EH-101

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Charlie Jaguar

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Re: EH-101
« Responder #780 em: Julho 31, 2020, 04:45:17 pm »
Cá temos 3 hipóteses:


-4 AW-101 CSAR +8 Helis de Ataque/Escolta dedicados ( T-129) por exemplo ou AH-64D/E Surplus;


-6 a 8 UH-60V com capacidade de ataque/escolta;


-4 AW-101 e uns 6 a 8 AH-6I ou OH-58D Kiowa Warrior Surplus;


O problema é que o AW-101 não é transportável em KC-390 ? ou C-130J.

Ai rapaz, este sol quente não anda a fazer nada bem.  ;D ;) Então achas que alguma vez poderíamos ficar com Apache Longbow ou Guardian mesmo em segunda-mão e ao abrigo do FMS? Nem penses nisso. :mrgreen:

Quanto muito uns AH-1W em melhor estado, mas a intenção será mesmo um heli para todo o serviço tipo UH-60 com capacidade para 8 a 12 homens no máximo, blindagem, armamento defensivo e talvez algum axial. Os Kiowa Warrior podiam ter vindo sim senhor mas não houve interesse, e apesar da idade estão a dar muito boa conta de si na Croácia, Grécia e Tunísia. Para nós não serviam.

No C-130H/J-30 e/ou C-390 o Merlin não entra, nem mesmo num A400M; só do Antonov An-124 em diante.



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Re: EH-101
« Responder #781 em: Julho 31, 2020, 05:11:07 pm »
Cá temos 3 hipóteses:


-4 AW-101 CSAR +8 Helis de Ataque/Escolta dedicados ( T-129) por exemplo ou AH-64D/E Surplus;


-6 a 8 UH-60V com capacidade de ataque/escolta;


-4 AW-101 e uns 6 a 8 AH-6I ou OH-58D Kiowa Warrior Surplus;


O problema é que o AW-101 não é transportável em KC-390 ? ou C-130J.

Ai rapaz, este sol quente não anda a fazer nada bem.  ;D ;) Então achas que alguma vez poderíamos ficar com Apache Longbow ou Guardian mesmo em segunda-mão e ao abrigo do FMS? Nem penses nisso. :mrgreen:

Quanto muito uns AH-1W em melhor estado, mas a intenção será mesmo um heli para todo o serviço tipo UH-60 com capacidade para 8 a 12 homens no máximo, blindagem, armamento defensivo e talvez algum axial. Os Kiowa Warrior podiam ter vindo sim senhor mas não houve interesse, e apesar da idade estão a dar muito boa conta de si na Croácia, Grécia e Tunísia. Para nós não serviam.

No C-130H/J-30 e/ou C-390 o Merlin não entra, nem mesmo num A400M; só do Antonov An-124 em diante.





Hmmm, segundo o "mito" que anda aqui no fórum, ofereceram Apaches. : )

Quanto aos Kiowa, para os outros servem, para nós há sempre algum problema, e o tempo passa e meios, ZERO.

Abraço.
Artigo 308º

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Re: EH-101
« Responder #782 em: Julho 31, 2020, 05:29:33 pm »
Eu sei que todos "sonhamos" com uma Força Aérea com capacidades que não temos e, tendo em conta as Grécias / Croácias / etc, não ter helicópteros dedicados de ataque é uma falha... a juntar a muitas outras. Mas, na realidade, tem muito mais lógica ter 6/8 UH-60 (nem coloco letra, para não sonhar muito) do que usar oportunidade para ter os "Apaches" - necessitamos de ter no inventário mais helicópteros e que não sejam Koalas. 

 
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Re: EH-101
« Responder #783 em: Julho 31, 2020, 06:01:41 pm »
Eu sei que todos "sonhamos" com uma Força Aérea com capacidades que não temos e, tendo em conta as Grécias / Croácias / etc, não ter helicópteros dedicados de ataque é uma falha... a juntar a muitas outras. Mas, na realidade, tem muito mais lógica ter 6/8 UH-60 (nem coloco letra, para não sonhar muito) do que usar oportunidade para ter os "Apaches" - necessitamos de ter no inventário mais helicópteros e que não sejam Koalas. 

 

Sim concordo, mas vindo dos EUA , podia-se ter os UH-60 e OH-58, (estes últimos oferecidos) a Grécia por exemplo e Croácia.

Triste sina !

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Lightning

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Re: EH-101
« Responder #784 em: Julho 31, 2020, 10:21:15 pm »
No C-130H/J-30 e/ou C-390 o Merlin não entra, nem mesmo num A400M; só do Antonov An-124 em diante.

Cabe no C17.

« Última modificação: Julho 31, 2020, 10:23:21 pm por Lightning »
 
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Re: EH-101
« Responder #785 em: Julho 31, 2020, 10:58:25 pm »
No C-130H/J-30 e/ou C-390 o Merlin não entra, nem mesmo num A400M; só do Antonov An-124 em diante.

Cabe no C17.



E pensar que podiamos ter 2 !

Se fizessemos as FA com as compras do que se podia ter tido, eram top ! C-17, C-130J, A-400M, UH-60, NH-90, EC-635, F-5,F-4...
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Re: EH-101
« Responder #786 em: Agosto 01, 2020, 12:14:34 am »
Eu sei que todos "sonhamos" com uma Força Aérea com capacidades que não temos e, tendo em conta as Grécias / Croácias / etc, não ter helicópteros dedicados de ataque é uma falha... a juntar a muitas outras. Mas, na realidade, tem muito mais lógica ter 6/8 UH-60 (nem coloco letra, para não sonhar muito) do que usar oportunidade para ter os "Apaches" - necessitamos de ter no inventário mais helicópteros e que não sejam Koalas. 

 

Sim concordo, mas vindo dos EUA , podia-se ter os UH-60 e OH-58, (estes últimos oferecidos) a Grécia por exemplo e Croácia.

Triste sina !

UH-60 + Apache e não se fala mais nisso. Partilham os motores e tudo!  :mrgreen:

Cá temos 3 hipóteses:


-4 AW-101 CSAR +8 Helis de Ataque/Escolta dedicados ( T-129) por exemplo ou AH-64D/E Surplus;


-6 a 8 UH-60V com capacidade de ataque/escolta;


-4 AW-101 e uns 6 a 8 AH-6I ou OH-58D Kiowa Warrior Surplus;


O problema é que o AW-101 não é transportável em KC-390 ? ou C-130J.

Ai rapaz, este sol quente não anda a fazer nada bem.  ;D ;) Então achas que alguma vez poderíamos ficar com Apache Longbow ou Guardian mesmo em segunda-mão e ao abrigo do FMS? Nem penses nisso. :mrgreen:

Quanto muito uns AH-1W em melhor estado, mas a intenção será mesmo um heli para todo o serviço tipo UH-60 com capacidade para 8 a 12 homens no máximo, blindagem, armamento defensivo e talvez algum axial. Os Kiowa Warrior podiam ter vindo sim senhor mas não houve interesse, e apesar da idade estão a dar muito boa conta de si na Croácia, Grécia e Tunísia. Para nós não serviam.

No C-130H/J-30 e/ou C-390 o Merlin não entra, nem mesmo num A400M; só do Antonov An-124 em diante.





É bem possível que eventualmente surjam uns AH-1Z do USMC, com aquela história da mudança da rotina desta força, em que se inclui a redução do número de helis de ataque, entre outras coisas. Juntar o Viper ao Venom e tinhas o problema resolvido, o "canivete suíço" e heli de ataque.
 

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Re: EH-101
« Responder #787 em: Agosto 02, 2020, 08:48:30 am »
Cá temos 3 hipóteses:


-4 AW-101 CSAR +8 Helis de Ataque/Escolta dedicados ( T-129) por exemplo ou AH-64D/E Surplus;


-6 a 8 UH-60V com capacidade de ataque/escolta;


-4 AW-101 e uns 6 a 8 AH-6I ou OH-58D Kiowa Warrior Surplus;


O problema é que o AW-101 não é transportável em KC-390 ? ou C-130J.
Sinceramente para escolta dos EH-101 mk516 preferia um turboprop. Não só temos mais doutrina, como sempre servia para formação avançada.

Quanto ao resto é simples UH-60L peacekeeper. :mrgreen:
 

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dc

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Re: EH-101
« Responder #788 em: Agosto 02, 2020, 09:34:43 am »
Temos tanta doutrina num turboprop COIN como num helicóptero de ataque, ou seja, possuis aeronaves turboprop convencionais, sem capacidade de ataque, e o mesmo se sucede com os helis. Depois uma missão de escolta implica acompanhar o meio a ser escoltado, e se num heli de ataque, este pode descolar e aterrar exactamente do mesmo sítio que um Merlin (base sem pista, LPD, etc), o mesmo não se pode dizer de um Super Tucano. Depois quando tivesses o Merlin a descarregar tropas, o Super Tucano tinha de fazer passagens sucessivas? Ou andava em círculos e caso surgisse uma ameaça ao Merlin, e o tempo de reacção para colocar a aeronave na direcção do inimigo seria muito maior, quando um heli de ataque apenas tem que apontar o canhão?
 
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Re: EH-101
« Responder #789 em: Agosto 02, 2020, 11:39:02 am »
Temos tanta doutrina num turboprop COIN como num helicóptero de ataque, ou seja, possuis aeronaves turboprop convencionais, sem capacidade de ataque, e o mesmo se sucede com os helis. Depois uma missão de escolta implica acompanhar o meio a ser escoltado, e se num heli de ataque, este pode descolar e aterrar exactamente do mesmo sítio que um Merlin (base sem pista, LPD, etc), o mesmo não se pode dizer de um Super Tucano. Depois quando tivesses o Merlin a descarregar tropas, o Super Tucano tinha de fazer passagens sucessivas? Ou andava em círculos e caso surgisse uma ameaça ao Merlin, e o tempo de reacção para colocar a aeronave na direcção do inimigo seria muito maior, quando um heli de ataque apenas tem que apontar o canhão?

Exactamente. O que precisamos é do ressurgimento do "Lobo Mau", e penso que falo por todos quando digo que fazemos figas para que não seja o Koala a esteróides. ::)

Blackhawk nisso e ver quantos Whiskey de 20 anos dá para trazer também no carrinho de compras. :mrgreen:
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Re: EH-101
« Responder #790 em: Agosto 02, 2020, 01:54:51 pm »
Temos tanta doutrina num turboprop COIN como num helicóptero de ataque, ou seja, possuis aeronaves turboprop convencionais, sem capacidade de ataque, e o mesmo se sucede com os helis. Depois uma missão de escolta implica acompanhar o meio a ser escoltado, e se num heli de ataque, este pode descolar e aterrar exactamente do mesmo sítio que um Merlin (base sem pista, LPD, etc), o mesmo não se pode dizer de um Super Tucano. Depois quando tivesses o Merlin a descarregar tropas, o Super Tucano tinha de fazer passagens sucessivas? Ou andava em círculos e caso surgisse uma ameaça ao Merlin, e o tempo de reacção para colocar a aeronave na direcção do inimigo seria muito maior, quando um heli de ataque apenas tem que apontar o canhão?

Acho que devias escrever um trabalho e enviar para a USAF, pois claramente estão a fazer mal a cerca de 50 anos.

É que por lá os Sandy são aviões e agora até são a jato(A-10).
 

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dc

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Re: EH-101
« Responder #791 em: Agosto 03, 2020, 01:56:16 am »
Temos tanta doutrina num turboprop COIN como num helicóptero de ataque, ou seja, possuis aeronaves turboprop convencionais, sem capacidade de ataque, e o mesmo se sucede com os helis. Depois uma missão de escolta implica acompanhar o meio a ser escoltado, e se num heli de ataque, este pode descolar e aterrar exactamente do mesmo sítio que um Merlin (base sem pista, LPD, etc), o mesmo não se pode dizer de um Super Tucano. Depois quando tivesses o Merlin a descarregar tropas, o Super Tucano tinha de fazer passagens sucessivas? Ou andava em círculos e caso surgisse uma ameaça ao Merlin, e o tempo de reacção para colocar a aeronave na direcção do inimigo seria muito maior, quando um heli de ataque apenas tem que apontar o canhão?

Acho que devias escrever um trabalho e enviar para a USAF, pois claramente estão a fazer mal a cerca de 50 anos.

É que por lá os Sandy são aviões e agora até são a jato(A-10).

Tens razão, nos EUA usam aeronaves de asa fixa para acompanhar helicópteros de transporte. Eles nem têm Apaches nem Vipers nem nada!

Mas em vez de comparar com a USAF, melhor é comparar com o US Army ou o USMC, pois a doutrina de helis deles é muito mais semelhante ao que "pretendemos fazer" com os nossos.
 

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NVF

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Re: EH-101
« Responder #792 em: Agosto 03, 2020, 08:50:46 am »
Temos tanta doutrina num turboprop COIN como num helicóptero de ataque, ou seja, possuis aeronaves turboprop convencionais, sem capacidade de ataque, e o mesmo se sucede com os helis. Depois uma missão de escolta implica acompanhar o meio a ser escoltado, e se num heli de ataque, este pode descolar e aterrar exactamente do mesmo sítio que um Merlin (base sem pista, LPD, etc), o mesmo não se pode dizer de um Super Tucano. Depois quando tivesses o Merlin a descarregar tropas, o Super Tucano tinha de fazer passagens sucessivas? Ou andava em círculos e caso surgisse uma ameaça ao Merlin, e o tempo de reacção para colocar a aeronave na direcção do inimigo seria muito maior, quando um heli de ataque apenas tem que apontar o canhão?

Acho que devias escrever um trabalho e enviar para a USAF, pois claramente estão a fazer mal a cerca de 50 anos.

É que por lá os Sandy são aviões e agora até são a jato(A-10).

Mas alguém falou de CSAR? A FAP desistiu de CSAR há muito tempo. Estamos a falar de helis de transporte médios/pesados, escoltados por helis ligeiros/médios, em cenários de baixa ou média intensidade, como é obvio. Sim, porque isso de alta intensidade é para quem sabe e pode, tipo FFAA profissionais e bem equipadas, sem pirâmides invertidas e comandadas por oficiais generais de 02 ou 03 estrelas, isto é, chefias adequadas à realidade.
« Última modificação: Agosto 03, 2020, 08:51:53 am por NVF »
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« Responder #793 em: Agosto 03, 2020, 06:24:20 pm »
Como os Mk-516 são considerados "CSAR", ele pensa que esta seria a única função que poderiam desempenhar num TO.

Mesmo no cenário hipotético em que tivéssemos LPD e os Mk-516 fossem usados a partir deste para CSAR (razão pela qual existe esta versão em Portugal), continuariam a precisar de meio de escolta, e certamente seria mais fácil ter outro heli de escolta no LPD em vez de aeronaves de asa fixa vindas de outro lado qualquer.