Então os ST usariam menos pilotos que os drones?
Obrigado, informação útil.
Discutir contigo é como falar com uma parede… não interessa quantas vezes as pessoas te apresentem argumentos, que tu não mudas nada. Neste caso, eu tenho mas que fazer que estar novamente a entrar nesta discussão. Não te preocupes que ainda vais engolir muitos sapos e eu cá estarei para me rir.. é tudo, fica bem.
As coisas que tu escreves não são argumentos, são invenções da tua cabeça facilmente refutadas com a mínima variável do mundo real.
No fim, tu dizes que o ST é o meio ideal para C-UAS, mas basta colocar a questão de qual o meio mais adequado para fazer C-UAS (e podes substituir C-UAS por ISR) de forma propongada, por exemplo 24h seguidas, que o teu argumento cai por água abaixo.
Spoiler alert:
Para cumprir uma missão de 24h seguidas, ISR num TO estrangeiro ou C-UAS numa área crítica, um UCAV serve, com operadores confortavelmente em terra. Com Super Tucanos, precisas de 3 aeronaves diferentes, e 3 pilotos diferentes, cada um a ter que voar pelo menos 8h.
Felizmente não temos falta de pilotos! Oh wait.
Se o plano é incentivar ainda mais a saída de pilotos da FAP, o ST é o caminho.
Cada drone da FAP precisa de 3 pilotos para cada missão e são pilotos mesmo não é operadores como noutros países. Os drones estão limitados as torres de comunicação.
O A29 segundo a empresa ainda estão a tentar passar os alvos do Eletro-óptico para os sistemas do avião. Vamos ver quanto tempo vão demorar a receber alvos via Link16. depois falta ainda integrar as armas.
O sistema antidrone que neste momento temos é uma caçadeira.
Não, informação errada.
Cada drone requer 1 piloto.
3 pilotos é se o drone estiver a voar, por exemplo, por 24 horas (rotação de pilotos).
Para ter o ST no ar durante o mesmo período, precisas de 3 pilotos... e de 3 aviões.
Nos UAVs/UCAVs depois tens um operador de sensores. Este operador de sensores não tem que corresponder a exigências físicas tão exigentes quanto um "WSO" de aeronave tripulada.
No ST o piloto pode voar sozinho, com sobreposição de tarefas, portanto mais desgastante, sobretudo em missões de longa duração. Ou pode ter um "WSO" para divisão de tarefas.
Em missões de combate, com UCAVs os pilotos estão em relativa segurança, em terra.
Com STs o piloto (com ou sem "WSO") não só é colocado em risco desnecessariamente, como obriga a que haja um dispositivo CSAR no TO para os salvar.