivo substituir inteiramente - no nosso caso - o Alpha Jet, mas pelo que vejo no artigo sobre a aeronave na Wikipédia e no Airforce Technology, poderia servir também como introdução para caças como o Harrier, F-16, F/A-18 e Gripen.

Citação de: "Air Force Technology - PC-21 Turboprop Trainer"
The aircraft is fitted with a fully digital glass cockpit with head up displays, an Up Front Control Panel (UFPC), Hands On Throttle And Stick (HOTAS) control and full sized multi-function displays giving a similar cockpit environment to current generation fighters, such as the AV-8B, F-16, F/A-18 and Gripen.


Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Leonidas

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« Responder #23 em: Janeiro 26, 2006, 03:28:32 am »
Saudações guerreiras.

Citação de: "N.Bento"
Tambem ja ouvi e li na mais alto que se fala nos corredores politicos em aumentar a frota de Falcom porque as unidades existentes não dão para tanto ministro, até se fala no falcon 900, mas com os cortes orçamentais não sei se teriam coragem para tanto  


Caro N. Bento, não vou contradize-lo na sua afirmação, porque até pode ter fundamento. Duvido, mas isso sou eu. O que é necessário, segundo aquilo que sei, é a introdução de um aparelho próprio para calibração (tipo Falcon 20)(*). O que foi que o Nuno ouviu não deve ser levado a sério (pelo menos para mim) e foi para camuflar, talvez, uma intenção mais séria e mais lógica de se estar a pensar seriamente na compra dos A310 MRTT(**)  8)  8)  8)

(*)


(**)


http://www.emfa.pt/www/aeronaves/aeronavesdetalhe.php?lang=pt&key=falc20

Cumprimentos
 

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Charlie Jaguar

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« Responder #24 em: Janeiro 26, 2006, 02:23:56 pm »
Citação de: "Leonidas"
(...) talvez, uma intenção mais séria e mais lógica de se estar a pensar seriamente na compra dos A310 MRTT

Saudações aeronáuticas

Leonidas, o que advoga tem bastante lógica até pela disponibilidade, em breve, dos A-310-300 da TAP. Há muito que sou apoiante duma solução deste género porque uma aeronave com as características do A-310, para além do transporte de altas individualidades, pode servir para um variado leque de missões como, por exemplo, o transporte estratégico e mesmo reabastecimento aéreo dos EH-101 CSAR e C-295 (ambos os aparelhos terão provisões para a instalação de uma lança de reabastecimento). Era um bom passo, se bem que neste tempo de "vacas magras" se possa afigurar como algo complicado senão mesmo impossível de concretizar.

Para VCAN ainda se chegou a falar na reconfiguração de um dos Falcon 50 mas depois esse plano foi abandonado.
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Johnnie

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« Responder #25 em: Janeiro 26, 2006, 02:47:00 pm »
Boas..

Várias Forças Aereas usam o C-130 adaptado a reabastecedor, não seria possivel adaptarmos uns quantos Aviocar para esse fim???
«When everything is coming your way... You are in the wrong lane!!!!"
 

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Charlie Jaguar

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« Responder #26 em: Janeiro 26, 2006, 03:07:06 pm »
Johnnie, o C-212 Aviocar é pequeno, pouco possante e como tal não é adequado para essa missão.  :wink:

Quanto a transformar, pelo menos, um C-130H em KC-130H com a adição de pods AAR Sargent Fletcher FR300 ou Flight Refuelling Mk.32, ao que sei a FAP nunca teve (nem tem) essa intenção.
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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typhonman

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« Responder #27 em: Janeiro 26, 2006, 03:21:03 pm »
Charlie, o EH101 não pode ser reabastecido pelo A310, devido a diferença de velocidades maxima de um e minima do outro.

Para reabastecer helis so mesmo um C130.

Mas de que serve a sonda no C295 se nao vamos ter uma aeronave dedicada a isso?

Vamos estar sempre dependentes dos de fora. :?
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Charlie Jaguar

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« Responder #28 em: Janeiro 26, 2006, 10:58:29 pm »
Citação de: "Typhonman"
Charlie, o EH101 não pode ser reabastecido pelo A310, devido a diferença de velocidades maxima de um e minima do outro.

Para reabastecer helis so mesmo um C130.

Mas de que serve a sonda no C295 se nao vamos ter uma aeronave dedicada a isso?

Vamos estar sempre dependentes dos de fora. :P

Quando referi a capacidade que os Merlin CSAR e C-295 terão para ser reabastecidos em voo não especifiquei que, neste momento a nível da FAP, apenas o EADS-CASA C-295 poderia usufruir da presença de um avião-tanque (devido ao sistema "hose & drum"), a não ser que no Airbus fosse instalada igualmente uma "flying boom" de modo a poder reabastecer os F-16. Ora os nossos Vipers, quando necessitam de apoio deste género no continente europeu, socorrem-se ou dos KDC-10 da Real Força Aérea Holandesa ou dos KC-135R da USAF (estacionados em Mildenhall), no âmbito da cooperação NATO.

Sendo assim, e se nos recordarmos que a FAP não tem qualquer intenção de transformar um dos C-130 em KC-130, facilmente se chegará à conclusão que a visão de um "tanker" português não passará de uma miragem. Os C-295, caso ocorra alguma eventualidade, podem sempre recorrer aos KC-130 e/ou KC-707 do Ejército del Aire, por exemplo. Os nossos antigos A-7P Corsair II, mesmo tendo uma boa autonomia de voo, estavam certificados para AAR numa série de aparelhos de outros países membros da Aliança Atlântica porque o Estado português nunca definiu como prioritária a compra de um deste tipo de plataformas de multiplicação de forças. Daí que se perceba, em parte, esta política de "não temos nós, pedimos emprestado ao vizinho ou amigo".

No entanto, o A-310 seria precioso para transporte de carga e/ou tropas, para além de poder prestar auxílio humanitário. Isto sem mencionarmos a referida função de transporte VIP.
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Leonidas

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« Responder #29 em: Janeiro 28, 2006, 12:59:01 am »
Saudações guerreiras.

Citação de: "N. Bento"
Porque 2 aviões diferentes para treino basico, eu penso que a FAP só mantem o chipmunk operacional devido ao numero e as capacidades do epsilon serem muito reduzidas. O Epsilon quando foi comprado era o avião mais fraco do seu segmento qua avia no mercado.

Caro N. Bento os Chipmunk foram e são uma das melhores aquisições da FAP e já lá vão uma porrada de anos. Aviões estes que foram fabricados em Portugal pelas OGMA também. Foram desativados e reintroduzidos de novo no ativo pelas suas qualidades de treino básico, depois de serem obviamente atualizados. Muita coisa nova, motores incliuido, cá é Portugal e ao que parece correu tudo bem, mas não foi pêra doce até pô-los a baterem as asas.

O Épsilon por ter sido o mais fraco (?) não quer dizer que não seja válido. Há um tópico qualquer onde fala do avião, mas que já não me lembro qual. Vai ter que procurar. Eles não vão ser substituídos, pois ainda têm muito para dar e de boa saúde, pelos vistos. Julgo que o nº de aviões disponíveis chegam para as encomendas.

Os alphajet comparando com os Hawk e outros do género, creio que só batem os L-39. Portugal teve os T-33, que também eram os mais fracotes dentro do género, mas que se revelou ser no mínimo muito bom. Os Asas de Portugal que o digam. Houve muita gente surpreendida, até os americanos. Como é que conseguiam retirar tanto de pouca potência?  :(  :wink:

Cumprimentos


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