Votação

Os STs da FAP devem ter uma "Shark Mouth" pintada no seu nariz?

SIM
8 (33.3%)
NÃO
16 (66.7%)

Votos totais: 24

Votação encerrada: Fevereiro 17, 2025, 09:40:28 pm

O Super Tucano em Portugal

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mafets

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Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #930 em: Janeiro 05, 2026, 01:25:58 pm »
Mas qual "história"?
É essa parte que ainda não percebi.

A possibilidade de os ST da FAP serem com fuselagens "made in USA".  :mrgreen:

Saudações  :mrgreen:
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #931 em: Janeiro 05, 2026, 10:20:37 pm »
Europa define requisitos básicos para una Aeronave Ligera Multitarea del Futuro para enfrentar conflictos prolongados
...
¿Hay algo en mercado que pueda responder a estos requisitos?

Aunque el EDF no menciona explícitamente a ninguna plataforma existente, el perfil funcional descrito se solapa claramente con un segmento de mercado ya activo, en el que operan aeronaves de ataque ligero y vigilancia armada, algunas de ellas recientemente incorporadas por fuerzas aéreas europeas.

En ese contexto, plataformas como el A-29N Super Tucano, en particular en variantes adaptadas a estándares OTAN, ilustran cómo ciertas capacidades ya disponibles responden a necesidades similares de bajo costo, persistencia y polivalencia, sin que ello implique una correspondencia formal con el programa del EDF.

...
Completo: https://www.aviacionline.com/espanol/defensa/europa/europa-define-requisitos-basicos-para-una-aeronave-ligera-multitarea-del-futuro-para-enfrentar-conflictos-prolongados_a695c07acda6f060b461766d1

Sds
Não vim para somar e sim para dividir
JC

Eu não vim para explicar, eu vim para confundir
Chacrinha
 
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Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #932 em: Janeiro 06, 2026, 06:30:13 am »
Mas qual "história"?
É essa parte que ainda não percebi.

A possibilidade de os ST da FAP serem com fuselagens "made in USA".  :mrgreen:

Saudações  :mrgreen:

A fuselagem é feita no Brasil e exportada aos EUA. Não valeria a pena reimportar. E sim é o prazo médio de entregas do ST 1 a 2 anos. A encomenda da FAB foi de 99 aeronaves, então há ferramental sobrando. É só ver os contratos anteriores...
 

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Bubas

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Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #933 em: Janeiro 06, 2026, 10:11:07 am »
Deve ser mentira, (sarcasmo) toda a gente sabe aqui nos top do forum que os ST não servem para coisa nenhuma, nem tão pouco vão nunca ser vendidos na Europa.

Além de que é muito mais interessante discutir a "história" do que o facto da Europa estar a considerar este tipo de plataformas como de utilidade.


"La necesidad táctica que busca cubrir la FMLA
De acuerdo con los textos del EDF, la futura Aeronave Ligera Multitarea apunta a cubrir misiones como:

Apoyo aéreo cercano y ataque ligero,
Vigilancia y reconocimiento (ISR), con o sin armamento,
Protección de fuerzas desplegadas,
Presencia aérea persistente en entornos de baja y media amenaza,
Misiones de seguridad y respuesta rápida.
El marco de empleo definido por el EDF no prioriza la operación de la Aeronave Ligera Multitarea del Futuro en espacios aéreos protegidos por defensas aéreas modernas integradas, sino su utilización en escenarios de amenaza baja y media, donde priman la persistencia, la disponibilidad y el bajo costo operativo.

En ese sentido, el EDF concibe a esta plataforma como un multiplicador de fuerza, destinado a liberar a los medios de alto valor para misiones críticas, preservando horas de vuelo, presupuestos y disponibilidad."

Europa define requisitos básicos para una Aeronave Ligera Multitarea del Futuro para enfrentar conflictos prolongados
...
¿Hay algo en mercado que pueda responder a estos requisitos?

Aunque el EDF no menciona explícitamente a ninguna plataforma existente, el perfil funcional descrito se solapa claramente con un segmento de mercado ya activo, en el que operan aeronaves de ataque ligero y vigilancia armada, algunas de ellas recientemente incorporadas por fuerzas aéreas europeas.

En ese contexto, plataformas como el A-29N Super Tucano, en particular en variantes adaptadas a estándares OTAN, ilustran cómo ciertas capacidades ya disponibles responden a necesidades similares de bajo costo, persistencia y polivalencia, sin que ello implique una correspondencia formal con el programa del EDF.

...
Completo: https://www.aviacionline.com/espanol/defensa/europa/europa-define-requisitos-basicos-para-una-aeronave-ligera-multitarea-del-futuro-para-enfrentar-conflictos-prolongados_a695c07acda6f060b461766d1

Sds
« Última modificação: Janeiro 06, 2026, 10:28:31 am por Bubas »
 

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mafets

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Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #934 em: Janeiro 06, 2026, 11:32:10 am »
Mas qual "história"?
É essa parte que ainda não percebi.

A possibilidade de os ST da FAP serem com fuselagens "made in USA".  :mrgreen:

Saudações  :mrgreen:

A fuselagem é feita no Brasil e exportada aos EUA. Não valeria a pena reimportar. E sim é o prazo médio de entregas do ST 1 a 2 anos. A encomenda da FAB foi de 99 aeronaves, então há ferramental sobrando. É só ver os contratos anteriores...

Não valia a pena porque? Se por acaso estivessem em estado mais avançado fazia todo o sentido, até porque não se sabe quando vão ser usadas. Além disso, com o upgrade dos ST da Fab, bem como com a carteira de encomendas de JSC, a lógica seria adiantar as entregas com o uso, pelo menos de parte, da linha de montagem de Sierra Nevada.

Saudações

P.s. Se as encomendas de Gripen transitarem da carta de intenções Ucraniana, de certeza que a linha de montagem brasileira vai ser chamada. Dificilmente os suecos têm capacidade num cronograma curto de fabricarem mais de 150 caças e realizar o upgrade a pelo menos uma centena. Novamente é uma questão de lógica, pois dá dinheiro a ganhar a mais gente mas de certeza que consegue avançar o tempo de entrega, o que por norma se traduz e mais encomendas.
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Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #935 em: Janeiro 06, 2026, 12:12:41 pm »
Deve ser mentira, (sarcasmo) toda a gente sabe aqui nos top do forum que os ST não servem para coisa nenhuma, nem tão pouco vão nunca ser vendidos na Europa.

Além de que é muito mais interessante discutir a "história" do que o facto da Europa estar a considerar este tipo de plataformas como de utilidade.


"La necesidad táctica que busca cubrir la FMLA
De acuerdo con los textos del EDF, la futura Aeronave Ligera Multitarea apunta a cubrir misiones como:

Apoyo aéreo cercano y ataque ligero,
Vigilancia y reconocimiento (ISR), con o sin armamento,
Protección de fuerzas desplegadas,
Presencia aérea persistente en entornos de baja y media amenaza,
Misiones de seguridad y respuesta rápida.
El marco de empleo definido por el EDF no prioriza la operación de la Aeronave Ligera Multitarea del Futuro en espacios aéreos protegidos por defensas aéreas modernas integradas, sino su utilización en escenarios de amenaza baja y media, donde priman la persistencia, la disponibilidad y el bajo costo operativo.

En ese sentido, el EDF concibe a esta plataforma como un multiplicador de fuerza, destinado a liberar a los medios de alto valor para misiones críticas, preservando horas de vuelo, presupuestos y disponibilidad."

Europa define requisitos básicos para una Aeronave Ligera Multitarea del Futuro para enfrentar conflictos prolongados
...
¿Hay algo en mercado que pueda responder a estos requisitos?

Aunque el EDF no menciona explícitamente a ninguna plataforma existente, el perfil funcional descrito se solapa claramente con un segmento de mercado ya activo, en el que operan aeronaves de ataque ligero y vigilancia armada, algunas de ellas recientemente incorporadas por fuerzas aéreas europeas.

En ese contexto, plataformas como el A-29N Super Tucano, en particular en variantes adaptadas a estándares OTAN, ilustran cómo ciertas capacidades ya disponibles responden a necesidades similares de bajo costo, persistencia y polivalencia, sin que ello implique una correspondencia formal con el programa del EDF.

...
Completo: https://www.aviacionline.com/espanol/defensa/europa/europa-define-requisitos-basicos-para-una-aeronave-ligera-multitarea-del-futuro-para-enfrentar-conflictos-prolongados_a695c07acda6f060b461766d1

Sds

A ideia é criar um novo, não comprar A-29.

Citar
Moreover, the proposals should address modern technologies and materials that minimise the
aircraft’s visibility to radars and other detection systems to increase its survivability
(radiation-absorbing paints, coatings etc). This is particularly important in combat scenarios,
where undetectability is crucial.

Boa sorte a tornar o A-29 stealth
 

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Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #936 em: Janeiro 06, 2026, 03:37:55 pm »
Certamente será muito mais difícil adaptar uma plataforma já funcional com provas dadas (a qual temos acesso e podemos até participar no melhoramento), a criar uma nova de raiz para fazer as mesmas funções que os top Forum dizem que não existem para alem do treino...

Para fazer um novo é porque existe NECESSIDADE, algo que segundo, mais uma vez, os iluminados, não existia na Europa...

No meu entender seria mesmo bom que a linha de montagem acordada viesse a ser uma realidade e que Portugal participasse tecnologicamente na transformação do ST nesta nova função FMLA.
Se assim for, boa torte a todo o potencial de engenharia aeronáutica que tem vindo a ser criado em Portugal
para ajudar a Europa a ter mais esta capacidade que considera relevante.


Deve ser mentira, (sarcasmo) toda a gente sabe aqui nos top do forum que os ST não servem para coisa nenhuma, nem tão pouco vão nunca ser vendidos na Europa.

Além de que é muito mais interessante discutir a "história" do que o facto da Europa estar a considerar este tipo de plataformas como de utilidade.


"La necesidad táctica que busca cubrir la FMLA
De acuerdo con los textos del EDF, la futura Aeronave Ligera Multitarea apunta a cubrir misiones como:

Apoyo aéreo cercano y ataque ligero,
Vigilancia y reconocimiento (ISR), con o sin armamento,
Protección de fuerzas desplegadas,
Presencia aérea persistente en entornos de baja y media amenaza,
Misiones de seguridad y respuesta rápida.
El marco de empleo definido por el EDF no prioriza la operación de la Aeronave Ligera Multitarea del Futuro en espacios aéreos protegidos por defensas aéreas modernas integradas, sino su utilización en escenarios de amenaza baja y media, donde priman la persistencia, la disponibilidad y el bajo costo operativo.

En ese sentido, el EDF concibe a esta plataforma como un multiplicador de fuerza, destinado a liberar a los medios de alto valor para misiones críticas, preservando horas de vuelo, presupuestos y disponibilidad."

Europa define requisitos básicos para una Aeronave Ligera Multitarea del Futuro para enfrentar conflictos prolongados
...
¿Hay algo en mercado que pueda responder a estos requisitos?

Aunque el EDF no menciona explícitamente a ninguna plataforma existente, el perfil funcional descrito se solapa claramente con un segmento de mercado ya activo, en el que operan aeronaves de ataque ligero y vigilancia armada, algunas de ellas recientemente incorporadas por fuerzas aéreas europeas.

En ese contexto, plataformas como el A-29N Super Tucano, en particular en variantes adaptadas a estándares OTAN, ilustran cómo ciertas capacidades ya disponibles responden a necesidades similares de bajo costo, persistencia y polivalencia, sin que ello implique una correspondencia formal con el programa del EDF.

...
Completo: https://www.aviacionline.com/espanol/defensa/europa/europa-define-requisitos-basicos-para-una-aeronave-ligera-multitarea-del-futuro-para-enfrentar-conflictos-prolongados_a695c07acda6f060b461766d1

Sds

A ideia é criar um novo, não comprar A-29.

Citar
Moreover, the proposals should address modern technologies and materials that minimise the
aircraft’s visibility to radars and other detection systems to increase its survivability
(radiation-absorbing paints, coatings etc). This is particularly important in combat scenarios,
where undetectability is crucial.

Boa sorte a tornar o A-29 stealth
 
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Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #937 em: Janeiro 06, 2026, 05:16:41 pm »
Certamente será muito mais difícil adaptar uma plataforma já funcional com provas dadas (a qual temos acesso e podemos até participar no melhoramento), a criar uma nova de raiz para fazer as mesmas funções que os top Forum dizem que não existem para alem do treino...

Para fazer um novo é porque existe NECESSIDADE, algo que segundo, mais uma vez, os iluminados, não existia na Europa...

No meu entender seria mesmo bom que a linha de montagem acordada viesse a ser uma realidade e que Portugal participasse tecnologicamente na transformação do ST nesta nova função FMLA.
Se assim for, boa torte a todo o potencial de engenharia aeronáutica que tem vindo a ser criado em Portugal
para ajudar a Europa a ter mais esta capacidade que considera relevante.


O dinheiro é para ver se um meio do tipo A-29 pode ser usado para fazer apoio de tropas. Ninguem vai comprar nada, apenas umas PME vão ganhar uns milhões com isto.
 

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Bubas

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Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #938 em: Janeiro 06, 2026, 07:23:08 pm »
Ui, fiquei mais descansado, por momentos pensei que o FMLA seria algo que a Europa considerava válido e útil.
Afinal é só para distribuir trocos por umas PME...
Que alívio, ia ser difícil ver servir mais uma rodada de sapos...

Pelo menos a European Defence Fund reconhece a necessidade da capacidade...

"3.1.12.1.EDF-2026-RA-PROTMOB-FMLA: Future multirole light aircraft
There is a need for a new multirole light aircraft that can bridge the gap between today’s
battlefield and modern technology, as most of the fleet in this segment across the EU is
ageing.
The future multirole light aircraft (FMLA) concept must not duplicate or create fragmentation
of existing systems of turboprop and tactical military transport aircraft and associated
electronic systems. By exploiting the existing platforms, technologies and innovations in
Europe, this research topic can reduce the risks associated with the development of FMLA
capabilities for air-to-ground operations. FMLA should also be effective in specific combat
roles such as light attack, anti-drone interception and close air support.
The objective of this topic is therefore to develop a low-cost, single-engine (turboprop)
aircraft capable of operating in a variety of operational environments, providing direct air
support, ground targeting, intelligence, surveillance and reconnaissance with combat
elements, and air strike coordination and reconnaissance with air traffic control support in a
forward position in hostile environments during counter-terrorism missions."

https://defence-industry-space.ec.europa.eu/document/download/3991ef09-1f18-44d1-baf5-dbe60bbb928a_en?filename=EDF%20Work%20Programme%202026.pdf

Certamente será muito mais difícil adaptar uma plataforma já funcional com provas dadas (a qual temos acesso e podemos até participar no melhoramento), a criar uma nova de raiz para fazer as mesmas funções que os top Forum dizem que não existem para alem do treino...

Para fazer um novo é porque existe NECESSIDADE, algo que segundo, mais uma vez, os iluminados, não existia na Europa...

No meu entender seria mesmo bom que a linha de montagem acordada viesse a ser uma realidade e que Portugal participasse tecnologicamente na transformação do ST nesta nova função FMLA.
Se assim for, boa torte a todo o potencial de engenharia aeronáutica que tem vindo a ser criado em Portugal
para ajudar a Europa a ter mais esta capacidade que considera relevante.


O dinheiro é para ver se um meio do tipo A-29 pode ser usado para fazer apoio de tropas. Ninguem vai comprar nada, apenas umas PME vão ganhar uns milhões com isto.
 

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Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #939 em: Janeiro 06, 2026, 07:42:35 pm »
Citar
While the project is currently in the "feasibility and requirements" stage, the European Defence Agency (EDA) has set an ambitious (if somewhat debated) timeline. Initial technology demonstrators are expected by 2029, 1with the full-scale production aircraft slated for entry into service between 2035 and 2040.

Se cá estivermos em 2040 logo vemos.
 
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Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #940 em: Janeiro 06, 2026, 11:11:16 pm »

Não valia a pena porque? Se por acaso estivessem em estado mais avançado fazia todo o sentido, até porque não se sabe quando vão ser usadas. Além disso, com o upgrade dos ST da Fab, bem como com a carteira de encomendas de JSC, a lógica seria adiantar as entregas com o uso, pelo menos de parte, da linha de montagem de Sierra Nevada.

Saudações
É simples fazer os cálculos de re-importação pelo Brasil. 50% de taxas além das outras. É mais fácil produzir do que exportar. Digo isso pois tenho conhecimento de causa!

São fuselagens novas assim como você pode comprovar nas entregues anteriormente.