Antes demais, votos de um excelente ano para todos (sem excepções) os participantes do FD.
Desta decisão e aquisição urgente, nunca mais soube-se nada.
Dá ideia do que anda, são apenas aquisições relacionadas com o fornecedor Embraer. E que até dispensam concursos internacionais, conforme a lei o determina. E que é tudo por adjudicação directa. Sob o pretexto de uma mentira grosseira de serem desenvolvidos em Portugal.
Comprar utensílios e fardamentos na Marinha por este meio administrativo, "Ai! Jesus! Que horror! Que ilegalidade tremenda!" Agora se for aeronaves que custaram ao erário público, largas centenas de milhões de euros. Já não há nenhuma ilegalidade.
Ou Blackhawks recauchutados ao preço da uva mijona com dinheiro do PRR. Se for da Embraer, já pode ser novo e o dinheiro ser do OE.
Enquanto nos outros países da NATO, semanalmente assistimos à formalização de encomendas de importante e substantivo equipamento de Defesa. Cá, é só conversa, "wishful thinkings", propaganda, hipóteses, rumores, o "diz que disse", "notícias" de jornal e comentadores. Na realidade, nada, zero.
O tempo vai passando e contínua tudo igual, a não ser os referidos Embraers e Blackhawks com células com quase 4 décadas. E um navio que só vai existir, porque foi inventado com o propósito de poder caber no financiamento do PRR.
Não existe (e nem existiu nas últimas 4/5 décadas) qualquer política programática de Defesa em Portugal. Tudo, objectivamente não passa de uma farsa (quando não são esquemas) e de conversa fiada para entreter incautos.