Ilhas Selvagens

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SSK

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« Responder #285 em: Julho 03, 2007, 11:14:06 am »
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3º.- O Prestige afundiu diante das costas galegas a moitas millas das portuguesas, e se se levara a afundir en augas portuguesas sería sempre co permiso das autoridades locais...

Realmente deve ser humor da cor do crude, bem negro...
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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Re: Ilhas Selvagens.
« Responder #286 em: Julho 03, 2007, 11:17:17 am »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
 
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3º.- O Prestige afundiu diante das costas galegas a moitas millas das portuguesas, e se se levara a afundir en augas portuguesas sería sempre co permiso das autoridades locais...

Como? Vou fingir que não escreves-te isto...a sério, mais vale fingir que não escreves-te isso! :roll:


Tengo que decirlo una vez más: el Prestige tuvo un accidente mientras pasaba a pocas millas de la costa gallega por culpa de un temporal. Se dió orden de alejarlo de la costa y enviarlo después a aguas tranquilas, donde se podría trasvasar el petróleo a otro buque. Para cumplir la primera órden (alejarlo de la costa) se tomó rumbo Noroeste tras detener al capitán por obstrucción, y para cumplir la segunda (enviarlo a aguas tranquilas para el trasvase del petróleo) se tomó rumbo Sudoeste, la dirección contraria a los temporales que azotaban el mar Cantábrico, tan habituales en esa época del año (noviembre).

Nadie dió jamás orden de hundirlo o de enviarlo ante las costas portuguesas, y desde luego que nadie pidió permiso a las autoridades portuguesas para hundirlo ante su costa (qué barbaridad  :roll: ). El hundimiento fue accidental, ya que el buque estaba en muy malas condiciones debido a un mal mantenimiento y a que era un buque muy viejo y monocasco. De hecho era su último viaje rumbo al desguace.

Nos tocó a nosotros como pudo tocarle a Portugal, a Francia, a Alemania, a Marruecos o a cualquier otro país de su ruta. La limpieza de su vertido nos costó mucho dinero, y el rescate del petróleo hundido con el buque también. La extracción del petróleo a miles de metros de profundidad fue una operación pionera en el mundo, pues jamás se había hecho antes. Pagada por los ciudadanos españoles.

Si se hubiera hundido en otro sitio, y no ante las costas de Galicia, ese petróleo seguiría dentro del buque hundido hoy. Si se hubiera metido dentro de una ria gallega, miles de personas (pescadores y mariscadores) se hubieran quedado sin trabajo porque el interior de las rías se utiliza para acuicultura (producimos la mayor parte de la acuicultura de España). Hubiera sido un desastre sin precedentes.
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #287 em: Julho 03, 2007, 11:42:59 am »
Manuel desculpa-me mas todos nós sabemos que o petroleiro pediu para ir para a Galiza reparar-se, mas como estava em vias de ocorrer o naufrágio as autoridades Espanholas disseram ao comandante para ir para Portugal fazer essas reparações. Ou seja, tentaram empurrar o problema para Portugal. Isso são factos que até os próprios Galegos reconhecem, de tal maneira que eu lembrom-me perfeitamente numa reportagem acerca destes acontecimentos um galego a dizer que tinha vergonha no seu governo por causa das suas atitudes.
Se queres branquear os actos do teu governo...isso é lá contigo.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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« Responder #288 em: Julho 03, 2007, 11:44:19 am »
Un último comentario: las autoridades locales de Vigo protestaron hace poco porque Salvamento Marítimo hizo un ejercicio de rescate de un petrolero averiado dentro de la Ría de Vigo. Y era un ejercicio, no un accidente real. Sencillamente, la idea de meter un petrolero accidentado delante de nuestra costa es inaceptable: aquí vive medio millón de personas a pocos metros del mar, aquí no hay industrias relacionadas con el petróleo ni puerto petrolero, aquí se crian mejillones, almejas, rodaballos, lubinas, doradas y otras clases de pescados y mariscos. El negocio acuícola mueve cientos de millones de euros al año. Por otra parte, Vigo es el primer puerto pesquero de Europa y aquí no puede accidentarse un petrolero porque nadie querría pescado procedente de nuestro puerto. Me refiero a miles de puestos de trabajo y a miles de millones de euros. Es inaceptable que entre un petrolero en un sitio así, accidentado o no.

Que los lleven a otra parte o en mitad del Océano, pero no aquí  :!:
 

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« Responder #289 em: Julho 03, 2007, 11:55:01 am »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Manuel desculpa-me mas todos nós sabemos que o petroleiro pediu para ir para a Galiza reparar-se, mas como estava em vias de ocorrer o naufrágio as autoridades Espanholas disseram ao comandante para ir para Portugal fazer essas reparações. Ou seja, tentaram empurrar o problema para Portugal. Isso são factos que até os próprios Galegos reconhecem, de tal maneira que eu lembrom-me perfeitamente numa reportagem acerca destes acontecimentos um galego a dizer a dizer que tinha vergonha no seu governo por causa das suas atitudes.
Se queres branquear os actos do teu governo...isso é lá contigo.


Es falso, y el rumbo del buque lo demuestra. La dirección del buque era Oeste-Sudoeste, muy lejos de la costa portuguesa y desde luego muy lejos de cualquier astillero portugués.

El objetivo era llevar al buque lejos de los temporales, que estaban en dirección NE.

La opción de entrar en puerto a reparar se valoró al inicio porque así lo querían el capitán y la naviera. Esa opción hubiera supuesto conservar la propiedad del buque y de su cargamento, mientras que en caso de rescate la hubieran perdido. Las autoridades se negaron a dejar entrar en puerto con los riesgos que eso suponía, y cuando el capitán desobedeció la orden de alejar el buque fue detenido y encarcelado.
 

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Lancero

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« Responder #290 em: Julho 03, 2007, 12:41:54 pm »
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Operação “PRESTIGE”

O Comando Naval e o Incidente do Navio “PRESTIGE”

Eram 1345 (horas portuguesas) do dia 13 de Novembro quando o petroleiro “Prestige”, de pavilhão das Bahamas, e pertencente a uma companhia da Libéria, a cerca de 28 milhas a oeste do cabo Finisterra, lançou um sinal de socorro em virtude de estar sem máquinas, à deriva, e com um rombo no casco.

Apesar do incidente ocorrer em águas de responsabilidade de busca e salvamento espanholas o MRCC Lisboa foi informado da situação no dia 14 de Novembro às 1053, tendo desde logo salvaguardado a eventualidade de necessidade de apoio para a acção SAR em curso.

Após terem sido retirados, na tarde de dia 13, pelo helicóptero espanhol “Pesca I”, 31 tripulantes (ficando apenas a bordo o comandante e mais três tripulantes que desembarcaram dia 18 às 1649 no mesmo helicóptero), o navio começou a ser rebocado para NE e depois (tarde de dia 14) para NW pelos rebocadores espanhóis “Ria de Vigo”, “Charuca Silveira” e “Alonso Chaves” e pelo rebocador chinês “Deda”. Ao fim da tarde de 14 o reboque alterou o rumo para SW até dia 18 às 2240, altura em que se encontrava a cerca de 35 milhas da ZEE nacional. Nessa altura, já se encontrava nas proximidades, no limite norte da nossa ZEE, o N.R.P. “João Coutinho” que havia chegado ao local no dia 18 ás 2040, com a missão de impedir o “Prestige” de entrar na mencionada zona económica.

Às 1023 horas do dia 19, na posição 42º 13’N - 012º 04’W, o navio partia-se em dois, tendo-se afundado às 1520 na posição 42º 11’N - 012º 04’W. Uma enorme quantidade de fuel foi então libertada.

Na sequência do desastre ambiental e da ameaça à costa nacional, foi estabelecido um gabinete de acompanhamento dirigido pelo MEDN e composto por representantes de diversos ministérios, englobando-se o CN, DGAM, e o Instituto Hidrográfico (IH) na representação do MDN.
 

Ao CN coube acompanhar a situação no local através de meios de superfície, recolher, compilar e difundir todas as informações da situação do derrame e da localização das manchas de poluição através das observações dos meios de superfície, dos aéreos, e de dados fornecidos pelo elemento da DGAM junto do gabinete de crise da Corunha – Espanha. Diariamente foram empenhados meios de superfície e aéreos para a monitorização e caracterização das manchas de poluição, envolvendo observação visual, medição de volumetria da poluição, recolha de amostras e recolha de poluição. Após  a compilação da informação recolhida, esta foi sendo enviada diariamente para o IH, DGAM, Gabinete do CEMA e Estado-Maior da Armada.

Foram empenhados 11 meios navais e aeronaves da Força Aérea Portuguesa (FAP) num total de 48 missões aéreas (até 27 de Dezembro).

Sob o comando e controlo operacional do CN, operaram os seguintes navios (até 27 de Dezembro):

• N.R.P.”João Coutinho” – 18 a 21 e 29 a 30 de Novembro – combate à poluição, efectuando acompanhamento da situação e recolha de amostras.

• N.R.P.”João Roby” – 30 de Novembro a 01 de Dezembro – combate à poluição, efectuando acompanhamento da situação e recolha de amostras.

• N.R.P.”Sacadura Cabral” – 19 a 24 de Novembro – combate à poluição, efectuando acompanhamento da situação e recolha de amostras.

• N.R.P.”Afonso Cerqueira” – 25 e 26 de Novembro – combate à poluição, efectuando acompanhamento da situação e recolha de amostras.

Os meios navais empenhados, sob o controlo operacional do Comando de Zona Marítima do Norte (CZMN), foram:

• N.R.P.”Shultz Xavier” – 05 a 28 de Dezembro – combate à poluição. Equipado com equipamento de recolha de poluição.

• N.R.P.”Bacamarte” – 11 a 19 de Dezembro – combate à poluição. Equipado com equipamento de recolha de poluição.

• N.R.P.”Andrómeda” – 12 a 19 de Dezembro – combate à poluição.

 • N.R.P.”Limpopo” – 24 Novembro a 10 de Dezembro – combate à poluição, efectuando controlo das operações superfície, monitorizando poluição através comunicações com aéreo.

• N.R.P.”Save” – 09 a 29 de Dezembro – combate à poluição, efectuando controlo das operações superfície, monitorizando poluição através de comunicações com aeronaves.

• N.R.P.”Zaire” – 20 a 25 de Novembro – combate à poluição, efectuando controlo das operações superfície, monitorizando poluição através de comunicações com aeronaves.

• N.R.P.”Rio Minho” – Colocação de barreiras de protecção.

É de referir também o empenhamento do navio norueguês “Northern Corona” na recolha de poluição, designadamente no dia 14 de Dezembro, quando recolheu duas bolsas com cerca de 80 CUM’s, que se encontravam a cerca de 5 milhas da costa portuguesa, a oeste de Viana do Castelo.

Um dos pontos dignos de realce emergentes de toda esta situação foi o excelente relacionamento e colaboração entre as várias entidades  e organismos envolvidos – A DGAM, a FAP, o CZMN, o IH e o Centro de crise na Corunha.

Actualmente, mantém-se o acompanhamento da situação, estando a poluição libertada junto à posição de afundamento sob atenta vigilância, não oferecendo, desde já, perigo para a nossa orla costeira.


 
Revista da Armada - Fevereiro 2003
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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papatango

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« Responder #291 em: Julho 03, 2007, 12:56:28 pm »
Eu vinha colocar uns pontos nos 'i' mas o post anterior creio que esclarece as dúvidas.

Da mesma maneira que os franceses "empurraram" o problema para águas espanholas sem se preocupar muito, também o governo espanhol fez a mesma coisa, só que no caso para águas portuguesas.

O governo da Galiza pouco ligou ao problema, e o governo em Madrid então pura e simplesmente nem quis saber do assunto.

É nestas alturas, que se entende melhor porque razão é que é melhor ser um estado soberano.
Ser um Estado Soberano quer dizer exactamente isto:
Em última instância esse Estado tem o direito de utilizar meios violentos para garantir a defesa dos seus interesses.

A Galiza não o podia fazer, e o próprio governo espanhol não parecia muito interessado...
Saiu-lhes o tiro pela culatra...

É natural que como sempre, a visão que «eles» apresentam da acção do governo português é a pior possível.
Num documentário que já vi num dos canais temáticos (Odisseia, Discovery ou National Geographic) a ideia que se dá é de que a culpa é toda de Portugal ao impedir que o navio entrasse na nossa ZEE, como se isso impedisse o Prestige de se afundar.
 

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zocuni

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« Responder #292 em: Julho 03, 2007, 01:07:31 pm »
Tudo bem,

Primeiro vamos por partes,como diria "Jacques o Estripador".Infelizmente,o nível dos participantes da Galiza,não estão no nivel a que me habituei no site da Agal,realmente e usando uma terminologia nautica,estão a léguas.
O Sr.Apolez,chega a ter presunção de vir num site lusófono vir a seus participantes dar aulas de ortografia,ora pretensão e água benta cada uma toma a que quer.Quantos aos lusistas do BNG.felizmente são inumeros e por isso deve andar um pouco atormentado,assim como a Galiza,assim como a Guiné-Equatorial estarem próximos de setoornarem membros da CPLP,onde até poderão nos próximos jogos da lusófonia,como membros observadores.Sei que está sentindo o chão fugir,paciência é a vida.Quanto às suas ameaças de se despejarmos fogo em cima dos piratas que pescam em nossa águas,pode estar descansado,que Portugal aguenta perfeitamente,aguentamos 8 séculos inumeras batalhas e confrontos e a contabilização é bem favorável a nós,portanto pode colocar as suas ameaças onde muito bem lhe apetecer.
Quanto ao Sr.Ferrol,penso que sua teoria é tão furada sobre a nossa ZEE,que nem vejo necessidade de me pronunciar perante tão absurdo pensamento neo-colonialista.Quantos aos pescadores ilegais em Huelva portugueses,fazem muito bem.Quando diz que temos tanta falta de espaço como vocês em relação a nós,não entendi de nós em relação a Angola,não pescamos lá,nem exploramos seu petróleo!
Quanto à história de Olivença pode ler neste link,para sua informação.

http://www.geocities.com/capitolhill/2382/brevhist.htm


Só para finalizar,se o lusismo vos atrapalha tanto porque vêm cá,nos encher a paciência e escrever tanta asneirada.Realmente,deveriam se expressar em português,assim como nós vamos a Espanha se não arranharmos espanhol,passamos maus bocados.
Nosso Portugal é pequeno,mas é uno e indivisivel,não somos um Estado fictício,que tende á sua auto-destruição,mesmo sem interferência externa.

Cumprimentos,
zocuni
 

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SSK

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« Responder #293 em: Julho 03, 2007, 02:18:11 pm »
Quanto ao prestige, quem acompanhou no mar a situação sabe o que aconteceu o que vem nos jornais de cada país, normalmente, é o que as pessoas querem ler ou ouvir. Mas o post do Lancero é bastante real do que se viveu bem lá juntinho ao prestige!
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
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« Responder #294 em: Julho 03, 2007, 02:22:07 pm »
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Ao fim da tarde de 14 o reboque alterou o rumo para SW até dia 18 às 2240, altura em que se encontrava a cerca de 35 milhas da ZEE nacional. Nessa altura, já se encontrava nas proximidades, no limite norte da nossa ZEE, o N.R.P. “João Coutinho” que havia chegado ao local no dia 18 ás 2040, com a missão de impedir o “Prestige” de entrar na mencionada zona económica.


Correcto, no contradice lo que he dicho. Estaba siendo remolcado en dirección Oeste-Suroeste hacia aguas tranquilas. Las autoridades portuguesas no quisieron que entrase en su ZEE y ordenaron un cambio de rumbo. Como dice la nota, 10 horas después de esa orden el buque se hundió.

Las autoridades portuguesas estaban en su derecho de impedir que entrase en su ZEE, y las autoridades españolas en el suyo de remolcarlo  lejos de la costa.
 

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« Responder #295 em: Julho 03, 2007, 02:39:32 pm »
El único puerto gallego preparado para recibir petroleros es el de La Coruña. Las autoridades del puerto coruñés logicamente se negaron a recibir a un buque en esas condiciones (sin gobierno, escorado y con una gran fuga de combustible). Además toda la costa noroccidental gallega estaba azotada por un gran temporal. El acceso al puerto de Coruña es estrecho, e imposible para un buque en esas condiciones. La ciudad de Coruña ha sufrido varios accidentes de petroleros, alguno de los cuales puso en serio riesgo la vida de la población. Hicieron bien en negarse

Ningún otro puerto gallego podía recibir ese buque, así que la única alternativa era llevarlo a Alta mar

Lo más importante del tema es que algo parecido puede volver a pasar. Sólo espero que ustedes no tengan que enfrentarse a un problema así, verse envueltos en una situación que ustedes no han creado por la codicia y la negligencia criminal de un naviero.

Nuestro país ha reforzado los medios para la lucha contra la contaminación marina. Hay buques nuevos, nuevos remolcadores más potentes, buques especializados en la recogida de fuel del mar, oceanográficos con minisubmarinos.

¿Y Portugal está preparado para otro 'Prestige'?  :?:
 

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tentador

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« Responder #296 em: Julho 03, 2007, 05:41:29 pm »
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Realmente,deveriam se expressar em português,assim como nós vamos a Espanha se não arranharmos espanhol,passamos maus bocados
Perdoa, ti se queres vir a España podes falar portugues, se es capaz de amañarte ou non por suposto non he o nosso problema.

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A Galiza não o podia fazer, e o próprio governo espanhol não parecia muito interessado...
Falas como se Galicia e España foran cousas distintas, como se os galegos fóramos uns esclavos oprimidos de Madrid, Galicia non necesita defenderse de España violentamente porque Galicia é España, pareceme que non entediches o sistema de autonomias. O governo fixo todo o que puido para evitar a catástrofe acertada eou dehacertadamente, tocounos os galegos como lle puido tocar aos valeciáns

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um Estado fictício
Iso é unha falta de respeto

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que tende á sua auto-destruição
E iso é unha estupidez.

Non vexo porque España se está a autodestruir, o que si vexo é isto:
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Respecto a los logros económicos alcanzados en la actual legislatura, consideró que 'España es un país con más riqueza' dado que el PIB se ha incremento en más de 100.000 millones de euros y un crecimiento medio del 3,7 por ciento desde 2004, año desde el que se han ido acumulando superávit y reduciendo la deuda en más de nueve puntos.

 la inflación está por debajo de la del 2004 y el diferencial con la UE está en el entorno del medio punto.

Recordó que hay 400.000 desempleados menos que al inicio de la legislatura y que el número de ocupados 'ha roto la barrera histórica' de los veinte millones, de los que ocho son mujeres.

Dijo que la productividad se sitúa en el uno por ciento, casi el doble del promedio de los ocho años precedentes y que la contribución negativa del sector exterior se ha reducido un tercio.

Los españoles, subrayó, disponen hoy de mayor renta y poder adquisitivo que nunca, con una media de 1.740 euros más que en 2004, descontada la inflación.

Además, destacó que se han reducido los impuestos, más de medio millón de familias se han beneficiado de ayudas la vivienda y se ha aprobado el Estatuto del Trabajador Autónomo, que reconoce los derechos de 3,5 millones de trabajadores.

http://actualidad.terra.es/nacional/art ... 687899.htm

Toma autodestruccion :wink:

Saudos
 

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zocuni

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Falta de respeito.
« Responder #297 em: Julho 03, 2007, 06:06:58 pm »
Tudo bem,

Sr.Tentador,falta de respeito,não me faça rir.Falta de respeito é vir para aqui postar em espanhol ou castelhano,em vez de postarem em português,quando vou em sites de outras proveniências,me expresso na língua nativa,senão domino me reduzo à minha insignificância,isso denota falta de cultura e educação.Vir para aqui afirmarem que as Ilhas Selvagens,não dão direito a ZEE.Vir para aqui afirmarem aos quatro ventos que Olivença,é espanhola,virem fazer correções ortográficas por não escrever Galicia.ora meu amigo,dá vontade de mandar para aquele lugar.Nós portugueses,somos muito cordiais,muito educados mas existem limites da boa vizinhança.
Aliás devo acrescentar,para ficar por aqui que não mais responderei a respostas em espanhol,aqui se escreve na língua de Camões,e ponto final no assunto,pois já foi longa demais.

Até sempre,
zocuni
 

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tentador

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« Responder #298 em: Julho 03, 2007, 06:27:49 pm »
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não mais responderei a respostas em espanhol

Non se preocupe que eu para facilitar a lectura porla  vosa parte escribo en galego e non en español, non sei se te diches conta, así que poderás reponderme sen problemas  :wink:

Saudos
 

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zocuni

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Galego.
« Responder #299 em: Julho 03, 2007, 06:42:21 pm »
Tudo bem,

Ficarei muito satisfeito que se pronuncie em galego.Afinal é a origem de nossa língua,podemos chamar de comum entre portugueses e galegos,espanhol para mim é como inglês,tailandês,javanês é tudo estrangeiro.Responderei com todo gosto em galego,sem problema.

Abraços,
zocuni
 

 

Portugal vende ilhas???

Iniciado por SANTACRUZ

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Última mensagem Setembro 07, 2007, 09:02:23 am
por manuel liste