isso fez-me lembrar aquela doutrina soviética de bombar Mig-15 e 21's das linhas de produção como se fossem pãezinhos quentes na esperança de fazer valer os números avassaladores de caças mais baratos e enxamear os adversários.
Depois vieram outros que produziam caças mais caros, grandes e complexos e em menor numero mas que depois em combate faziam limpezas e razias aos outros de cima. ^^^^
No caso português não vai haver grandes diferenças no nº de células que vão entrar em serviço na FAP seja qual for o escolhido, gripen, EF ou F-35. Tira as devidas elações.