España-Portugal vs Italia-Marruecos

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sierra002

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« Responder #60 em: Janeiro 24, 2006, 07:00:20 pm »
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Naturalmente estou a referir-me aos acontecimentos ocorridos no norte de África no fim do século XIX e inicio do século XX

Ocurrió que España luchó en guerras y acrecentó sus posesiones alrededor de Ceuta y Melilla. España se fue de Marruecos cuando Francia, que ocupaba la otra parte, le concedió la independencia.

La historia de España tiene luces, sombras y zonas grises. Como la de cualquier país.
 

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papatango

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« Responder #61 em: Janeiro 24, 2006, 07:13:54 pm »
Citação de: "garrulo"
Cada cual en una situacion de fuerza ,pone lo que tiene, ustedes indudablemente no lo hubieran podido hacer , por que simplemente no TIENEN.


Deve ser por isso, que Timor-Leste, a mais de 20.000Km de Portugal, é hoje independente, e deve ser por isso que o Sahara Ocidental, a algumas centenas de quilometros das Canárias, continua ocupado por Marrocos.

Em ambos os casos, os militares saíram. A diferença é que os portugueses continuaram a acreditar no direito, e a lutar pelo que estava certo. A Espanha, desistiu.

A força das nações mede-se mais pela força e determinação do povo que pelo numero de tanques das forças armadas.

A milhares de quilometros de distância, e desarmado, Portugal conseguiu o que a Espanha não conseguiu, contra um país vinte vezes mais pequeno que a Indonesia.

Um pouco de estudo sobre História, não faria mal nenhum...
 

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sierra002

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« Responder #62 em: Janeiro 24, 2006, 08:44:01 pm »
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Timor-Leste, a mais de 20.000Km de Portugal, é hoje independente


Timor-Este es hoy independiente porque Australia le apoyó con el objeto de hacerlo su colonia economica. Portugal no impresionó a Indonesia con sus fragatas Meko, los militares australianos si.
 

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papatango

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« Responder #63 em: Janeiro 24, 2006, 09:02:56 pm »
LOL

Sierra002, você quer ser levado a sério neste fórum?

A Australia foi sempre o maior aliado da Indonésia.

A questão da independência de Timor, não se jogou depois do referendo (em que as forças da Australia foram enviadas para Timor).

A questão de Timor, jogou-se ao longo de anos e anos, em que toda a gente dizia que os portugueses eram tontos, por continuar a defender a independencia de Timor.

Ninguém acreditava.

Só para lhe dar um exemplo, a Australia boicotou a Expo-98 em Lisboa por causa da posição portuguesa relativamente a Timor, e porque temia manifestações contrárias à Australia.

Ninguém (nem a Indonésia) foi tão contrário à posição portuguesa.

Sierra002 -> se você estudasse um pouco os assuntos, e os tentasse perceber, antes de falar por falar, evitava dizer disparates, decorrentes apenas da sua falta de argumentação.

Todo o mundo reconheceu posteriormente que sem Portugal, que nunca desistiu do tema de Timor nas Nações Unidas, e que fez toda a pressão que um pequeno país pode fazer, por exemplo na União Europeia, nunca tinha havido Timor livre.

O lider do "Irião Ocidental" que hoje faz parte da Indonésia e foi uma colonia da Holanda, disse o seguinte na televisão:

"A nossa tragédia, foi termos sido uma colonia da Holanda, se tivessemos sido colonia de Portugal, hoje seríamos independentes".

Durante todo o periodo em que Portugal criticava a Indonesia, os nossos amáveis vizinhos espanhóis, desenvolviam projectos cojuntos para a construção de aviões com a ditadura de Suharto.

Com amigos como a Espanha, não temos necessidade de inimigos.

Cumprimentos
 

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sierra002

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« Responder #64 em: Janeiro 24, 2006, 09:52:12 pm »
Una frase para el recuerdo

Citar
A Australia foi sempre o maior aliado da Indonésia.

Australia e Indonesia son las potencias regionales de la zona y competidoras entre si desde los tiempos de la Conferencia de Bandung.

Citar
Todo o mundo reconheceu posteriormente que sem Portugal, que nunca desistiu do tema de Timor nas Nações Unidas, e que fez toda a pressão que um pequeno país pode fazer, por exemplo na União Europeia, nunca tinha havido Timor livre
Muy loable, pero dejando de lado que el mayor merito de Portugal ha sido pedir ayuda para que le defiendan otros más fuertes. También es cierto que esa actividad de Portugal a Indonesia le ha traido siempre al fresco. Fue la crisis política interna de ese país la que dió el pistoletazo de salida a la crisis que ha llevado a Timor Este a la independencia. Crisis aprovechada por Australia y su primer ministro, Ron Howard, para afianzar su hegemonía en la zona.

Esto si que es cierto e incontestable:
Citar
Ninguém (nem a Indonésia) foi tão contrário à posição portuguesa.

Efectivamente, no hay nadie ahora tan contrario a la posición portuguesa. Australia es la nueva potencia colonial.
 

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papatango

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« Responder #65 em: Janeiro 24, 2006, 10:01:46 pm »
Sierra002, você conhece o acordo sobre Timor Gap?
Você tem ideia do que está a dizer?

Sierra, eu não lhe peço "enlaces" poeque sei que o que você está a dizer não faz o mais pequeno sentido.

A suas afirmações "vazias" decorrem apenas da absoluta irritação com você mesmo, por não ter argumentos, e acima de tudo por saber que não tem argumentos..

O que aqui afirmei, foi que a Espanha desistiu do Sahara. Perdeu, Abandonou. Ao contrário Portugal não desistiu, persisitiu, e aquilo que nós defendiamos, a Independência de Timor, acabou por acontecer. Ao contrário o Sahara continua nas mãos de Marrocos.

Onde nos atingimos objectivos, porque não desistimos a Espanha falhou porque desistiu.

Isto são factos, e contra factos não há nem pode haver argumentos.

É por isso que você não entende a questão de Olivença. Nós temos esta capacidade de não deixar morrer os temas.

A Espanha, não a tem.
 

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sierra002

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« Responder #66 em: Janeiro 24, 2006, 10:17:09 pm »
Citar
É por isso que você não entende a questão de Olivença. Nós temos esta capacidade de não deixar morrer os temas.

A Espanha, não a tem.
Rechazo el argumento de la superioridad ¿racial? del portugués sobre el español en nada.
No voy a hacer chistes sobre que país está más desarrollado por que me parecerian de mal gusto. Ambas naciones deben trabajar para ponerse al nivel de los mejores.

Por supuesto que ha habido buenas relaciones entre Australia e Indonesia, paises vecinosa aunque no se gusten. No tenerlas hubiera significado la guerra. Pero en cuanto se presentó la ocasión, Australia mandó 7000 soldados que fueron quienes pararon a las milicias indonesias, no el ejercito portugues. Si no hubiera sido por los australianos, en Timor hubiera habido una matanza y sería ahora un cementerio propiedad de Indonesia.

Algunos enlaces que hablan del conflicto estratégico Indonesia versus Australia.

http://www.strategypage.com/dls/article ... 102426.asp
http://www.aph.gov.au/library/pubs/rp/1 ... 00rp01.htm
http://www.kbri-canberra.org.au/speeche ... 50301e.htm
http://countrystudies.us/indonesia/102.htm

Un enlace sobre las chispas que van saltando entre Portugal y Australia en Timor.
http://www.arso.org/s-2002-161s.htm
Citar
16. En el asunto relativo a Timor Oriental, Portugal esgrimió que en la negociación de un acuerdo con Indonesia sobre la prospección y explotación de la plataforma continental en la zona de la Falla de Timor, Australia no había respetado el derecho del pueblo de Timor Oriental a la soberanía permanente sobre sus riquezas y recursos naturales, ni tampoco así las facultades y los derechos de Portugal en su calidad de Potencia administradora de Timor Oriental. Ante la ausencia de Indonesia en las actuaciones, la Corte Internacional de Justicia llegó a la conclusión de que no podía ejercer su competencia.


Y yo me pregunto ¿Si Australia se pone seria que va a hacer Portugal?
 

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papatango

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« Responder #67 em: Janeiro 24, 2006, 11:12:34 pm »
Citar
Australia mandó 7000 soldados que fueron quienes pararon a las milicias indonesias, no el ejercito portugues

sierra002:

A "libertação" de Timor, não ocorreu por causa das tropas australianas.

Essa libertação ocorreu, porque a Indonesia foi "convencida" a efectuar um referendo em Timor.

A Indonesia comprometeu-se a aceitar o resultado do referendo.

A Australia, só entra no barco da defesa do Timor Independente, quando se torna óbvio e evidente que é essa a vontade do povo.

Na Australia, afirmava-se que se houvesse um referendo, os pró-indonesios ganhariam, e era por isso que se dizia que o referendo era inutil.

Todos estavam errados, Portugal estava certo. E isso é um facto histórico indesmentível.

Eu limitei-me a efectuar uma comparação entre o comportamento dos espanhóis relativamente ao Sahara e o comportamento dos portugueses relativamente a Timor.

É isso que eu afirmo.

Você pretende desviar o assunto para questões acessórias, para tentar explicar o inexplicável.

Infelizmente Sierra002, é esse o comportamento normal dos espanhóis. Colocam a cabeça debaixo da areia, cerram os olhos com muita força e tentam acreditar em algo.

É uma infeliz constante na história da Espanha, e "desgraciadamente" este tipo de comportamento continua a repetir-se.

Citar
Rechazo el argumento de la superioridad ¿racial? del portugués
Mas qual superioridade racial?
Onde é que você ouviu uma coisa dessas?

Eu apenas afirmei que os portugueses são mais persistentes que os espanhóis, e apoiei com factos conhecidos, onde é possível efectuar uma comparação entre Portugal e a Espanha.

Isso não implica nenhuma superioridade racial (que é uma coisa muito diferente), isso apenas demonstra que se trata de povos diferentes, e com "espiritos" diferentes.

E neste tipo de situações, o resultado é: Timor (independente) e Sahara (provincia marroquina).

Se tem dúvidas sobre quem é o principal responsável pela independência de Timor, pergunte ao Presidente da República (Xanana Gusmão), ao Primeiro Ministro (Mario Alcatiri), ao ministro dos estrangeiros (Ramos Horta) ou ao antigo bispo de Dili (D. Ximenes Belo). Dois destes individuos foram Prémio Nobel da Paz.

Mas claro, o Sierra002, do FóruDefesa, tem uma opinião diferente.

Eu, naturalmente respeito a sua opinião, mas se não se importa, eu darei  um pouco mais de crédito a prémios Nobel, que à sua opinião.

= = = = =
Relativamente à questão do Timor Gap, Sierra002, e já que quanto a relações Portugal-Australia você nos apresenta um link com quatro anos, deixe-me informa-lo, que a negociação está já terminada, e a Australia, aceitou a regra do 50-50.

Evidentemente, que a Austrália ficou irritada com Portugal, porque esperava que com a independência fosse possível "manipular" Timor.

Timor recebeu o apoio de Portugal na questão, e a Indonésia acabou apoiando as posições de Timor.
= = =

A verdade Sierra002, é que a irritação da Australia com Portugal, advém do facto de Portugal sempre ter feito frente à Australia.

Portugal nunca aceitou o traçado australiano. Sempre se recusou a traçar a fronteira, e a Australia acabou por aceita-la em 2006. Não aceitou tudo, mas acabou por aceitar.

Como no caso de Olivença, a Indonesia afirmava que em Portugal já ninguém queria saber do assunto e que só "quatro gatos" é que ainda se importavam com a questão de uma ilha perdida do outro lado do mundo.

Também nunca permitimos a marcação da fronteira de Olivença.
Até hoje, continua por marcar. Nunca aceitaremos a presença de estrangeiros na nossa terra contra a nossa vontade.

A força da razão é superior à razão da força.

Nunca desistiremos.
 

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typhonman

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« Responder #68 em: Janeiro 25, 2006, 01:02:29 am »
Muito bem PT!
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Cody

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« Responder #69 em: Janeiro 25, 2006, 01:32:19 am »
Citar
Como fizeram no Rossilhão, em Marrocos, no Sahara, no Iraque etc... etc... etc


Vaya,antes nos acusabas de tiranos,ahora de cobardes,algo más? :lol:
 

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sierra002

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« Responder #70 em: Janeiro 25, 2006, 06:03:23 am »
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Eu apenas afirmei que os portugueses são mais persistentes que os espanhóis, e apoiei com factos conhecidos, onde é possível efectuar uma comparação entre Portugal e a Espanha.
No voy a contestar a esto porque pienso y espero equivocarme que Papatango no represente el sentir del pueblo portugués.

Respecto a Timor mi tesis es que la independencia se debe al merito de su pueblo cuya voluntad fue siempre clara, el apoyo moral de su ex-metropoli y la ayuda militar australiana que impidió el genocidio y la excusa que este hubiera dado a Indonesia para volver.

Citar
Também nunca permitimos a marcação da fronteira de Olivença.

Castilla si la tuvo que delimitar mediante el chantaje que fue el tratado de Alcañices. Se tardó 5 siglos, pero se recuperó lo robado.
 

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Tiger22

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« Responder #71 em: Janeiro 25, 2006, 12:21:45 pm »
Citação de: "papatango"
Fazendo uma análise baseada nos factos históricos a conclusão sería:

Os Italianos rendiam-se aos marroquinos e os espanhóis desistiam à primeira adversidade e deixavam-nos sozinhos a lutar contra a moirama.

papatango conhecia estas declarações do ex-governador do Iraque, Paul Bremer, sobre a actuação das tropas espanholas no Iraque?

Citação de: "El Pais"
El ex gobernador estadounidense de Irak critica la actitud de las tropas españolas

Paul Bremer publica un libro en el que denuncia que los soldados españoles "no hacían nada" y "se negaban a combatir"

El que fuera gobernador estadounidense en Irak, Paul Bremer, critica con dureza la actitud y la conducta de las tropas españolas destinadas el país en Mi año en Irak, el libro que acaba de publicar sobre su estancia al frente de los destinos de Irak tras la invasión estadounidense. Bremer acusa a las tropas españolas de “no hacer nada”, de no ayudar a las tropas de la coalición e incluso de negociar con insurgentes. En resumen, Bremer sitúa a los soldados españoles en “la Coalición de los no dispuestos en absoluto".

Bremer encabezó la Autoridad Provisional de la coalición invasora de Irak desde mayo de 2003 hasta julio de 2004, cuando se transfirió el poder a un Gobierno interino en Irak. En el libro, Mi año en Irak, que es un pormenorizado y extenso relato de su difícil estancia en Irak, Bremer se refiere en varias ocasiones a la presencia militar española en ese país.

Bremer se refiere a la rebelión del clérigo chií Múqtada Al Sáder y sus milicias en la ciudad de Nayaf como la prueba de fuego para las tropas españolas. Según el ex gobernador, las tropas españolas rehusaron ayudar a las fuerzas estadounidenses que eran blanco del fuego de las milicias de Al-Sadr. "Están sentados encima de los tanques...sin hacer nada", dice Bremer en referencia a las tropas españolas y añade que “es indignante. A esto lo llamo yo ‘La Coalición de los no dispuestos en absoluto’".

En otra parte de su relato, Bremer se refiere a un plan para impedir que Al Sáder huyera del barrio bagdadí de ciudad Sader y recuerda cómo le pidió al general estadounidense Richard Sánchez que actuara con rapidez. En ese momento, el general le explicó que la Primera Fuerza Expedicionaria de marines había regresado a casa y había sido reemplazada por tropas extranjeras, entre las que se encontraban las españolas. "El comandante español de Nayaf rehúsa cooperar. Dice que ir a la ciudad en ese tipo de misión viola sus reglas para entrar en combate", recuerda textualmente Bremer. Las tropas españolas fueron enviadas a Irak en misión humanitaria, según explicó en su día el Gobierno español, entonces dirigido por José María Aznar.

Añade Bremer sobre este punto que el general de brigada Fulgencio Coll, comandante español en Nayaf, había estado tratando de negociar con grupos leales a Múqtada [Al Sáder] después de que hubieran pedido la liberación de Mustafá Al Yacubi, uno de los principales lugartenientes de Múqtada. “Esa mañana los españoles difundieron un comunicado idiota sobre el arresto de Yacubi en el que se decía que las fuerzas españolas no dirigieron esta operación que había sido llevada a cabo por 'la coalición de Bagdad' debido a la participación de Yacubi en la muerte de un soldado estadounidense", destaca Bremer. "El comunicado español debió haber sido desautorizado de principio a fin", agrega. En este contexto, el ex gobernador explica cómo las fuerzas especiales salvadoreñas estaban luchando en Nayaf y las españolas "se negaban a combatir".

Bremer relata también que habló con el embajador español y le hizo una dura reclamación. El diplomático le respondió que no estaba informado y que se pondría en contacto con Madrid. A continuación recuerda que le llamó desde Madrid la entonces ministra de Asuntos Exteriores, Ana Palacio, para decir que "no sabía nada" sobre los problemas en Nayaf y que había hablado con el presidente del Gobierno (José María Aznar) quien no creyó el informe sobre la conducta de las tropas españolas. Pero Bremer asegura que sus informantes le habían dicho que los españoles todavía “estaban sentados sin mover el trasero".

El libro, escrito con el autor profesional Malcom McConnell, constituye un documento importante sobre el primer año de la presencia estadounidense en Irak tras el comienzo de la guerra en marzo de 2003. Las tropas españolas fueron retiradas de Irak en abril de 2004 por orden del presidente del Gobierno José Luis Rodríguez Zapatero, quien ganó las elecciones el 14 de marzo de ese mismo año.
"you're either with us, or you're with the terrorists."
 
-George W. Bush-
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #72 em: Janeiro 25, 2006, 12:57:24 pm »
Citar
Respecto a Timor mi tesis es que la independencia se debe al merito de su pueblo cuya voluntad fue siempre clara, el apoyo moral de su ex-metropoli y la ayuda militar australiana que impidió el genocidio y la excusa que este hubiera dado a Indonesia para volver.


Em relação a Timor tenho que afirmar que se não fosse as operações militares do 2º Batalhão de Infantaria Pára-quedista, reforçado com 1 companhia de Fuzileiros e um DOE, provavelmente ainda havia milícias pró-Indonesia a rondar as montanhas. Fomos nós que os expulsa-mos das montanhas e fomos nós que controlámos a situação na capital. A formação da polícia e Forças Armadas tb foi mérito Português. Os Australianos foram mais para marcar presença e mostrar em casa que se preocupavam com os Timorenses. Posso dizer que no meu trabalho tenho muito contacto com australianos e todos achavam que o seu governo estava-se a comportar de uma forma vergonhosa. O caro 1º MP Australiano ao ver-se apertado mandou para lá os homens. Mas vê-la se eles foram para as montanhas caçar as milícias, vê-la se eles foram a ilha de Atauro ver se as populações estavam bem! É uma questão de perceber que a Austrália se comporta como senhora e mestra daquela zona.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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papatango

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« Responder #73 em: Janeiro 25, 2006, 02:51:42 pm »
Citação de: "cabeça de martelo"
Em relação a Timor tenho que afirmar que se não fosse as operações militares do 2º Batalhão de Infantaria Pára-quedista, reforçado com 1 companhia de Fuzileiros e um DOE, provavelmente ainda havia milícias pró-Indonesia a rondar as montanhas
Obrigado por nos lembrar de mais este detalhe, que eu havia esquecido.
De facto, a questão de Timor é tão óbvia, e a argumentação do Sierra002, é tão absurda e contrária a tudo o que conhecemos, que chega ao ponto de ficarmos incrédulos.

É por demais evidente que o governo da Australia foi forçado pela opinião pública a agir, e é evidente que a Austrália foi o principal aliadao da Indonesia em toda a questão.

A Australia boicotou o referendo até não ser mais possível, porque a opinião pública começou a achar a posição do seu próprio governo como indefensável.

E de facto, mesmo depois de os australianos terem chegado, as milicias continuaram a actuar.

Segundo me disseram, as milicias foram inicialmente ameaçadas.
Disseram-lhes que: "...Ou vocês param, ou nós colocamos os portugueses na fronteira..."

Como as milicias não pararam, as forças portuguesas, como disse o cabeça de martelo, foram transferidas do leste para a fronteira com a Indonésia. E só então houve tiros, só então alguém fez alguma coisa, e só então as milicias foram de facto caladas.

Sozinhos, os australianos não teriam feito nada, tinham continuado a tomar bebedeiras de cerveja, e a dizer que não havia problema.

Por isso os australianos ficam irritados com Portugal.

Mas claro, Sierra002, o "prejuicio" tão típico dos espanhóis relativemente a Portugal, impede-os de admitir este tipo de coisas. É triste.

= = =
Cody:
Eu não chamei cobardes aos espanhóis, eu disse que os espanhóis desistem facilmente de lutar, e é por isso que ocorreram situações como a do Rossilhão.
Como é que o Cody caracteriza a situação do Rossilhão? ? ? ? ? ?
Que adjectivo deve ser aplicado aos espanhóis, que pedem ajuda a Portugal e depois fazem a paz com a Franºça e deixam os portugueses em guerra com a França?


Cobardia é diferente de desistência.
E além disso, Cody, eu não fiz acusações a ninguém, eu limitei-me a referir FACTOS HISTÓRICOS.
Se você acha que a situação de  abandono do Rossilhão, ou do Sahara são cobardia, isso é a sua opinião.

= = = =

Citação de: "tiger22"
papatango conhecia estas declarações do ex-governador do Iraque, Paul Bremer, sobre a actuação das tropas espanholas no Iraque?
Eu pessoalmente acho que devemos entender as coisas dentro do contexto em que elas se inserem.

A administração do Sr. Bremer, não foi exactamente um grande sucesso, e ele tem naturalmente a sua visão sobre quem são os responsáveis.

Há, desde há muito tempo, um problema entre a Espanha e a América. Não é um problema a nível de governantes, que pontualmente podem até dar-se muito bem, mas há um problema entre o povo americano e imagem que este tem da Espanha, que leva a este tipo de comentários.

Pessoalmente, creio que o Sr. Bremer não entendeu que, tendo as tropas espanholas sido enviadas para o Iraque com um determinado tipo de ordens, não poderiam agir conforme as "Rules of Engagement" dos americanos.

Mas ao mesmo tempo que existem anti-corpos "anti-espanhóis" entre os americanos, também existem alguns anti-corpos "anti-americanos" entre os espanhóis.

Em termos militares, os espanhóis parecem dar muita importancia à forma, às questões de honra, sobre quem manda e quem é mandado. Ou seja, em bom português, preocupam-se muito com a honra e são pouco desenrascados nestes casos. Os espanhóis não conseguem abrir mão do seu "Orgulho Hispano" e então perante os americanos, menos ainda.

Os problemas entre os espanhóis e os americanos no terreno, provavelmente têm esta origem. São "arrufos" entre os escalões inferiores de comando. Normalmente não ocorrem a nível mais elevado, e é por isso que em operações navais, os americanos e os espanhóis até funcionam bem em conjunto. Em termos aéreos, entre oficiais de patente média e elevada (desde os pilotos) não costuma haver problemas.

Mas quando se chega ao exército, que é o ramo mais tradicionalista da "Velha Guarda" tudo muda. Aí, quem fala é a velha Castela. Essa não suporta os americanos, como não suporta os ingleses.

Cumprimentos
 

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sierra002

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« Responder #74 em: Janeiro 25, 2006, 03:25:22 pm »
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Mas ao mesmo tempo que existem anti-corpos "anti-espanhóis" entre os americanos, também existem alguns anti-corpos "anti-americanos" entre os espanhóis.

Vaya estupidez. La mayoría de los norteamericanos no saben situar España en un mapa y mucho menos, tener anticuerpos.

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Em termos militares, os espanhóis parecem dar muita importancia à forma, às questões de honra, sobre quem manda e quem é mandado. Ou seja, em bom português, preocupam-se muito com a honra e são pouco desenrascados nestes casos. Os espanhóis não conseguem abrir mão do seu "Orgulho Hispano" e então perante os americanos, menos ainda.

He aqui un punto importante, el verdadero punto que ha diferido la actuación de España respecto a Portugal. España a lo largo de la historia a marchado sola, equivocandose, venciendo o siendo vencida, triunfando o siendo apaleada, pero sola, gobernandose a si misma y defendiendose a si misma. El caso portugués ha sido difente, ha mantenido un imperio hasta el final a base de ser esbirros del amo inglés, el cual siempre le ha tratado con el desprecio que se le otorga al siervo.  ¿De qué le sirvió bajar la cabeza a Portugal con el ultimatum de 1890? ¿Le trató mejor el Reino Unido despues de haber salido corriendo? ¿Tuvieron que dejar de emigrar los portugueses para quitarse el hambre despues de todos los favores hechos a los británicos?
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El ultimátum

 

“El Gobierno de Su Majestad no puede aceptar como satisfactorias o suficientes las seguridades dadas por el Gobierno portugués, en el sentido que se interpretan. El cónsul interino de Su Majestad en Mozambique ha telegrafiado, a partir de información suministrada por el propio mayor Serpa Pinto, que la expedición sigue ocupando el Chiré y que Katunga, además de otros lugares en el territorio de los makololos, va a ser fortificada y acoger una guarnición. Lo que el Gobierno de Su Majestad exige y sobre lo que insiste es lo siguiente: el envío inmediato de instrucciones por telégrafo al Gobernador de Mozambique a fin de que todas y cada una de las fuerzas militares portuguesas que se encuentren de hecho en el territorio de los macololos o de los machonas se retiren. El Gobierno de Su Majestad considera que sin este acto las garantías presentadas por el Gobierno portugués son ilusorias.

El Señor Petre ha recibido instrucciones de salir de Lisboa inmediatamente con todos el personal de la embajada a no ser que se dé una respuesta satisfactoria a la demanda precedente en el curso de la tarde, y el barco de Su Majestad Enchantress está fondeado en Vigo a la espera de órdenes.

Embajada Británica, 11 de enero de 1890”

 

(Texto recogido en Valentim Alexandre, Origems do colonialismo portugués moderno, Lisboa, Sá da Costa, 1979, p. 174; traducción del inglés de Juan Pan-Montojo)


En todo el mundo veras escrita por los muros de las ciudades una frase español que nadie necesita traducir.

"MAS VALE MORIR DE PIE, QUE VIVIR DE RODILLAS"
« Última modificação: Janeiro 25, 2006, 03:30:26 pm por sierra002 »
 

 

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