A-400 M

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tenente

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Re: A-400 M
« Responder #345 em: Outubro 16, 2019, 03:58:28 pm »
ADEX 2019: Airbus pursues A400M opportunity in South Korea

Airbus Defence and Space is touting its A400M to South Korea to meet an outstanding requirement for transport aircraft. Source: IHS Markit/Gareth Jennings

 Airbus Defence and Space (DS) is positioning its A400M transport aircraft to meet a requirement in the Republic of Korea (RoK) Air Force, the company said in a media briefing on 16 October at the Seoul International Aerospace & Defense Exhibition (ADEX).

 Johan Pelissier, head of Asia-Pacific in Airbus DS, said the potential A400M programme had received impetus given the company’s deliveries of A330-200 Multirole Tanker Transport (MRTT) aircraft to the RoK Air Force. Following selection in 2015, Airbus DS has delivered three MRTTs – the most recent in August – with the fourth scheduled to arrive in December.



“I definitely see an increasing interest from South Korea to meet their future requirements,” said Pelissier in reference to the A400M. He added, “At this point [in] time it is more business development discussions [between Airbus DS and the RoK Air Force]. There is no request for information (RFI). [But] we see a potential need for this aircraft in the coming few years, and the RoK Air Force is interested to learn more about what the A400M can do.”

Jane’s has previously reported that the RoKAF has an outstanding requirement for strategic airlift capability. Pelissier said that while the scope of the potential procurement had not been detailed by South Korea, the requirement, given South Korea’s expansive operations and strategic needs, could be expected to cover up to eight aircraft.

 Billed as a competitor to the Lockheed Martin C-130J Hercules, Jane's has previously reported that the A400M can carry larger payloads over strategic distances, while being able to deliver them in a tactical fashion, such as onto austere landing strips.

 Pelissier said regional customers in the Asia-Pacific region were “expressing interested in this expanded reach and payload capacity of the aircraft”.

http://www.thefifthcolumn.xyz/Forum/viewthread.php?tid=103&page=7

Olha mais uns que estão enganados, até estão a pensar em comprar o A400 !!
Mas que burros são estes Coreanos, ele há p'ra aí aeronaves de transporte tão superioras ao A400....... ::)

Abraços
« Última modificação: Outubro 16, 2019, 04:01:27 pm por tenente »
 

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Cabeça de Martelo

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Re: A-400 M
« Responder #346 em: Novembro 16, 2019, 11:08:18 am »
Afinal em que ficamos?!

Citar
Luftwaffe se recusa a receber dois aviões Airbus A400M

 (Reuters) – A Força Aérea Alemã disse na quarta-feira que decidiu não aceitar a entrega de dois aviões Airbus A400M, citando problemas técnicos recorrentes com os aviões de transporte militar.
A Força Aérea disse que o A400M participou de quase 1.700 missões e constituiu a espinha dorsal de seu transporte aéreo para o transporte de pessoal e material, reabastecimento ar-ar e missões de ajuda humanitária.
Embora 31 aeronaves, de 53 encomendadas, tenham sido entregues, a Luftwaffe informou que havia problemas técnicos com os aviões, inclusive com as porcas usadas nas hélices. Ela disse que era necessário tempo extra para inspeções que prejudicavam a prontidão da frota de A400M.
A Airbus disse em comunicado que os problemas com o modelo não são críticos para a segurança.
“Estamos cientes das descobertas relacionadas aos parafusos/propulsor da hélice em algumas de nossas aeronaves clientes”, afirmou. “Isso não é fundamental para a segurança e nossos clientes continuam a aceitar e operar suas aeronaves”.
A empresa informou que está trabalhando com a Europrop International (EPI), o consórcio responsável pelo fornecimento dos motores turboélice do avião, e com a Ratier-Figeac, empresa francesa que fabrica as hélices, para aliviar a necessidade de inspeções.
A Força Aérea Alemã disse que também são necessárias inspeções extras para testar as montagens do motor, as câmaras de combustão e as flaps do motor e para detectar rachaduras em várias partes. Ela disse que o A400M ainda não foi capaz de executar todas as tarefas, apesar dessas verificações.
“Os defeitos técnicos gerais e a constatação de que os dois aviões a serem entregues também não possuem as características garantidas no contrato, resultaram em que as forças armadas não aceitaram essas aeronaves”, disse a Luftwaffe, em uma afirmação.
O A400M foi comissionado em 2003 para dar à Europa uma capacidade de transporte aéreo independente para apoiar missões humanitárias ou militares, em vez de confiar no Lockheed Martin C-130 ou no Boeing C-17, agora fora de produção.
Um resgate de 3,5 bilhões de euros da Bélgica, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Luxemburgo, Espanha e Turquia salvou o programa A400M do cancelamento em 2010 após atrasos e excedentes de custos.
Fonte: Reuters via blog Poder Aéreo 14 nov 2019

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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goldfinger

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Re: A-400 M
« Responder #347 em: Novembro 21, 2019, 01:36:59 pm »


A España servir hasta morir
 

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Re: A-400 M
« Responder #348 em: Novembro 21, 2019, 01:53:01 pm »




Continuo á espera da resposta sobre a troca A400 VS, pasteis de Belém, Bacalhau, Pipas de Porto Vintage, e afins, os prazos DE VALIDADE ESTÃO A EXPIRAR Goldfinger, vê se te despachas. ;)

Abraços
« Última modificação: Novembro 21, 2019, 01:54:07 pm por tenente »
 

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goldfinger

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Re: A-400 M
« Responder #349 em: Dezembro 19, 2019, 07:39:12 am »
Esta la cosa dificil caro Tenente....y mais desde que se está comprobando que un A400 en números reales es casi 3 C130, a la hora de llevar carga a Afghanistan, reduciendose a casi 0 el antes habitual alquiler de los Antonov.

Ya es un fijo en los despliegues españoles en Iraq, Mali, Lituania, Afghanistan e Iraq.

Y cada vez es mas usado como cisterna donde transfiere sin problemas 20 toneladas de combustible a 2000km de su base a una velocidad que el viejo Herky ni sueña, añadiendo una capacidad a la flota de F18 y Tifón extraordinaria.

De hecho se está buscando presupuesto para poner en servicio 18 de ellos en vez de los 14 originalmente previstos.

Los seis usuarios del A400M han realizado ya más de 55.000 horas de vuelo



Airbus sigue estancada en los 174 pedidos originales del A400M (tras algunas cancelaciones), de los que ya ha entregado 86, y sin que los “deseos” de los máximos responsables del tipo “este año tendremos los primeros contratos de exportación”, se hagan realidad.

El anuncio del ministro de Empresas Estatales de Indonesia de que quería comprar dos aviones, que serían operados por personal de la fuerza aérea por cuenta de PT Perusahaan Perdagangan Indonesia, cuya función principal es la importación, exportación y distribución de productos de consumo e industriales en el país, sigue siendo eso, un deseo. Como lo es la carta de intenciones que firmó en marzo de 2017 Pelita Air, aerolínea estatal propiedad de Pertamina (Empresa Estatal de Minería de Petróleo y Gas Natural) por un número indeterminado de A400M.

E igual de deseos son las anunciadas noticias repetitivas de las casi inmediatas firmas de contratos por parte de Egipto y México  para sus fuerzas aéreas.

Todo ello en paralelo a los trabajos que Airbus sigue realizando para completar las capacidades militares del modelo. Estas se diseñaron para ir siendo añadidas poco a poco y, en el caso de precisar modificaciones en los aviones ya en servicio, incorporarlas fácilmente. Capacidades que en algunos casos se han retrasado sobre el calendario previsto, varias veces por problemas de la cadena de producción del A400M.

ALEMANIA, 31 AVIONES EN SERVICIO
Alemania, con 53 A400M pedidos es el principal cliente del modelo; y con 31 entregados es también el principal usuario.


Sin embargo, poco antes de escribirse estas líneas, la Fuerza Aérea alemana se negó a aceptar la entrega de dos nuevos aviones tras haber encontrado un problema en varios de los operativos.

En concreto han sido tornillos mal ajustados en las hélices (24 de estos anclan cada una al eje de transmisión del motor), junto a microfisuras en otras partes del avión y los motores lo que ha llevado a esta paralización de las entregas: “Los defectos técnicos generales y la constatación de que los dos aviones que se entregarán tampoco poseen las características que estaban garantizadas en el contrato, han provocado que las fuerzas armadas no tomen estos aviones” han señalado desde la Fuerza Aérea alemana.

Lo cierto es que la evaluación realizada del problema, que puede resolverse en menos de un día por avión afectado, no se considera grave. De soltarse alguno o algunos de los tornillos en maniobras a altos factores de carga podría producirse algún daño estructural, pero no la pérdida de la hélice o incluso del avión. El problema fue detectado en primera instancia en un A400M francés y Airbus envió una circular a todos los operadores avisando del problema para revisar los aviones y solucionarlo.

Con todo, desde que los primeros A400M fueron entregados al Ala 62 en diciembre de 2014 y comenzaron a operar, la flota ha completado ya más de 1.700 misiones sin incidentes, algunas a zonas de combate como Iraq, incluyendo misiones de evacuación sanitaria de heridos. De hecho uno de los A400M con capacidad de repostaje en vuelo fue basado a principios de 2019 en la base aérea de Muwaffaq Salti (Jordania) para apoyar a cuatro Tornado IDS alemanes que realizan misiones de inteligencia, reconocimiento y vigilancia contra las tropas del Estado Islámico.

El Ala de Transporte 62, usuaria del A400M está estacionada en la base aérea de Wunstorf (noroeste de Hanover), la cual debió ser ampliada (se alargó una de las pistas y se agrandó la plataforma de estacionamiento) además de construirse hangares y un edificio para el centro de instrucción.

Como en el caso de España, Alemania trató de deshacerse de 13 de los aviones pedidos al considerarlos superfluos a sus necesidades, sin embargo, la falta de un comprador hasta el momento ha supuesto que finalmente haya decidido que los 53 aviones se integrarán en su fuerza aérea.

Estos 13 últimos A400M, posiblemente con algunos más transferidos desde esta unidad, formarán una segunda Ala de Transporte que se formará en la base aérea de Lechfeld (Augsburgo) según anunció en enero de este año la todavía entonces ministra de Defensa alemana Úrsula von der Leyen. Esta unidad podría ser una multinacional, ya que se ofertó la operación conjunta a Suiza, República Checa que siguen estudiando la misma.

https://fly-news.es/aviacion-comercial/aviones/aviones-militares/10-anos-primer-vuelo-a400m/los-seis-usuarios-del-a400m-realizado-ya-mas-55-000-horas-vuelo/
« Última modificação: Dezembro 19, 2019, 07:42:21 am por goldfinger »
A España servir hasta morir
 

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Re: A-400 M
« Responder #350 em: Dezembro 19, 2019, 10:41:35 am »
Esta la cosa dificil caro Tenente....y mais desde que se está comprobando que un A400 en números reales es casi 3 C130, a la hora de llevar carga a Afghanistan, reduciendose a casi 0 el antes habitual alquiler de los Antonov.

Ya es un fijo en los despliegues españoles en Iraq, Mali, Lituania, Afghanistan e Iraq.

Y cada vez es mas usado como cisterna donde transfiere sin problemas 20 toneladas de combustible a 2000km de su base a una velocidad que el viejo Herky ni sueña, añadiendo una capacidad a la flota de F18 y Tifón extraordinaria.

De hecho se está buscando presupuesto para poner en servicio 18 de ellos en vez de los 14 originalmente previstos.

Los seis usuarios del A400M han realizado ya más de 55.000 horas de vuelo



Airbus sigue estancada en los 174 pedidos originales del A400M (tras algunas cancelaciones), de los que ya ha entregado 86, y sin que los “deseos” de los máximos responsables del tipo “este año tendremos los primeros contratos de exportación”, se hagan realidad.

El anuncio del ministro de Empresas Estatales de Indonesia de que quería comprar dos aviones, que serían operados por personal de la fuerza aérea por cuenta de PT Perusahaan Perdagangan Indonesia, cuya función principal es la importación, exportación y distribución de productos de consumo e industriales en el país, sigue siendo eso, un deseo. Como lo es la carta de intenciones que firmó en marzo de 2017 Pelita Air, aerolínea estatal propiedad de Pertamina (Empresa Estatal de Minería de Petróleo y Gas Natural) por un número indeterminado de A400M.

E igual de deseos son las anunciadas noticias repetitivas de las casi inmediatas firmas de contratos por parte de Egipto y México  para sus fuerzas aéreas.

Todo ello en paralelo a los trabajos que Airbus sigue realizando para completar las capacidades militares del modelo. Estas se diseñaron para ir siendo añadidas poco a poco y, en el caso de precisar modificaciones en los aviones ya en servicio, incorporarlas fácilmente. Capacidades que en algunos casos se han retrasado sobre el calendario previsto, varias veces por problemas de la cadena de producción del A400M.

ALEMANIA, 31 AVIONES EN SERVICIO
Alemania, con 53 A400M pedidos es el principal cliente del modelo; y con 31 entregados es también el principal usuario.


Sin embargo, poco antes de escribirse estas líneas, la Fuerza Aérea alemana se negó a aceptar la entrega de dos nuevos aviones tras haber encontrado un problema en varios de los operativos.

En concreto han sido tornillos mal ajustados en las hélices (24 de estos anclan cada una al eje de transmisión del motor), junto a microfisuras en otras partes del avión y los motores lo que ha llevado a esta paralización de las entregas: “Los defectos técnicos generales y la constatación de que los dos aviones que se entregarán tampoco poseen las características que estaban garantizadas en el contrato, han provocado que las fuerzas armadas no tomen estos aviones” han señalado desde la Fuerza Aérea alemana.

Lo cierto es que la evaluación realizada del problema, que puede resolverse en menos de un día por avión afectado, no se considera grave. De soltarse alguno o algunos de los tornillos en maniobras a altos factores de carga podría producirse algún daño estructural, pero no la pérdida de la hélice o incluso del avión. El problema fue detectado en primera instancia en un A400M francés y Airbus envió una circular a todos los operadores avisando del problema para revisar los aviones y solucionarlo.

Con todo, desde que los primeros A400M fueron entregados al Ala 62 en diciembre de 2014 y comenzaron a operar, la flota ha completado ya más de 1.700 misiones sin incidentes, algunas a zonas de combate como Iraq, incluyendo misiones de evacuación sanitaria de heridos. De hecho uno de los A400M con capacidad de repostaje en vuelo fue basado a principios de 2019 en la base aérea de Muwaffaq Salti (Jordania) para apoyar a cuatro Tornado IDS alemanes que realizan misiones de inteligencia, reconocimiento y vigilancia contra las tropas del Estado Islámico.

El Ala de Transporte 62, usuaria del A400M está estacionada en la base aérea de Wunstorf (noroeste de Hanover), la cual debió ser ampliada (se alargó una de las pistas y se agrandó la plataforma de estacionamiento) además de construirse hangares y un edificio para el centro de instrucción.

Como en el caso de España, Alemania trató de deshacerse de 13 de los aviones pedidos al considerarlos superfluos a sus necesidades, sin embargo, la falta de un comprador hasta el momento ha supuesto que finalmente haya decidido que los 53 aviones se integrarán en su fuerza aérea.

Estos 13 últimos A400M, posiblemente con algunos más transferidos desde esta unidad, formarán una segunda Ala de Transporte que se formará en la base aérea de Lechfeld (Augsburgo) según anunció en enero de este año la todavía entonces ministra de Defensa alemana Úrsula von der Leyen. Esta unidad podría ser una multinacional, ya que se ofertó la operación conjunta a Suiza, República Checa que siguen estudiando la misma.

https://fly-news.es/aviacion-comercial/aviones/aviones-militares/10-anos-primer-vuelo-a400m/los-seis-usuarios-del-a400m-realizado-ya-mas-55-000-horas-vuelo/

Pois é Goldfinger o A400 para nós não serve já tem muitos milhares de horas de voo, :mrgreen: para nós é melhor uma aeronave ainda com os cueiros e que transporta pouco mais que um C' é melhor assim continuamos pequeninos, mas quando precisarmos batemos ás portas dos vizinhos a pedir aeronaves de carga á séria, olha como fazemos com os Canadair, quando temos a casa a arder á séria, é triste mas é a nossa realidade !!

PS o bacalhau está-se a estragar, e os pastéis de Belém, esses, já os comemos !! ::)

Grande Abraço

« Última modificação: Dezembro 19, 2019, 10:43:02 am por tenente »
 
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Re: A-400 M
« Responder #351 em: Abril 14, 2020, 04:34:24 pm »
Luxembourg’s A400M Makes Maiden Flight 
 


Luxembourg’s A400M made its first flight on 13 April, Airbus announced in a press release later the same day. The aircraft took off from Seville, Spain, where its final assembly line is located, at 16:08 h local time and landed back on the site five hours later, the company reported.

The aircraft will be operated by the Belgian Air Component’s 15 Air Transport Wing in Melsbroek, the military part of Brussels’ Zaventem airport.

Belgium is procuring seven A400Ms to replace its C-130s. The Belgian Ministry of Defence said on its website in January that Luxembourg’s A400M and the first Belgian aircraft would be delivered during the second half of June.

https://www.janes.com/article/95488/luxembourg-s-a400m-conducts-first-flight

Abraços
 
 
 

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Re: A-400 M
« Responder #352 em: Abril 14, 2020, 05:00:23 pm »
Só nós é que não somos capazes de fazer um acordo do género com a Espanha.
 

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Re: A-400 M
« Responder #353 em: Abril 16, 2020, 12:53:59 pm »
Com tanto tuga no Luxemburgo, os gajos bem que podiam ter adquirido um A400 para nós operarmos.  :mrgreen:
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goldfinger

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Re: A-400 M
« Responder #354 em: Maio 01, 2020, 05:30:28 pm »


Impresionante la cabina de un A400 del EA español
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Re: A-400 M
« Responder #355 em: Maio 06, 2020, 09:23:23 pm »
Só vi agora a noticia. Parece gozo, até o Luxemburgo tem um A400 mas nós é que somos espertos como de costume....
 :(
 

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goldfinger

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Re: A-400 M
« Responder #356 em: Maio 15, 2020, 08:24:12 pm »
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Re: A-400 M
« Responder #357 em: Maio 15, 2020, 09:37:38 pm »
Só vi agora a noticia. Parece gozo, até o Luxemburgo tem um A400 mas nós é que somos espertos como de costume....
 :(

Até? A economia do Luxemburgo podia suportar tudo o que quisesse.
A FA Luxemburguesa tem um A400!!! E dois H145!!! E todos os AWACS da OTAN estão lá registados!! E é só isso...... ::)
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Re: A-400 M
« Responder #358 em: Maio 16, 2020, 02:38:02 am »
Só vi agora a noticia. Parece gozo, até o Luxemburgo tem um A400 mas nós é que somos espertos como de costume....
 :(

A aeronave do Luxemburgo vai ser operada em conjunto com a Bélgica.

Algo que podíamos também fazer com nuestros hermanos.
 

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Re: A-400 M
« Responder #359 em: Maio 16, 2020, 07:34:10 am »
Só vi agora a noticia. Parece gozo, até o Luxemburgo tem um A400 mas nós é que somos espertos como de costume....
 :(

Até? A economia do Luxemburgo podia suportar tudo o que quisesse.
A FA Luxemburguesa tem um A400!!! E dois H145!!! E todos os AWACS da OTAN estão lá registados!! E é só isso...... ::)

Os AWACS estão lá registados mas eles não os pagaram, ou melhor, pagaram uma pequena percentagem. Mas esqueceste-te do A330 MRTT que eles vão adquirir para a forca conjunta da NATO.
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