A fotografia não tem a ver com beleza ou estética.
Na realidade parece que esta será mais uma limitação do modelo, que os próprios EUA estão a tentar ultrapassar.
Pode continuar a voar/operar, mas com perda de capacidade furtiva. Que vale o que vale, dependendo da missão.
Só que, para o Dc, falar de qualquer coisa menos boa no F35 é um problema. Pelo menos para ele. É lidar...
Relativamente às missões FAP, as reais e atuais, e não as fantasias, deveriam ser devidamente tidas em conta na aquisição do novo ou novos caças.
Mais uma vez, o Dc é de extremos. Ou F-35, que faz tudo e é perfeito.
Ou um coreano.
Europeu, vai-se lá saber porquê, nunca. Pior, só brasileiro. Traumas?
Finalmente, hoje Trump deu mais um sinal de como considera os aliados. O desgraçado do espanhol não concordou com ele? Simples, ameaça e tarifa tudo.
E ainda lhe caga na cabeça relativamente à soberania e utilização das bases.
Belo amigo.
Episódio n⁰ 27462939 do Lampuka a fazer figura de estúpido.
Já te foi explicado mais do que uma vez que o que acontece à pintura, supostamente não afecta a furtividade do avião.
Escusado continuares a repetir essa tua "certeza" de que afecta.
O desenvolvimento de novas pinturas RAM tem acontecido há anos, não é por causa do que acontece quando empregues em PAs. O objectivo sempre foi encontrar uma solução que se revelasse mais duradoura (reduzindo custos de manutenção), e que igualassa, ou até tivesse performance superior ao RAM coating actual.
Ninguém disse que o F-35 é perfeito.
E a única pessoa obcecada com a nacionalidade dos caças és tu. Excepto quando fazemos negociatas com a Embraer, aí os produtos europeus já não prestam, vá-se lá saber porquê.
Eu uso critérios técnicos, e factores como o preço. Coisas como sobrevivabilidade, continuidade do suporte para a plataforma nas décadas seguintes (que afecta a sustentação e upgrade das frotas mais tarde), eficácia em combate, multiplicação de força, equilíbrio estratégico nesta região.
Com base nisto, as opções são claras.
Se é para comprar algum avião já - F-35.
Se é para aguardar uns 3 anos para decidir, então é aguentar os F-16 e:
-comprar F-35, caso a proxima administração americana seja decente;
-comprar KF-21 ou Kaan, caso a administração não seja decente.
Se é para saltar para os 6G, então é continuar com F-16 até 2040, seja com a modernização dos actuais para V, ou a compra de V usados (da Grécia por exemplo), ou um misto de ambos, e assim sobrar verba para investir nos 6G.
"Porque não comprar eurocanards em segunda-mão?"
Porque não justificam os custos da aquisição e da criação da nova logística, e qualquer modelo estaria a precisar de modernização, e ia demorar tempo a atingir FOC. Esta opção custaria facilmente o dobro de uma solução F-16V para desenrascar, e oferecia menor margem financeira para qualquer participação num programa 6G.
"Com F-35 ficamos dependentes dos americanos"
Não, porque não só compramos equipamento de várias origens, como a aviação de caça podia ser complementada por UCAVs loyal wingman europeus (quiçá 2 modelos, um low-end e outro high-end), garantindo que a força não pode ser 100% limitada por questões políticas.