Os heróis esquecidos da nossa história

  • 98 Respostas
  • 50678 Visualizações
*

HSMW

  • Moderador Global
  • *****
  • 9939
  • Recebeu: 1291 vez(es)
  • Enviou: 3219 vez(es)
  • +190/-58
    • http://youtube.com/HSMW
Re: Os heróis esquecidos da nossa história
« Responder #90 em: Julho 14, 2014, 09:31:21 pm »


Figuras do Padrão dos Descobrimentos.
« Última modificação: Fevereiro 11, 2021, 11:50:05 pm por HSMW »
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

*

Lusitano89

  • Investigador
  • *****
  • 11806
  • Recebeu: 505 vez(es)
  • Enviou: 236 vez(es)
  • +80/-67
Re: Os heróis esquecidos da nossa história
« Responder #91 em: Agosto 23, 2015, 06:10:35 pm »
Kaúlza de Arriaga





Descendente de família açoriana, tendo completado o curso superior de Matemática e Engenharia. Formar-se-ia com distinção, mais tarde, nos cursos de Estado-Maior de Altos Comandos, no Instituto de Altos Estudos Militares.

Depois de concluir os seus estudos em Matemática e Engenharia, foi para o Exército Português, como voluntário a 1 de Novembro de 1935, tendo acabado o curso de Engenharia Militar e Civil da Academia Militar, em 1939. Em 1949, terminou o curso do Estado-Maior e dos Altos Comandos do Instituto de Estudos Militares.

Sob ordens de Salazar e Marcello Caetano, foi comandante das Forças Terrestres em Moçambique (1969-1970) e foi Comandante em Chefe das Forças Armadas em Moçambique (1970/1973) durante a Guerra do Ultramar. Foi membro do Conselho da Ordem Militar de Cristo (1966/1974).

Como militar, esforçou-se na reforma dos sistemas de recrutamento e de treino, preocupou-se com a modernização dos transportes aéreos militares e incentivou o Corpo de forças Pára-quedistas e a sua integração na Força Aérea. Ficou conhecido principalmente pelas campanhas militares que comandou em Moçambique, durante a Guerra do Ultramar, sobretudo na grandiosa Operação Nó Górdio (1970), que resultou num enorme sucesso militar que chegou a ser publicamente admitido pela FRELIMO que como consequência dessa operação moveu o seu esforço de guerra para a zona de Tete.

Colaborador fiel de Oliveira Salazar e de Marcelo Caetano, chegando a ser decisivo no fracasso do golpe de Estado de 1961, Kaúlza teve várias funções de carácter civil e militar, como a de Chefe de Gabinete do Ministério da Defesa, Subsecretário de Estado da Aeronáutica, professor do Instituto de Altos Estudos Militares, presidente da Junta de Energia Nuclear, presidente executivo da empresa de petróleos Angol SA, de comandante das forças terrestres em Moçambique e de Comandante em Chefe em Moçambique.

Depois do 25 de Abril de 1974 foi passado compulsivamente à situação de reserva sendo depois preso no dia 28 Setembro. Sem culpa formada, após 16 meses de detenção foi libertado em Janeiro de 1976. Em 1977 criou o Movimento para a Independência e Reconstrução Nacional (MIRN), um partido de direita, do qual foi presidente até à sua extinção a seguir às eleições legislativas de 1980.

A partir de 10 de Junho de 1994, o general Kaúlza de Arriaga integra a Comissão de Honra dos Encontros Nacionais de Combatentes, junto ao Monumento Nacional alusivo frente ao Forte do Bom Sucesso. Em 21 de Janeiro de 2004, desde há alguns anos afectado pela doença de Alzheimer, dá entrada nos Cuidados Intensivos do HMP-Estrela, onde passaria os seus últimos dias até falecer, às 19h30m de 2 de Fevereiro de 2004; às 13:00 de 4 de Fevereiro foi sepultado no cemitério dos Prazeres em Lisboa.

Condecorações

Oficial da Ordem Militar de Avis de Portugal (10 de Novembro de 1950)
Espanha Cruz de 2.ª Classe com Distintivo Branco da Ordem do Mérito Militar de Espanha (20 de Junho de 1953)
Brasil Grande-Oficial da Ordem do Mérito Militar do Brasil (21 de Janeiro de 1956)
Estados Unidos Comendador da Legião do Mérito dos Estados Unidos da América (17 de Novembro de 1958), atribuída pelo Presidente Dwight D. Eisenhower
Portugal Grande-Oficial da Ordem Militar de Cristo de Portugal (5 de Março de 1959)
França Grande-Oficial da Ordem Nacional da Legião de Honra de França (3 de Novembro de 1960)
Portugal Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal (3 de Janeiro de 1961)
Portugal Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo de Portugal (19 de Dezembro de 1962)

Livros publicados

Energia Atómica - 1949
Portugal Novo, Grande e Rico - 1962.
Portuguese National Defence During the Last 40 Years and in the Future - 1966
A Defesa Nacional Portuguesa nos Últimos 40 anos e no Futuro (duas edições) - 1966
O Problema Ultramarino Português - 1967
Algumas Questões Nucleares em Portugal - 1969
Message on Taking Over Ccommand of Ground Forces in Mozambique on 15 July 1969 - 1969
Guerras Coloniais e Descolonização : Entrevista - 1970
A Solução Portuguesa - 1971
A Luta em Moçambique : 1970-1973 (duas edições) - 1973.
The Portuguese Answer - 1973
Coragem, Tenacidade e Fé (duas edições) - 1972
A Conjuntura Nacional e a Minha Posição perante o Momento Político Português (duas edições) - 1976
Pontos Programáticos de um Novo Presidente da República - 1976
No caminho das Soluções do Futuro (três edições) - 1977
A Proposta-MIRN : Comunicação ao País em 28 de Junho de 1977 - 1977
África - A Vitória Traída (co-autor) - 1977
Guerra e Política : Em Nome da Verdade, os Anos Decisivos (duas edições) - 1987
Estratégia Global - 1988
As Tropas Pára-Quedistas Portuguesas 1956-1993 (pref. Kaúlza de Arriaga) - 1992.
Sínteses (duas edições) - 1992
Maastricht : Pior ainda que o "25 de Abril"!? - 1992


Wikipédia
 

*

Lusitano89

  • Investigador
  • *****
  • 11806
  • Recebeu: 505 vez(es)
  • Enviou: 236 vez(es)
  • +80/-67
Re: Os heróis esquecidos da nossa história
« Responder #92 em: Dezembro 13, 2015, 06:27:22 pm »
José Manuel Bettencourt Rodrigues



José Manuel Bettencourt Conceição Rodrigues OA • ComA • GOA (Funchal, 5 de Junho de 1918 — Lisboa, 28 de Abril de 2011), mais conhecido por Bettencourt Rodrigues ou Bethencourt Rodrigues, foi um oficial general do Exército Português que, entre outras funções, foi Ministro do Exército (1968-1970), comandante da Zona Militar Leste de Angola (1971-1973), terminando a sua carreira como Governador-Geral da Guiné (1973-1974), cargo para que foi nomeado em Setembro de 1973, substituindo no cargo o general António de Spínola. Foi o último dos governadores daquela província ultramarina de Portugal, numa altura em que a situação militar das forças no terreno exigiam a chefia de uma qualidade de que já dera sobejas provas dominando a guerrilha no Leste de Angola. Por despacho da Junta de Salvação Nacional, passou à situação de reserva em 14 de Maio de 1974.

Nascido na Madeira, foi muito jovem para Lisboa, onde fez o curso secundário no Liceu de Pedro Nunes. Concluído o ensino secundário, frequentou os estudos preparatórios militares na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, ingressando de seguida no Curso de Infantaria da Escola do Exército, que terminou em 1939, como primeiro classificado do seu curso.

Em 1951 concluiu o curso de Estado-Maior com a classificação de Distinto. Em 1953, frequentou o curso de Comando e Estado-Maior do Exército Norte-Americano, no Command and General Staff College, em Fort Leavenworth, Kansas. A 28 de Dezembro de 1953 foi feito Oficial da Ordem Militar de Avis, a 30 de Julho de 1957 foi elevado a Comendador da mesma Ordem e a 6 de Julho de 1966 a Grande-Oficial da mesma ordem.[2] Em 1968, após a frequência do curso de Altos Comandos do Instituto de Altos Estudos Militares (IAEM), no qual teve a classificação de Muito Apto, foi promovido a brigadeiro e em 1972 a general.

Ao longo da sua carreira, foi comandante do Regimento de Artilharia n.º 1, professor e director dos Cursos de Estado-Maior, chefe do Estado-Maior do Quartel-General da Região Militar de Angola, comandante da Zona Militar Leste de Angola e comandante-chefe e governador da Guiné Portuguesa. Exerceu também as funções de adido militar e aeronáutico junto da Embaixada de Portugal em Londres.

Entre 1968 e 1970 foi Ministro do Exército do governo presidido por Marcelo Caetano. Em 21 de Setembro de 1973 tomou posse como governador da Guiné Portuguesa e comandante-chefe do Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG), em substituição do general António de Spínola, que cessara funções a 6 de Agosto. Ocupava estes cargos aquando da Revolução de 25 de Abril de 1974, à qual não aderiu[4] . Em consequência, foi preso no 26 de Abril de 1974, no Forte da Amura, em Bissau, pelos seus subordinados que faziam parte do Movimento das Forças Armadas. Regressado a Lisboa, passou à situação de reserva em 14 de Maio de 1974, por despacho da Junta de Salvação Nacional.

Ao longo da sua carreira foi condecorado com a Medalha de Ouro de Valor Militar, com palma, com a Medalha de Ouro de Serviços Distintos, com palma e com a grã-cruz da Medalha de Mérito Militar.

Em co-autoria com os generais Joaquim da Luz Cunha, Kaúlza de Arriaga e Silvino Silvério Marques publicou o livro de depoimentos África, Vitória Traída.


Wikipédia
 

*

HSMW

  • Moderador Global
  • *****
  • 9939
  • Recebeu: 1291 vez(es)
  • Enviou: 3219 vez(es)
  • +190/-58
    • http://youtube.com/HSMW
Re: Os heróis esquecidos da nossa história
« Responder #93 em: Agosto 22, 2016, 05:54:01 pm »
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

*

HSMW

  • Moderador Global
  • *****
  • 9939
  • Recebeu: 1291 vez(es)
  • Enviou: 3219 vez(es)
  • +190/-58
    • http://youtube.com/HSMW
Re: Os heróis esquecidos da nossa história
« Responder #94 em: Fevereiro 11, 2021, 11:46:03 pm »



O Ten. Cor. CMD Marcelino da Mata era o militar mais condecorado do Exército Português, combateu na antiga Guiné Portuguesa entre 1961 e 1974 tendo participado em milhares de operações especiais Comandos contra as forças do PAIGC.

Condecorações

Medalha Militar de 2.ª Classe da Cruz de Guerra (26 de Julho de 1966)
Medalha Militar de 1.ª Classe da Cruz de Guerra (9 de Maio de 1967)
Cavaleiro da Antiga e Muito Nobre Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito (2 de Julho de 1969)
Medalha Militar de 1.ª Classe da Cruz de Guerra (21 de Abril de 1971)
Medalha Militar de 3.ª Classe da Cruz de Guerra (9 de Junho de 1973)
Medalha Militar de 1.ª Classe da Cruz de Guerra (22 de Agosto de 1973)

BIOGRAFIA

Nasceu a 7 de maior de 1940.

Foi acidentalmente incorporado no lugar do irmão no CIM-Bolama em 3 de Janeiro de 1960, ofereceu-se como voluntário após cumprir a primeira incorporação.

Integrou e foi fundador da tropa de operações especiais COMANDOS na antiga Guiné Portuguesa tendo realizado operações no Senegal e na Guiné Conacri.

A 2 de Julho de 1969 foi feito Cavaleiro da Antiga e Muito Nobre Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.

Apesar de várias vezes ferido em combate apenas teve que ser evacuado da Guiné por ter sido alvejado, por acidente, por um camarada, assistindo ao 25 de Abril de 1974 em Lisboa.

Após a independência da Guiné foi proibido de entrar na sua terra natal.

Em 1975 foi detido no quartel do RALIS, Lisboa, e sujeito a tortura e flagelação praticada e ordenada por Manuel Augusto Seixas Quinhones de Magalhães (capitão), Leal de Almeida (Tenente Coronel), João Eduardo da Costa Xavier (capitão tenente) e outros elementos do MRPP.

No decurso das perseguições de que foi alvo no ano de 1975 conseguiu fugir para Espanha, de onde regressou após o 25 de Novembro, participando ativamente na reconstrução democrática e no restabelecimento da ordem militar interna, agindo sempre com elevada longanimidade para com os seus opressores.

https://www.facebook.com/TWOTWarriors/posts/287032392984249

"Se serviste a Pátria e ela te foi ingrata, tu fizeste o que devias, ela o que costuma!”

Choca-nos profundamente notar que, tantas horas após o anúncio de que morrera o mais condecorado militar da História do Exército português, nem o Senhor Presidente da República - Grão-mestre da Ordem da Torre e Espada, de que Marcelino era cavaleiro - nem nenhum dos líderes partidários representados na Assembleia da República emitiu qualquer expressão pública de pesar ou nota de apreço pelos incontáveis e inigualados serviços de Marcelino da Mata a Portugal.

Para o soldado excepcional que torturaram asperamente no RALIS, em 1975, e que depois reduziram à vergonha de arrumar carros para ganhar a vida, vemos agora um silêncio indiferente, cobarde e ingrato. Nada disto é o que merece Marcelino. Nada disto é o que merece um herói de Portugal. Nada disto é remotamente compatível com o nosso carácter de povo antigo.


https://www.facebook.com/novaportugalidade/photos/a.1702907456634281/2871633916428290/

 :Soldado2: :Soldado2: :Soldado2: :Soldado2:
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: tenente, mayo, Viajante

*

tenente

  • Investigador
  • *****
  • 7508
  • Recebeu: 3256 vez(es)
  • Enviou: 1782 vez(es)
  • +1994/-147
Re: Os heróis esquecidos da nossa história
« Responder #95 em: Fevereiro 14, 2021, 11:53:15 am »
A PÁTRIA HONRAE QUE A PÁTRIA VOS CONTEMPLA!!!

Marcelino da Mata (1940-2021): o último cruzado do império!
Se tivesse sido um cobarde, um mero fugitivo traidor à Pátria, tivesse roubado um avião, navio ou banco tinha feito aberturas de telejornais e capas de jornais. Como não esteve neste grupo, está a ser lembrado pelos Portugueses comuns e ex-combatentes nacionais.

O senhor tenente-coronel Marcelino da Mata faleceu no dia 11 de Fevereiro de 2021, festividade de Nossa Senhora de Lourdes. Segundo os médicos, morreu vítima de covid-19, nesta data em que se assinalou o Dia Mundial do Doente.

Paz à sua alma!

Marcelino tinha 80 anos. Nasceu em Ponte Nova, na Guiné-Bissau. Foi um dos fundadores das tropas de Operações Especiais, no Regimento dos Comandos Português, dos Comandos Africanos, actuando no cenário de guerra da Guiné, participando em numerosas operações militares, de que se destacam as levadas a efeito no Senegal e na Guiné-Conacri.

Para muitos, Marcelino da Mata foi um verdadeiro Homem e Herói que sempre acreditou em Portugal. Um Portugal do Minho a Timor!

Marcelino da Mata personifica, para muitos Portugueses, o verdadeiro espírito da Portugalidade, servindo como modelo de Herói nacional dos nossos tempos, mas também como a representação de um Portugal Imperial que já não existe. Durante muitos anos, teve de arrumar carros para sobreviver e aguardou décadas até que lhe fizessem a justiça que veio envergonhada num despacho de secretaria.

Marcelino da Mata foi o mais condecorado militar da História do Exército! Participou, activamente, em mais de 2400 operações de combate em terras da Guiné. Herói da Torre e Espada, Valor, Lealdade e Mérito (1969), com Medalha de Cruz de Guerra de 2.ª classe (1966), Medalha de Cruz de Guerra de 1.ª classe (1967), duas Medalhas de Cruz de Guerra de 1.ª classe (1971 e 1973) e outra Medalha de Cruz de Guerra de 3.ª classe (1973).

Tomou parte na Operação Mar Verde (invasão da Guiné-Conacri).

Quando se deu o golpe militar do 25 de Abril de 1974, Marcelino acabou torturado e flagelado às mãos da esquerda, “herdeira” do golpe, no RALIS, em Maio de 1975.

Esteve preso no Forte de Caxias, sem culpa formada, durante cinco meses por suspeita (infundada) de ser um operacional do então Exército de Libertação de Portugal (ELP).

Quando se viu livre das “masmorras democráticas”, exilou-se nos arredores de Madrid para só regressar a Portugal em 1976.

Foi um dos mais ilustres soldados de Portugal!

Neste momento, ainda não sabemos o que a Pátria, sempre ingrata, reservará à preservação da sua memória. Contudo, o seu nome e feitos há muito que fazem parte da História e da memória das nossas gentes
Agora, em 2021, no dia da sua morte, e aos defensores da sua memória, alguns teimam em chamar-lhes racistas “cheganos”.

Se tivesse sido um cobarde, um mero fugitivo traidor à Pátria, tivesse roubado um avião, navio ou banco tinha feito aberturas de telejornais e capas de jornais. Como não esteve neste grupo, está a ser lembrado pelos Portugueses comuns e ex-combatentes nacionais.

Neste momento, ainda não sabemos o que a Pátria, sempre ingrata, reservará à preservação da sua memória. Alguns já apontam a sua consagração no Panteão. Contudo, o seu nome e feitos há muito que fazem parte da História e da memória das nossas gentes.

E a História, essa, não engana... Não engana e é danada... pelo menos para alguns.

Viva Portugal!

https://www.publico.pt/2021/02/12/opiniao/opiniao/marcelino-mata-19402021-ultimo-cruzado-imperio-1950413

VIVA PORTUGAL !!!!

Abraços
« Última modificação: Fevereiro 14, 2021, 02:19:14 pm por tenente »
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: HSMW, mayo, Viajante

*

Cabeça de Martelo

  • Investigador
  • *****
  • 16609
  • Recebeu: 1561 vez(es)
  • Enviou: 1454 vez(es)
  • +250/-318
Re: Os heróis esquecidos da nossa história
« Responder #96 em: Fevereiro 15, 2021, 02:15:10 pm »
Reportagem do Notícias Viriato no Funeral do Tenente-Coronel Marcelino da Mata.

https://www.facebook.com/noticiasviriato/videos/163574485571525
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: tenente, HSMW, mayo

*

Cabeça de Martelo

  • Investigador
  • *****
  • 16609
  • Recebeu: 1561 vez(es)
  • Enviou: 1454 vez(es)
  • +250/-318
Re: Os heróis esquecidos da nossa história
« Responder #97 em: Fevereiro 16, 2021, 09:26:46 am »
Citar
Macedo Pimentel

Ò mamadou ba «mama na bosta»?, aqui tens um exemplo de racismo da pior espécie que existe, que tanto gostas de explorar!
Um português europeu Tcor CMD "branco" de 89 anos a beijar o caixão do seu camarada falecido, um português guineense Tcor CMD "Negro"!...
Então? não te vais espumar de ódio ao homem branco?
Parabéns pela excelente foto Paulo Pedro!

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: tenente, HSMW

*

HSMW

  • Moderador Global
  • *****
  • 9939
  • Recebeu: 1291 vez(es)
  • Enviou: 3219 vez(es)
  • +190/-58
    • http://youtube.com/HSMW
Re: Os heróis esquecidos da nossa história
« Responder #98 em: Fevereiro 25, 2021, 12:33:35 am »


Histórias que o tempo apagou...
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: tenente