Votação

Os STs da FAP devem ter uma "Shark Mouth" pintada no seu nariz?

SIM
8 (33.3%)
NÃO
16 (66.7%)

Votos totais: 24

Votação encerrada: Fevereiro 17, 2025, 09:40:28 pm

O Super Tucano em Portugal

  • 940 Respostas
  • 120769 Visualizações
*

Lampuka

  • Investigador
  • *****
  • 1884
  • Recebeu: 872 vez(es)
  • Enviou: 861 vez(es)
  • +458/-2167
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #915 em: Dezembro 31, 2025, 04:43:27 pm »
Porque é que não explicas de vez onde queres chegar?

Andas com a cena dos monos há semanas... que é que tu sabes?

Têm defeito? São velhos? Usados?
João Pereira
 

*

sivispacem

  • Investigador
  • *****
  • 1940
  • Recebeu: 1158 vez(es)
  • Enviou: 1283 vez(es)
  • +490/-739
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #916 em: Dezembro 31, 2025, 04:51:34 pm »
Porque é que não explicas de vez onde queres chegar?

Andas com a cena dos monos há semanas... que é que tu sabes?

Têm defeito? São velhos? Usados?

Há semanas?? Falei há pouco nesse atributo... E onde quero chegar? Sou contra a sua compra, que considero ter sido um erro, por razões que me abstenho de repetir pela 3359ª vez.  Ou não posso ter essa opinião e tenho de tecer loas a tudo o que vier da Embraer???


Vai beber um chazinho, vai....
Cumprimentos,
 

*

Lampuka

  • Investigador
  • *****
  • 1884
  • Recebeu: 872 vez(es)
  • Enviou: 861 vez(es)
  • +458/-2167
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #917 em: Dezembro 31, 2025, 05:46:20 pm »
Citar
Há semanas?? Falei há pouco nesse atributo...

Citar
Os chamados 'monos', que a Embraer não conseguia escoar...
Já há algumas semanas tinha alertado para este facto, entre outras questões.

Acho que tens de beber mais chá... andas confuso, perdido nas semanas. 😅

Já percebi o resto, és contra, e para não repetires pela 3359ª vez, vais mudando de argumento.

Agora foi terem sido entregues rapidamente porque estariam fabricados.

Pena é que não tenham mais 7 monos, pois resolviamos de vez esta questão.  Assim vamos ter de esperar até 2028.

Já pensaste no jeito que deu termos recebido estes rápidamente? Poupamos uns 2 ou 3 anos na integração total do meio. Estes vão fazendo a instrução e os próximos já podem trazer algumas novidades operacionais.

Ao menos vamos recebendo uns KC-390 pelo meio.

Maldita EMBRAER...

Abraço e bom 2026.
João Pereira
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: LM, Bubas

*

Tikuna

  • Perito
  • **
  • 377
  • Recebeu: 264 vez(es)
  • Enviou: 60 vez(es)
  • +193/-2517
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #918 em: Janeiro 01, 2026, 07:46:39 am »
A Embraer só tinha fuselagem sobrando na linha de produção dos Estados Unidos (Que eles destinarão a "Parceiros")

O único que tinha na Europa e que era o demonstrador que foi reutilizado para o Paraguai. Os outros são todos novos, de fábrica. E sim a competência para fabricar e entregar é extrema, afinal não é uma aeronave de linha aérea que precisa entrar em uma fila grande nem ele é tão grande assim.


Feliz ano novo!
« Última modificação: Janeiro 01, 2026, 07:49:11 am por Tikuna »
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: Lampuka, MMaria

*

wyldething

  • Membro
  • *
  • 283
  • Recebeu: 212 vez(es)
  • Enviou: 251 vez(es)
  • +31/-45
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #919 em: Janeiro 02, 2026, 11:27:45 am »
A Embraer só tinha fuselagem sobrando na linha de produção dos Estados Unidos (Que eles destinarão a "Parceiros")

O único que tinha na Europa e que era o demonstrador que foi reutilizado para o Paraguai. Os outros são todos novos, de fábrica. E sim a competência para fabricar e entregar é extrema, afinal não é uma aeronave de linha aérea que precisa entrar em uma fila grande nem ele é tão grande assim.


Feliz ano novo!

Segundo a própria Embraer havia 12 fuselagens prontas antes das encomendas de Paraguai, Portugal e Uruguai.
Dada a rapidez na entrega, é altamente provável que pelo menos os 5 primeiros portugueses tenham saído desses 12.
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: sivispacem

*

Red Baron

  • Investigador
  • *****
  • 3201
  • Recebeu: 736 vez(es)
  • Enviou: 397 vez(es)
  • +200/-565
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #920 em: Janeiro 02, 2026, 11:33:50 am »
A boa noticia é que vai haver uma versão naval. ST o patrulha oceânico.  :mrgreen:
 

*

sivispacem

  • Investigador
  • *****
  • 1940
  • Recebeu: 1158 vez(es)
  • Enviou: 1283 vez(es)
  • +490/-739
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #921 em: Janeiro 02, 2026, 12:55:34 pm »
A Embraer só tinha fuselagem sobrando na linha de produção dos Estados Unidos (Que eles destinarão a "Parceiros")

O único que tinha na Europa e que era o demonstrador que foi reutilizado para o Paraguai. Os outros são todos novos, de fábrica. E sim a competência para fabricar e entregar é extrema, afinal não é uma aeronave de linha aérea que precisa entrar em uma fila grande nem ele é tão grande assim.


Feliz ano novo!

Segundo a própria Embraer havia 12 fuselagens prontas antes das encomendas de Paraguai, Portugal e Uruguai.
Dada a rapidez na entrega, é altamente provável que pelo menos os 5 primeiros portugueses tenham saído desses 12.

Eram esses os monos a que me referia....  :mrgreen:
Cumprimentos,
 

*

sivispacem

  • Investigador
  • *****
  • 1940
  • Recebeu: 1158 vez(es)
  • Enviou: 1283 vez(es)
  • +490/-739
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #922 em: Janeiro 02, 2026, 12:57:40 pm »
A boa noticia é que vai haver uma versão naval. ST o patrulha oceânico.  :mrgreen:

Ficam a faltar as versões de combate a incêndios, evacuações aeromédicas e transporte!!! (ah, esta não, faria concorrência com o KC....)  :mrgreen:
Cumprimentos,
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: Pneucareca

*

goncalobmartins

  • Investigador
  • *****
  • 1347
  • Recebeu: 674 vez(es)
  • Enviou: 910 vez(es)
  • +97/-12
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #923 em: Janeiro 03, 2026, 02:13:35 pm »


Citar
roncos_101  2026 traz novos desafios ⭐️

@fap_oficial @base_aerea_n11

#supertucano #a29 #militaryaviation #pilotomilitar #forçaaéreaportuguesa @embraer

https://www.instagram.com/p/DTC4JfHjECQ/
 

*

Ghidra

  • Perito
  • **
  • 566
  • Recebeu: 303 vez(es)
  • Enviou: 202 vez(es)
  • +305/-269
  • 🙈🙉🙊
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #924 em: Janeiro 04, 2026, 11:15:03 am »
La Comisión Europea impulsa un avión ligero multirrol: ¿una apuesta por la innovación o una redundancia en el mercado?

Citar
La Comisión Europea insiste en capitanear iniciativas de material de armamento comunitario, y da un paso más en su estrategia de buscar el fortalecimiento de las capacidades de defensa comunitarias, esta vez mediante la inclusión de un nuevo proyecto en su programa de trabajo anual 2026 del Fondo Europeo de Defensa (EDF), adoptado el 17 de diciembre del pasado año. Bajo la referencia EDF-2026-RA-PROTMOB-FMLA, se destinarán 15 millones de euros a la convocatoria para el desarrollo de un «futuro avión ligero multirrol» (FMLA, por sus siglas en inglés). Esta nueva iniciativa buscará abordar lo que se percibe como una laguna en las flotas aéreas europeas, aunque, tratándose del tipo de sistema del que habla, genera interrogantes sobre su necesidad real en un panorama saturado de opciones similares. El reconocido analista Laurent Lagneau, de Opex360.com, también aborda esta cuestión en el citado medio, y sobre su trabajo y la propuesta de la Comisión, queremos destacar algunos aspectos que nos parecen interesantes.

En DYS hemos acudido al texto original de la Comisión para saber realmente qué quiere la Institución de gobierno de la UE y tratar de desgranar sus propósitos.

Según el documento oficial de la Comisión, el objetivo es «desarrollar un nuevo avión ligero multirrol para cerrar la brecha entre los campos de batalla actuales y las tecnologías modernas, ya que la mayor parte de la flota europea en este segmento está envejeciendo«. El texto enfatiza que el aparato debe ser de bajo costo y monomotor, propulsado por turbopropulsor, evitando la duplicación o fragmentación de sistemas existentes (precisamente hay abundancia de ellos) en aviones turbopropulsores y de transporte táctico militar. Entre sus roles previstos se incluyen: «apoyo aéreo directo, designación de objetivos en tierra, inteligencia, vigilancia y reconocimiento (ISR), coordinación de ataques aéreos, control de tráfico aéreo avanzado en entornos hostiles, ataque ligero, interceptación antidrones y apoyo aéreo cercano, especialmente en misiones contraterroristas«.
Además, se especifica que debe «operar en diversos entornos operativos«, sin detallar restricciones en masa máxima al despegue más allá de su orientación ligera, y con capacidad para despegues y aterrizajes cortos, implícita en el concepto general. Dicho de otro modo: un aparato que haga mucho, cueste poco y no moleste a nadie. Un unicornio industrial de turbina modesta.

Esta descripción literal del programa no alude en ningún momento a características de baja observabilidad o furtividad, un aspecto que ha sido interpretado de manera expansiva en análisis del artículo publicado ayer, el **3 de enero, en el portal francés Opex360.com, que más arriba mencionábamos. En él, Lagneau describe el proyecto como un esfuerzo por crear un «avión de ataque ligero furtivo«, argumentando que incorporaría «tecnologías y materiales modernos que reducirán su visibilidad frente a radares y otros sistemas«.

Lagneau va más allá al sugerir que el aparato necesitaría «protección contra interferencias electromagnéticas«, lo que podría interpretarse como un intento de posicionar el FMLA en un nicho de alta tecnología. Sin embargo, esta lectura parece exceder el contenido estricto del documento de la Comisión, que se centra en la versatilidad operativa y el bajo costo, sin mencionar explícitamente elementos de sigilo o reducción de firma radar; al menos nosotros no lo hemos encontrado en el texto oficial de la Comisión. Tal extrapolación, por qué no, podría reflejar una proyección de expectativas sobre amenazas futuras, pero plantea dudas sobre si el proyecto realmente aspira a un nivel de sofisticación comparable al de plataformas stealth consolidadas, o si se trata más bien de una actualización modesta de capacidades existentes sobre aparatos en activo. No es la primera vez que el entusiasmo editorial se adelanta al expediente presupuestario. Tampoco será la última.

Desde una perspectiva netamente interpretativa, las palabras de Lagneau destacan un optimismo en la innovación europea, al tiempo que invitan a cuestionar si esta iniciativa responde a una necesidad genuina o a un impulso burocrático. El analista francés apunta a una «laguna estratégica emergente» en el continente, pero su énfasis en la furtividad podría estar influido por debates nacionales, como los informes franceses que proponen equipar a las fuerzas armadas con aparatos de ataque ligero (tal y como acaba de hacer Portugal incorporando los Súper Tucano, por ejemplo). No obstante, esta visión choca con la literalidad del texto comunitario, que prioriza la eficiencia económica y la polivalencia por encima de avances disruptivos en sigilo. Y aquí radica parte del problema: se espera que el FMLA sea todo y no sea nada. Que sea útil, pero no caro. Moderno, pero no amenazante. Versátil, pero no redundante. Un difícil equilibrio entre lo táctico y lo presupuestario que rara vez termina bien.
Otro ángulo relevante que aborda Lagneau es el contexto del mercado global de aviones ligeros multirrol, el cual se encuentra, a nuestro juicio, más que suficientemente cubierto por una amplia gama de modelos en servicio alrededor del mundo. En su análisis, menciona certeramente que «el mercado está dominado por aparatos como el Embraer A-29 Super Tucano o el Pilatus«. Y lo cierto es que en la propia Europa se fabrican varios de estos sistemas, incluido el exitoso Pilatus que dota a no pocas fuerzas aéreas, entre ellas la española.

Podríamos hablar, por tanto, de una posible redundancia: con opciones probadas y accesibles, como el Pilatus PC-21 o el A29, por mencionar sólo 2, utilizados por ejércitos europeos para entrenamiento y misiones ligeras, el nuevo FMLA podría enfrentar serios desafíos para justificar su desarrollo en términos de costo-beneficio. Existe, por tanto, un riesgo de solapamiento, donde la Unión Europea podría estar invirtiendo en reinventar la rueda en lugar de optimizar adquisiciones conjuntas de plataformas ya maduras. En un tiempo en el se actúa de manera urgente frente a las guerras que están (y las que se esperan), este tipo de duplicidades burocráticas tiende a multiplicarse bajo la etiqueta de “soberanía industrial”.
Como en todas sus decisiones, la Comisión Europea presenta un proyecto que quiere asegurar un compromiso con la soberanía tecnológica en defensa, alineado con el EDF, pero su viabilidad dependerá de cómo se materialice en propuestas concretas. Vivimos un momento de presupuestos cuasi ilimitados, de amenazas híbridas, de adversarios poderosos y de tecnologías extranjeras que superan ya ampliamente las capacidades continentales: ahí están los desarrollos furtivos en cazas de 5ª y 6ª generación, tanto chinos como norteamericanos, o los buques autónomos LUSV de los que ayer hablábamos…,»lugares», todos ellos, en los que Europa aún no está. Por tanto, iniciativas como ésta, si han de existir, deberán justificarse debidamente, lo que no resultará fácil. Equilibrar innovación con realismo para evitar diluir recursos en un mercado ya saturado puede ser realmente complejo. Porque si todo es prioritario, nada lo es. Y si cada necesidad se traduce en un nuevo aparato, el resultado no será más seguridad, sino más catálogo en un segmento donde hay suficiente.

https://defensayseguridad.es/otro-avion-mas-el-fmla-de-la-comision-europea/
 

*

goncalobmartins

  • Investigador
  • *****
  • 1347
  • Recebeu: 674 vez(es)
  • Enviou: 910 vez(es)
  • +97/-12
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #925 em: Janeiro 05, 2026, 10:09:50 am »


Citar
Força Aérea Portuguesa
Descolagem para primeira semana completa do ano! ✈️
Continuamos a reforçar capacidades e a servir Portugal com a mesma excelência. 🤝
Rumo a novos objetivos, a Força Aérea, em 2026, vai voar mais longe, mais alto e mais rápido do que nunca! 🫡
O que perspetiva para o novo ano? 
Roncos - Esq.ª101

https://www.facebook.com/PortugueseAirForce/posts/pfbid0bVss7PEKSfxTKVbjVmgjZZpuC5d5qrwC3aXX41QLan5BENFcZB96PzK1yTvc5Zoil
 

*

mafets

  • Investigador
  • *****
  • 10428
  • Recebeu: 4151 vez(es)
  • Enviou: 1347 vez(es)
  • +4183/-7103
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #926 em: Janeiro 05, 2026, 12:49:33 pm »
A Embraer só tinha fuselagem sobrando na linha de produção dos Estados Unidos (Que eles destinarão a "Parceiros")

O único que tinha na Europa e que era o demonstrador que foi reutilizado para o Paraguai. Os outros são todos novos, de fábrica. E sim a competência para fabricar e entregar é extrema, afinal não é uma aeronave de linha aérea que precisa entrar em uma fila grande nem ele é tão grande assim.


Feliz ano novo!

Resta saber quais.  :mrgreen:

Saudações e um bom 2026. ;)

P.S. Essa historia está mal contada. Então a linha que está nos EUA às moscas fica com as estruturas à espera do que aí virá? Não transita ou acaba esses aparelhos ou em sierra nevada ou em SJC? Hum, será que temos ST made in USA?  :mrgreen:
« Última modificação: Janeiro 05, 2026, 01:24:49 pm por mafets »
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: sivispacem

*

Lampuka

  • Investigador
  • *****
  • 1884
  • Recebeu: 872 vez(es)
  • Enviou: 861 vez(es)
  • +458/-2167
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #927 em: Janeiro 05, 2026, 01:18:24 pm »
Será que podem transitar? São considerados exportações? Há impostos?
Por exemplo...
João Pereira
 

*

mafets

  • Investigador
  • *****
  • 10428
  • Recebeu: 4151 vez(es)
  • Enviou: 1347 vez(es)
  • +4183/-7103
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #928 em: Janeiro 05, 2026, 01:21:07 pm »
Será que podem transitar? São considerados exportações? Há impostos?
Por exemplo...

Não existem encomendas para ST da linha de montagem americana, portanto fazem o que às estruturas? Têm encomendas várias em carteira de ST fora USA, e fuselagens retidas nos EUA. E vão fazer novas quando as existentes não têm destino à vista? Estás a ver como essa história está mal contada.  ;)

Saudações
« Última modificação: Janeiro 05, 2026, 01:24:05 pm por mafets »
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

*

Lampuka

  • Investigador
  • *****
  • 1884
  • Recebeu: 872 vez(es)
  • Enviou: 861 vez(es)
  • +458/-2167
Re: O Super Tucano em Portugal
« Responder #929 em: Janeiro 05, 2026, 01:24:49 pm »
Mas qual "história"?
É essa parte que ainda não percebi.
João Pereira